Thaisa Galvão

13 de abril de 2021 às 23:59

Veja o exemplar número 1 de ‘Tchau, Querida’, o livro de Eduardo Cunha [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Saiu do forno.

Quentinha a capa do livro do ex-presidente da Câmara, preso domiciliar, Eduardo Cunha.

A Folha publicou entrevista com ele nesta terça-feira mas não colocou a capa do livro.

O Blog mostra o exemplar Número 1 que está nas mãos da mulher de Cunha, a jornalista e ex-apresentadora da Globo, Claudia Cruz.

No link abaixo, a entrevista de Eduardo Cunha publicada pela Folha.

CLIQUE AQUI PARA LER

13 de abril de 2021 às 23:11

Servidor do Cerimonial da Assembleia Legislativa morre e namorada fica ferida em acidente próximo a João Câmara [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Um acidente tirou a vida, na noite desta terça-feira, do servidor da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, publicitário Rafael Maia.

Rafael foi assessor do ex-deputado José Adécio e hoje integrava a equipe de Cerimonial da Casa, onde esteve na manhã de hoje.

Rafael estava indo para João Câmara com a namorada Elen Vitória, quando aconteceu o acidente.

O carro pegou fogo e ele não conseguiu sair.

Elen estava com ele e ficou bastante ferida.

Há pouco mais de um mês ela perdeu o pai e a mãe para a covid.

Que Deus dê a ela, força para viver.

A partida de Rafael deixa triste a Assembleia.

Ele tinha sempre um sorriso estampado no rosto e uma palavra de amor…sempre falando em Deus e em humanidade.

Na foto abaixo com o presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira, e a equipe de Cerimonial.

Postagem antiga com o ex-deputado José Adécio:

Em 2016…

As últimas postagens da namorada Elen Vitória em seu instagram: falando da morte do pai…e da mãe.

13 de abril de 2021 às 20:53

30Minutos: Prefeito Allyson diz que recursos recebidos do governo federal em 2021 não dariam nem para custear a pandemia de fevereiro em Mossoró [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Entrevistado desta terça-feira no ’30 Minutos com Thaisa Galvão’, que pode ser acessado no instagram @blogthaisagalvao o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, falou sobre o desafio de administrar a segunda maior cidade do Rio Grande do Norte nesses 100 primeiros dias.

Allyson disse que encontrou 20 Unidades Básicas de Saúde sem médicos, e a rede de saúde municipal sem realizar cirurgias eletivas. As UBS hoje dispõem de profissionais de saúde, e as cirurgias foram reativadas com um mutirão de cirurgias de catarata.

Sobre a pandemia, disse que de 30 leitos, Mossoró passou para 50, e isso tem sido possível com recursos próprios e graças a uma parceria com o Governo do Estado.

Em relação a recursos federais, o prefeito Allyson disse que, o que recebeu esse ano, não custearia o mês de fevereiro, que só tem 28 dias.

Mossoró segue vacinando contra covid, já cobrindo a faixa etária de 61 anos, prestes a iniciar a vacinação das pessoas com 60 anos. A segunda dose vem sendo garantida porque a Secretaria de Saúde tem guardado para não atrapalhar o processo de imunização da população.

Allyson Bezerra falou sobre os pagamentos de salários em dia, do processo seletivo que estava assinando nesta terça para contratação emergencial na área de saúde e de ações que tem lhe dado orgulho, como uma unidade infantil de educação, que começou a ser construída há 10 anos, e a limpeza do rio Mossoró, também esperada há anos pelos mossoroenses.

Sobre o Mossoró Cidade Junina, disse que o evento será virtual, valorizando os artistas locais, com apresentações online e a venda de comidas típicas por delivery.

Falando de política, voltou a dizer que administrará Mossoró por 4 anos, e não será candidato a nada em 2022.

Se você tem conta no Instagram, CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR A ENTREVISTA

13 de abril de 2021 às 19:47

Prefeitura de Natal inicia vistorias das moradias que serão entregues no Village de Prata [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Duzentas e vinte e quatro famílias natalenses terão a oportunidade de ter uma qualidade de vida melhor a partir do dia 30 deste mês. Elas receberão da Prefeitura de Natal as chaves das 224 unidades finais do condomínio Village de Prata, que fica no bairro Planalto, na Zona Oeste. Nesta quarta-feira (14), tem início o processo de vistoria.

De acordo com a Secretaria Municipal de Habitação, Regularização Fundiária e Projetos Estruturantes (Seharpe), responsável pela ação, o residencial Severino de Souza Marinho é o último dos oito empreendimentos do Village de Prata, somando um total Total de 1.792 unidades habitacionais, que foram construídas numa parceria do Município com o Governo Federal.

A vistoria dos imóveis, que começam nesta quarta, é feita com a presença dos beneficiários. Entre os dias 23 e 28, está programada a assinatura dos contratos. Dia 30, será realizada a entrega das chaves com as presenças previstas do prefeito Álvaro Dias, do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e do secretário nacional de Habitação, Alfredo Santos.

