Thaisa Galvão

1 de fevereiro de 2020 às 22:16

Secretários de Estado e município se reúnem em São Gonçalo para discutir turismo religioso no Santuário dos Mártires [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Com o objetivo de discutir um plano de ações para melhorar a infraestrutura do Santuário dos Mártires e promover o turismo cultural e religioso na cidade, uma comitiva com quatro secretários estaduais, liderada pela secretária de Turismo, Ana Marias da Costa, visitou São Gonçalo do Amarante/RN nesta sexta-feira (1).

Na ocasião, o vice-prefeito Eraldo Paiva, que representou o prefeito Paulinho, e o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Vagner Araújo, apresentaram um panorama sobre as ações do município para atrair turistas como também as obras estruturais que vão melhorar o atendimento a esse público. O capelão Murilo Paiva participou do encontro.

Ana Costa disse que a cidade tem um grande potencial turístico e que é necessário “criar atividades que prendam os turistas durante visita à cidade”. Para isso, pretende criar um roteiro turístico, que inclui o chamado ‘turismo de experiência’ para levar os visitantes a uma verdadeira inserção nas atividades desenvolvidas, como artesanato e cultivo de camarão.

Além dela, estavam presentes os secretários estaduais Gustavo Rosado (Infraestrutura), Iris Oliveira (Assistência Social), e Crispiniano Neto, presidente da Fundação José Augusto. A comitiva, composta também por técnicos de diversas pastas do Governo, faz parte de um grupo de trabalho designado pela governadora Fátima Bezerra para implementar medidas de apoio ao desenvolvimento turístico e de infraestrutura do Santuário dos Mártires.

 

1 de fevereiro de 2020 às 14:13

Servidores da Câmara ganham desconto em faculdade e escola de Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Os servidores da Câmara Municipal de Natal estão tendo descontos diferenciados nos cursos da Faculdade de Ciências e Tecnologia de Natal (Faciten) e Instituto Sagrada Família, através de uma parceria com a Câmara. No curso de Direito, por exemplo, o desconto é de 60%.

O diretor do curso, professor Paulo César Costa, destacou a importância do Direito para funcionários das Casas Legislativas. “É um curso que muito contribui e qualifica quem trabalha na área legislativa e para os servidores da Câmara há um diferencial porque ao longo do curso teremos minicursos voltados para o cotidiano desses servidores”, revelou.

A parceria da Câmara Municipal de Natal com a FACITEN  se estende aos cursos técnicos, incluindo a Educação Básica e Ensino Médio. “Trata-se da política de valorização para o servidor da Casa com descontos diferenciados. Estamos realizando a semana de orientação com pré-matrícula par os servidores na Escola do Legislativo”, explica a assessora legislativa da  Direção Geral da Câmara, Kassandra Cavalcanti.

Os interessados devem procurar a Escola do Legislativo durante esta semana, das 9h às 12h, para esclarecer dúvidas e realizar as pré-matrículas, portando certidão de nascimento ou casamento, título de eleitor, carteira de reservista, certificado e histórico do ensino médio ou graduação anterior e 2 fotos 3×4. A partir do dia 18 de fevereiro, no retorno das atividades legislativas, a equipe da Faciten retornará à Câmara para orientar e realizar pré-matrículas. As aulas para alunos novatos começarão no mês de março.

1 de fevereiro de 2020 às 11:07

Adversários na disputa pela Presidência, Bolsonaro e Rodrigo Maia se juntam para derrubar o concorrente mais forte: Sergio Moro [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Para se livrar de Sergio Moro na disputa presidencial, os dois pré-candidatos Rodrigo Maia e o atua presidente Jair Bolsonaro ae juntam para articular maldades.

Maldades que um deverá articular contra o outro ali na frente, mas no momento, a conveniência dos ‘adversários’ presidentes, o da Câmara e o da República, é tirar o mais forte do meio, e o mais forte é Sergio Moro.

