Thaisa Galvão

18 de maio de 2020 às 16:19

Filho do prefeito de Alto do Rodrigues divulga que está curado da Covid-19 e apto a voltar ao trabalho [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Filho do prefeito de Alto do Rodrigues Nixon Baracho, o advogado Navison Baracho, divulgou hoje em suas redes sociais que se curou da Covid-19.

“Da mesma forma que publicizei meu exame positivo para Covid-19 nas redes sociais, procedo da mesma forma para levar ao público meu exame realizado na manhã de hoje (18/05)”.

O advogado disse que cumpriu rigorosamente o isolamento social e está pronto para voltar ao trabalho.

Hoje ele fez teste rápido que comprovou que está curado, e sorologia IGG e IGM para identificar a existência de anticorpos, mas o resultado só vai sair até o final da semana.

18 de maio de 2020 às 15:48

Vereador Sueldo Medeiros propõe uso da telemedicina em Natal para evitar superlotação de unidades de saúde [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Projeto de Lei que autoriza o uso da telemedicina no sistema público de saúde de Natal durante a pandemia começou a tramitar nesta segunda-feira na Câmara.

A proposta é do vereador Sueldo Medeiros (PROS).

O projeto prevê o uso da telemedicina enquanto durar a pandemia.

“A telemedicina se apresenta como uma ferramenta aliada do isolamento social, uma vez que os pacientes acometidos por outras doenças não devem sair de casa para enfrentar um pronto-socorro abarrotado de pessoas possivelmente infectadas com a Covid-19”, explica Sueldo, que se baseou na Lei nº 13.989 para a elaboração da proposta no âmbito municipal. A legislação em questão autoriza o uso da telemedicina no Brasil.

18 de maio de 2020 às 15:44

Deputado eleito e suplente efetivado no cargo morrem em menos de dois meses e ex-vereador do interior que ficou na 2ª suplência assumirá vaga na Câmara Federal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Em menos de dois meses, morrem titular e suplente de uma cadeira do PSB na bancada de São Paulo na Câmara Federal.

Eleito em 2018, Luiz Flávio Gomes morreu no dia 1º de abril.

Já estava afastado para tratamento de saúde e já estava no cargo o suplente Luiz Lauro Filho.

Hoje Luiz Lauro morreu de infarto.

Ele tinha 41 anos e estava internado desde a madrugada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Centro Médico, após sofrer uma parada cardíaca em sua casa.

Segundo informações da família, o parlamentar passou mal na sua casa por volta de 2h e foi levado ao hospital, onde foi reanimado e passou por um procedimento para a colocação de dois stents, mas não resistiu.

Agora vai assumir Ricardo Silva, ex-vereador de Ribeirão Preto, que nas eleições de 2018 teve 61.037 mil votos e ficou na segunda suplência do PSB na Câmara.

18 de maio de 2020 às 9:09

PF investigará relato sobre vazamento de operaçao a Flávio Bolsonaro em 2018 [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Polícia Federal vai investigar a denúncia de um suposto vazamento de operação da própria PF na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, para o senador Flávio Bolsonaro.

A PGR (Procuradoria-Geral da República) também determinou que a polícia ouça Paulo Marinho.

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, o empresário relatou que um delegado da PF vazou ao filho do presidente Jair Bolsonaro, uma semana após o primeiro turno, que a operação seria deflagrada contra Fabrício Queiroz, seu ex-assessor na Assembleia.

O próprio Flávio, segundo Marinho, contou sobre o vazamento, quando o procurou em busca de um advogado.

18 de maio de 2020 às 9:03

Depois da entrevista ‘entregando’ Flávio Bolsonaro, empresário Paulo Marinho recebe apoio de Sergio Moro e pede proteção para ele e a família [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Ex-amigo de Bolsonaro, a quem apoiou nas eleições de 2018, e pré-candidato a prefeito do Rio de Janeiro, Paulo Marinho pediu proteção à polícia depois da entrevista em que denuncia o senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente, de quem é suplente.

Ele postou no seu twitter:

Paulo Marinho ganhou o apoio do ex-ministro Sergio Moro, que disse torcer pela apuração dos fatos denunciados.

18 de maio de 2020 às 8:45

Covid: Ex-governador da Paraíba Wilson Braga morre 9 dias depois da morte da mulher, ex-deputada Lúcia Braga [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Ex-governador da Paraíba, Wilson Braga, de 88 anos, morreu de Covid-19 no final da noite deste domingo.

Ele estava internado desde o dia 1º de maio.

No dia 8, a mulher de Wilson Braga, ex-deputada federal Lúcia Braga, também morreu de covid.

O exame para o coronavírus de Wilson saiu um dia depois da confirmação que Lúcia Braga, também havia morrido com Covid-19.

Sem velório, Wilson Braga foi enterrado no começo da manhã e só a família teve acesso ao cemitério.

18 de maio de 2020 às 7:57

Agências da Caixa devem voltar a registrsr aglomerados com o pagamento da segunda parcela do auxílio emergencial [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Depois de um mês de filas nas agências da Caixa Econômica…começa mais um mês de filas nas agências da Caixa Econômica.

Começa nesta segunda-feira o pagamento da segunda parcela do Auxílio Emergencial de R$ 600.

Recebem hoje os beneficiários do Bolsa Família com NIS terminado em 1.

Nesta terça receberão os beneficiários do bolsa com NIS terminado em 2.

Quem está no Cadastro Único e não recebe Bolsa Família, e os que se inscreveram no Auxílio Emergencial através do site ou aplicativo, começam a receber a parcela na quarta-feira (20).

Só recebe a segunda parcela quem já recebeu a primeira.

Milhares de inscritos ainda esperam a primeira.

