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  • Jimmy Vitara
  • novembro 2014
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  • @thaisagalvao

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      • Grand Vitara

      Da Veja Online:

      “Dilma tem dois meses para mudar estilo de governar”

      Marcela Mattos

      Na primeira semana depois das eleições, o Congresso Nacional deu um claro recado à presidente reeleita Dilma Rousseff (PT): derrubou o decreto bolivariano que criava conselhos populares em órgão públicos, convocou ministros e a presidente da Petrobras, Graça Foster, para prestar esclarecimentos em comissões e ensaia desengavetar propostas que causam dor de cabeça ao Planalto, como o chamado Orçamento Impositivo.

      Para Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da Câmara dos Deputados, Dilma precisa saber “conversar e “compartilhar mais” já nos próximos dois meses, quando encerra seu primeiro mandato.

      “Não pode ser como vinha sendo: o PT escolhendo o que quisesse, principalmente os melhores ministérios, e deixando o resto para os outros. Não pode e não deve ser assim. A presidente Dilma tem dois meses para provar que as coisas não vão ser assim”, afirmou.

      Depois de onze mandatos na Câmara, Alves foi derrotado na disputa pelo governo do Rio Grande do Norte e ficará sem mandato em janeiro. Nos últimos dias, seu nome passou a figurar na bolsa de apostas do futuro ministério de Dilma, o que ele descarta. Mas, como reza o anedotário político de Brasília, quando se quer um cargo de ministro, o melhor a fazer é afirmar justamente o contrário – diz a máxima que, a partir daí, seu nome passará ser lembrado constantemente.

      Leia a entrevista ao site de VEJA.

      Como o senhor viu o apoio de Lula ao seu adversário Robinson Faria (PSD) na disputa ao governo do Rio Grande do Norte?
      Eu fui surpreendido. O Lula nunca tinha visto o Robinson na vida. Esqueceram de avisar que o Robinson que ele apoiou neste ano é o mesmo contra quem ele gravou em 2010. Se amanhã passar ao lado, acho que o Lula nem o reconhece mais. Enquanto eu era líder do PMDB, sempre que havia uma votação importante, o Lula me chamava para conversar e para negociar. Agora, ele grava uma entrevista em um formato de bate-papo elogiando o Robinson, dizendo que ele vai mudar o Rio Grande do Norte. Isso foi decisivo para a derrota, foram muitas inserções ao longo de vários dias.

      O senhor chegou a procurar o PT pedindo que as gravações não se repetissem no segundo turno?
      Eu procurei o Michel Temer, que na hora telefonou para o Lula pedindo para que não gravasse mais. Tudo bem que a chapa do Robinson estava com o PT para o Senado, mas no plano nacional eu estava com a Dilma. Depois que pedi para pararem, foi quando usaram as propagandas desbragadamente. O Lula não deve ter feito nenhum gesto para pararem de usar. O Temer também procurou o Rui Falcão, mas não adiantou. Ficou uma coisa muito constrangedora. O Lula ia lá toda hora e classificava o outro candidato como a mudança. Mas sou eu que o conheço, eu que o ajudei, que fui o seu parceiro.

      Então como fica a relação entre o PT e o senhor depois destas eleições?
      A Dilma teve outro comportamento. Eu disse que ela poderia ir lá no Estado que todos estaríamos ao lado dela. Mas também disse que ia entender se ela achasse melhor não ir, e ela realmente não foi. Não tenho nada a reclamar dela. Mas, com o Lula, eu vou fazer o quê? Tem de ter maturidade e experiência para virar essa página. Eu reconheço que a participação dele foi muito importante para o resultado eleitoral. Mas, com ressentimentos, ficamos menores. E eu não quero ficar menor com isso.

      A derrubada do decreto de Dilma foi um troco ao PT?
      Essa afirmativa é desinformação ou má-fé. Essa matéria aguardava votação há três meses. Eu decidi pautá-la, fiz um pronunciamento defendendo que o decreto era inconstitucional, tentei diversas vezes que o Aloizio Mercadante o retirasse e apresentasse um projeto de lei com urgência. O que nós queríamos era tirar a vinculação dos conselhos à Presidência da República. Toda votação que se abria, a oposição começava a obstruir enquanto não pautasse o decreto. Na hora que deu para ser votado, a obstrução do PT não teve efeito. Se já era meu desejo que ele fosse votado e derrubado e a pressão estava grande, não teve como ser diferente. A Câmara ia ficar em um impasse sem votar nada? Mas isso não tem nada a ver com situação nenhuma. Eu já falei com a Dilma, dei parabéns pela eleição, e ela sequer tocou neste assunto. A presidente ainda disse que na próxima semana, quando voltar de viagem, gostaria de falar comigo porque ia precisar muito da minha ajuda.

