Thaisa Galvão

8 de abril de 2021 às 20:23

Abandonada pelos aliados Jair Bolsonaro e Damares Alves, ativista Sara Winter, que comandou atos contra o STF, quer fazer delação premiada [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A ativista bolsonarista Sara Winter, vai falar…

Se sente abandonada e já negocia delação premiada.

Da Veja:

A ativista Sara Winter, investigada por participação nos chamados atos antidemocráticos, bateu à porta da Procuradoria-geral da República para oferecer um acordo de delação premiada. Embora incipiente, a negociação já está em curso.

Na manhã desta quinta, 8, ela participou de uma audiência e tratou do tema com o procurador da República Aldo de Campos Costa, responsável pelo inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal para investigar o financiamento das manifestações consideradas inconstitucionais.

Sara, porém, não compartilhou suas pretensões apenas com a PGR. Ela avisou a outros alvos do processo que estava em vias de delatar. Nessas mesmas conversas, disse que, se conseguir firmar o acordo, pretende deixar o Brasil.

Recentemente, depois de uma temporada na cadeia, ela confidenciou a amigos que estava desiludida e que pretendia abandonar o ativismo. Não só isso: sentia-se abandonada. No final do ano passado, ela gravou vídeos em que se disse decepcionada com Jair Bolsonaro, de quem era uma radical apoiadora, e com a ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos)

“Tem horas que eu só queria gritar, gritar e gritar para alguém me ajudar, mas não existe esse alguém, sabe? Aí eu lembro e volto para os conselhos do meu psiquiatra e vou ter que levantar e vou ter que levantar e vou ter que resolver os meus problemas. E não tem Bolsonaro para ajudar, e não tem Damares para ajudar”, desabafou Sara, chorando.

PRISÃO

Fundadora do movimento “300 pelo Brasil”, Sara chegou a ser presa pela Polícia Federal por sua atuação em protestos que, de acordo com os investidores, atentavam contra os princípios democráticos. Atualmente, ela cumpre prisão domiciliar, monitorada por tornozeleira eletrônica.

O grupo chefiado por Sara protagonizou um dos episódios mais emblemáticos das manifestações que estão na mira do STF, ao organizar um acampamento na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, em maio do ano passado, que durou cerca de um mês e meio. Parte dos participantes do acampamento pregavam o fechamento do Congresso e do próprio Supremo.

Perguntado sobre a pretensa delação, Costa afirmou que não iria comentar o assunto. Sara, no primeiro momento, negou que estivesse em negociação. Depois, pediu um tempo para se manifestar e disse que não tinha nada a declarar.

8 de abril de 2021 às 19:44

Prefeitura de Mossoró entrega kits de alimentos a famílias de alunos de escolas municipais [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Prefeitura de Mossoró prossegue com cronograma de entrega de kits de alimentação para alunos matriculados na rede municipal de ensino. Na semana passada, a entrega foi concluída nas Unidades de Educação Infantil. Agora, o processo começa nas escolas municipais, onde mais de 11.700 kits serão entregues.

Na manhã desta quinta-feira, 8, a Secretaria Municipal de Educação acompanhou a entrega dos kits às famílias de alunos matriculados na Escola Municipal Professor Antônio  Fagundes, localizada no bairro Aeroporto. “Esta é a segunda etapa da ação de entrega dos kits da merenda escolar à comunidade escolar. Na semana passada, concluímos o processo de a entrega nas UEI’s e estamos começando nas escolas. É uma ação importante neste momento em que as crianças se encontram com aulas remotas sem acesso direto à merenda escolar”, destacou Hubeônia Alencar, secretária municipal de Educação.

As entregas contemplam 58 escolas da rede municipal de ensino. “Nós organizamos a escola, delimitamos espaços de modo que os pais possam receber os kits em segurança. Dividimos as turmas por turnos e dias, observando as medidas de biossegurança”, esclareceu Rita Fonseca, diretora da Escola Municipal Antônio Fagundes.

8 de abril de 2021 às 19:28

STF derruba decisão que permitia cultos e missas presenciais durante a pandemia [1] Comentários | Deixe seu comentário.

O STF derrubou a liberação de cultos e missas presenciais como havia decidido monocraticamente o novo ministro Kassio Nunes Marques.

