Thaisa Galvão

27 de janeiro de 2020 às 5:19

Marcos Formiga foi nomeado prefeito de Natal pelo governador José Agripino Maia [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Governador responsável pela nomeação do economista Marcos César Formiga como prefeito de Natal, Joaé Agripino Maia escreveu em seu instagram sobre o amigo.

Formiga foi o último prefeito nomeado da capital e foi sucedido por Garibaldi Filho, primeiro eleito na nova República.

27 de janeiro de 2020 às 5:09

Prefeitura de Natal decreta luto oficial pela morte do ex-prefeito Marcos Formiga [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Prefeitura de Natal decretou luto oficial por três dias na capital, pela morte do ex-prefeito Marcos César Formiga.

“Com grande pesar recebemos a notícia do falecimento do ex-prefeito de Natal, Marcos César Formiga. Último prefeito escolhido de maneira indireta, Formiga era detentor de grande conhecimento técnico e de um perfil político conciliador e de fácil diálogo que lhe valeu o respeito e o reconhecimento de correligionários e adversários. Aos familiares e amigos, queremos externar nossas condolências, solidariedade e sentimento de pesar”, declarou o prefeito Álvaro Dias.

27 de janeiro de 2020 às 5:03

Velório de Marcos Formiga acontecerá das 7 da manhã às 5 da tarde em Emaús [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O velório do economista Marcos César Formiga Ramos, que morreu neste domingo, está agendado para começar às 7 da manhã desta segunda-feira no Morada da Paz, em Emaús.

O corpo do ex-prefeito de Natal e ex-deputado federal será cremado às 5 da tarde.

27 de janeiro de 2020 às 4:55

Presidente da comissão que cria lei das PPPs, João Maia se reúne no domingo com relator para traçar agenda com advogados e economistas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Presidente e relator da comissão que elabora a Lei Geral de Concessões, para traçar o novo marco legal das concessões e parcerias público-privadas (PPPs), os deputados João Maia (PL/RN) e Arnaldo Jardim (Cidadania/SP) se reuniram neste domingo à noite para montar a agenda da semana em São Paulo e no Rio de Janeiro.

As principais bancas de advogados e os economistas mais relevantes serão visitados para discutirem juntos o relatório.

26 de janeiro de 2020 às 16:44

Morre o ex-prefeito de Natal e ex-deputado federal Marcos Formiga [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Prefeito de Natal de 1983 a 1986, deputado federal de 1988 a 1991, e de 1994 a 1995, o economista Marcos Formiga morreu neste domingo.

Ele vinha se internando há mais de um ano por causa de uma crise de enfisema pulmonar.

Teve algumas melhoras e recaídas.

Foi secretário de Planejamento no Governo Cortez Pereira, diretor da EBTU no governo do presidente João Figueiredo, secretário do Ministério da Integração Nacional do governo Itamar Franco.

A última atuação foi como consultor da Fiern, na elaboração do programa Mais RN.

26 de janeiro de 2020 às 4:31

Governo federal corta em mais de 50% repasses aos estados em janeiro [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da coluna Radar, na Veja, revelando a falta de dinheiro nos estados.

Rio Grande do Norte liso também.

25 de janeiro de 2020 às 23:57

Médica diz que prefeitos que “rebolam” pacientes em hospital regional de Mossoró “tem as mãos sujas de morte” [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Médica do Hospital Regional Tarcísio Maia, em Mossoró, Lana Lacerda de Lima, natural de Marcelino Vieira, usou seu perfil no facebook para rebater críticas feitas à unidade de Saúde.

Segundo a médica, prefeitos – ela não definiu se só de Mossoró ou de outros municípios da região também – jogam pacientes que teriam que ser atendidos em unidades municipais dentro do hospital de alta complexidade “lavando as mãos” de sua responsabilidade.

Segundo o texto da médica Lana Lacerda, que chama atenção para o ano eleitoral, prefeitos que deixam unidades de saúde desguarnecidas, “tem as mãos sujas de morte”.