      O que o senhor acha que tem de mudar na relação entre Executivo e Legislativo no novo governo?
      A Dilma nunca foi parlamentar e nunca passou nesta Casa, como todos os outros presidentes passaram e sabem das tensões que temos aqui, da necessidade de dar respostas. Ela exerceu uma função gerencial e se tornou presidente da República. Eu acho que ela precisa conversar mais. Quando convencer, muito bem. Quando não, que seja convencida. Acho que ela vai partir para isso, para um modelo diferente do primeiro mandato. Até porque antes ela tinha um contexto eleitoral muito favorável, mas agora não, está dividido. E aqui, pelo radicalismo da campanha, é um prato cheio para o Aécio, porque as coisas vão se tornar ainda mais radicais. Mais do que nunca vai exigir a colaboração do PMDB e ela própria vai ter de conversar mais com o setor produtivo, com representantes empresariais, com o setor sindical e com parlamentares.

      Este ano foi marcado por tensões entre a bancada do PMDB e o Planalto. O que o Michel Temer disse sobre o novo governo depois da reeleição?
      Nada. Mas agora a situação é outra. Fora da janela do Palácio do Planalto há um país dividido. E tem que haver muito cuidado para que amanhã não haja uma crise. É preciso calçar a sandália da humildade. A Dilma, na reta final das eleições, quando precisou da ajuda do Nordeste, recorreu ao Lula. Até então quase não se via o Lula participar das eleições, ele estava mais focado na disputa de São Paulo. A Dilma tem de compartilhar mais, de participar mais. Não pode ser como vinha sendo, o PT escolhendo o que quisesse, principalmente os melhores ministérios, e deixando o resto para os outros. Não pode e não deve ser assim. A Dilma tem dois meses para provar que as coisas não vão ser assim.

      Qual o caminho natural para a presidência da Câmara?
      Antes uma aliança entre o PT e o PMDB era importante porque juntava muitos votos e quase conseguia maioria. Era um rodízio que se impunha por serem as duas grandes bancadas da Casa. Agora mudou a configuração e essas duas legendas não fazem 140 votos. O fato de elas se entenderem não é nenhuma garantia de que farão o presidente da Casa. Deve-se buscar o candidato que reflete o sentimento da Casa, da independência, que procure angariar apoio tanto da base quanto da oposição. Há, hoje, um PMDB que não votou em Dilma. Nessa configuração confusa e muito dividida, acho que o discurso vencedor vai ser de quem falar pelo Parlamento. Eu acho inevitável que o PMDB procure a todos, oposição e governo, e caracterize o discurso de Parlamento.
      Há hoje um nome alternativo ao Eduardo Cunha? Não. Ele é a indicação da bancada. O Eduardo tem credibilidade, é respeitado pelos parceiros, pelos adversários e cumpre acordos. É um nome muito forte.

      O senhor está na Câmara há 44 anos. Está preparado para não viver mais essa rotina?
      Preparadíssimo. Eu passei a minha vida inteira morando em hotel sozinho, passava dois ou três dias com a família e viajava. Imagine o que é pegar um avião toda terça e quinta ao longo de todo esse tempo. Agora eu estou preocupado com a minha qualidade de vida. Eu tenho uma empresa de comunicação e vou ficar no comando do PMDB do meu Estado. Continuo na política. Mas quero ter mais qualidade de vida, fazendo o que eu gosto.

      E a possibilidade de assumir algum ministério?
      Muitos querem que eu fique em Brasília. Há pressão nesse sentido pela experiência que eu tenho aqui. Eu poderia ficar fazendo um meio de campo entre o Michel Temer e o Eduardo Cunha. Mas a indicação que eu tenho agora é ter uma qualidade de vida melhor.