E assim as filas continuam, intermináveis aglomerados.

18 de maio de 2020 às 7:40

Ex-ministro da Saúde Ricardo Barros com vontade de voltar ao cargo faz campanha pela cloroquina mas responsabiliza o doente pelo uso [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Deputado do Centrão por quem Jair Bolsonaro anda apaixonado, Ricardo Barros, do PP do Paraná, parece estar doido para ser o indicado para o Ministério da Saúde.

Barros foi o ministro do presidente Michel Temer.

Na entrevista concedida a CNN no dia 15 passado, fez a própria propaganda como o melhor gestor para o cargo e a propaganda da cloroquina, senha para ganhar a simpatia de Bolsonaro.

Barros acha que o ministro, para dar certo, não deve ser médico.

É que, como o uso da cloroquina para doentes de covid ainda não tem comprovação científica, fica mais difícil um médico assinar embaixo o seu uso como medicamento oficial para a doença.

Ricardo Barros é engenheiro civil.

Indica a cloroquina e que se dane a comunidade científica.

Mas com um detalhe: o paciente tem que se responsabilizar pelo uso.

Em vez do paciente perguntar ao médico se pode, deve afirmar ao médico que quer.

O ex-ministro e candidato a voltar ao cargo como indicado pelo Centrão, nas negociações do Palácio do Planalto em troca de apoio, é do modelo que o doente deve dizer se quer ou não tomar o remédio.

É…

Se morrer…tomou porque quis.

Ricardo Barros teve covid e tomou cloroquina.

18 de maio de 2020 às 7:19

A cloroquina estragada de Paulo Guedes [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O que tem se visto no governo Bolsonaro é a terceirização da responsabilidade pelo uso da cloroquina.

Usa quem quer, bast autorizar.

Como assim?

Um paciente que não é médico não tem que decidir qual remédio usar.

O médico existe exatamente para dizer qual o medicamento.

Como a cloroquina não tem ainda sua eficiência comprovada por estudos científicos, o paciente tem que dizer “eu quero” e assinar um termo.

O uso pode ser eficiente ou não, dependendo do paciente.

Aí você vai e assina um termo para receitar seu pai, sua mãe…e o paciente morre.

A culpa é do doente que quis tomar…

Olhe a besteira que o ministro da Economia Paulo Guedes falou…

Tava estragada a cloroquina que ele tomou antes de falar essa sucessão de besteira.

Foi pior que Dilma…

18 de maio de 2020 às 7:03

Campanha: Jovem de 26 anos está perdendo a visão e precisa de 10 mil reais para fazer uma cirurgia [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Ela tem 26 anos, mora na zona rural do município de Japi (RN) e precisa de 10 mil reais para…enxergar.

Cássia Justino tem diabetes tipo 1 e está perdendo a visão.

Mas não perde a alegria de viver.

A família de Cássia tenta evitar que ela deixe de enxergar de vez com uma campanha para arrecadar recursos para garantir a cirurgia.

Quem sabe um médico gentil possa abrir mão da parte que lhe tocaria numa cirurgia dessas né?

Devolver a visão a uma menina da zona rural de 26 anos…

Quem puder ajudar, eis a campanha:

18 de maio de 2020 às 0:23

Salesiano reduz mensalidade de junho em 20% [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Os Colégios Salesiano São José (Ribeira) e Dom Bosco (Nova Parnamirim), comunicaram aos pais dos alunos a redução de 20% das mensalidade do mês de junho.

“Vivemos uma crise global sem precedentes na história recente da humanidade, a população brasileira está enfrentando muitos desafios decorrentes da Pandemia/Covid-19, um deles é o complexo contexto econômico. O momento exige esforços de todos para trilharmos os melhores caminhos e ampararmos as famílias e os demais membros da comunidade educativa Salesiana, objetivando superar, exitosamente, este momento de crise, provocado pelo Covid-19”, diz o comunicado da escola.

17 de maio de 2020 às 23:47

Em artigo na Tribuna do Norte, prefeito Álvaro Dias faz balanço das ações do município no combate ao coronavírus [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do prefeito de Natal, Álvaro Dias, artigo no jornal Tribuna do Norte:

Combateremos sem trégua

Álvaro Dias

Prefeito de Natal

A pandemia do Coronavírus se transformou no maior desafio que qualquer gestor poderia enfrentar. Aqui em Natal não medimos esforços em defesa da saúde do natalense e temos dedicado toda a atenção e todo o foco às ações que estão ao nosso alcance no combate à doença e suas repercussões na área sanitária e econômica.

Por isso mesmo, registro com renovada esperança a abertura do nosso Hospital de Campanha Municipal, mais uma ferramenta da administração municipal que se junta a uma serie de medidas que já adotamos.

Ao longo desse doloroso processo que já ceifou tantas vidas, a Prefeitura tem buscado atuar prioritariamente em duas frentes. De um lado, reforçando equipes, contratando pessoal, chamando concursados, de outro adquirindo equipamentos e abrindo novos leitos na rede pública.

Ao mesmo tempo, atua na assistência aos mais vulneráveis na sociedade, seja acolhendo moradores em situação de rua, seja distribuindo alimentos com grupos e comunidades que ficaram praticamente sem renda em função da necessária redução das atividades econômicas e das medidas de restrição a atividades que impliquem em aglomeração de pessoas.

Assim é que convocamos 193 profissionais aprovados em concurso para trabalharem na área de saúde e outros 192 para atuarem na assistência social, profissionais de nível superior e médio. A eles, somam-se outros tantos que serão convocados para trabalhar de forma temporária no Hospital de Campanha, no Hospital Municipal, no Hospital dos Pescadores e na unidade de Urgência Pediátrica Sandra Celeste, todos para o atendimento a pacientes acometidos pela Covid 19.