Confira a postagem:

25 de janeiro de 2020 às 14:02

Moradores do Bairro Latino denunciam que estão envenenando gatos no condomínio [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Moradores do condomínio Bairro Latino, entre o Natal Shopping e o supermercado Carrefour, estão apelando ao Blog para denunciar:

Tem gente envenenando gatos.

Algumas pessoas, que ninguém consegue identificar, estão matando gatos do próprio condomínio e outros que são jogados ali por funcionários do supermercado…

Um horror.

Uma denúncia para chegar aos órgãos protetores de animais e à polícia, claro.

Basta uma investigação rápida para descobrir e punir quem está praticando crime contra animais.

25 de janeiro de 2020 às 13:14

Com estrutura antiga e deficitária, Itep é obrigado a deixar famílias esperando dias para sepultar familiares [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O Blog questionou o Itep sobre o atraso na liberação de corpos de vítimas de um acidente ocorrido domingo no Seridó e ainda não liberados.

Segundo informações do Itep, os corpos foram para o Itep de Caicó, que atia com legistas de plantão durante toda a semana e a necropsia foi realizada.

Porém, segundo o Itep, como os corpos estavam carbonizados, não foi possível oficializar a identificação pelas impressões digitais, tendo os mesmos encaminhados ao Itep em Natal para concluir a identificação humana pela arcada dentária ou DNA.

A família das vítimas apresentou prontuário odontológico das duas vítimas mas os técnicos consideraram insuficientes, sendo necessário o exame de DNA pela estrutura óssea, comparando o material coletado aos filhos do casal, sendo, finalmente, possível fazer a identificação positiva dos corpos.

A complicação se deu por causa da necessidade do exame em Natal.

Concluída a odentificação os corpos tem que voltar para Caicó, onde foi feita a necropsia, para assinatura do médico legista e finalmente a liberação das declarações de óbito.

A família está desesperada desde o dia do acidente.

Além de perderem pessoas queridas, viraram reféns da legisação que obriga o processo da forma como foi feito.

No Rio Grande do Norte o Itep existe há anos e anos e os governos durante todo esse tempo só se preocuparam em tratar de planos de cargos e salários dos servidores – com a razão que eles merecem – mas nunca cuidaram de otimizar os serviços de atendimento a vítimas, levando em consideração que a necessidade dos serviços do Itep não são limitadas a Natal, mas a todo p Estado.

A prática mundial de laboratório de DNA preconiza que o exame pode ser feito em até 30 dias. O Itep realizou em 48 horas com 99.9% de segurança jurídica do resultado.

25 de janeiro de 2020 às 9:07

Pacote aparece na praia de Pirangi do Sul [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Quem caminhava pela praia de Pirangi do Sul hoje cedo se deparava com esse pacote no chão.

Quem pegou disse que parecia um pacote emborrachado.

Quem se habilita a descobrir o que tem dentro?

25 de janeiro de 2020 às 8:29

Atenção Operação Verão: Sem fiscalização, beira-mar de Pirangi do Sul é via de carros [1] Comentários | Deixe seu comentário.

O veraneio continua sendo um perigo na praia de Pirangi do Sul.

É que lá os motoristas tomam conta da beira-mar e quem quiser descer e tomar sol, que se cuide para não ocupar o lugar que é…dos carros.

Atenção Operação Verão e seus comandantes: Pirangi do Sul está sem controle.

Quanto mais lancha no mar, mais carros trafegando na praia.

Porque quem vai para os parrachos não quer chegar a pé na praia. Vai de carro até chegar perto da lancha.

E tome carro para lá e para cá.

Essas cenas são desta sexta-feira:

O sábado chegou e o mar está cheio de lanchas:

Todas à espera das turmas que vão chegar de carro na beira da praia, trafegando na contramão do que diz a legislação.

O Blog já mostrou outras vezes mas a ‘via expressa’ continua sendo dos carros.