No jogo de maldades cada um fará sua parte: Bolsonaro indicará Moro para o Supremo em novembro, depois da Câmara aprovar uma quarentena para membros da Justiça e Ministério Público que deixarem os cargos na intenção de seguirem a carreira política.

Moro iria para o STF sem direito, pelo menos por enquanto, de disputar um cargo político.

Jogo mesmo.

Só não incluíram nas possibilidades, a de Sergio Moro no Supremo vir a se vingar dos dois: Bolsonaro e Rodrigo.

A manobra para tirar Sergio Moro do caminho é notícia na revista Veja que está nas bancas.

Confira a íntegra da reportagem:

Sem saber, Sérgio Moro se moveu em direção a uma armadilha na segunda-feira 27. Uma semana depois de ameaçar deixar o governo por divergências com o presidente Bolsonaro diante da provável divisão da pasta da Justiça, o ministro foi indagado em entrevista ao programa Pânico, da Rádio Jovem Pan, sobre a possibilidade de assumir uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).

Diplomático, respondeu que achava a perspectiva interessante e até natural para um ex-juiz de carreira como ele, mas que a escolha evidentemente cabia ao presidente da República.

Se ficaria satisfeito caso essa indicação viesse a acontecer? Claro , disse, sem hesitar.

Moro também voltou a repetir que não será candidato a nada e que apoiará a reeleição de Bolsonaro. Foram declarações na medida para atenuar as intrigas e suspeitas que levaram ao estremecimento das relações entre o ministro e o presidente durante o primeiro ano do governo.

Foi também a senha que alguns esperavam para tirar da gaveta um plano que se propõe a eliminar qualquer possibilidade de Moro disputar uma eleição nos próximos anos.

Pesquisas mostram que o ministro da Justiça, caso decidisse ingressar definitivamente no mundo da política, seria o único nome capaz de bater Bolsonaro nas próximas eleições presidenciais. Moro nega que tenha a intenção de concorrer com o chefe. Chegou a dizer, em tom de brincadeira, que, se necessário, tatuaria na testa Bolsonaro 2022 para não deixar duvidas sobre sua postura.

O presidente, porém, não acredita nessa convicção – de uns tempos para cá, elegeu o ministro como adversário e ensaiou demiti-lo mais de uma vez, mas foi advertido de que poderia estar disparando um tiro no próprio pé.

O ministro é dono de uma sólida popularidade.

Recentemente, o PSL, o partido que abrigava Bolsonaro até o fim do ano passado, encomendou uma pesquisa para medir a gestão de Bolsonaro no governo e de Moro no ministério. Resultado: Moro alcança 72% de avaliações positivas, enquanto Bolsonaro fica 40 pontos atrás. Esse cenário reforça teorias e suspeitas de que o ministro tentará voos políticos mais altos. Ao mesmo tempo, desencadeia reações no grupo que não vê essa possibilidade com bons olhos Moro disputar uma eleição nos próximos anos.

Na segunda-feira, logo depois da entrevista, a neutralização de uma eventual candidatura de Moro foi tratada numa conversa entre o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e lideranças partidárias.

Muitos deputados gostaram de ouvir que o ministro ainda vê como uma perspectiva interessante a indicação do nome dele para o Supremo. Avaliam que essa pode ser a melhor e mais indolor saída para todas as partes – para o ex-juiz, que chegaria ao topo da carreira, para o presidente da República, que se livraria de um fantasma, e também para uma boa parte do Congresso, especialmente a turma dos enrolados na Lava-Jato e os que repudiam o comportamento de justiceiro do ministro.

Em novembro, o decano do STF, Celso de Mello, completará 75 anos e será obrigado a se aposentar.

Os parlamentares já enviaram recados ao presidente de que a indicação de Moro para a vaga não será um problema, e sim o início da solução.

No Senado, onde ocorrerá a sabatina, Davi Alcolumbre, o presidente da Casa, avisou que a indicação seria aprovada com extrema facilidade.