Também determinamos horário estendido em 10 unidades básicas de saúde e beneficiamos 58 mil alunos da rede municipal de 146 escolas e centros de educação infantil para garantir suprimento alimentar às crianças e suas famílias.

Nas 20 feiras livres da cidade, reforçamos a higiene com lavatórios móveis, que incluem sabonete líquido e toalhas de papel. Também atuamos na distribuição de máscaras, que tornamos obrigatórias por decreto, na fiscalização do funcionamento do comércio e na higienizaçâo de terminais e pontos de grande afluxo de pessoas e ainda colocamos nossos agentes públicos para colaborar na organização das enormes filas que se formaram para obtenção do auxílio emergencial pago pelo governo federal.

Pesquisa Radar avalia nossa luta contra o vírus com aprovação de 75% da população. Bom saber que há um reconhecimento da maioria da população. Mas não vamos nos acomodar. Afinal, nosso propósito é um combate sem trégua essa ameaça nefasta. Por isso mesmo, cabe um alerta.

Nosso Hospital de Campanha foi estruturado somente para pacientes moderados ou graves da Covid-19 encaminhados pelas unidades municipais de saúde. Não é aberto à demanda espontânea, mas ainda sofre com a dificuldade na aquisição de equipamentos, principalmente respiradores, aliás um problema mundial.

Mas parte do que foi comprado já está disponível, inclusive um tomógrafo, e aparelhos de raio X fixo e móvel.

Agora aguardamos a chegada de mais equipamentos para colocar as 20 UTIs para lá previstas efetivamente em funcionamento.

Temos recebido recursos federais e importantes doações de empresas, da Justiça do Trabalho e de pessoas anónimas e esperamos contar com a parceria do governo estadual. Esta e a hora da união. Estamos numa fase difícil na disseminação do vírus, por isso mesmo conclamo a todos a manter ao máximo o isolamento social, seguir as regras de higiene com as mãos e o uso das mascaras. Juntos, venceremos. Acredite!

17 de maio de 2020 às 18:44

Deputado-médico Getúlio Rêgo rebate áudio atribuído a ele, diz que não passa receita para covid e recomenda o isolamento social como ‘medida mais eficaz’ [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Um áudio de uma pessoa – médico pela forma que fala – receitando medicamentos para covid, foi espalhado em grupos de whats app como sendo o deutado Getúlio Rêgo.

O deputado é médico, mas a voz do áudio, comprovadamente, não é a dele.

Neste domingo Getúlio emitiu nota de esclarecimento:

Bom dia, amigos!

Está circulando um áudio atribuído a mim, na rede social WhatsApp, sobre um possível tratamento do novo coronavírus.

É FAKE!

A voz não é a minha e eu jamais prescreveria, de forma irresponsável e genérica, um tratamento específico para um vírus nebuloso, que não sabemos muito bem como se comporta.

O grande desafio dos cientistas do mundo é encontrar a cura para o coronavírus, mas não existe receita pronta ou resposta rápida.

Até o momento, não há vacinas ou medicamentos específicos para a COVID-19. Os tratamentos estão sendo investigados e serão testados por meio de estudos clínicos.

O isolamento social é a medida mais eficaz para conter o avanço do coronavírus, sobretudo neste momento em que as projeções matemáticas nos transparecem uma curva ascendente da doença.

Sejamos conscientes e responsáveis!

Grande abraço,

Getúlio Rêgo.

17 de maio de 2020 às 17:06

Ex-deputado Henrique Alves entra com ação na justiça contra o filho [14] Comentários | Deixe seu comentário.

Em plena pandemia do coronavírus, quando profissionais da Saúde estão sendo homenageados e apontados como heróis em todo o mundo, um estudante de Medicina, aprovado em duas faculdades de São Paulo em 2019, recebeu a desomenagem… do próprio pai.

No espaço público do twitter, o ex-deputado Henrique Alves clama pelo reconhecimento aos profissionais de saúde.

Na vida privada, o ex-deputado entra com ação contra o filho caçula, estudante de Medicina, Pedro Henrique Alves.

Neste domingo, em casa, em São Paulo, o filho de Henrique com a ex-mulher Priscila Gimenez, recebeu a visita de um oficial de justiça, com um documento dando direito a Pedro contestar a ação de revisão de alimentos impetrada pelo pai Henrique Alves, assinada pelo advogado Esequias Pegado e acatada por uma juíza, que tramita em segredo de justiça.

Em 2017, na justiça do Rio Grande do Norte, a ex-mulher de Henrique entrou com ação de alimentos, e depois em São Paulo com pedido de revisão.

À época o ex-presidente da Câmara Federal havia deixado de pagar a pensão.

Mesmo preso mantinha aposentadoria integral como deputado federal com 11 mandatos e a sociedade na afiliada da TV Globo, como detentor de 21% das ações.

Sem conclusão na justiça, sem pagamento de pensão alimentícia ao filho caçula, sem ter pago escola, mas agora, mesmo com atrasos, pagando faculdade, Henrique entrou com pedido de revisão de alimentos contra o filho, que por ter atingido maioridade, foi o alvo da ação.

E não mais a mãe.

Mas a ação não é de agora. Foi impetrada há mais de dois anos.

17 de maio de 2020 às 4:29

Folha: Braço direito de Bolsonaro na campanha, suplente do senador Flávio e pré-candidato a governador do Rio, Paulo Marinho revela bastidores do caso Queiroz [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Folha traz na edição deste domingo uma certeza: o empresário Paulo Marinho, ex-amigo de Jair Bolsonaro, quer ser senador.