24 de janeiro de 2020 às 20:46

VEJA: Roberto Justus fala de sua movimentada vida amorosa e diz que está mais preparado para ser presidente do que Luciano Huck [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O Aprendiz Roberto Justus também queria disputar a Presidência da República.

Mas…em vez de articular uma candidatura, optou por ser pai mais uma vez.

O apresentador Justus acha que é mais preparado do que o apresentador Luciano Huck para governar o país.

Ele deu entrevista à revista Veja onde falou de política, e principalmente de suas relações amorosas.

Dê zoom em cada página e leia a entrevista.

24 de janeiro de 2020 às 13:12

Mais pré-candidato do que nunca, Sergio Moro atualiza instagram sugerindo que quis acabar corrupção mas não teve apoio do Congresso nem do presidente [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Com mais de 600 mil seguidores no seu segundo dia no Instagram, o ministro Sergio Moro dá uma alfinetada no Governo Bolsonaro, ao postar notícia do G1, portal do grupo Globo, mostrando que o Brasil continua corrupto.

Vale lembrar que corrupção parecia ser o calo do presidente Jair Bolsonaro na campanha, quando prometia ao eleitorado que sua gestão acabaria com o problema que, para ele, marcou os governos do PT.

Moro aceitou ser ministro da Justiça e da SEGURANÇA PÚBLICA na intenção de acabar a corrupção.

O ministro se queixa que o programa que criou para acabar a corrupção foi minimizado pelo Congresso com apoio do próprio governo, que teme as investigações contra o senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente.

A postagem desta sexta-feira, onde ele fala sozinho em defesa da prisão em segunda instância, que nem o Congresso nem o presidente quer, confirma um Sergio Moro beeem pré-candidato a presidente.

O adversário número 1 de Bolsonaro.

24 de janeiro de 2020 às 12:53

Servidores que ocupam cargo comissionado no Governo tem até 20 de fevereiro para informar se serão candidatos este ano [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Quem gem cargo comissionado no Governo do Rio Grande do Norte tem até o dia 20 de fevereiro para informar se pretende disputar a eleição deste ano.

O Governo quer garantir que a desincompatibilização, cumprindo o prazo eleitoral, não vá atrapalhar as substituições.

A decisão já foi passada aos gestores de todas as pastas pelo Gabinete Civil.

24 de janeiro de 2020 às 12:39

Álvaro acompanha início de obras de recapeamento na Hermes da Fonseca [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O prefeito Álvaro Dias acompanhou, na noite desta quinta-feira, o início da última etapa de recapeamento asfáltico da avenida Hermes da Fonseca, no trecho entre a Alexandrino de Alencar e a Praça das Flores, no sentido Zona Sul – Petrópolis.

“O recapeamento deste trecho final da avenida Hermes da Fonseca vai garantir melhores condições de tráfego e mais segurança para os motoristas e para a população que utiliza o transporte público em um dos principais corredores de Natal”, disse o prefeito.

O trecho estará interditado por 15 dias.

Fotos Alex Regis

24 de janeiro de 2020 às 3:14

Crusoé publica como está sendo articulada a derrubada de Sergio Moro [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A revista eletrônica Crusoé dá detalhes da trama que está sendo montada contra o ministro da Justiça Sergio Moro.

Confira a íntegra da reportagem de capa:

Há duas semanas, Crusoé mostrou o avanço do articulado e estratégico movimento envolvendo setores do Congresso e do governo Bolsonaro, para limitar os poderes do ministro da Justiça e da Segurança Publica, Sérgio Moro. Agora, a ofensiva até então restrita aos bastidores ganha rosto, voz e ate timbre institucional. E não somente em Brasília.

Alguns dos atores são os mesmos responsáveis por desidratar o pacote anticrime de Moro no Congresso. Outros miram cargos e verbas advindas de um possível desmembramento do ministério. Um terceiro grupo quer mesmo faturar eleitoralmente em cima da pauta da segurança pública , acreditando que a baixa na criminalidade independe do trabalho de Moro — e que ele está se fortalecendo em demasia por causa dos sucessos nessa área verificados até o momento.