“Essas famílias em breve se juntarão a tantas outras que já residem no Village, e terão um lugar digno para morar e criar seus filhos com a qualidade de vida que merecem”, afirma o prefeito Álvaro Dias.

O Village de Prata é o principal projeto habitacional em execução na cidade, tendo atendido já cidadãos de assentamentos como Camboim (Bom Pastor), remanescentes das antigas favelas do Fio e Alemão, aqueles que estão em área de risco da Chesf (Bom Pastor), Assentamento 8 de março (Planalto), famílias que estavam ocupando o terreno da Estação de Tratamento de Esgotos (ETE), no Guarapes, pessoas do Maruim, Jacó, famílias que ocupavam uma área na ZPA-4 (Guarapes) e Mãe Luíza, entre outros.

“Nesse momento de pandemia, entregar moradia para essas pessoas se torna ainda mais importante. Estaremos, na realidade, entregando dignidade para elas, uma nova vida, chances novas”, aponta o secretário titular da Seharpe, José Vanildo da Silva.

Ações sociais

Além de dar moradia digna a essas pessoas, a Seharpe, em parceria com outras secretarias municipais, realiza um trabalho de apoio à comunidade que conta com ações sociais para formação profissional, lazer, orientação aos síndicos e reflexão sobre o fato de morar em um condomínio.

De acordo com José Vanildo, a Secretaria realizou um trabalho com agilidade e muito zelo para que as famílias pudessem ter acesso às moradias o quanto antes. “A moradia de qualidade é um direito de todos e estamos, com a determinação do prefeito Álvaro Dias, trabalhando para bater metas audaciosas de entregas de unidades e regularização fundiária em Natal”, diz o secretário. “O trabalho não pode parar e a habitação é uma prioridade na gestão atual”.

Os apartamentos do Village de Prata possuem dois quartos, sala, cozinha e banheiro, com uma área total de 39,23 metros quadrados. Além disso, o condomínio possui estrutura de lazer com quadras de esportes, estacionamentos, centros comunitários e outras áreas para as famílias.

Segundo a Seharpe, outros projetos de moradia e regulamentação fundiária estão em andamento. “Estamos em contato constante com o Ministério do Desenvolvimento Regional e vamos em breve executar outros projetos importantes para que as pessoas possam ter essa garantia social que é a posse legal de suas propriedades”, conclui José Vanildo.

18/09/2020 – PREFEITURA DO NATAL – A prefeitura entrega de mais uma etapa do condomínio Village de Prata com a presença do Ministro do Desenvolvimento Rogério Marinho – Foto: Alex Régis/ SECOM

13 de abril de 2021 às 17:21

Nota técnica do gabinete do senador José Serra diz que CPI virtual é ‘perfeitamente possível’ [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Antagonista:

Por Diego Amorim

O líder do governo Bolsonaro no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB), quer adiar a CPI da Covid porque, segundo ele, não dá para tocar os trabalhos de maneira remota.

Uma nota técnica do gabinete do senador José Serra (PSDB), no entanto, rebate os argumentos de Gomes.

“A condução do inquérito parlamentar (CPIs) é perfeitamente compatível com audiências virtuais e remotas. Em CPIs não há contraditório ou ampla defesa. É um procedimento inquisitivo e a regra é a publicidade. Em caso de necessidade de oitivas secretas, a tecnologia permite o acesso restrito a parlamentares e a assessores designados”, diz trecho do texto ao qual O Antagonista teve acesso.

A nota, assinada pelo assessor jurídico Tiago Odon, ainda afirma que as audiências virtuais permitem economia de recursos, uma vez que a CPI não precisará arcar com os deslocamentos de participantes.

“Não afeta reuniões deliberativas e a coleta de votos nominais para aprovar medidas como quebra de sigilos constitucionais. Os documentos recebidos pela CPI podem ser disponibilizados por meio digital, prática já comum. O acesso a documentos sigilosos também pode ser controlado remotamente, como já é feito”, acrescenta.

13 de abril de 2021 às 17:13

Com Senado desautorizado a investigar estados e municípios, bolsonaristas tentam evitar CPI alegando que debates não podem ser remotos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Secretaria Geral da Mesa do Senado informou ao presidente Rodrigo Pacheco, que a CPI da Covid não pode investigar governos e prefeituras.

Porém, como já publicado aqui ontem, repasse dos recursos federais tanto para estados como para municípios, poderão sim, ser analisados.

O foco da investigação é a atuação do governo federal na pandemia, o que faz desmoronar o Palácio do Planalto e seus ocupantes.

Mass…

Foi só o óbvio ter sido informado para que os aliados do presidente Jair Bolsonaro aparecerem para tirar o braço da seringa.