No plenário, o placar foi de 9 votos contra apenas dois, exatamente o voto de Nunes Marques e o do ministro Dias Toffoli.

Votaram contra a abertura dos templos, os ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber, Carmen Lúcia, Ricardo Lewandowski, Marco Aurélio e Luiz Fux.

Confira os votos:

Gilmar Mendes – O relator lembrou que o Supremo já assegurou autonomia aos estados e municípios para que tomem medidas de combate ao coronavírus, inclusive restrições a atividades religiosas. O relator afirmou que o país se tornou um “pária internacional” no âmbito da saúde. “Diante desse cenário, faz-se impensável invocar qualquer dever de proteção do Estado que implique a negação à proteção coletiva da saúde”. Segundo o ministro, “ainda que qualquer vocação íntima possa levar à escolha individual de entregar a vida pela sua religião, a Constituição de 88 não parece tutelar um direito fundamental à morte. A essa sutil forma de erodir a normatividade constitucional deve-se mostrar cada vez mais atento este STF, tanto mais se o abuso do direito de ação vier sob as vestes farisaicas, tomando o nome de Deus para se sustentar o direito à morte”.

Nunes Marques – O ministro Nunes Marques apresentou seu voto nesta quinta a favor da liberação dos cultos em todo território nacional, desde que respeitados os protocolos definidos pelo Ministério da Saúde. O ministro sugeriu que os cultos sejam realizados em locais arejados, com uso de álcool em gel e máscaras, além do espaçamento entre os assentos e aferição de temperatura. “Criou-se uma atmosfera de intolerância, na qual não se pode falar do direito das pessoas, que isso é tachado de negacionismo”, afirmou. Para o ministro, mesmo na pandemia, é necessário que alguns setores não fechem totalmente. “Serviço de saúde e alimentação não podem ser fechados evidentemente. Por outro lado, festas e shows podem ser proibidos temporariamente. Há uma vasta zona cinzenta”, disse. “Mesmo as igrejas estando fechadas, nem por isso estará garantida a redução do contágio.”

Alexandre de Moraes – O ministro Alexandre de Moraes acompanhou o relator, Gilmar Mendes, contra a liberação. “O mundo ficou chocado quando morreram 3 mil pessoas nas torres gêmeas. Nós estamos com 4 mil mortos por dia. Me parece que algumas pessoas não conseguem entender o momento gravíssimo dessa pandemia”, afirmou. Segundo o ministro, medidas são temporárias e justificadas, já que, no estado mais rico da federação, o de São Paulo, há pessoas aguardando vagas de internação em UTI. “O Poder Público tem a obrigação constitucional de garantir a liberdade religiosa, mas não pode ser subserviente, não pode ser conivente com dogmas ou preceitos religiosos de uma ou várias fés. Não pode se abaixar aos dogmas, colocando em risco sua própria laicidade e a efetividade dos demais direitos fundamentais, no caso em questão, direito à vida e à saúde”, afirmou. “O Estado não se mete na fé. A fé não se mete no Estado”.

Edson Fachin – O ministro Edson Fachin destacou que outros tipos de aglomerações foram proibidos e agradeceu os profissionais de saúde que atuam na pandemia. “Não se trata apenas de restrição a reunião em igrejas, mas restrição a todos os locais de aglomeração”. Ele afirmou que inconstitucional é a “omissão” em relação a medidas para impedir mortes. “Inconstitucional não é o decreto que na prática limita-se a reconhecer a gravidade da situação. Inconstitucional é a omissão que não haja de imediato para impedir as mortes evitáveis. Inconstitucional é não promover meios para que as pessoas fiquem em casa, com o respeito ao mínimo existencial. Inconstitucional é recusar as vacinas que teriam evitado o colapso de hoje”, afirmou.

Luís Roberto Barroso – O ministro Luís Roberto Barroso acompanhou o voto de Gilmar Mendes, contra a liberação de cultos, citando o número de mortos pela Covid. “Nós nos atrasamos em obrigar o uso de máscaras, em fomentar o isolamento e em comprar vacinas e estamos pagando esse atraso com vidas. E em triste ironia, muitos negacionistas já deixaram essa vida em razão da pandemia”, disse. Barroso argumentou que a modernidade e a ciência não levaram ao ocaso das religiões e que a restrição temporária dos templos não fere o núcleo essencial da liberdade religiosa. “Fé e ciência são dimensões diferentes da vida”, disse. “No espaço público, deve vigorar a razão pública.” “Todos podem continuar a ler sua Bíblia em casa”, disse Barroso. “Os gestores locais que vão aferir sobre a imprescindibilidade ou não do direito de culto. Os fiéis também circulam e podem ser vetores de transmissão.”