      Então o senhor descarta tornar-se ministro?
      Descarto. Qualquer ministério. Ministério é pior, porque a gente tem de estar aqui de segunda a sexta. A política sacrifica muito a família. Eu tenho dois filhos que quase não vejo. A gente começa a ver que o tempo está passando e está perdendo algumas oportunidades. Então há coisas que vêm pelo bem. Eu tenho um jornal, uma TV e vou ter participação política, mas vivendo com mais estabilidade.

      Quem poderia ser capaz de fazer esse meio campo e melhorar o diálogo com o Parlamento?
      O Jaques Wagner, ex-governador da Bahia, é uma boa pessoa. Ele é experiente, competente, malandro. Eu acho que ele vai para Relações Institucionais. A Dilma não pode mais correr riscos. O país está dividido.
      Por Reinaldo Azevedo

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      ENTREVISTA

      Passado o processo sucessório no Rio Grande do Norte, a eleição do vice-governador Robinson Faria, com maioria em todas as parciais do TRE, direcionou os holofotes para Mossoró.

      No segundo maior colégio eleitoral do Estado, Robinson teve uma votação recorde.

      Nos bastidores da campanha do eleito, pouca gente.

      Um candidato e um prefeito.

      O prefeito Francisco José Júnior foi o político com mandato em cima do carro de som de Robinson, e, principalmente, fora dele, fazendo campanha diariamente na cidade e na zona rural.

      Quem, além do prefeito teria fortalecido a campanha de Robinson?

      A governadora Rosalba Ciarlini?

      Hoje, em Natal, o Blog conversou com o prefeito sobre administração e política.

       

      Thaisa Galvão – Na disputa pelo governo do Estado, Robinson Faria, o vencedor. Em Mossoró, o prefeito Francisco José Júnior pode ser chamado de ‘o grande vencedor’?

      Francisco José Jr – Posso dizer que nós saímos bastante fortalecidos, com uma musculatura política muito fortalecida, porque a classe política mossoroense, toda, se voltou contra a minha administração. Aí agora a gente sai desse processo eleitoral com a presidente, com a senadora, e com o governador. Então isso vai dar um impulso ainda maior na nossa administração. O resultado das urnas de Mossoró deixou a cidade com uma expectativa muito boa, e nos deixou também, politicamente, muito fortalecidos, não só pelos 3, mas também pela eleição de Galeno, que foi um candidato que a gente trabalhou somente 40 dias e teve uma votação acima de um deputado estadual de Mossoró, que foi o deputado Leonardo. Mostrou que a nossa administração está sendo reconhecida pela população, e acredito que nosso grupo saiu muito fortalecido.

       

      Thaisa Galvão – No primeiro turno, Robinson teve uma maioria superior a 23 mil votos em Mossoró, e no segundo turno a maioria passou para 48 mil. O que aconteceu para essa maioria mais que dobrar?

      Francisco José Jr –Robinson quando começou a campanha, ele estava 20 pontos atrás de Henrique. Henrique toda vida que foi candidato a federal teve de 5 a 10 mil votos em Mossoró, e Robinson pra deputado estadual nunca passou de 100 votos na cidade, então era bastante desconhecido. Nós começamos a ir às ruas diariamente, mostrar o que Robinson fez na Assembleia, e dizer da importância dele ser governador pra cidade de Mossoró. Como eram 5 candidatos que nós trabalhávamos diariamente, a gente fez um trabalho dizendo ‘vote nos candidatos do prefeito’. Acredito que foi importante esse vínculo à nossa imagem, pra Robinson se tornar conhecido. Agora o voto livre do mossoroense, as lideranças comunitárias, a nossa própria bancada de vereadores, que nós temos 13, de 21, tudo isso, essa soma de esforços, deu essa virada no primeiro turno para 23 mil votos no primeiro turno. No segundo turno fizemos uma campanha ainda mais maciça, nós tínhamos uma greve na Saúde que acabou na última semana da eleição, eu acho que isso contribuiu, o apoio do segmento evangélico que nós recebemos…

       

      Thaisa Galvão – O grupo da governadora Rosalba Ciarlini diz que ela também deu apoio a Robinson no segundo turno. O que você diz?