O bolsonarismo agora diz que a CPI não pode acontecer por causa da pandemia.

Eles querem empurrar para outubro os debates sobre a omissão do governo federal pelo caos que colocou o Brasil no pior cenário mundial da pandemia.

O senador do Amazonas, Omar Aziz, gritou que quer a CPI.

Até para o ex-ministro Eduardo Pazuello explicar porque prometeu vacina para todos os amazonenses até fevereiro, e até hoje a promessa não foi cumprida.

13 de abril de 2021 às 17:02

Guru do bolsonarismo, Olavo de Carvalho é internado nos EUA com problemas respiratórios [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do site Metrópoles:

Olavo de Carvalho é internado nos EUA com problemas respiratórios

Guru bolsonarista tem 73 anos e não informou a seus seguidores sobre ter se vacinado ou não contra o coronavírus

Raphael Veleda

O escritor Olavo de Carvalho, guru da ala mais radical do bolsonarismo, foi hospitalizado com um problema respiratório ainda não especificado. A internação foi informada aos seguidores do guru em um de seus perfis virtuais, um canal no Telegram. O ideólogo já havia passado alguns dias hospitalizado em fevereiro deste ano, por causa de uma pneumonia.

Apesar de viver nos EUA, Olavo de Carvalho não informou a seus seguidores se tomou ou não alguma vacina contra a Covid-19.

O guru adota desde o início da pandemia uma posição de negação quanto à gravidade do problema.

13 de abril de 2021 às 16:29

Ministro do STF dá prazo para Anvisa atender governo do Maranhão e decidir sobre compra da vacina Sputnik [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O ministro do STF, Ricardo Lewandowski, definiu nesta terça-feira que a Anvisa tem até o fim deste mês para decidir sobre a “importação excepcional e temporária” de doses da vacina Sputnik V.

O ministro tomou a decisão em uma ação protocolada pelo governo do Maranhão, que diz ter negociado 4,5 milhões de doses da vacina produzida pelo Instituto Gamaleya, da Rússia.

Na decisão, Lewandowski determina que a decisão seja tomada em até 30 dias, a contar do último dia 29 de março.

Se forem incluídos no prazo os fins de semana e feriados, a data limite será o dia 28 de abril.

Lewandowski diz que, se o prazo for descumprido, o Maranhão fica automaticamente autorizado a importar e distribuir as doses da Sputnik V, “sob sua exclusiva responsabilidade, e desde que observadas as cautelas e recomendações do fabricante e das autoridades médicas”.

A Anvisa já recebeu dois pedidos de autorização de uso emergencial da Sputnik V – o primeiro foi apresentado ainda em janeiro, mas a agência considerou que faltavam documentos.

O segundo pedido foi feito em 26 de março, mas a Anvisa ainda não deu resposta e suspendeu a análise.

13 de abril de 2021 às 16:13

Semurb alerta donos de terrenos e imóveis abandonados para altos valores de multas [1] Comentários | Deixe seu comentário.

A Semurb vem chamando atenção para o grande número de terrenos abandonados durante a pandemia e faz um alerta.

As penalidades pela falta de cuidado com os imóveis podem chegar a multas de até R$ 2.066,34.

O que a fiscalização vem constatando é que esses locais abandonados pertencem a aposentados ou trabalhadores home-office que para fugir das aglomerações e dos riscos de contaminação buscaram refúgio em casas de praia, sítios e fazendas no interior do Estado.

“Como grande parte destes proprietários de imóveis não possuem outro endereço de residência, registrado no banco de dados da Prefeitura do Natal, a Semurb tem tido dificuldades em notificar os proprietários para que estes possam promover as ações de manutenção dos imóveis, sobretudo, aqueles que possuem piscinas e caixas d’água, cujo potencial para proliferação do mosquito Aedes aegypti é grande”, alertou o supervisor de Água e Solo (SPASO) da Semurb, Gustavo Szilagyi.

Um levantamento feito pela Semurb aponta que entre 2020 e 2021, foram 411 denúncias, sendo 184 de imóveis e 227 terrenos abandonados.

13 de abril de 2021 às 16:03

Eduardo Cunha: o aliado que Bolsonaro mais precisava nesse momento lança livro sobre o impeachment de Dilma [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Preso domiciliar por causa da pandemia, o ex-deputado Eduardo Cunha revela: se estivesse no poder, seria aliado do presidente Jair Bolsonaro.

Tudo o que Bolsonaro não precisava nesse momento em que seu governo está prestes a ser investigado.

Cunha saiu da toca e apareceu como entrevistado da Folha desta terça-feira, para falar de um assunto que está em pauta…impeachment.

Só que ele fala do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, articulado, segundo ele, pelo ex-presidente Michel Temer, 3 meses antes de acontecer.

Cunha saiu da toca para falar do livro que vai lançar no sábado, escito a 4 mãos com a filha Danielle, e que vai custar 99 reais o livro físico, e 69 reais o e-book.