Dias Toffoli – O ministro não apresentou justificativa para o voto. Limitou-se a dizer que acompanhava o voto do ministro Nunes Marques.

Rosa Weber – A ministra Rosa Weber acompanhau o relator. Ela afirmou que a “nefasta” consequência do negacionismo “é o prolongamento da via crucis que a nação está a trilhar, com o aumento incontido e devastador do número de vítimas e o indesejável adiamento das condições necessárias para recuperação econômica. Nesse contexto específico é que o decreto em exame instituiu medidas emergenciais de caráter temporário e excepcional”. Segundo ela, escolas também foram fechadas e, diante de evidências científicas, houve sinalização de colapso do sistema de saúde no estado de São Paulo. “Restrições à liberdade individual traduzem imposições do próprio complexo constitucional de direitos, a exigir medidas efetivas a assegurar outros direitos fundamentais, como a saúde e a vida”, considerou. Para Rosa Weber, permitir os cultos “favoreceria a morte, quando deve ser prestigiada e defendida a vida”.

Carmen Lúcia – Com o voto da ministra Cármen Lúcia, ficou formada a maioria contra a liberação de cultos e missas na pandemia. Ela se solidarizou com as vítimas da Covid-19, cientistas e profissionais de saúde, além dos jornalistas, “como função essencial à democracia”. “Sobram dores e faltam soluções administrativas. O Brasil tornou-se um país que preocupa o mundo inteiro, pela transmissibilidade letal desse vírus, de quem como eu já foram acometidos, também na forma branda, essa doença é terrível. Não é algo que se possa subestimar. É uma situação gravíssima, alarmante, aterrorizante e que realmente demanda um comportamento do estado”, disse. Para a ministra, “não se põe em questão a liberdade de crença nem a garantia dos cultos, apenas o exercício temporário dos ritos coletivos, que levam as pessoas a transitar, a se reunir”.

Ricardo Lewandowski – O ministro Ricardo Lewandowski disse que, considerando o número de mortos e infectados, “não há como deixar de optar pela prevalência do direito à vida, à saúde e à segurança sobre a liberdade de culto, de maneira que ela seja pontual e temporariamente limitada, até que nós nos livremos dessa terrível pandemia que assola o país mundo”. Segundo o ministro, as medidas emergenciais estabelecidas pelo estado de São Paulo são de caráter excepcional e temporário. “Nada impede, ademais, penso eu, que os fieis, enquanto perdurarem essas restrições, amparadas em critérios científicos, lancem mão de recursos tecnológicos para exercerem a liberdade de culto.”

Marco Aurélio Mello – O decano (mais antigo ministro) do STF, Marco Aurélio Mello, disse que o Supremo não governa, que quem governa é o Executivo. “Queremos rezar, rezemos em casa. Não há necessidade de abertura de templo”. Mello afirmou ainda que, na quadra atual a maior vacina que nós temos, não as que estão na praça, é a vacina do isolamento”.

Luiz Fux – Último a votar, o presidente da Corte, ministro Luiz Fux, também se solidarizou com as famílias e agradeceu ao consórcio de empresas jornalísticas que divulga os dados sobre a pandemia. “O momento de conforto espiritual deve ser usufruído cada um nos seus lares”, defendeu. “É um momento de deferência à ciência”.

Fonte: G1

8 de abril de 2021 às 18:44

Governador Dória responde a Bolsonaro e sugere vacina ‘anti-rabica’ ao presidente da república [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A briga com Bolsonaro…é baixa.

O governador de São Paulo, João Dória, se mostra mais elegante.

Chamado de ‘vagabundo’, com um ‘caralho’ seguindo como interjeição, João Dória disse nas redes sociais que o instituto Butantan pode vacinar o presidente da República com uma dose de anti-rábica.

8 de abril de 2021 às 18:35

São Paulo: Bolsonaro perde popularidade no maior colégio eleitoral do país e é alcançado por Lula de acordo com pesquisa Ipespe [0] Comentários | Deixe seu comentário.