      Francisco José Jr – A gente sabe que uma vitória tem vários pais e uma derrota ela á órfã. A governadora, ela foi vítima desse acordão, teve o direito ceifado de ser candidata à reeleição, no primeiro turno votou nulo e no segundo turno, no sábado, ela foi a Mossoró e bateu uma foto com o 55 na roupa. Acredito que ela e o grupo político dela devem ter votado em Robinson, e isso, eu não quero contestar a liderança de Rosalba, mas eu quero dizer que a governadora Rosalba externou o voto, ela não trabalhou para o candidato Robinson. Ela não fez discurso, ela não fez campanha pra Robinson, ela externou seu voto. Que foi importante, foi, que contribuiu, contribuiu sim, mas não dizer que foi por causa dela que houve essa maioria. Como disse, foi uma soma de fatores, e principalmente o voto livre da nossa cidade.

       

      Thaisa Galvão – O que se dizia era que o grupo dela trabalhava em silêncio…

      Francisco José Jr – Olhe, o grupo dela é o mesmo grupo do deputado Betinho Rosado. E o grupo dele trabalhou conosco no primeiro turno e ajudou para que a gente pudesse ter essa maioria de 23 mil votos. Então não foi porque a governadora, no sábado, véspera da eleição, disse que votaria em Robinson, que teve essa maioria. Nós tínhamos 200 pessoas diariamente nas ruas, visitando as casas, mostrando a importância dessa eleição para o contexto político, administrativo e econômico da cidade.

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      ENTREVISTA

      Hoje adversário da governadora Rosalba Ciarlini, o prefeito Francisco José Júnior divide o palanque do governador Robinson Faria, em Mossoró, com o deputado eleito Betinho Segundo.

      E os dois já demonstraram ter opiniões diferentes sobre a chuva de votos que Robinson teve no município.

      Estaria, com isso, o palanque de Robinson, já rachado, antes mesmo da diplomação do candidato?

      O prefeito Francisco José garante que não.

      E sobre o governo, não sabe ainda que pasta lhe será oferecida, mas tem certeza que vai colaborar com a gestão do governador aliado.

       

      Thaisa Galvão – O deputado eleito Betinho Rosado deu uma declaração atribuindo a ampliação da maioria de Robinson em Mossoró, à governadora Rosalba Ciarlini. Essa posição de Betinho pode significar um racha no grupo de Robinson em Mossoró?

      Francisco José Jr – Acredito que não, até porque Betinho, Betinho pai e Betinho filho, eles sabem que o maior advogado que ele teve pra coligação com o nosso governador fui eu. Se não fosse, e eu digo sem medo de errar, e eles sabem disso, que se não fosse o papel do prefeito de Mossoró, Betinho não tinha conseguido se coligar com o nosso governador. Houve resistência muito grande de partidos aliados (ele não disse, mas a resistência foi do PT), mas eu cheguei a dizer que me afastaria da campanha se não aceitassem a coligação. Eu sei da importância de termos um deputado federal na cidade, assim como Fábio Faria, teremos dois deputados para trabalhar pela cidade. Há um respeito e o próprio Betinho (pai), já disse que iria ajudar, agora no fim do mandato, com emendas para o próximo ano. Acho que são fatos que estão criando de um racha, mas de alguém já pensando em 2016. Agora eu não penso em 2016, foram 3 eleições em 45 meses e eu tô cansado de eleição e concentrado 100% na nossa administração e eu sei que terei uma grande ajuda de Betinho em Brasília.

       

      Thaisa Galvão – O prefeito de Mossoró vai indicar nomes para o Governo Robinson Faria?

      Francisco José Jr – Primeiro eu apoiei Robinson por convicção, por idealismo, por ser presidente do meu partido, por conhecer trabalho dele como presidente da Assembleia, ele foi um dos melhores presidentes da Assembleia. Então sei do seu compromisso, da sua competência, da sua honestidade, e sei que fará um grande governo. E sei também que, por ser amigo dele, por conviver cm ele durante 14 anos, eu como prefeito da cidade não vou precisar marcar audiência pra conversar com ele, e vou ter um aliado político em Mossoró. Agora pela importância política que foi Mossoró, que levou Robinson para o segundo turno, que deu a maior votação proporcional, a maior maioria, eu acredito que Robinson deverá consultar, até pela aprovação de nossa administração, consultar algum venha a compor seu secretariado. Meu apoio nunca foi condicionado a ele e eu nunca escutei, da boca dele, esse assunto.

       

      Thaisa Galvão – Você já teria algum nome? O nome do ex-deputado Francisco José pode ser um bom nome a ser indicado?