Confira a íntegra da entrevista:

Bruno Boghossian

BRASÍLIA

Eduardo Cunha traça uma linha entre o processo de impeachment que comandou em 2016 e o governo de Jair Bolsonaro (sem partido). Cinco anos depois da votação na Câmara, o deputado cassado diz que apoiaria o atual presidente para evitar a volta do PT ao poder.

“Quem elegeu Bolsonaro porque não queria a volta do PT tem a obrigação de dar a governabilidade a ele”, afirma o ex-presidente da Câmara, em entrevista por escrito à Folha. “Se estivesse no poder, eu o apoiaria.”

Cunha analisa o cenário político e o processo contra Dilma Rousseff no livro “Tchau, Querida: O Diário do Impeachment”, que será lançado no sábado (17).

Na entrevista, o ex-deputado afirma que Michel Temer passou a trabalhar pelo afastamento da petista em agosto de 2015, mais de três meses antes da abertura do processo. O ex-presidente nega essa articulação.

Cunha diz que a abertura do processo não foi uma retaliação a Dilma. Ele descreve seu rompimento com a petista, no entanto, como uma reação ao que considera uma interferência do governo nas investigações contra ele.

“O governo queria me derrubar, pois achava que eu iria derrubá-lo”, declara. Integrantes da gestão petista negam interferência.

Em prisão domiciliar, Cunha afirma que foi um “troféu político” para que a Lava Jato sustentasse um discurso de isenção em relação ao PT. As perguntas foram enviadas pela Folha ao advogado Aury Lopes Jr., e as respostas, devolvidas por ele por escrito.

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Em que momento decidiu abrir o processo de impeachment?

O livro relata a decisão. O país atravessava uma situação insustentável, com uma grande crise econômica e política, deterioração do governo, manifestações de rua e perda de apoio, além da discussão das chamadas pedaladas fiscais ocorridas no primeiro mandato de Dilma.

A decisão [se deu] na casa de Rodrigo Maia [em 10 de outubro de 2015], onde se combinou a alteração no pedido já protocolado por Hélio Bicudo [advogado], para incluir decretos orçamentários de Dilma em 2015, que caracterizavam o crime de responsabilidade. No segundo momento, eu relato a decisão de aceitar o pedido, inclusive com assinatura e guarda no cofre da secretaria-geral, em 29 de outubro, aguardando o momento que eu decidisse a sua divulgação, em 2 de dezembro.

O sr. relata que, em agosto, Michel Temer já conversava sobre o impeachment. Como foram os primeiros passos do vice-presidente?

No momento em que Temer se viu sabotado na articulação política, ele decidiu atuar pelo impeachment, tanto que saiu da articulação como sinalização de que não estava mais alinhado com o governo. Nesse momento, o impeachment era o seu objetivo.

Considera que Temer traiu Dilma?

A palavra traição significa rompimento de um compromisso que nem sei se existia. Ao contrário do que Temer passou a pregar, ele foi articulador e atuante a favor do impeachment. A meu ver, Dilma é quem traiu seus eleitores, assim como traiu todos os brasileiros com os seus crimes de responsabilidade. A reeleição de Dilma foi para o país o equivalente à pandemia. Foi a Covid-14.

O sr. descreve seu rompimento com Dilma como reação ao que considerava uma interferência do governo em investigações contra o senhor. O impeachment foi uma retaliação?

O impeachment não foi uma retaliação. Foi consequência do conjunto da obra que era o desastre que Dilma promoveu no segundo mandato. É evidente que a interferência do governo contra mim tinha como objetivo me tirar do jogo, para que não houvesse a possibilidade de impeachment.

O impeachment ocorreria se o sr. não estivesse sob investigação?

A investigação não teria qualquer influência, se tivesse sido de cunho normal, sem interferência do governo na criação e no resultado. O governo queria me derrubar, pois achava que eu iria derrubá-lo.

O livro narra o que seria uma conspiração entre José Eduardo Cardozo (então ministro da Justiça) e Rodrigo Janot (procurador-geral da República) contra o senhor. Qual seria a motivação, considerando que o governo também foi fragilizado?

A motivação era tentar me derrubar ou me colocar em situação de fragilidade para evitar o impeachment. Mostro inclusive que Dilma sabia, através de Cardozo, sobre a situação das contas que foram atribuídas a mim na Suíça. Isso está confirmado pela Vaza Jato e pela delação de Mônica Moura [mulher do publicitário João Santana].

Discordo de que o governo tenha sido fragilizado por ações do procurador-geral. Afinal, a que ação penal Dilma e Cardozo respondem? Dilma praticou atos de obstrução da Justiça [segundo delação de Mônica Moura] e foi preservada por Janot em todo o processo. Quem sofreu foi Lula, não Dilma.

O sr. acusa a Lava Jato e o ex-juiz Sergio Moro de abusos. Como classifica a operação?