São Paulo que elegeu Bolsonaro presidente, parece estar pronta para derrotá-lo no próximo ano.

As eleições municipais deram o primeiro recado com a reeleição do prefeito Bruno Covas, e o candidato do presidente, Celso Russomano, passando longe do segundo turno.

Agora é a garantia de que o ex-presidente Lula pode ser candidato no próximo ano, que deixa no ar um recado ainda mais forte.

Pesquisa Ipespe realizada no estado de São Paulo aponta que o Jair e Lula estão empatados na disputa presidencial de 2022. Ambos somaram 27% das intenções de voto na simulação de primeiro turno.

Na pesquisa encomendada pelo Valor, o ex-ministro Sergio Moro está na terceira colocação com 11%; o apresentador de TV Luciano Huck e o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) aparecem com 5% cada.

Já o governador de São Paulo, João Doria, tem 4% das intenções de votos de acordo com o levantamento.

Votos brancos e nulos somam 17%. Outros 4% não souberam responder.

*

Em um segundo cenário, desta vez com João Amoedo (Novo), Luiz Henrique Mandetta (DEM) e Eduardo Leite (PSDB), o ex-presidente aparece ligeiramente na frente de Jair Bolsonaro: 29% contra 27%.

Nesta simulação, Ciro e Amoedo chegam a 7%; Mandetta, 6% e o governador do Rio Grande do Sul somou 1%.

8 de abril de 2021 às 18:25

Amigo de João Dória que recebeu e aplaudiu Bolsonaro, escondeu na entrevista à Folha que presidente chamou o governador de SP de ‘vagabundo, caralho’… [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Antagonista, repercutindo Mônica Bérgamo, na Folha…revelando que o empresário que recebeu Bolsonaro para um convescote aglomerado sem uso de máscara nesta quarta-feira, mentiu na entrevista que concedeu à Folha, quando disse que ninguém falou no governador de São Paulo, João Dória.

Grave, levando-se em conta que o entrevistado é amigo de Dória.

No jantar da falsidade, Jair Bolsonaro não só falou de Dória, amigo do dono da casa, como o chamou de vagabundo.

“Caralho”…foi a interjeição, que apenas ressaltou o palavreado de Bolsonaro, sem levar em consideração que estava na casa de uma pessoa pela primeira vez.

Leia nota do Antagonista:

Doria ‘é um vagabundo, caralho’, disse Bolsonaro em ‘jantar do PIB’

Jair Bolsonaro reservou a João Doria uma série de amabilidades no jantar com empresários de que participou nesta quarta (7) em São Paulo, registra a Folha.

“O governador de vocês é um vagabundo, caralho”, disse o presidente em discurso para os convidados, segundo pessoas que foram ao evento relataram ao jornal paulistano.

Em outro momento, Bolsonaro se referiu ao governador paulista nos seguintes termos, sempre segundo relatos: “O vizinho aqui de vocês é um vagabundo”. A casa de Doria fica no Jardim Europa, vizinho do Jardim América —bairro onde mora Washington Cinel, da Gocil, o anfitrião do jantar de ontem.

O presidente também acusou o rival tucano de ser um destruidor de vidas e estar acabando com os empregos, com o comércio e fechando restaurantes, em referência às medidas restritivas decretadas no estado contra a Covid.

O jantar, assinala a Folha, estava repleto de amigos ou ex-amigos de Doria: em 2016, o lançamento do tucano como candidato à prefeitura de São Paulo foi na mesma casa do dono da Gocil.

8 de abril de 2021 às 15:37

Deputada Isolda Dantas é eleita presidente da Comissão de Educação da Assembleia [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A deputada estadual Isolda Dantas (PT) foi escolhida presidente da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia, Desenvolvimento Socioeconômico, Meio Ambiente e Turismo da Assembleia Legislativa.

O vice escolhido foi o deputado Albert Dickson (Pros).

“Agradeço aos demais colegas pela confiança que me depositaram para presidir esta importante Comissão. Com a reforma do Regime Interno da Casa, a nossa Comissão foi ampliada no número de participantes e estando agora com um campo muito amplo. Vamos discutir todos os temas com tranquilidade, com respeito às divergências que são combustível para a caminhada”, disse Isolda.