      Francisco José Jr – Poder, pode. Meu pai é enfermeiro, foi vereador, foi secretário de estado, vai depender da pasta que me for oferecida porque temos que se preocupar nesse governo com uma composição técnica assim como fiz em Mossoró onde 60% do secretariado é composto por servidores de carreira, outros foram indicados pela universidade e o sucesso da nossa gestão é justamente esse governo técnico. Acredito que ele pregou isso na campanha e fará um governo técnico.

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      ENTREVISTA

      Só em 2014, o prefeito de Mossoró enfrentou duas brigas de gigantes no município, e já está se preparando para mais uma.

      Para Francisco José Júnior, o momento é de focar na gestão e de transformar Mossoró, porém, com o olho num futuro próximo e no desejo de ir além dos dois anos e meio que lhe foram conferidos na eleição suplementar.

      Juridicamente, garante que não há nada que lhe impeça de disputar a reeleição.

       

      Thaisa Galvão – A eleição suplementar foi o primeiro embate do prefeito de Mossoró com os grandes grupos. Você enfrentou Sandra Rosado, Larissa Rosado, Garibaldi Filho, Henrique Alves, José Agripino. Na eleição estadual acrescente-se a estes nomes Fafá Rosado e Leonardo Nogueira. Nos dois casos os grandes grupos foram derrotados. O que está acontecendo?

      Francisco José Jr – O eleitor está mais exigente e reconhece, como está mais politizado e antenado, reconhece um trabalho sério.  A marca da nossa gestão vem sendo transparência, seriedade e eficiência. É a primeira vez que um prefeito de Mossoró faz uma auditoria na sua folha de pagamento, nós fizemos. Estamos fazendo um cadastramento biométrico e vamos implementar ponto eletrônico em toda a estrutura do Município. No nosso governo só vai receber salario quem trabalhar, só vai receber hora extra e plantão, quem der. Além disso estamos ampliando e reformando 18 escolas, abrimos uma nova Base Integrada Cidadã, temos três UPAs, em Natal são duas e nós temos três, e com um diferencial: temos serviço de ortopedia, plantão odontológico que as UPAs de Natal não tem. Obras que tiramos do papel, adormecidas desde 2007, tudo isso em pouco tempo. Então a população reconhece isso e a nossa boa avaliação foi fundamental para o sucesso dessas urnas. E essa classe política de Mossoró, que ainda tem mandatos, porque são deputados de Mossoró, estavam boicotando a nossa gestão. Aí a população deu o recado.

       

      Thaisa Galvão – A oposição ao seu nome em Mossoró costuma dizer que você teve sorte pois nunca passou de um vereador de 2 mil votos. Mas que tanta sorte é essa?

      Francisco José Jr – Deus ajuda a quem trabalha. Eu sou uma pessoa que tem muita fé e estou cumprindo uma missão, Não acredito só em sorte, acredito em trabalho. Porque como é que se explica, o deputado Galeno, por exemplo, de São Miguel, foi o nosso candidato no lugar do meu pai que acabou não sendo, foram 40 dias de campanha e o deputado tirou 12.300 votos. Tirou 3 mil votos a mais do que o deputado Leonardo Nogueira. Isso é sorte? Deixo essa interrogação. Como é que o deputado Fábio Faria que em outras eleições tirou 3 mil votos, agora tirou 12.400? Como é que Robinson, um simples desconhecido, deu essa virada? Se for sorte, quero continuar com essa sorte porque, graças a Deus, todos os nossos candidatos estão ganhando as eleições. Ontem mesmo tivemos a vitória do presidente da Câmara, do PSD, Jório Nogueira, e como eu disse, quem trabalha Deus ajuda, e quem está com Deus está com sorte.

       

      Thaisa Galvão – Você tem um vice do PT, Luís Carlos. O Planalto já deu sinais de que vai colaborar com sua gestão?

      Francisco José Jr – O governo federal já vinha ajudando nessa minha administração, era um parceiro que eu tinha forte. A deputada Fátima Bezerra vem me ajudando. Nós conseguimos 14 médicos do programa Mais Médicos, casas do Minha Casa Minha Vida, ambulância, carros para conselhos tutelares, tudo isso em pouco tempo. E agora com certeza vamos ter uma ajuda ainda maior, porque Fátima sai de deputada para Senado, tem muita força com o PT e o PT tem duas secretarias no nosso governo, tem o vice-prefeito, então é uma parceria que vem dando certo.