Moro era o chefe de uma organização política que, usando os mesmos critérios da Lava Jato, poderia ser considerada uma organização criminosa. Eu fui para Moro o troféu político para contraponto de sua suposta isenção, para que ele pudesse afirmar que não perseguia Lula, pois também tinha o maior adversário do PT. Sua parcialidade não era só com o Lula, mas também com relação a mim.

Segundo seu relato, Dilma propôs acionar cinco ministros do STF para ajudá-lo. Haveria um acordo para frear processos contra o sr.?

Eu relato a proposta de Dilma, mas ressalvo que nunca dei crédito a essa proposta. Ou era blefe, ou ela acreditava em Papai Noel. Eu não caía em blefe e tampouco acredito em Papai Noel.

O que o ex-presidente Lula propôs às vésperas do impeachment, para evitar a queda de Dilma?

A conversa com Lula se deu no sábado de Aleluia de 2016, em 26 de março, poucos dias antes da votação na Câmara. Foi um apelo para evitar algo que, naquele momento, era quase inevitável. Lula tratou de forma política a questão. Não houve nenhuma proposta que poderia ser considerada indecente ou de qualquer benefício. Foi uma tentativa legítima de reverter o processo.

O sr. relata um encontro com Eduardo Villas Bôas, comandante do Exército, em agosto de 2015, e diz que o general demonstrava preocupação com a situação política. O sr. foi procurado por militares para discutir o impeachment?

Nunca fui procurado para isso. Eu relatei as preocupações dele naquele momento específico. Ele me relatou, inclusive, que o governo havia solicitado que ele cancelasse o convite a mim [para aquele encontro, numa viagem à Amazônia], o que ele havia recusado.

O sr. diz que um de seus advogados recebeu uma proposta da PGR para que o sr. gravasse conversas com Temer. Como isso ocorreu?

[Eram] os mesmos que armaram as gravações de Joesley Batista. Estava por trás uma advogada que largou minha defesa e foi trabalhar para Joesley. É óbvio que o objetivo era o mesmo da gravação de Joesley, tentar derrubar Temer. A diferença é que eu jamais me submeteria a isso, mesmo tendo pago o alto preço de ficar preso. Se tivesse feito, não teria ficado preso um único dia.

Como foram as conversas de seus advogados em busca de colaboração premiada?

Um dos meus advogados entabulou conversas, as quais jamais teriam qualquer possibilidade de acordo numa Procuradoria sob comando de Janot. Nenhuma proposta foi discutida, e também não estava em meus planos fazer acordo com Janot.

A única razão de eu ter permitido que se conversasse era para desmoralizar a versão da gravação de Joesley [Batista], de que havia pagamentos para que eu não delatasse. Se ninguém havia proposto delação, como eu poderia estar recebendo para não delatar? Essa acusação absurda ficou esvaziada.

O sr., sua família ou seus advogados receberam pagamentos de Joesley?

Nem eu, nem a minha família e nem qualquer advogado recebeu qualquer coisa. Joesley, além de mentiroso, era covarde e mau caráter. É inadmissível que não se tenha cancelado sua delação, responsabilizando-o pelos seus crimes, e ainda que se permita que ele comande o império que ele formou às custas de sei lá que forma. O dinheiro dele comprou a impunidade.

O sr. considera que foi abandonado por Temer, por partidos de oposição como o PSDB e por antigos aliados?

Eu relato no livro o papel de Temer com relação a mim, que não foi correto. Não poderia esperar nada diferente dele, pois sua personalidade é fraca. Leiam e tirem suas conclusões. Quanto ao PSDB, eles se aproveitavam da situação em todos os momentos. Eles me usaram no processo como bucha de canhão. É evidente que fui traído por alguns.

O sr. descreve casos de tentativa de extorsão por integrantes do Conselho de Ética da Câmara para evitar sua cassação. Pensou em denunciar esses casos à época? O que adiantaria?

O primeiro relator [do processo por quebra de decoro] inventava ameaças sem provas, e a imprensa dava o tom de verdade a tudo o que ele falava. Só poderia denunciar se tivesse gravado as propostas —o que eu, por minha natureza, não faria.

Meu objetivo não é denunciar, mas expor o que passei em um processo, que, afinal, um documento do próprio Ministério Público Federal reconhece que eu falei a verdade quando disse que era mero usufrutuário da conta no exterior. E eu fui cassado porque essa afirmação era considerada uma mentira.

No livro, o sr. descreve Jair Bolsonaro de forma positiva e diz que ele sofre críticas injustas. Se estivesse no poder, seria aliado dele?

Minha avaliação sobre Bolsonaro está de forma superficial, em cima de fatos concretos. Relato a sabotagem de Rodrigo Maia ao governo e o fato de que Bolsonaro sofre uma perseguição implacável de quase a totalidade da mídia.