Integram ainda a Comissão os deputados Francisco do PT, Jacó Jácome (PSD) e Coronel Azevedo (PSC), como membros titulares, e Hermano Morais (PSB), Souza (PSB), Eudiane Macedo (Republicano), Cristiane Dantas (SDD) e Tomba Farias (PSDB) como suplentes.

8 de abril de 2021 às 15:29

Campanha Vacina Solidária atinge primeira tonelada em arrecadação de alimentos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A campanha Vacina Solidária, realizada pela Prefeitura de Natal, superou a primeira tonelada em arrecadação de alimentos não perecíveis a serem distribuídos para pessoas em situação de vulnerabilidade na cidade. Em uma semana, já foram arrecadados 1.251 quilos de alimentos pela Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social (Semtas) em parceria com a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), nos pontos de coleta instalados nos drives thru de vacina contra a covid-19.

Sete pontos de arrecadação foram instalados na cidade para receber as doações das pessoas que vão se vacinar. Doações em volumes maiores, por empresas, também têm sido registradas, desde que a campanha ganhou as ruas de Natal. “São exemplos de solidariedade como esse que nos inspiram a continuar”, afirmou o secretário da Semtas, Adjuto Dias.

Cadastro único

Essas doações serão distribuídas pela Semtas através do Cadastro Único, que garantirá que as pessoas a serem beneficiadas sejam as que preenchem todos os requisitos de política de assistência social. “São aquelas que realmente necessitam. Contamos com todos e vamos juntos enfrentar esse momento de dificuldade”, completou o secretário, fazendo um apelo à população. Esses alimentos serão organizados em cestas básicas e distribuídos para a população vulnerável de Natal, com situação agravada com a pandemia.

A coleta dos alimentos ocorrerá enquanto durar a vacinação da população de Natal.

Pontos de arrecadação nos drives de vacinação:

Via Direta

UnP da avenida Roberto Freire

OAB

Arena das Dunas

Sesi da avenida Capitão Mor Gouveia

Palácio dos Esportes

Ginásio Nélio Dias

Foto Alex Régis

8 de abril de 2021 às 15:18

Amigo do governador João Dória vira amigo de Fábio Faria para receber Bolsonaro em casa e bater palmas para o presidente [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O empresário Washington Cinel, dono da Gocil, uma das maiores companhias de segurança privada do Brasil, é daqueles que gostam de estar bem com o poder.

Há poucos dias recebeu em sua mansão em São Paulo, os presidentes da Câmara, deputado Arthur Lira, e do Senado, senador Rodrigo Pacheco.

Amigão do governador João Dória, vem trabalhando para ter acesso ao Palácio do Planalto e o caminho mais fácil foi ficar amigo do ministro e pré-candidato a senador no Rio Grande do Norte, Fábio Faria.

E aí Fábio organizou um convescote, fez a lista de empresários poderosos e direitistas, passou para aprovação do presidente Bolsonaro e…feito o convite para uma pequena aglomeração sem uso de máscara.

Motivo do jantar nesta quarta?

Bater palmas para o presidente.

Que está mesmo precisando, o que não significa estar merecendo.

Veja o que disse à Folha de S.Paulo o anfitrião da noite, agora amigo de Dória e de Bolsonaro.

Leia e…veja se consegue aplaudir…o empresário carente de poder.

Um homem feliz com o presidente em casa

No jantar de ontem na sua casa, teve aplausos para o presidente. Qual o motivo do aplauso?

Teve aplauso. Falar ‘quero aumentar a vacinação, estamos coordenando todos os esforços’, isso é motivo de aplauso. Eu acho que o governo tem muito motivo para ter aplauso. É que, muitas vezes, a pessoas não querem ver. Mas tem muito motivo. Mas está sendo feito um esforço. E o objetivo do jantar era, única e exclusivamente, comprometer mesmo com o nosso presidente para aumentar a vacinação. É o que ele nos prometeu.

Ele fez o compromisso de aumentar a vacinação?

Fez. Está nos jornais, na Folha. E está aumentando. Ontem foi vacinado um milhão de pessoas. Teve também o ministro da Saúde.

Foi uma surpresa? A princípio, ele não tinha prometido levar o ministro da Saúde. Ele levou porque o empresariado tem essa preocupação com a vacina?

