#JornalismoSemFakeNews

7 de julho de 2016 às 22:58

Vereadora Amanda Gurgel vai disputar reeleição de aviso prévio com o PSTU e sem recursos do fundo partidário

[0] Comentários | Deixe seu comentário.

A vereadora Amanda Gurgel está se garantindo…

A 3 meses do pleito no qual tentará reeleição, partiu para carreira solo sem apoio de partido.

Amanda faz parte de um grupo do PSTU em todo o país que resolveu deixar a legenda.

Como o prazo para filiação em outra legenda já passou, permanece filiada, porém, sem direitos oferecidos pelo partido, e vai para a campanha sem um centavo do fundo partidário.

Aposta apenas nela própria para tentar se reeleger.
“Somos algumas centenas de companheiras e companheiros que no passado fizeram uma aposta militante no PSTU. Temos orgulho de ter dedicado o melhor de nossas forças para essa organização, mas hoje vimos a público comunicar que esta experiência chegou ao fim e que decidimos trilhar um novo caminho”, diz a carta de rompimento com o partido.
“Depois que a maioria da burguesia se unificou em torno à proposta de impeachment, a partir de fevereiro de 2016, defendemos internamente que era vital lutar contra esta manobra parlamentar, sem que isso significasse, evidentemente, prestar qualquer apoio político a Dilma”, justificam os dissidentes na carta.
“Para preservar o maior patrimônio de qualquer organização, seus militantes, optamos por encerrar a luta e deixar o PSTU”, reforça a carta.

A direção do PSTU se manifestou, também a partir da divulgação de uma carta.
“Um setor de companheiros deixou as fileiras do PSTU para formar outra organização (leia a carta aqui). Essa ruptura se deu depois de meses de um debate interno, amplamente democrático, em que apareceram diferenças políticas, de programa e teoria”.
E mais…
“Na opinião dos companheiros, o PSTU deveria adotar como palavra de ordem principal ‘Não ao impeachment’ e, nesse contexto, afirmar nossa oposição a Dilma e Temer. Defendiam que nosso partido participasse de atos da Frente Povo Sem Medo para chamá-los à formação de um terceiro campo que tivesse como eixo o ‘Não ao impeachment’.
A maioria do partido rechaçou esta posição por considerar que o ‘Não ao impeachment’ e a participação em atos da Frente Povo Sem Medo significava, na prática, a mesma postura política da campanha contra o suposto golpe, deflagrada pelo PT para tentar manter Dilma no governo. A Frente Povo Sem Medo, encabeçada pelo MTST e o PSOL, foi simplesmente a ala esquerda da campanha pelo Fica Dilma”, rebateu o PSTU.
“O PSTU lamenta que tenham decidido romper, pois sua saída enfraquece, sem dúvida, a luta por um partido revolucionário em nosso país. Esse retrocesso é um fato”, continua..

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado.