Thaisa Galvão

1 de abril de 2016 às 21:13

Depois de dizer que Henrique estava internado com falta de poder, colunista se derrama em elogios ao ex-ministro [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O jornalista Ricardo Noblat não tem tido sorte – ou cuidado? – quando se refere a políticos do Rio Grande do Norte.

Há poucos dias Noblat disse que o senador José Agripino tinha sido citado na delação premiada do senador Delcídio do Amaral.

Não tinha.

Noblat foi para o twitter pedir desculpa a Agripino.

Hoje foi com o ex-ministro Henrique Alves.

Primeiro deu uma nota errada…mas para justificar se valeu do 1º de abril, dia da mentira,  dizendo que fez uma brincadeirinha com o ex-ministro.

Mas…por que só com ele?

O Dia da Mentira pagou o pato…

Eis as notas:

  
Está internado, em Brasília, o ex-ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves. Ele renunciou ao cargo um dia antes do desembarque do PMDB do governo.
Exerceu 11 vezes consecutivas o mandato de deputado federal pelo Rio Grande do Norte.
Sofre da síndrome de abstinência do Poder, mas passa bem.
*
Ao ser desmentido, o colunista se valeu da data…e exagerou nos elogios…

  

Tudo havia sido combinado antes pela direção do PMDB com os sete ministros do partido. Uma vez que o Diretório Nacional anunciasse o desembarque do PMDB do governo, eles pediriam demissão.
Alguns estavam inconformados com o desembarque, e tudo fizeram, sem sucesso, para obstrui-lo. E pelo menos dois, Kátia Abreu (Agricultura) e Marcelo Castro (Saúde), resistiam firmemente a ideia.
O que poucos imaginaram: que, na véspera do desembarque, Henrique Eduardo Alves, ministro do Turismo, enviaria à presidente Dilma Rousseff sua carta de demissão. Nem Dilma imaginou, já que eles eram tão ligados. Mas foi o que Henrique fez.
Os demais, até hoje, agarram-se aos cargos em desrespeito à decisão do partido. Juram a Dilma entregar votos contra o impeachment que não têm. E se submetem a todo tipo de humilhação desde que não percam o emprego.
Não é Henrique que sofre a abstinência do poder como aqui escrevi mais cedo de brincadeira para marcar o 1º de abril. Ele foi o único digno.
São os seis ministros oportunistas do PMDB: Eduardo Braga (Minas e Energia), Mauro Lopes (Aviação Civil), Celso Pansera (Ciência e Tecnologia), Helder Barbalho (Portos), Kátia e Castro.

  

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