Não. Vieram vários, muito mais ministros. Acho que, como é um assunto de Saúde, uma coisa especializada, estava ali para responder qualquer pergunta. Tanto é que, depois, foi dada uma coletiva para a imprensa e quem falou foi o ministro da Saúde.

O número de mortes foi 3.733. Quando vocês falam com eles sobre isso, o que eles dizem?

Ele diz que está fazendo. Ele foi para Chapecó ontem. Lá teve o tratamento precoce e as mortes despencaram. Ele foi lá para ver o que tinha de novidade nisso. Deu entrevista nesse sentido em outra situação. É aquela correria. Todo mundo está correndo para diminuir isso. Eu acredito que vai diminuir rapidamente. Tenho muita fé.

Você e as pessoas que estavam lá acreditam no tratamento precoce? Eles fazem? Como é? Porque não tem eficácia.

Acreditam assim: a pessoa se sentiu mal, liga para o médico. Todo mundo faz isso. Você faz isso? O médico prescreve, você toma ou não toma? Fala para mim? Me responde?

Sim.

Então você respondeu. Isso é tratamento precoce ou não?

As pessoas estão tomando vermífugo, cloroquina?

Não. Vamos por os pingos nos is. O tratamento precoce que é defendido é só com orientação médica. Não existe outro. E isso foi falado. Estamos causando polêmica desnecessariamente. Temos que fazer o tratamento com o médico e aumentar a vacinação. Se conseguirmos isso, vamos resolver o problema. Pode ter certeza. Acredito nisso. Meu interesse único é aumentar e vacinar o último brasileiro o mais rápido possível. Sabe por quê? O cara fica doente, não vai trabalhar, você precisa contratar outro. O que nós estamos perdendo com isso é incrível a nível econômico. Esse é o grande problema, além das mortes, logicamente, que vêm ocorrendo.

Teve críticas indiretamente ao governador João Doria por causa das medidas que ele vem tomando, como foi?

Não se falou do governador. O que se falou foi dos lockdowns. Mas não especificamente ao João Doria. Foi ao lockdown, mas não direcionado. No jantar, eu só pedi uma coisa: ‘não quero críticas’. Criticar pode, mas crítica construtiva. Esse foi o tom. Me parece que foi muito bom. O pessoal saiu daqui animado. Falaram o que é verdade. Ele se comprometeu. Todos nós precisamos ajudar. Se todo mundo ajudar, chegaremos lá.

E sobre economia? Chegaram a falar alguma coisa sobre o Orçamento?

O Paulo Guedes falou sobre economia. Deu um panorama. Foi muito rápido, porque não dá para isso, mas falou uns 10 a 15 minutos sobre economia, as reformas estruturantes, que tudo está andando. Tem essa situação do Orçamento, tem que fechar até o final deste mês. Tudo isso foi tratado, mas eu vejo a equipe muito centrada e trabalhando 24 horas. O pessoal saiu muito impressionado com as medidas que estão sendo tomadas. Vamos acreditar que dê certo. Estou torcendo, porque ajuda a gente como empresário, voltamos à boa relação entre capital e trabalho, as crianças voltam para a escola. Isso que é o mais importante.

Também na sua casa teve outro evento com os presidentes da Câmara e do Senado. Depois daquela reunião, caiu o ministro das Relações Exteriores, alguém que uma parte do empresariado estava entendendo como uma peça que estava atravancando a aceleração do processo da vacina. Ontem se falou alguma coisa disso?

Não. Ontem, o ministro novo das Relações Exteriores estava aqui. Pessoa muito preparada. Gostei dele. Mas acho que não relação uma coisa com outra. Troca de ministro é normal em todo governo. Acho que o que saiu estava um pouco desgastado já. É bom dar uma oxigenada. Mas no todo, acho que o jantar foi bom, trouxe um ar de otimismo, de aceleração da vacinação em massa. Na parte econômica, o pessoal fez várias perguntas. E a preocupação também dos empresários com as demissões. Se ele não tem receita, tem que demitir. Tudo isso foi colocado na mesa. A ideia é voltar ao trabalho, mas observando estritamente o protocolo de imunização, máscara, distanciamento, tudo isso.

8 de abril de 2021 às 14:46

STF segue julgamento sobre cultos presenciais e teólogo diz que defender templos abertos em plena pandemia é ‘infantilismo espiritual’ [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O STF segue nesta quinta-feira se governadores e prefeitos podem proibir missas e cultos presenciais na pandemia.

Nesta quarta-feira (7), o ministro Gilmar Mendes, relator da matéria e primeiro a votar, manteve seu entendimento e votou contra os eventos presenciais e criticou o que chamou de ‘negacionismo’ o fato de querer manter templos abertos em pleno período de altos índices de transmissibilidade de coronavírus.

A sessão suspensa nesta quarta foi reaberta nesta quinta, com o voto do ministro Kássio Nunes Marques, que no dia 3 votou que estados e municípios não têm essa autonomia.

Na Folha de S.Paulo desta quinta, o teólogo Antonio Carlos Costa afirmou em entrevista que defender culto presencial em plena pandemia é ‘infantilismo espiritual’.

Para o teólogo, o verdadeiro culto a Deus está na forma de viver e não dentro da igreja.

Confira a entrevista concedida à repórter Regiane Soares

O sr. acredita que cristãos precisam se reunir presencialmente para prestar culto a Deus?

Em uma igreja que ama com o amor sacrificial, aquele que tem Cristo como referência e faz com que a gente se doe pelo próximo, o tema do culto presencial deve manter uma relação de subserviência ao chamado para dar a vida pelos que ainda não conhecem a Cristo e que carecem da solidariedade dos cristãos. Então, uma igreja incapaz de abrir mão do que ama a fim de não causar escândalo e assim cumprir sem impedimento sua missão redentora não está reproduzindo a vida de Cristo.

Resumindo: dizer que os membros da igreja precisam dos cultos e que teremos os cultos ainda que isso leve milhões a tropeçar e se escandalizarem é inadmissível. Um comportamento como esse, sem a mínima dúvida, é sintoma de infantilismo espiritual ou até mesmo de falta de conversão. Há 35 anos eu sou pastor e eu posso dizer sem medo de estar errado que os membros das mais diferentes igrejas que carecem de ajuda podem ser de inúmeras maneiras socorridos ainda que por breve momento sejam privados dos seus cultos.

Cristãos deveriam se antecipar e evitar cultos?

Há uma dimensão sanitária nesta história: uma preocupação com a disseminação do vírus. Mas, para os cristãos, há uma outra questão igualmente séria que é a que se relaciona pelo respeito que devemos ter pela consciência alheia. Milhões de seres humanos estão abrindo mão do que amam a fim de evitarem a disseminação do vírus. Então como fica a cabeça dessa gente quando olha para os cristãos e vê que eles não estão pagando o mesmo preço? E que não abrem mão dos seus cultos mesmo sabedores do fato que isso estimula o uso do transporte público, o contato entre os seres humanos e aumenta, portanto, o risco de contaminação?

Eu não participo de culto presencial há mais de um ano e não participarei enquanto a pandemia não chegar ao fim.

O sr. acredita que a proibição dos cultos presenciais priva os cristãos do direito constitucional à liberdade de culto?

A liberdade de culto é um valor inegociável para a democracia. Contudo, esse não é o único valor da vida, da democracia, do cristianismo. Há outros valores, entre os quais, a vida. Agora outro valor é o respeito à consciência alheia, à vida e à preservação da espécie.

Então, o que está sendo pedido dos cristãos não é que eles abram mão da sua liberdade de culto. O que está pedindo dos cristãos é que provisoriamente eles paguem o preço que infectologistas e epidemiologistas estão pedindo que seja pago por todos os seres humanos a fim de evitarem a morte.

É possível prestar culto a Deus mesmo sem ir à igreja?

Para nós, cristãos, o verdadeiro culto a Deus não se dá dentro da chamada quatro paredes da igreja. O verdadeiro culto a Deus tem relação estreita com o modo de viver. Então a forma de nós adorarmos a Deus nesta pandemia é subindo morro para levar comida para os desempregados, telefonando para amigos endividados a fim de socorrê-los, trazendo palavras de esperança para pessoas que caíram em depressão em razão do risco de morte ou por ter perdido um ente querido.

