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7 de julho de 2016 às 13:48

Depois de ser vaiado, Eduardo Cunha renuncia e chora

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O deputado afastado Eduardo Cunha chegou à Câmara para renunciar sob vaias.

O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) acaba de ler uma carta-pronunciamento renunciando ao cargo do qual estava afastado.
No discurso, disse que a Câmara está acéfala.
Cunha falou que só a sua renúncia poderá colocar fim à “instabilidade sem prazo”. E que, durante seu mandato, soube conduzir condizentemente a Casa, tocando as pautas necessárias.
Ele listou alguns temas votados no seu mandato e citou, principalmente o processo de impeachment de Dilma.
Cunha disse sofrer perseguições, principalmente por conta do impeachment de Dilma e que suas posições levaram-no a sofrer uma representação por quebra de decoro parlamentar. Ele declarou que foi espontaneamente na CPI da Petrobras. E repetiu que é inocente.
Repetiu que nunca recebeu vantagens indecisas.
E chorou.
Cunha chorou.
Disse que era vítima de perseguição covarde, contra si e sua mulher e filha e que tem certeza de sua inocência.
Ele afirmou que fez o país melhor, ajudando o país a “se livrar do governo do PT”, tirando o país do “caos” causado pela desastrosa e criminosa gestão de Dilma.
Desejou boa sorte ao futuro presidente da Casa e disse esperar que seu gesto leve a Câmara de volta aos trilhos em que estava em sua presidência.
E foi embora sem falar com a imprensa.

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