Mas ainda restou uma dúvida: o que garantiria que Sérgio Moro não usará o próprio STF como trampolim para a carreira política?

Na reunião com as lideranças, Rodrigo Maia apresentou a solução: o Congresso tem na gaveta, pronto para ser votado, um projeto que prevê quarentena de seis anos para juizes e membros do Ministério Público que decidirem deixar a carreira e disputar eleições.

Se aprovada a quarentena abarcaria estrategicamente duas eleições majoritárias (2022 e 2026), quando são escolhidos os governadores, senadores e o presidente da República, e uma disputa municipal (2024).

Dessa forma, numa hipótese absolutamente esdrúxula. se Moro assumisse a vaga de Celso de Mello em novembro e renunciasse depois para disputar uma eleição, ele seria imediatamente alcançado pela lei e só estaria apto a concorrer a partir de novembro de 2026.

Se o objetivo dele for a Presidência da República, o projeto político terá de esperar até 2030.

Há um sentimento generalizado sobre a necessidade de impedir que agentes públicos se utilizem do poder e se transformem em xerifes, pensando em um capital eleitoral para se eleger, disse Fábio Trad (PSD-MS), autor do projeto. Ele nega que sua proposta, apresentada no fim do ano passado, seja dirigida a impedir a candidatura de Moro.

Na reunião, Rodrigo Maia informou que, assim que terminar o recesso parlamentar, em fevereiro, pretende votar a urgência do projeto, o que significa que ele poderá ser tirado da gaveta e entrar em pauta a qualquer instante.

“A estratégia agora é convencer o Bolsonaro a indicar o Moro para o STF” , diz um dirigente partidário que tratou do assunto com Rodrigo Maia.

Na quarta-feira 29, Moro e Bolsonaro se encontraram pela primeira vez depois da crise que quase resultou na saída do ministro.

O clima foi de cordialidade. Parecia estar tudo apaziguado entre os dois – e estava realmente, mas o que poucos sabiam é que horas antes do encontro uma nova confusão quase provocou o rompimento entre os dois.

Antes de receber Sérgio Moro, Bolsonaro se reuniu com o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem.

O presidente confidenciou a assessores que havia decidido trocar o diretor da Polícia Federal, Maurício Valeixo, depois de ver uma foto dele ao lado de Moro e do juiz Marcelo Bretas.

Bolsonaro entendeu a imagem, postada nas redes sociais, como uma provocação.

Além disso, em agosto do ano passado ele se irritou ao descobrir que havia uma investigação na PF do Rio de Janeiro que supostamente envolveria o deputado Hélio Negão, seu amigo de longa data.

Alertado, o presidente vislumbrou indícios de mais uma conspiração contra ele e anunciou que iria trocar o superintendente da corporação no Rio.

Chegou a sugerir o nome do substituto, que foi desconsiderado por Valeixo.

As baterias de Bolsonaro se voltaram então contra o diretor.

Valeixo é um ex-integrante da equipe da Lava Jato e foi alçado ao cargo pelas mãos de Moro.

Na ocasião, o ministro ameaçou deixar o posto caso o delegado fosse demitido.

Ramagem, que participou da equipe de segurança de Bolsonaro durante a campanha, iria substitui-lo.

No círculo mais íntimo do presidente há gente que o alerta sobre o perigo que o ministro da Justiça representa e gente que o adverte do perigo ainda maior que ele representaria fora do governo.

Dessa segunda turma fazem parte o ministro Paulo Guedes, da Economia, o general Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, e o general Luiz Eduardo Ramos, secretário de governo da Presidência.

Ramos foi o primeiro a saber da intenção do presidente de trocar a direção da PF na manhã de quarta-feira e, prevendo o desfecho que a história poderia ter, decidiu agir.

