Thaisa Galvão

6 de abril de 2020 às 11:57

Enquanto Havan prega demissões, mais de mil grupos criam movimento #Nãodemita [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Um grupo de empresários brasileiros encabeçou na internet o movimento “#NãoDemita”

A ação visa sensibilizar as companhias a não demitir seus colaboradores por causa da pandemia de coronavírus que obrigou parte do comércio a fechar as portas.

Em apenas 24 horas, o movimento recebeu mais de 1.000 adesões, fora as primeiras 40 de grandes empresas que deram o pontapé inicial no manifesto como Accenture, BR Distribuidora, BTG Pactual, GPA, Suzano, Unipar, Lojas Renner, Magalu, JBS, Microsoft, Porto Seguro, MRV Engenharia, PWC, Rede D’Or.

Leia trechos da nota publicada no portal do movimento:

“Mantendo nossos quadros ajudaremos a evitar ou minimizar um possível colapso econômico e social. Se você tem fábricas ou instalações, siga as orientações da OMS e do Ministério da Saúde. Crie um ambiente de trabalho em que as pessoas possam comer e trabalhar com distância física, e assim se sintam tão seguros quanto se estivessem em casa”

Do Blog:

“Mas precisamos fazer mais. Também temos responsabilidade com a sociedade em geral. Se você tiver força financeira, ajude as pessoas que moram nas nossas comunidades a terem condições de sobrevivência. Essas pessoas também são empreendedoras. São os vendedores de pipoca, de cachorro-quente, as manicures e diversos outros que não têm com quem contar. Elas também ajudam a levar o nosso país para frente, mas neste momento não podem sair de casa para lutar pela sobrevivência”.

Enquanto grupos sérios pregam a manutenção do emprego e não atuam em favor da fome dos trabalhadores brasileiros, o dono da cadeia Havan, grita que vai demitir mais de 20 mil funcionários, levantando a bandeira do desemprego.

E ainda esnoba dizendo que vai destruir a vida de mais de 20 mil pessoas e ainda vai lhe sobrar dinheiro no bolso.

A Havan não integra a lista de empresas preocupadas com os trabalhadores brasileiros.

Bem que os trabalhadores brasileiros poderiam criar a campanha #nãocomprenaHavan

Veja que ridículo:

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