O que parece ser o principal deles, no entanto, está acomodado na cadeira mais proeminente do Palácio do Planalto. Sim, o presidente da República, Jair Bolsonaro. Seja por ação ou mesmo por omissão, o presidente transige com uma ofensiva que pode arrancar de Moro uma de suas mais relevantes atribuições no instante em que são registradas melhoras significativas nos índices de criminalidade. Se faltam razões técnicas para medida tão drástica, qual seja, separar Segurança Pública e Justiça, tudo leva a crer que sobram motivações políticas.

Bolsonaro pode até negar de pés juntos, mas demonstra enxergar em Moro uma ameaça aos seus planos de reeleição. A mais forte e clara investida contra o ministro desde a posse acontece no momento em que sua popularidade supera a do presidente, de acordo com as mais recentes pesquisas de opinião, e quando, pela primeira vez, o ex-juiz da Lavajato deixa uma fresta aberta para uma possível candidatura à Presidência, em 2022.

Em entrevista na segunda-feira, 20, ao programa Roda Viva, da TV Cultura, Moro foi evasivo ao ser indagado se assinaria um documento se comprometendo a não concorrer nas próximas eleições presidenciais.

“Não faz o menor sentido assinar um documento desses, porque muitas pessoas assinaram esses documentos e depois rasgaram”, respondeu.

A negativa não diz muito, claro, mas no sensível universo da política não há dúvida de que ela é suficiente para ferir susceptibilidades palacianas.

Na quinta-feira, 23, Moro deu mais um passo para estreitar os laços com seus apoiadores: criou uma conta no Instagram, uma das mais eficientes ferramentas de interação com o público.

Disse que foi por insistência da sua mulher, Rosângela.

Quem conhece bem o perfil emocional do presidente não acha implausível que ele tenha ficado furioso com os gestos do seu ministro mais ilustre.

A reação do presidente veio à tona durante uma reunião na quarta-feira, dia 22, com secretários estaduais da segurança pública, transmitida ao vivo pela internet. Nela, o presidente admitiu que estudaria a cisão de Justiça e Segurança Pública.

No dia seguinte, a saída do Palácio da Alvorada, antes de embarcar para a Índia, Bolsonaro reafirmou que estuda a recriação do Ministério da Segurança. “É comum (o governo) receber demanda de toda a sociedade. E ontem, os secretários estaduais da segurança pública pediram para mim a possibilidade de recriar o Ministério da Segurança. Isso é estudado. Lógico que o Moro deve ser contra, mas é estudado com os demais ministros”, afirmou.

Bolsonaro completou dizendo que, quando convidou Moro, não falou um unir necessariamente a Justiça e Segurança Pública – e que, portanto, não seria um problema separar as duas pastas, retomando a divisão ocorrida no governo de Michel Temer.

Não é verdade, como demostram declarações dadas por Bolsonaro logo depois de ser eleito.

Conforme antecipou Crusoé na quinta-feira, 23, as costuras vão além da divisão do ministério de Moro em dois. Segundo fontes palacianas, o presidente já tomou a decisão de trocar o diretor-geral da Polícia Federal. Essa é, por razões óbvias, uma área cara a Moro. Há poucos meses, quando Bolsonaro chegou a admitir que pensava em demitir Maurício Valeixo, homem de confiança de Moro, o clima entre ele e o ministro azedou.

A turma do deixa-disso teve de entrar em cena. Moro deixou claro seu descontentamento: se o presidente exonerasse Valeixo sem seu aval, ele estaria sendo atropelado publicamente.

Com o ministro de novo sob ataque, o assunto voltou à baila. A mudança na PF deve ocorrer em breve. “Está bem adiantado. Acho que até o Carnaval isso acontece”, afirmou uma fonte com acesso direto a Bolsonaro.

De acordo com aliados do presidente, dois delegados são os mais cotados para assumir o cargo: Anderson Torres, atual secretário da Segurança Pública do Distrito Federal, e Alexandre Ramagem, atual diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência, a Abin.