Quem elegeu Bolsonaro porque não queria a volta do PT tem a obrigação de dar a governabilidade a ele. Se estivesse no poder, eu o apoiaria, com eventuais críticas pontuais, mas sempre estaria na posição oposta ao PT.

É preciso ter em conta que vivemos em uma dupla opção, entre o PT e o anti-PT. Nunca existiu terceira via em todas as eleições desde 1989 e não existirá na próxima. Não vejo ninguém para isso. Entre Bolsonaro e o PT, não tenho a menor dúvida de ficar com Bolsonaro. Qualquer opção é melhor que a volta do PT.

Em seu voto a favor do impeachment, o sr. declarou: “Que Deus tenha misericórdia dessa nação”. Como vê o que ocorreu no país nos cinco anos seguintes?

Tirar a Dilma e o PT já foi um ato de misericórdia de Deus com o Brasil. Que ele continue tendo essa misericórdia e não permita que o PT volte.

QUEM É EDUARDO CUNHA, 62

Economista

Foi presidente da Telerj (1991-1993) e da Companhia Estadual de Habitação do Rio (1999-2000)

Deputado estadual (2001-2003), deputado federal (2003-2016) e presidente da Câmara em 2015 e 2016, quando comandou o processo de impeachment de Dilma Rousseff

Afastado da presidência da Câmara e cassado por quebra de decoro em 2016

Preso pela Lava Jato em outubro de 2016, cumpre prisão domiciliar desde março de 2020

13 de abril de 2021 às 14:52

Socorro demorado na Vila de Ponta Negra deixou motociclista em cima de capô de carro por quase uma hora [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Acidente chamou atenção na Vila de Ponta Negra.

Um entregador de restaurante foi atropelado pelo veículo que seguia na sua mão.

O motociclista atravessou e se chocou com o veículo.

O Samu foi chamado e o motociclista ficou em cima do carro, já que as pessoas que se aproximaram tentaram evitar tirá-lo para não comprometer.

O guarda sol foi a solução encontrada…

O socorro chegou quase uma hora depois…

13 de abril de 2021 às 12:45

Emenda da vereadora Ana Paula pede que natalense seja ouvido sobre mudança do nome da avenida Bernardo Vieira para Nevaldo Rocha [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A vereadora Ana Paula (PL) apresenta nesta terça-feira na Câmara de Natal, emenda que garantirá à população, opinar sobre a alteração de nome da Avenida Bernardo Vieira, proposta pelo prefeito Álvaro Dias, para Avenida Nevaldo Rocha.

A proposta do executivo visa homenagear o fundador do grupo Guararapes e lojas Riachuelo, surgido na Bernardo Vieira, onde hoje é o Midway Mall, o maior shopping da capital.

“Por meio da consulta pública, será possível que a sociedade dê suas opiniões e críticas a respeito do tema, e avalie quais seriam os benefícios ou transtornos desta mudança”, argumenta a vereadora.

13 de abril de 2021 às 12:31

Menino Henry não tinha uma MÃE [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Vendo o depoimento da ex-babá do menino Henry, que as evidências apontam para possível assassinato, só dá pra se chegar a uma conclusão:

Essa criança não tinha mãe, não tinha sequer avós…

Tinha um pai que não morava com ele, portanto não acompanhava o que acontecia…

E tinha uma babá, que relatava à patroa o que acontecia dentro de casa com a criança.

Monique, a ‘que teve a criança’, chegou ao ponto de mandar a babá mentir em seu depoimento.

Em troca de quê, não foi divulgado após o segundo depoimento da babá nesta segunda-feira.

Se por ameaça ou alguma oferta.

Investigada, a babá teve que falar e confirmou o que já havia dito à patroa em mensagens de whats app um mês antes do menino morrer.

Veja os dois depoimentos da babá Thayná:

No primeiro depoimento (24/3), Thayná disse que:

-Nunca tinha percebido nada de anormal na relação do casal com o menino;

-Que o advogado do casal, André França, pediu que a babá “contasse somente a verdade” à polícia.

No segundo depoimento (12/4), Thayná contou que:

-Soube de três oportunidades diferentes em que Henry foi agredido;

-Monique, a mãe do menino, pediu que ela não contasse nada à polícia;

-Monique também pediu para que Thayná apagasse as mensagens de celular trocadas pelas duas e com Dr. Jairinho;

-Não lhe foi prometida qualquer ajuda financeira para tal;

-A mãe de Monique, avó de Henry, sabia das agressões;

-O casal brigava com frequência.

De acordo com Thayná, no dia 2 de fevereiro, Monique estava no futevôlei quando Henry, no próprio quarto, começou a chamar pela mãe. Jairinho foi até o encontro de Henry, chamando a criança de mimada, e o levou para a suíte do casal. Eles teriam ficado 30 minutos com a porta fechada.