Pré-candidato a prefeito do Rio de Janeiro, Marinho é suplente do senador Flávio Bolsonaro e entendeu que o titular do cargo, encalacrado até a tampa no ‘Caso Queiroz’, não tem condição de seguir com o mandato.

A reportagem de capa da Folha revela bastidores do Caso Queiroz como o desespero de Flávio Bolsonaro, o vazamento da Polícia Federal sobre operação que aconteceria, as providências de Bolsonaro para deixar Queiroz sozinho no caso e livrar o filho Flávio, a preocupação de Flávio com sua defesa, o “Não” dado por um advogado criminal a Queiroz…

E mais: a bomba guardada dentro de um telefone do ex-ministro Gustavo Bebianno, rompido com Bolsonaro no primeiro mês do Governo, que estaria nas mãos de uma pessoa nos Estados Unidos, como teria afirmado Bebianno antes de morrer… “de decepção”, segundo Paulo Marinho.

Segue a reportagem, com a ilustração da capa e da primeira página interna da reportagem:

Capa da Folha deste domingo

Mônica Bergamo
SÃO PAULO
O empresário Paulo Marinho, 68, foi um dos mais importantes e próximos apoiadores de Jair Bolsonaro na campanha presidencial de 2018. Ele não apenas cedeu sua casa no Rio de Janeiro para a estrutura de campanha do então deputado federal, que ainda hoje chama de “capitão”, como foi candidato a suplente na chapa do filho dele, Flávio Bolsonaro, que concorria ao Senado. Os dois foram eleitos.

Em dezembro daquele ano, com Jair Bolsonaro já vitorioso e prestes a assumir o comando do país, Flávio procurou Paulo Marinho. Estava “absolutamente transtornado”, segundo o empresário. Buscava a indicação de um advogado criminal.

O escândalo de Fabrício Queiroz, funcionário de Flávio no seu gabinete de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio, não saía das manchetes. Havia acusações de “rachadinhas” e de desvio de dinheiro público. O senador recém-eleito temia as consequências para o futuro governo do pai —e precisava se defender.

ua casa no Rio de Janeiro para a estrutura de campanha do então deputado federal, que ainda hoje chama de “capitão”, como foi candidato a suplente na chapa do filho dele, Flávio Bolsonaro, que concorria ao Senado. Os dois foram eleitos.

Em dezembro daquele ano, com Jair Bolsonaro já vitorioso e prestes a assumir o comando do país, Flávio procurou Paulo Marinho. Estava “absolutamente transtornado”, segundo o empresário. Buscava a indicação de um advogado criminal.

O escândalo de Fabrício Queiroz, funcionário de Flávio no seu gabinete de deputado estadual na Assembleia Legislativa do Rio, não saía das manchetes. Havia acusações de “rachadinhas” e de desvio de dinheiro público.

O senador recém-eleito temia as consequências para o futuro governo do pai —e precisava se defender.

As revelações que Marinho diz ter ouvido do filho do presidente nesse encontro são bombásticas: segundo ele, Flávio disse que soube com antecedência que a Operação Furna da Onça, que atingiu Queiroz, seria deflagrada.

Foi avisado da existência dela entre o primeiro e o segundo turnos das eleições, por um delegado da Polícia Federal que era simpatizante da candidatura de Jair Bolsonaro.

Mais: os policiais teriam segurado a operação, então sigilosa, para que ela não ocorresse no meio do segundo turno, prejudicando assim a candidatura de Bolsonaro.

O delegado-informante teria aconselhado ainda Flávio a demitir Fabrício Queiroz e a filha dele, que trabalhava no gabinete de deputado federal de Jair Bolsonaro em Brasília.

Os dois, de fato, foram exonerados naquele período —mais precisamente, no dia 15 de outubro de 2018.

Queiroz estava sumido em dezembro. Mas, segundo Marinho, o senador Flávio Bolsonaro mantinha interlocução indireta com ele por meio de um advogado de seu gabinete.

*

Nesta entrevista, Marinho, que é pré-candidato a prefeito do Rio de Janeiro pelo PSDB, começa falando da cidade que pretende governar, dos planos para a campanha presidencial de João Doria em 2022 —e por fim detalha os encontros com Flávio Bolsonaro.

Segundo ele, as conversas podem “explicar” o interesse de Bolsonaro em controlar a Superintendência da Polícia Federal no Rio, causa primeira dos atritos que culminaram na saída de Sergio Moro do Ministério da Justiça.

Como está a sua candidatura a prefeito do Rio?

Ser candidato nunca esteve nos meus planos. Quando assumi a presidência do PSDB no Rio, há um ano, fui orientado pelo [governador de SP, João] Doria a trazer jovens e mulheres para o partido, que é inexpressivo no estado a ponto de não ter conseguido eleger um único deputado federal em 2018.

Fui buscar a Mariana Ribas, ex-ministra interina da Cultura no governo do Michel Temer, ex-secretária de Cultura do Rio. Ela tem 34 anos de idade, é jovem, bonita, se encaixava no perfil que o governador [Doria] indicava. Ela topou. Mas, por motivos pessoais, desistiu.

O nome que aparecia naturalmente para substituí-la era o do Gustavo Bebianno, ex-ministro de [Jair] Bolsonaro, meu amigo fraterno e pessoa de absoluta confiança.

Bebianno começou a trabalhar como pré-candidato. Uma semana depois da indicação, teve um infarto fulminante e morreu, aos 54 anos. Para mim, foi uma tragédia pessoal. Perdi um irmão. Para o partido, foi irreparável.

Dias depois, o Doria me convidou para ser candidato. Aceitei o desafio.

