Thaisa Galvão

4 de janeiro de 2021 às 11:13

Relatos doloridos de quem perdeu mãe e familiares para a covid e viu fila para tirar atestado de óbito enquanto prefeitos e magistrados liberavam aglomerações [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Relatos de doer de pessoas que perderam familiares para a covid, enquanto prefeitos como os de São Miguel do Gostoso, Renato de Doquinha, com apoio da justiça local, e de Tibau do Sul, Modesto Macedo, liberaram geral as aglomerações de fim de ano.

No caso de Modesto, que não responderá pelas consequências já que foi derrotado na tentativa de se reeleger e deixou o cargo no último dia do ano, ele até foi questionado pelo juiz da comarca de Goianinha que impediu a realização do réveillon. Mas teve o decreto referendado tanto pelo desembargador Amaury Moura Sobrinho, do Tribunal de Justiça do RN, quanto pelo presidente do STF, ministro Luiz Fux, o mesminho que proibiu abertura de bares em São Paulo.

Tipo…proibiu os bares em Sampa mas liberou geral para empresários de Sampa faturarem milhões às custas do risco imposto à saúde pública potiguar.

Os dois relatos abaixo seguem foram enviados em comentários ao instagram @blogthaisagalvao

O primeiro eu publico sem o nome já que foi enviado por direct. O segundo está nos comentários abertos.

Relatos de cortar coração e fazer refletir quem achou que impedir eventos de fim de ano era impedir alguém de trabalhar…

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