Segundo ela, nesse mesmo dia, já após a escola e na brinquedoteca, Henry não quis brincar com as outras crianças e disse que estava com dor no joelho.

Thayná disse que relatou a situação para a patroa e que Monique retrucou que o filho podia estar inventando.

Dez dias depois, em 12 de fevereiro — data da troca de mensagens recuperadas —, Thayná relatou que Jairinho ficou cerca de 10 minutos no quarto com Henry e, assim que a porta se abriu, o menino foi em sua direção, “amuadinho” e reclamando de dor no joelho.

Quando a empregada perguntou por que ele estava mancando, Henry disse que tinha sido por causa da “banda”, sem dar detalhes.

Depois que Jairinho saiu, Henry relatou as agressões e disse que isso sempre acontecia, mas que Jairinho mandou não contar senão “ia pegar ele”.

O terceiro episódio foi na última semana de fevereiro. Segundo ela, Jairinho chegou inesperadamente e chamou Henry.

Quando o menino voltou, ele relutou a contar o que havia acontecido, parecendo intimidado, mas logo depois disse que havia caído da cama e estava com a cabeça doendo.

Thayná contou que se encontrou com a mãe de Henry no escritório do advogado e que ela pediu que a babá mentisse em depoimento. A babá deveria dizer que nunca havia visto nada,

Monique pediu ainda que ela apagasse todas as mensagens, que não mencionasse as brigas do casal nem sobre as agressões que Henry sofreu.

Avó também sabia das agressões

No novo depoimento, a babá diz que a avó materna sabia das agressões. Segundo ela, uma vez a mãe de Monique, Rosangela, veio lhe perguntar sobre o que havia acontecido com o neto, e Thayná diz que contou tudo à avó de Henry.

Ela diz que contou à avó que Henry estava mancando, com dor na cabeça e com um roxo, porém não quis insistir muito no assunto, porque ficou com medo de Monique achar que ela estava fazendo “fofoca”.

Ainda segundo Thayná, a avó questionou se existiria alguma possibilidade de Henry ter mentido e ela afirmou dizendo que não, até mesmo porque os machucados deixaram marcas.

Brigas frequentes

De acordo com a babá, Jarinho e Monique brigavam com frequência, quase toda semana, entretanto em portas fechadas ou por telefone.

Segundo ela, era comum até que um dos dois estivesse de malas prontas para sair de casa. Mas, estranhamente, mesmo quando ouvia tons mais exaltados, o casal saía se beijando e ficava tudo bem.

13 de abril de 2021 às 12:23

Governo do Rio Grande do Sul também é vítima das fake news do governo federal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A fábrica de notícias falsas criada para sustentar a popularidade do presidente Jair Bolsonaro, segue fazendo vítimas de mentiras pelos estados afora.

Veja o que aconteceu no Rio Grande do Sul:

Do portal aosfatos.com.br

É falso que governo federal repassou R$ 40 bilhões para RS aplicar na Saúde

Por Luiz Fernando Menezes e Ana Rita Cunha

Não é verdade que o governo do Rio Grande do Sul recebeu R$ 40 bilhões em repasses federais em 2020, mas gastou apenas R$ 800 milhões deles na Saúde durante a pandemia de Covid-19, como alegam postagens que circulam nas redes (veja a imagem).

De acordo com os portais da transparência estadual e federal, em 2020 a administração gaúcha recebeu de Brasília R$ 7,1 bilhões e gastou R$ 2,4 bilhões na Saúde.

O valor citado nas postagens se aproxima do montante de verbas federais injetadas não só no governo estadual, mas também em municípios, no pagamento de benefícios sociais, em salários de servidores da União e em obras. Parte do dinheiro transferido ao Rio Grande do Sul também não poderia ser usado na Saúde — como repasses diretos para a Educação.

Dos R$ 3 bilhões repassados pelo governo federal em 2020 para o combate à Covid-19 no estado, R$ 826 milhões eram efetivamente para gastos em serviços de Saúde.

Publicações com a afirmação enganosa acumulavam ao menos 3.500 compartilhamentos no Facebook até a tarde desta segunda-feira (12) e foram marcadas com o selo FALSO na ferramenta de verificação da rede social.

13 de abril de 2021 às 12:14

Procuradora aposentada que teria sido vítima de sequestro relâmpago já está com a família [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Localizada a procuradora aposentada Lúcia Lins Bahia, vítima de sequestro relâmpago nesta terça-feira em Natal.

Os filhos de Lúcia divulgaram em grupos de whats app o ocorrido com a mãe.

Ainda não há informação sobre como aconteceu, mas ela já está com a família.

Lúcia é viúva de Ney Fernandes, que era irmão da ex-deputada (falecida) Mônica Dantas.