Vou trabalhar para encontrar um campo político de aliados que deem ao eleitor uma opção que não seja a de votar no menos pior. Os eleitores do Rio têm se acostumado a isso. E é isso o que eu quero combater.

Quem ganhar a eleição no fim do ano pegará uma cidade arrasada, pela crise econômica e pela pandemia. O que poderia ser feito?

O Rio já enfrentava um quadro de dificuldades imensas, que a pandemia agravou. Já havia aumento de trabalhos informais, desemprego, falta de projeto político e econômico. A cidade está à beira do abismo.

Quem disser que pode planejar algo para 2021 cometerá uma leviandade com o eleitor.

A prefeitura tem duas receitas sólidas: o ISS, ligado à atividade econômica, que parou, e o IPTU. Haverá uma inadimplência enorme em janeiro [mês de cobrança do tributo]. Que governo terá coragem de executar a dívida e tomar o imóvel de uma pessoa que não pagou IPTU em uma situação de pandemia? Essa inadimplência terá que ser tolerada.

O momento não é para ginasiano. É para pessoas que tenham experiência empresarial, como eu tenho, no mercado financeiro, de comunicação. Eu trabalho desde os 14 anos. Tenho contatos com todo o mundo e capacidade de articular todas as pessoas de bem para se juntarem em torno de um projeto de salvação da cidade.

O PSDB do Rio vai ser uma plataforma para a candidatura presidencial de Doria em 2022. Ela é viável? O governo Bolsonaro está com os dias contados?

A minha motivação ao aceitar assumir a presidência do PSDB no Rio foi a minha convicção de que o Brasil precisa eleger um próximo presidente com as qualidades do Doria.

E o governo Bolsonaro?

Eu não sei fazer essa futurologia em relação ao governo Bolsonaro. Mas estamos praticamente no meio do mandato e até aqui não aconteceu absolutamente nada. Foram dois anos perdidos. Toda sorte que ele teve na campanha eleitoral, foi o contrário no governo. Um governante pegar uma pandemia no meio de um mandato, que vai retrair a economia em 6%, 8%, é inimaginável.

O capitão não tem capacidade pessoal de gerir um país em condições normais. E muito menos no meio de uma loucura como essa que nós estamos vivendo. Então, são duas as alternativas: ou vamos viver crise atrás de crise ou alguma coisa vai acontecer contra ele, [consequência] de algum crime de responsabilidade que possa praticar ao longo desta crise. E o resto vai ser essa loucura.

E na campanha já não dava para perceber isso?

A primeira coisa que percebi é que não se tratava de um mito. Outras pessoas do núcleo duro achavam isso. O Gustavo [Bebianno] mesmo tinha pelo capitão uma admiração. Achava que ele era um estadista, um líder, o homem que iria colocar o Brasil em outro patamar.

Eu olhava o capitão, com aquele jeito tosco dele, e algumas coisas me chamavam a atenção. Por exemplo: ele era incapaz de agradecer às pessoas. Chegava uma empregada minha, servia a ele um café, um assistente entregava um papel, e ele nunca dizia um obrigado. Eu nunca ouvi, durante o ano e meio em que convivi, ele expressar a palavra obrigado a alguém.

Um gesto mínimo. Pode não parecer nada, mas demonstra uma faceta da personalidade dele. Será que é uma pessoa apenas de maus hábitos, que não tem educação?

As piadas eram sempre homofóbicas. Os asseclas riam, mas elas não tinham nenhuma graça. E, no final, ele realmente despreza o ser feminino. Tratava as mulheres como um ser inferior.

Não tinha uma mulher na campanha dele. Nunca houve. A única, à distância, foi a Joice [Hasselmann, deputada federal], que ficava em São Paulo. Não tinha mulher na campanha dele, só homem.

Ele gostava mesmo era de conversar com os seguranças dele. Policiais militares, batedores. Ele se sentia em casa, ficava horas conversando, contando piada.

Gustavo Bebianno era visto como uma espécie de homem-bomba que morreu guardando muitos segredos. Ele tinha de fato um dossiê sobre Bolsonaro?

O Gustavo tinha um telefone celular por meio do qual interagiu durante toda a campanha [presidencial de 2018] e a transição de governo com o capitão. Eles se falavam muito por WhatsApp. O capitão adorava mandar mensagens gravadas para ele.

O Gustavo tinha esse conteúdo imenso [de mensagens], na mais alta intimidade que você pode imaginar. Eram conversas íntimas que provavelmente deviam ter revelações interessantes.

Um dia, num ato de raiva pela demissão injusta que sofreu, tratado como se tivesse sido um traidor quando foi o que mais fez pelo capitão, ele deletou grande parte desse conteúdo. E deixou esse telefone com uma pessoa nos Estados Unidos.

Depois parece que ele resgatou de novo o conteúdo. Ele ficou muito marcado pela demissão, com muito desgosto, melancolia. Ele morreu de decepção, de tristeza mesmo. Mas ele não era homem-bomba. Não tinha nada que pudesse tirar o capitão do governo por algo do passado.

Onde está o telefone?

Eu não sei onde está, para te dizer a verdade. Está com alguém. Eu não sei com quem.

O senhor já disse que ele tinha preocupação com os rumos do governo Bolsonaro.

Imensa. Ele dizia: ‘O capitão vai se enfraquecer de tal maneira que só vai ter a saída do golpe para se manter no poder. E ele é louco para fazer o golpe’. Ele tinha certeza que isso ia acontecer.

Por que o senhor acha que há tanto interesse de Bolsonaro na Superintendência da Policia Federal do Rio de Janeiro?

Eu não sei responder exatamente. Mas eu me recordo de um episódio que aconteceu antes de ele [Bolsonaro] assumir o governo que talvez ilustre um pouco melhor essa questão.