Logo cedo, ele ligou para Guedes, que tinha uma audiência marcada com o presidente. Guedes é ao mesmo tempo o ministro mais próximo de Moro e também um dos principais conselheiros do presidente. Ramos, por sua vez, é considerado um dos mais influentes auxiliares de Bolsonaro.

Os dois convenceram o presidente a mudar de ideia.

À tarde, Moro e Guedes foram ao encontro de Bolsonaro no Palácio do Planalto. Segundo um assessor do presidente, não se falou de divisão do ministério nem de demissões na Polícia Federal, muito menos de intrigas e traições.

O presidente, ao contrário, elogiou o trabalho do ministro.

O ministro, por sua vez, devolveu a gentileza ao ressaltar que abandonara 22 anos de magistratura e decidiu aceitar o convite para o governo por acreditar no projeto do presidente.

Depois disso, Bolsonaro contou algumas piadas, e, com a chegada da atriz Regina Duarte, que vai assumir a Secretaria da Cultura, a formalidade sumiu definitivamente.

O encontro terminou em uma longa sessão de fotos: Bolsonaro ao lado de Regina, Regina ao lado de Moro, Guedes ao lado de Regina…

À noite, o presidente recebeu dois desafetos do ministro da Justiça. Um deles detalhou o plano gestado no Congresso.

Bolsonaro ouviu atentamente, mas não fez nenhum comentário.

1 de fevereiro de 2020 às 5:09

Cotado para casa Civil, Rogério Marinho diz que nunca foi nem sondado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Mais uma crise no Palácio do Planalto provocada por seus ocupantes.

Em viagem de lua de mel, o chefe da Casa Civil Ônix Lorenzoni quase vira um sem teto no Palácio de tanto que sua pasta foi esvaziada.

Só falta tirar o próprio Lorenzoni de dentro.

Ele diz que não tem intenção de deixar o Governo, mas cabe ao presidente Bolsonaro mantê-lo ou não como auxiliar.

Os mais próximos de Bolsonaro falam em Lorenzoni para a Educação.

Seria uma forma de mandar para casa o problemático Abraham Weintraub, que tem feito uma besteira atrás da outra na gestão.

O Enem/Sisu foi apenas um dos micos da gestão Weintraub.

Lorenzoni na Educação, fica a lacuna: quem assumiria a Casa Civil?

Se depender do ministro da Economia, Paulo Guedes, seu pupilo Rogério Marinho é o nome certo.

Mas Guedes não consultou os universitários e Rogério não demonstra interesse ao dizer que nem foi sondado.

“Nunca fui convidado a respeito. Não tenho nada a ver com isso”, disse Rogério, questionado por jornalistas, ontem em Brasília.

1 de fevereiro de 2020 às 2:51

Governo apresenta números da reforma da previdência garantindo que o modelo estadual é mais leve do que a reforma da União [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Em entrevista coletiva nesta sexta da-feira, o Governo do RN apresentou a proposta de reforma da previdência estadual.

De acordo com a equipe econômica do Governo, a proposta do Estado ‘protege os servidores ativos e inativos que ganham menos’.

As alíquotas de contribuição vão de 12% a 18,5% para os ativos, aumentando progressivamente de acordo com cada faixa salarial.

Atualmente todos os servidores ativos pagam a mesma alíquota de 11%.

Para os inativos (aposentados), a sugestão é manter isento quem recebe até 2 mil e 500 reais, e repetir as mesmas alíquotas dos ativos a partir dessa faixa.

Quem recebe entre 2 mil e 501 e 5 mil reais, descontará 14%.

Hoje o inativo não desconta nada.

Quem recebe aposentadoria a partir de 5 mil a 10 mil, terá um desconto de 16,5%.

E quem tem aposentadoria a partir de 10 mil reais, será taxado em 18,5%.

A medida dura que ainda será debatida na Assembleia Legislativa, visa reduzir o déficit da previdência estadual que só em 2019 foi de R$ 1,57 bilhão.