Após ter sido localizada, os filhos emitiram nota nas redes sociais:

Gente! Graças a Deus mamãe já foi encontrada e embora muito abalada não sofreu nenhum dano físico! Sem palavras p agradecer a todos os anjos, q Deus enviou p ajudar nessa difícil e delicada missão,
Mais uma vez queremos agradecer a vcs q foram muito solidários conosco e tenham certeza de q tudo o q tenham feito nos ajudou imensamente!
Fabíola, Felipe, Christiano e Thiago.

13 de abril de 2021 às 11:07

30Minutos: Vice-governador Antenor Roberto diz que acusações infundadas contra o governo serão levadas à justiça [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Vice-governador do Rio Grande do Norte, Antenor Roberto foi o entrevistado desta segunda-feira do programa virtual ’30 Minutos com Thaisa Galvão’, veiculado todas as noites pelo instagram @blogthaisagalvao

Antenor falou sobre a relação do governo do Rio Grande do Norte com o governo federal, e ressaltou as acusações do presidente Jair Bolsonaro, e do filho Carlos Bolsonaro, contra a governadora Fátima Bezerra.

Segundo Antenor, toda e qualquer acusação infundada sobre a governadora ou sobre a gestão, será questionada judicialmente.

Para conferir a entrevista acesse o Instagram.

Quem tem conta no Instagram PODE ACESSAR AQUI

13 de abril de 2021 às 10:50

30 Minutos: Entrevistado desta terça-feira será o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, será o entrevistado desta terça-feira do programa virtual ’30 Minutos com Thaisa Galvão’.

Você pode acompanhar pelo Instagram do Blog, o @blogthaisagalvao

Novidade nas redes sociais, na fase inicial o programa tem ajustado os horários de acordo com a disponibilidade dos entrevistados, mas sempre entre 19 e 21 horas.

A edição de hoje que terá o prefeito de Mossoró como entrevistado terá início às 19h30.

Os programas anteriores podem ser conferidos no IGTV do Instagram, ou nos Destaques dos Stories, no link LIVES.

Além de entrevista em formato de Live, o programa traz notícias com imagens, áudios e vídeos.

13 de abril de 2021 às 10:43

Cultura de Mossoró faz balanço dos 100 dias de gestão do prefeito Allyson [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A gestão do prefeito Allyson Bezerra, de Mossoró, faz um balanço dos 100 primeiros dias no setor cultural.

E elenca além de ações internas, a elaboração de um Plano Plurianual, a reabertura da Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte, fechada há um ano; resgate das plantas arquitetônicas dos equipamentos de Cultura para retomar a conclusão dos projetos e iniciar a revitalização; contemplação de artistas e companhias na Lei Aldir Blanc; mudança da sede da Secretaria de Cultura do Centro Administrativo para o prédio da Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte; elaboração do Projeto Mossoró Cidade Junina Virtual…

13 de abril de 2021 às 10:10

Na CNN e Globonews, senador Jean Paul chama presidente de ‘mentiroso’ e comenta CPI da covid [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O senador Jean Paul (PT/RN) ganhou espaço na mídia nacional de ontem para hoje.

Ontem, na CNN, chamou o presidente Jair Bolsonaro de mentiroso.

Jean Paul rebateu a declaração desinformada de Jair ao afirmar quer a governadora Fátima Bezerra havia desviado dinheiro da covid para pagar salários.

Na manhã desta terça, na Globonews, falou sobre a CPI da Covid a ser instalada no Senado.

De acordo com Jean, toda irregularidade surgida envolvendo governador ou prefeito, deverá ser investigada pela CPI, que não tem como, e a esfera não é o Senado, investigar todos os mais de 5 mil prefeitos e os 27 governadores. E ele sabe que não tem como Estados ficarem fora, já que a CPI surgiu exatamente do caos ocorrido em Manaus, devido a omissão do governo federal.

Trecho do regimento do Senado: “Não admitirá comissão parlamentar de inquérito sobre matérias pertinentes à Câmara dos Deputados, às atribuições do Poder Judiciários, aos Estados”.

13 de abril de 2021 às 3:37

Babá volta a depor e diz que mentiu a pedido dos pais da criança [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Sobre o Caso Henry..

Na noite desta segunda-feira a babá do menino, que denunciava à mãe sobre as agressões, mas mudou o discurso quando prestou depoimento, prestou mais declarações…

E a mentira não se sustentou.

Veja publicação do G1:

A babá do menino Henry Borel, Thayná Oliveira Ferreira, voltou atrás e admitiu aos investigadores que mentiu em seu primeiro depoimento prestado à 16ª DP (Barra da Tijuca). Em mais de sete horas de declarações, ela admitiu que sabia das agressões e afirmou que a mãe da criança, Monique de Medeiros, pediu que ela mentisse para a polícia há duas semanas.


Thayná disse ainda que a empregada da casa, Leila Rosângela, a Rose, também mentiu. A polícia sabe que no dia 12 de fevereiro, quando Jairinho teria agredido o menino no final da tarde, as duas estavam dentro do apartamento.