Eu vou te contar uma história que nunca revelei antes porque não tinha razão para falar disso. Eu tenho até datas anotadas e vou ser bem preciso no relato que vou fazer, porque talvez ele explique a sua pergunta.

Quando terminou o segundo turno da eleição [em 28 de outubro], o capitão Bolsonaro fez a primeira reunião de seu futuro ministério em minha casa [no Rio]. Estavam o vice-presidente Hamilton Mourão, o Onyx Lorenzoni [futuro ministro da Casa Civil], o Paulo Guedes [Economia], o Bebianno e o coronel [Miguel Angelo] Braga [Grillo], para discutir o desenho dos ministérios do futuro governo. Ela começou às 9h e terminou às 17h. Foi o último dia que vi o capitão Bolsonaro.

Nunca mais estive com ele.

No dia 12 de dezembro, uma quarta-feira, me liga o senador Flávio Bolsonaro [filho do presidente] me dizendo que queria falar comigo, por sugestão do pai.

A Operação Furna da Onça [que investigava desvio de recursos públicos da Assembleia Legislativa do Rio] já tinha sido detonada e trazido à tona o episódio do [Fabrício] Queiroz [que tinha trabalhado no gabinete de Flávio na Assembleia e é acusado de integrar o esquema].

Flávio estava sendo bombardeado pela mídia. O Queiroz estava sumido.

Ele me disse: ‘Gostaria que você me indicasse um advogado criminalista’. E combinamos de ele vir à minha casa às 8h do dia seguinte, uma quinta-feira, 13 de dezembro.

Passei a mão no telefone e liguei para o advogado Antônio Pitombo, de São Paulo, indicado por mim para defender o capitão no processo da [deputada] Maria do Rosário no STF [Supremo Tribunal Federal].

E ele me indicou um advogado de confiança, Christiano Fragoso, aqui do Rio.

No dia seguinte, quinta-feira, 13, às 8h30, chegam na minha casa Flávio Bolsonaro e o advogado Victor Alves, que trabalha até hoje no gabinete do Flávio, é advogado de confiança dele. Estávamos eu, Christiano Fragoso, Victor e Flávio Bolsonaro. Flávio começa a nos relatar o episódio Queiroz. Ele estava absolutamente transtornado.

E esse advogado, Victor, dizendo ao advogado Christiano que tinha conversado com o Queiroz na véspera e que o Queiroz tinha dado a ele acesso às contas bancárias para ele checar as acusações que pesavam contra o Queiroz.

E o que ele disse que as contas mostravam?

O Victor estava absolutamente impressionado com a loucura do Queiroz, que tinha feito uma movimentação bancária de valores absolutamente incompatíveis com tudo o que ele poderia imaginar.

Já o Flávio estava ali lamentando a quebra de confiança do Queiroz em relação a ele. Dizia que tudo aquilo tinha sido uma grande traição, que se sentia muito decepcionado e preocupado com o que esse episódio poderia causar ao governo do pai.

Ele chegou até a ficar emocionado, a lacrimejar.

E Flávio então nos conta a seguinte história: uma semana depois do primeiro turno, o ex-coronel [Miguel] Braga, atual chefe de gabinete dele no Senado, tinha recebido o telefonema de um delegado da Polícia Federal do Rio de Janeiro, dizendo que tinha um assunto do interesse dele, Flávio, e que ele gostaria de falar com o senador.

O Braga disse: ‘Ele está muito ocupado e não costuma atender quem não conhece’.

Estou te contando a narrativa do Flávio e do advogado Victor para nós, Paulo Marinho e Christiano, do outro lado da mesa. O senador contou que disse ao coronel Braga que se encontrasse com essa pessoa [o delegado] para saber do que se tratava. Estava curioso.

E aí marcaram um encontro com esse delegado na porta da Superintendência da Polícia Federal, na praça Mauá, no Rio de Janeiro.

E quem teria ido a esse encontro?

O coronel Braga, o advogado Victor e, sempre segundo o que eles me contaram, a Val [Meliga], da confiança do Flávio e irmã de dois milicianos que foram presos [na Operação Quatro Elementos].

Eles foram para a porta da Polícia Federal. O delegado tinha dito [ao coronel Braga]: ‘Você vai ver. Quando chegarem, me liga que eu vou sair de dentro do prédio da Polícia Federal’.

O delegado saiu de dentro da superintendência. Na calçada —eu estou contando o que eles me relataram—, o delegado falou: ‘Vai ser deflagrada a Operação Furna da Onça, que vai atingir em cheio a Assembleia Legislativa do Rio. E essa operação vai alcançar algumas pessoas do gabinete do Flávio [o filho do presidente era deputado estadual na época]. Uma delas é o Queiroz e a outra é a filha do Queiroz [Nathalia], que trabalha no gabinete do Jair Bolsonaro [que ainda era deputado federal] em Brasília’.

O delegado então disse, segundo eles: ‘Eu sugiro que vocês tomem providências. Eu sou eleitor, adepto, simpatizante da campanha [de Jair Bolsonaro], e nós vamos segurar essa operação para não detoná-la agora, durante o segundo turno, porque isso pode atrapalhar o resultado da eleição [presidencial]’.
Foram embora, agradeceram. Estou contando o que [Flávio Bolsonaro] me falou.

E o que aconteceu depois?

Ele [Flávio] comunicou ao pai [Jair Bolsonaro] o episódio e o pai pediu que demitisse o Queiroz naquele mesmo dia e a filha do Queiroz também. E assim foi feito.

[Fabrício Queiroz foi exonerado no dia 15 de outubro de 2018 do cargo de assessor parlamentar que exercia no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa. A filha dele, Nathalia Melo de Queiroz, foi exonerada no mesmo dia 15 do cargo em comissão de secretário parlamentar no gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro].