Entre os defensores do nome de Torres estão o atual ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge de Oliveira, e o ex-deputado federal Alberto Fraga, amigo pessoal de Bolsonaro que também e cotado para assumir o Ministério da Segurança Pública caso a pasta seja mesmo recriada.

Já Ramagem é defendido pelo vereador Carlos Bolsonaro. O filho 02 do presidente conheceu o delegado ainda durante a campanha, quando Ramagem atuou na segurança pessoal do pai.

A cisão do ministério e a troca no comando da Polícia Federal podem abreviar a permanência de Moro no governo. Nos bastidores, o ministro tem se mostrado cada vez mais irritado com os movimentos para enfraquecê-lo.

A operação de sabotagem contra ele ganhou os holofotes durante o encontro na residência oficial do governo do Distrito Federal, quando secretários de segurança estaduais puxaram o coro em favor do desmembramento do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Na sequência, eles foram recebidos no Planalto por Bolsonaro. Detalhe: sem a presença de Moro ou mesmo do secretário nacional de Segurança Pública, o general da reserva Guilherme Theophilo.

Na mesma quarta-feira, o governador de Brasília, Ibaneis Rocha, do MDB, disparou contra o titular de Justiça.

“Ele veio da republiqueta de Curitiba, isso todo mundo sabe. Mas agora é ministro e precisa entender que não está mais lá. Ele mora na capital do pais”, afirmou.

Em sua batalha contra Moro, Ibaneis é municiado pelo seu secretário de Segurança, Anderson Torres, o mesmo que é aventado para dirigir a PF – instituição que, caso se confirme a divisão do ministério, deverá ficar sob o guarda-chuva da Segurança Pública.

Durante a semana, Torres elevou o tom ao pedir esclarecimentos ao ministério de Moro sobre a decisão de manter no presídio federal de Brasília chefões do PCC, como Marcos Camacho, o Marcola.

Em entrevista, o secretário criticou a decisão do ministro de manter os criminosos na capital do país , a poucos quilômetros do centro do poder, e reclamou que o ministério não compartilha informações sobre a facção com o governo local. Torres é próximo do ex-deputado federal Alberto Fraga, que faz o diabo em prol do novo Ministério da Segurança, até porque ele seria um dos cotados para assumi-lo.

Um dos entusiastas da ascensão de Fraga ao comando da Segurança é o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

Ao admitir nesta quinta-feira, 23, que estuda a recriação do Ministério, Bolsonaro fez questão de dizer que Maia é a favor da medida.

À Crusoé, Maia admitiu ter sugerido ao presidente a recriação da pasta ainda em agosto, durante uma reunião no Palácio da Alvorada com a presença do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. “Nessa conversa, disse que achava que, para o governo dele, principalmente para quem foi eleito com a bandeira da segurança, ter acabado com o Ministério da Segurança era ruim, porque essa era uma prioridade do Brasil”, afirmou Maia.

“Eu disse que, do meu ponto de vista, ele acabou errando e que achava importante ele retomar essa pauta, que era prioridade do Brasil e, também, certamente, do governo dele”, emendou o presidente da Câmara.

Em suas declarações públicas, Moro tem tomado o cuidado de não partir para o embate com o presidente da República.

Em questões delicadas como, por exemplo, a investigação sobre Flávio Bolsonaro, o filho 01 do chefe, o ministro tem saído pela tangente. O mesmo não se pode dizer de Bolsonaro. Desde o início do governo, instado a falar sobre seu ministro mais popular, o presidente quase sempre descarta o zelo.

Em agosto do ano passado, chegou a dizer que Moro “não julgava mais ninguém” e que, por isso, não podia decidir mais “de forma unilateral”.

Pior do que as palavras foram as atitudes. Antes de aceitar o convite para ser ministro, Moro disse ao próprio Bolsonaro que fazia questão de ter sob seu comando o Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf. O presidente atendeu. Mas meses depois editou uma medida provisória transferindo o órgão para o Banco Central. Bolsonaro também não se empenhou para defender a aprovação do pacote anticrime proposto por Moro ao Congresso.