Os números foram apresentados pelos secretários Raimundo Alves (Gabinete Civil), Carlos Eduardo Xavier (Tributação) e Aldemir Freire (Planejamento e Finanças), e pelo presidente do Instituto de Previdência dos Servidores Estaduais (IPERN), Nereu Linhares.

O procurador-geral do Estado, Luiz Antônio Marinho também participou da coletiva.

“Só vamos enviar a proposta para a Assembleia Legislativa após esgotar toda a negociação com o Fórum”, disse o secretário Raimundo Alves, lembrando que uma nova negociação está agendada para o dia 5.

“Caso a reforma não seja feita, o Tesouro Estadual terá que aportar mais de R$ 6 bilhões dentro dos próximos três anos. Não é possível equacionarmos de uma vez só, mas o efeito no caixa é muito importante, pois não será preciso tirar dinheiro de outras áreas para cobrir o déficit”, explicou Aldemir Freire.

A reforma atende uma determinação da União, que com a emenda constitucional da reforma da previdência obrigou o Estado a fazer o mesmo processo para que possa continuar a receber convênios oriundos de transferências não-obrigatórias.

“Periodicamente, em qualquer lugar do mundo, é necessário fazer reforma nos sistemas previdenciários, pois há mudanças nas expectativas de vida, entre outras coisas. No caso do sistema de repartição que funciona hoje no Governo, ele foi desenhado quando se tinha cinco servidores ativos para um aposentado. Atualmente a balança mudou, pois temos 46 mil ativos e 54 mil aposentados, além da projeção de que mais 12 mil se aposentem dentro dos próximos anos”, analisou Nereu Linhares, presidente do IPERN.

*

Na proposta do Estado as mudanças na idade e o tempo de contribuição mínimos para a aposentadoria também são menores do que as realizadas a nível federal.

Enquanto a reforma da União aumentou 7 anos na idade mínima da mulher, a proposta do Governo aumenta em 5 anos.

Para professores da rede estadual, a idade mínima para se aposentar será de 55 anos para as mulheres e 60 anos para os homens.

A medida ainda iguala o período de contribuição de ambos: 25 anos.

O sistema de pontuação para aposentadoria voluntária fica com 86 para as mulheres (56 anos, 30 anos de contribuição, 20 de serviço público, cinco no último cargo efetivo)…

E 96 para homens (61 anos, 35 anos de contribuição, 20 de serviço público, cinco no último cargo efetivo).

A partir de 2021, as pontuações serão acrescidas de um ponto por ano, até chegar aos 100 para as mulheres e 105 no caso dos homens.

Em janeiro de 2023, as idades mínimas sobem para 57 e 62 anos, respectivamente, para mulheres e homens.

Estado X União

O somatório de pontos para aposentadoria do magistério também passa por mudança.

Serão 76 para as professoras e 86 para os professores, com a idade das mulheres sendo 51 e entre os homens 56 anos, e o período de contribuição, respectivamente, 25 e 30 anos.

A partir de janeiro do próximo ano, o sistema ganha um ponto por ano até chegar em 82 e 95, com as idades sendo elevadas em 2023 para 57 e 62 anos.

Fotos Ivanízio Ramos

1 de fevereiro de 2020 às 0:00

Sócio de Eduardo Bolsonaro em loja de chocolate também é Santini [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O “ex-ex” auxiliar do Governo Bolsonaro (exonerado duas vezes em 48 horas), Vicente Santini, é amigo dos filhos do presidente Jair Bolsonaro.

E é irmão do Tenente Santini, que é vereador em Campinas (SP) e possível candidato a prefeito com apoio do presidente Bolsonaro.

E Alexandre?

Alguém sabe se há alguma ligação entre os irmãos Tenente e Vicente com Alexandre, que também é Santini, e que é o sócio do deputado Eduardo Bolsonaro na Chocotoni, a franquia da Kopenhagen no Rio de Janeiro, que foi alvo de operação da Polícia Federal?

É muito Santini ligado aos Bolsonaros…