Vida que segue. O capitão ganha a eleição [no dia 28 de outubro]. Maravilhoso. No dia 8 de novembro é detonada a Operação Furna da Onça, com toda a pompa e circunstância. Começa o episódio Queiroz.

Flávio contou essa história no dia 13 de dezembro de 2018. Como o senhor e o advogado Christiano Fragoso reagiram?

Eu falei [para Flávio]: ‘Está aqui o advogado Christiano Fragoso, recomendado pelo Pitombo, que vai te orientar. Até porque você está com a sua consciência tranquila e não tem o que temer. O que houve foi quebra de confiança do Queiroz em relação a você’.

O Christiano virou-se para o Flávio e disse: ‘Quem precisa de um advogado é o Queiroz’.

E Flávio tinha contato com o Queiroz?

O Flávio disse: ‘Eu não estou mais falando com o Queiroz. Não o atendo mais até para que amanhã ninguém me acuse de que estou orientando o Queiroz nos depoimentos. Quem está falando com o Queiroz é o Victor [advogado amigo da família e que estava na reunião com Paulo Marinho]’. [Na época, a família Bolsonaro dizia não ter contato com Queiroz.]

O Christiano disse: ‘Precisamos arrumar um advogado que sirva ao Queiroz. Não posso ser esse advogado. Até porque sou de uma banca, nós somos top, o Queiroz não teria condições [de contratá-lo], né?’. E ele indicou o advogado Ralph Hage Vianna, que até então eu não conhecia, para representar o Queiroz.

Na mesma quinta-feira, o Queiroz vai ao encontro desse advogado indicado pelo Christiano. E vai acompanhado pelo Victor [o advogado do gabinete de Flávio]. E eu viajei para São Paulo.

O presidente foi informado dessa reunião?

Quando ela terminou, eu liguei para o Gustavo Bebianno e relatei tudo o que ouvi. Ele estava em Brasília, no escritório da transição de governo. Eu disse que era melhor ele contar tudo o que estava acontecendo para o presidente. E assim foi feito.

E o que aconteceu depois?

Eu vou para São Paulo. Como o Antônio Pitombo estava em SP, eu disse: ‘Pitombo, é importante a gente ter uma outra reunião para tratar desse assunto, entender o que está acontecendo e não deixar o negócio desandar’.

Chamei para São Paulo o Victor, advogado do Flávio, que estava tendo contato com o Queiroz, o Ralph Hage Vianna, que se reuniu com o Queiroz, e o Gustavo Bebianno.

Eu estava hospedado no hotel Emiliano e reservei uma sala de reunião. Às 14h30 do dia 14, uma sexta-feira, estavam lá o Victor, o Ralph, o Pitombo, eu e o Gustavo Bebianno.

Os advogados conversaram o tempo todo sobre como foi a conversa do advogado Ralph com o Queiroz, as estratégias, as preocupações.

Na terça-feira seguinte, 18, ocorreu a cerimônia da nossa diplomação —Flávio como senador, e eu suplente dele. Sentamos lado a lado. E ele me disse que precisava conversar.

Eu ia almoçar no restaurante Esplanada Grill, em Ipanema. Combinamos de ele passar lá. Às 13h30, ele apareceu no restaurante e disse: ‘Paulo, eu conversei com o meu pai e ele decidiu que nós vamos montar um outro esquema jurídico, que será comandado por um outro advogado”.

Eu respondi: ‘Flávio, não tem problema, eu desarticulo tudo o que estava articulado. Desejo boa sorte. Se precisar de mim, estou à disposição, como sempre estive’. Um abraço e vida que segue.

Desde então, só fui rever o Flávio no dia em que depus na CPMI das Fake News [em dezembro]. Fui ao plenário do Senado e ele estava lá. Eu o cumprimentei cordialmente, e ele a mim. Nunca mais estive com ele. E isso é tudo.

17 de maio de 2020 às 1:51

Vice Mourão e a mulher Paula fizeram teste de Covid e deverão apresentar os resultados na segunda-feira [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E assim o vice-presidente Hamilton Mourão vai ganhando a credibilidade que o presidente bolsonaro não tem…

Mourão e a mulher Paula estão em isolamento no Palácio do Jaburu, residência oficial da vice-presidência, aguardando o resultado do teste de Covid que os dois fizeram, depois que o vice de Bolsonaro teve contato com um servidor do governo que em seguida recebeu o teste positivo.

A vice-presidência já informou que Mourão não vai trabalhar na 2ª feira, data prevista para receber o resultado ro teste feito neste sábado.

Mourão deverá mostrar o resultado dos exames.

16 de maio de 2020 às 23:35

Em artigo na Tribuna do Norte, governadora Fátima faz apelo à população e pede união de todos para evitar mortes por covid no Rio Grande do Norte [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da governadora Fátima Bezerra, em artigo publicado na edição deste domingo do jornal Tribuna do Norte:

União para garantir a vida

Fátima Bezerra

Governadora do RN

A etimologia do termo pandemia diz: todo o povo. E o que vivemos nessa crise que afeta a humanidade, que já matou centenas de milhares de pessoas e impactou, mesmo que temporariamente, a economia mundial. Crise de dimensão sanitária, econômica e social, que em nosso país se soma a uma crise política e institucional. Infelizmente, o Brasil parece estar se tornando o novo epicentro da pandemia.

Temos figurado entre os países com maior quantidade de casos da Covid 19, mesmo sendo um dos países com menor volume de testagem, o que indica que os números reais são muito superiores aos apresentados.