Veja só, não está em jogo aqui a liberdade de culto, de consciência, de se adorar a seu Deus. O que está sendo cobrado é que os cristãos abram mão provisoriamente de um direito que nenhuma autoridade pública está relativizando. Ninguém está dizendo que a partir de agora os cristãos não devem se reunir. O que está sendo pedido é que no momento dramático como este os cristãos evitem aglomeração. É só isso. E eu acredito que, como cristão, é incompreensível que a igreja mantenha os cultos presenciais ainda que isso venha ferir a consciência de milhões de pessoas que deixarão de ouvir o que a igreja tem a dizer em razão do fato de não observarem nos cristãos essa disposição de abrirem mão do que amam a fim de preservarem a vida.

Existem outras formas de se cultuar a Deus além da presença física na igreja?

Sim. Um exemplo é uma parábola contada por Cristo que fala sobre o culto que é prestado no templo e o culto superior, que é prestado nas ruas. Uma das parábolas mais famosas é a do Bom Samaritano, que não é apresentado saindo do templo, ele é apresentado passando pelo caminho e ele vê o homem em agonia e o socorre. A lição é básica: o verdadeiro culto foi prestado ali, mediante o exercício da misericórdia. E aqueles que adoraram no templo se esqueceram do fato de que nada glorifica mais o Criador do que ele ser adorado mediante o serviço prestado ao que sofre.

Agora, nem por isso nós vamos relativizar os cultos presenciais tão presente no Novo Testamento e nos 2.000 anos de história do cristianismo. Nesses cultos é indiscutível que pessoas são socorridas, encontram esperança, direção para a vida. Ali elas também estabelecem vínculos de amor e tem essa demanda relacional atendida pela igreja. As consequências espirituais desses cultos, saudáveis, são incalculáveis. Só que, devido às circunstâncias adversas, eu diria que o amor cristão pede que os cristãos abram mão desses encontros a fim de não causar escândalo e não disseminarem o vírus.

A insistência de algumas denominações pelo culto presencial tem mais relação com a questão econômica do que espiritual?

Olha, você tem de tudo. Tem a pressão das pessoas que amam esses momentos. Outras não conseguem viver longe daquilo porque desenvolveram uma dependência emocional. Isso pode ser atendido pela igreja sem que ela estimule pessoas a estarem presentes ao mesmo tempo no templo. É possível essa demanda ser atendida através do gabinete pastoral. Da mesma forma que vão ao médico, elas podem procurar o pastor ou a liderança da igreja em busca de ajuda. Também tem os recursos das redes sociais.

Agora não resta dúvida, conhecendo parte do caráter de parte da liderança religiosa evangélica no país, nós somos levados a crer que há muita preocupação com a arrecadação da igreja. Eles sabem que não têm à sua disposição os recursos psicológicos para manipular pessoas e delas arrancar dinheiro. Olhando para o movimento evangélico brasileiro, com os escândalos presentes dentro dessas igrejas, com algumas figuras públicas absolutamente execráveis, você desconsiderar esse ponto e dizer que não há um espírito mercantilista por trás desse desejo…. Agora, dizer que isso acontece em todos os casos seria uma iniquidade.

8 de abril de 2021 às 14:22

Minuto da Câmara – campanha de prevenção à covid [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Quem cuida, respeita.

Essa é uma campanha da Câmara Municipal de Natal.

8 de abril de 2021 às 12:36

Morre de covid a mãe do prefeito de Ceará-Mirim, Júlio César Câmara [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Morreu nesta quarta-feira, mais uma vítima de covid, Maria Leonor Assunção Soares Câmara.

Ela é a mãe do prefeito de Ceará-Mirim, Júlio César Câmara.

Ela estava internada na UTI da Policlínica, em Natal.

O prefeito postou nas suas redes sociais.

8 de abril de 2021 às 8:25

Sétimo dia de morte do ex-vereador Renato Dantas será lembrado em missa transmitida pelo Instagram às 18h30 [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Será logo mais às 18h30 a missa de sétimo dia de morte do ex-vereador Renato Dantas.

Missa online, celebrada pelo Monsenhor Lucas e transmitida pelo Instagram @monslucasbneto

8 de abril de 2021 às 6:58

Minuto da Câmara – Prestando contas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Os profissionais de Educação foram incluídos na lista de prioridades para vacinação contra a Covid-19, após aprovação na Câmara Municipal de Natal..

Detalhes no Minuto da Câmara.