O revés mais recente do ministro foi a sanção, pelo presidente da República, da criação da figura do juiz das garantias – uma clara resposta dos congressistas à Lavajato. Moro era contra a medida, mas o presidente tomou partido do Congresso e a aprovou.

Nesta semana, quando o ministro Luiz Fux suspendeu a medida, revogando uma liminar que havia sido concedida por Dias Toffoli e impondo uma derrota acachapante não apenas ao colega presidente do Supremo mas também ao Congresso e ao próprio presidente da República, que havia sancionado a lei, Moro foi para as redes parabenizar a decisão. Era mais um sinal de que o ambiente entre chefe e subordinado não é dos melhores.

Diante da forte reação dos eleitores partidários de Moro na internet, já no fim da tarde desta quinta-feira, 23, Jair Bolsonaro tentou jogar agua na fervura da mais nova confusão saída da eficiente usina de crises do Planalto.

Em suas redes sociais, ele reproduziu uma nota publicada nas contas do general Augusto Heleno Ribeiro, chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, segundo a qual “em nenhum momento, o presidente disse apoiar tal iniciativa” – a iniciativa, no caso, é a separação do ministério em dois. “Apenas, educadamente, disse que enviaria a seus ministros, para estudo, entre eles o Ministro Sérgio Moro”, prosseguiu Heleno.

O general acrescentou que “o que alguns não entendem”, sem mencionar quem são os “alguns”, é que o presidente é o “CAPITÃO DO TIME” (assim mesmo, em letras garrafais).

“Ele escalou seus 22 ministros. As decisões são tomadas ouvindo os ministros, mas cabe a ele, como comandante, dar a palavra final, mesmo que isso contrarie alguns dos seus assessores ou eleitores”, escreveu.

Para não dar margem a especulações, Bolsonaro poderia ter ele mesmo desmentido a cisão do ministério de Moro. Mas preferiu terceirizar os esclarecimentos. Ao agir assim, o presidente parece não entender que trafega num terreno pantanoso.

Se confirmada a recriação do Ministério da Segurança, com a Polícia Federal saindo da batuta do titular da Justiça, o presidente vai impor a maior e mais amarga derrota a Moro desde o início do governo, além de esvaziá-lo despudoradamente e humilhá-lo em praça pública.

As consequências da medida são imprevisíveis. Se de fato alimenta alguma pretensão eleitoral, Moro estará diante da maior oportunidade de romper com presidente e partir para um voo solo rumo ao Palácio do Planalto em 2022.

Bolsonaro vai mesmo encarar?

24 de janeiro de 2020 às 1:54

Enquanto Bolsonaro e Rodrigo Maia tentam derrubar Sergio Moro, no Forum Econômico Mundial Luciano Huck é chamado de futuro presidente do Brasil [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Enquanto o presidente da República Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara Rodrigo Maia pensavam numa forma de tirar o ministro Sergio Moro do meio dos dois na disputa pela Presidência, o apresentador Luciano Huck marcava presença em Davos, na Suíça.

Pré-candidato também, Huck foi chamado de presidente duas vezes, na mesa onde também estavam os executivos brasileiros Wilson Ferreira Júnior, presidente da Eletrobras, e o vice-presidente do Bradesco, Maurício Minas.

Na reunião do Fórum Econômico Mundial, Luciano Huck participou de um painel sobre os protestos de rua na América Latina, onde falou sobre desigualdade, educação e meio ambiente.

Ele foi chamado em voz alta de “próximo presidente do Brasil” pelo escritor e youtuber brasileiro Raiam Santos e pela secretária executiva da Comissão Econômica para América Latina e Caribe da ONU, Alicia Bárcena Ibarra.

Evitou o tema, mas declarou aos jornalistas que “o Brasil precisa ser mais bem representado, para além da economia”.

Em vídeo postado nas redes sociais, o presidenciável Luciano Huck falou sobre sua ida ao Forum de Davos.

