Thaisa Galvão

18 de maio de 2020 às 7:40

Ex-ministro da Saúde Ricardo Barros com vontade de voltar ao cargo faz campanha pela cloroquina mas responsabiliza o doente pelo uso [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Deputado do Centrão por quem Jair Bolsonaro anda apaixonado, Ricardo Barros, do PP do Paraná, parece estar doido para ser o indicado para o Ministério da Saúde.

Barros foi o ministro do presidente Michel Temer.

Na entrevista concedida a CNN no dia 15 passado, fez a própria propaganda como o melhor gestor para o cargo e a propaganda da cloroquina, senha para ganhar a simpatia de Bolsonaro.

Barros acha que o ministro, para dar certo, não deve ser médico.

É que, como o uso da cloroquina para doentes de covid ainda não tem comprovação científica, fica mais difícil um médico assinar embaixo o seu uso como medicamento oficial para a doença.

Ricardo Barros é engenheiro civil.

Indica a cloroquina e que se dane a comunidade científica.

Mas com um detalhe: o paciente tem que se responsabilizar pelo uso.

Em vez do paciente perguntar ao médico se pode, deve afirmar ao médico que quer.

O ex-ministro e candidato a voltar ao cargo como indicado pelo Centrão, nas negociações do Palácio do Planalto em troca de apoio, é do modelo que o doente deve dizer se quer ou não tomar o remédio.

É…

Se morrer…tomou porque quis.

Ricardo Barros teve covid e tomou cloroquina.

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