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8 de outubro de 2018 às 11:10

A história de muitas vitórias do senador Garibaldi Filho

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O senador Garibaldi Filho começou a carreira política como deputado estadual.

Foi eleito 4 vezes pelo MDB: em 1970, 1974, 1978 e 1982.

Em 1985 foi eleito prefeito de Natal, derrotando Wilma de Faria, candidata do PDS.

Em 1990 elegeu-se senador cumprindo o mandato até 1994.

Em 1994 foi candidato a governador do Rio Grande do Norte e foi eleito no primeiro turno, derrotando Lavoisier Maia.

Em 1998 foi reeleito governador, derrotando José Agripino Maia.

Em abril de 2002 renunciou ao Governo para poder disputar e ganhar pela segunda vez o cargo de senador. Foi o mais votado com 714.363 votos, seguido pelo também eleito José Agripino, que obteve 594.912.

Com a renúncia de Garibaldi, assumiu o governo do Rio Grande do Norte o vice Fernando Freire, que disputou a reeleição e perdeu para Wilma de Faria, eleita para o primeiro mandato de governadora.

Em 2006, como senador, disputou mais uma vez o governo do estado. Foi derrotado pela primeira vez na carreira, por Wilma de Faria, que foi reeleita governadora. Voltou para o Senado onde ainda tinha mandato até 2010.

Em 12 de dezembro de 2007, com 68 votos a favor, 8 contra e 2 abstenções, foi eleito presidente do Senado para um mandato tampão, com a renúncia de Renan Calheiros, envolvido em escândalo.

Em 2010 foi reeleito senador pelo Rio Grande do Norte para o terceiro mandato, com 1.042.272 votos, cerca de 35% dos votos totais e 56% dos votos válidos. Ficou conhecido como o ‘Senador de 1 milhão de votos’.

Foi indicado ministro da Previdência no governo Dilma, de 2010 a 2014, sendo substituído no Senado pelo suplente Paulo Davim (PV).

Agora, concluindo o terceiro mandato de senador, disputou sem sucesso a reeleição.

Não conseguiu conquistar uma das duas vagas do Senado, que passarão a ser ocupadas pelo Capitão Styvenson, o mais votado como foi Garibaldi em 2010 e em 2002, e por Zenaide Maia, deputada eleita em 2014 pelo PR, substituindo o irmão João Maia, então candidato a vice de Henrique Alves, na chapa derrotada para o Governo do Rio Grande do Norte.

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