O presidente Bolsonaro não foi.

Está sendo representado pelo ministro Paulo Guedes.

Entrevista de Huck foi postada na rede social oficial do Forum Mundial.

24 de janeiro de 2020 às 1:16

Com medo de levar um troco, presidente não deverá indicar Sergio Moro para vaga de ministro do STF [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O ministro da Justiça Sergio Moro já deve ir tratando de construir sua candidatura a presidente da República.

Porque indicado para o STF pelo presidente Jair Bolsonaro, nem pensar.

Articulando a derrubada de Sergio Moro, claro que Bolsonaro não vai produzir um adversário no STF.

Porque ele e Moro até podem estar paz e amor, mas assumindo uma cadeira no Supremo, Moro torna-se independente, como era quando juiz.

E poderá dar o troco a Bolsonaro.

Bolsonaro vai articular a segunda queda de Moro.

A primeira aconteceu quando o eleito presidente convenceu o juiz da lava jato a deixar de ser juiz.

Com mil promessas de um futuro como ele sonhava, Sergio Moro renunciou, perdendo o título de juiz, com o qual teve o poder de mandar o ex-presidente Lula para a cadeia.

Sem ser ministro – de Estado ou do STF – Moro fica sem o poder que sempre teve.

A menos que se eleja presidente.

24 de janeiro de 2020 às 1:00

Sergio Moro reage a movimento de ‘aliados’ criando conta no Instagram e em menos de 10 horas tem quase meio milhão de seguidores [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Sentindo-se atacado pelo chefe Jair Bolsonaro, que anunciou que poderá esvaziar o Ministério ocupado por ele, Sergio Moro reagiu.

E acrescentou o Instagram à sua rede social que até esta sexta-feira se resumia ao twitter.

Bolsonaro, apoiado pelo presidente da Câmara Rodrigo Maia, seu futuro adversário político, acenou com a possibilidade de recriar o Ministério da Segurança Pública.

Hoje a pasta comandada por Moro reúne a Justiça e a Segurança Pública, e pelo que articulou os pré-candidatos a presidente, Rodrigo Maia e Jair Bolsonaro, Moro ficaria sem a Segurança, tornando-se um ministro menor.

Moro reagiu sem falar muito.

Abriu uma conta no Instagram, alegando que foi a mulher que pediu.

Em menos de 10 horas já tinha quase 500 mil seguidores.

No Twitter tem quase dois milhões.

No Instagram por enquanto, só o aceno. Uma única postagem. Recado.

24 de janeiro de 2020 às 0:34

Repercussão da entrevista de Sergio Moro ao Roda Viva tirou de tempo o grupo do presidente Bolsonaro [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A repercussão da entrevista do ministro Sergio Moro na estreia da jornalista Vera Magalhães no programa Roda Viva, da TV Cultura, pirou o cabeção dos pré-candidatos a presidente da República nas eleições de 2022.

Primeiro do próprio presidente Jair Bolsonaro, que já declarou que vai disputar reeleição, e segundo, do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que também quer ser presidente.

O tema Sergio Moro rendeu os trends mundiais do twitter durante a entrevista, e isso roeu o juízo do presidente.

O que ficou claro foi que quem votou em Bolsonaro agora quer votar em Sergio Moro.

Pior parte para Bolsonaro que ganhou um aliado…ou meio aliado.

Também pré-candidato a presidente, Rodrigo Maia se aliou a Jair para detonar Moro.

Uma aliança momentânea e interesseira.

Juntos derrubam Moro e depois…depois um tentará derrubar o outro, porque nem Bolsonaro vai apoiar Maia, nem Maia vai apoiar Jair já que os dois quegem o mesmo cargo e a vaga é única.

Resta saber como vai se comportar Sergio Moro, que prefere uma vaga de ministro do STF e essa vaga terá que ser indicada pelo presidente.

Bolsonaro vai enfraquecer Moro, e Moro no STF pode se fortalecer.

Não para ser presidente, mas para dar o troco a Bolsonaro ali na frente, quando precisar.