A saída de dois ministros da saúde, em plena pandemia, escancara a falta de um comando único por parte do Governo Federal e um programa consistente de combate à Covid que, em parceria com os estados e os municípios, se voltaria para a aquisição de respiradores e EPIs, mais testes, habilitação de leitos de UTI, entre outras ações necessárias para esse enfrentamento.

Enquanto Governo do Estado, temos nos empenhado em enfrentar essa situação de forma séria, científica, equilibrada e ordenada. Dialogando com os vários segmentos da sociedade, em integração com os demais Poderes, temos adotado as medidas de restrição que nos orienta a ciência. Ao mesmo tempo, batalhamos dia a dia para a ampliação de leitos.

Mesmo em meio a incomensuráveis dificuldades de aquisição de insumos já conseguimos ampliar nossa rede em mais 225 leitos, sendo 139 de UTI e 86 clínicos.

Sabemos que o distanciamento social exige o sacrifício de todos e traz implicações difíceis, às quais temos buscado mitigar com políticas de assistência social e de apoio às empresas, mas ele é o caminho mais rápido e seguro para que possamos preservar a vida, recuperar a nossa economia e o convívio social e familiar.

As consequências do não distanciamento, por sua vez, não podem ser remediadas.

Ficar em casa, nesse momento, é um dever cívico e de respeito pela vida. As medidas que tomamos desde o início foram decisivas para que não entrássemos em colapso, mas é fundamental que esses regramentos tenham o engajamento das pessoas.

De nada adiantam os decretos ou regramentos se não tivermos um bom nível de adesão às medidas. Os baixos índices de distanciamento social que temos registrado têm sido objeto de preocupação e análise por parte do comitê de especialistas e do governo.

Atualmente temos ações judiciais em trâmite aqui no estado contrárias e favoráveis ao lockdown (ou confinamento), que é a medida mais extrema de distanciamento. Neste caso é preciso esclarecer: este é um Governo que dialoga com todos os setores da sociedade. mas em se tratando de medidas restritivas ou de retomada das atividades, quem nos dá a linha é o nosso comitê científico, que é uma instância de decisão onde se encontra também a Secretaria de Estado da Saúde Pública.

Sabemos que a baixa adesão ao distanciamento pode acarretar uma aceleração na propagação da doença e pressionar o sistema de saúde público e privado do Estado acima de sua capacidade. Portanto, faço aqui mais um alerta e um apelo: para a fiscalização e o cumprimento das medidas de isolamento é imperativa a participação das Prefeituras para que façam aquilo que está na competência dos municípios. Queremos contar com as lideranças comunitárias, com as igrejas, com os parlamentares, com a imprensa, com os artistas, com todos que possam ajudar a convencer a população daquilo que é o mais efetivo no controle da pandemia: o isolamento. Precisamos de todos para enfrentar esse inimigo comum que nos ameaça. E então poderemos, juntos, tirar lições importantes da pandemia, acreditando firmemente que vamos superar a guerra contra o vírus e garantir aquilo que nós dispomos de mais sagrado: a vida!

16 de maio de 2020 às 22:23

Prefeito Álvaro Dias relata ações para combater efeitos da chuva em Natal e anuncia novo espaço para acolher moradores de rua durante a pandemia [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Sábado de trabalho dobrado na Prefeitura de Natal.

Além das ações sociais por causa da pandemia, a chuva da noite inteira que provocou alagamentos na capital.

Sobre a chuva, que segundo a previsão meteorológica continuará neste domingo, o prefeito Álvaro Dias anunciou a criação de um comitê de alerta composto por representantes de 5 Secretarias e a ampliação do efetivo da Defesa Civil.

Sobre a pandemia, o prefeito abriu mais um espaço para acolher moradores de rua.

16 de maio de 2020 às 21:01

Estilista neta do ex-governador Radir Pereira e sobrinha-neta de Nevaldo Rocha troca o mundo da moda pela solidariedade em São Paulo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A revista Veja dessa semana mostra na sua seção ‘Gente’ dessa semana, a nova missão da estilista Helô Rocha, que durante um tempo instalou na avenida Afonso Pena, em Natal, a loja da marca dela – Têca – que fez sucesso durante muito tempo, inclusive nas passarelas das semanas de moda do Brasil como a São Paulo Fashion Week.

A “potiguar” nascida no outro Rio Grande – o do Sul – é filha de Nelson Rocha, falecido quando ela era pequenininha, e da arquiteta Aldanisa Sá.

Helô era neta de Radir Pereira, ex-governador do Rio Grande do Norte. E o padrasto, Múcio Sá, ex-deputado federal.

Eis a publicação da Veja:

16 de maio de 2020 às 3:25

Empresário potiguar Flávio Rocha ainda não respondeu se vai declarar guerra ao governo de São Paulo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O empresário potiguar Flávio Rocha ainda não se pronunciou nas suas redes sociais sobre a reunião da quinta-feira com o presidente Jair Bolsonaro.

Por videoconferência com parte do PIB brasileiro, Bolsonaro sugeriu que eles declarassem guerra ao estado de São Paulo, como continuidade de uma guerra política que já foi travada entre ele e o governador João Dória.

Resta saber se Flávio, empresário que investe em São Paulo, vai declarar guerra ao maior estado brasileiro, ao estado que mais produz, e ao estado que sofre a maior crise como epicentro do coronavírus no Brasil.

Pelo menos nas redes, Flávio não se pronunciou.

Mas a declaração de apoio ao presidente Bolsonaro ele fez na semana, quando deixou o instituto Brasil 200, fundado por ele, e hoje presidido pelo seu sobrinho Gabriel Kanner.

No episódio da saída do ministro Sérgio Moro, Kanner se posicionou do lado de Moro.

Flávio deixou o Brasil 200.