       

      Thaisa Galvão – Como está sua relação com os servidores? Você enfrentou a greve na Saúde e certamente não foi a última…

      Francisco José Jr – Melhor impossível. Ficamos arranhados por esse período, mas é porque estávamos analisando todos os impactos na folha de pagamento e esse plano de carreiras é de 2007. De lá pra cá ninguém fez nada, ninguém implantou. E nós atendemos 8 pontos cruciais do pleito da categoria e eles saíram felizes, muito motivados, e tenho certeza que a saúde será outra após essa greve. Nunca tive problema com servidor, também como presidente da Câmara, até porque só acredito em serviço público eficiente tendo um servidor reconhecido e motivado. Esse é nosso objetivo, reduzir a folha, com a biometria e o ponto eletrônico, para valorizar os servidores do Município.

       

      Thaisa Galvão – E o futuro de Francisco José Júnior, já está traçado? Vai pra reeleição?

      Francisco José Jr – As pessoas falam em sorte, pois eu tive sorte de, como presidente da Câmara, assumir a Prefeitura na interinidade, mas tive a competência e o dinamismo de transformar essa oportunidade em vitórias. E como sou de muita fé, Deus está no comando de tudo, e eu acredito nessa luz divina que está me iluminando e o futuro pertence a Ele. Estou preocupado agora em fazer a melhor administração que um prefeito já fez na cidade, e se isso vai credenciar para projetos futuros, quem vai dizer é o povo. Acredito que irei para reeleição porque é pouco tempo para trabalhar, quatro anos é pouco, imagine dois anos e meio. Acredito que precisarei de mais tempo para fazer as mudanças necessárias.

       

      Thaisa Galvão – Juridicamente, você pode tentar reeleição? Fala-se que este já éo seu segundo mandato.

      Francisco José Jr – Certeza que posso, até porque eu só tenho um diploma de prefeito proferido pelo TRE, e eu assumi de forma interina por determinação da Justiça Eleitoral que afastou a prefeita e se eu não assumisse que perderia meu mandato, teria que renunciar. E nós temos uma decisão do ministro Delgado, do TSE, afirmando que o presidente da Câmara assumindo um mandato tampão ele pode ir pra uma reeleição, assim como onze jurisprudências de Tribunais Regionais Eleitorais pelo país. Estamos bastante tranquilos e convictos que podemos ser candidato.

       

      Thaisa Galvão – Numa disputa pela reeleição, quem você vai enfrentar pela frente? Rosalba, Sandra Rosado, Larissa Rosado, Fafá Rosado…outra briga de gigantes em Mossoró…

      Francisco José Jr – Já foram duas brigas de gigantes. A primeira foi enfrentar a deputada Larissa, que saiu quase eleita da disputa com Cláudia Regina. Ela era a prefeita de fato e perdeu por uma diferença muito pequena, na reta final. E aí na suplementar ela tinha o reforço do PMDB mas nós conseguimos derrotar. E agora na estadual, além de toda a classe política, ainda teve o apoio de Cláudia e de Fafá e derrotamos novamente. Então a gente está tranquilo para enfrentar qualquer adversário. Não estamos preocupados com isso agora, mas qualquer que seja o adversário, se nossa administração estiver bem avaliada, e com certeza teremos também o apoio do governador Robinson Faria, então não estaremos mais sozinhos e acreditamos que chegaremos fortes numa reeleição.

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      Os eleitos de 2014

      31 de outubro de 2014 às 15:24 — Comente aqui

      Encontro fos eleitos de 2014, no almoço hoje em Natal: o governador eleito Robinson Faria (PSD), o prefeito de Mossoró, eleito em maio, Francisco José Jr (PSD) e o vice-governador eleito, Fábio Dantas (PCdoB).
      Na pauta, transição dos governos, onde Fábio será o coordenador, e formação do secretariado.

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      Será pelas mãos do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, que o governador eleito Robinson Faria vai ter sua primeira audiência com a presidente reeleita Dilma Rousseff (PT).
      A audiência articulada por Kassab está marcada para quarta-feira às 10 horas, no Palácio do Planalto, e reunirá no gabinete da presidente a cúpula do PSD no Rio Grande do Norte: Robinson, o prefeito de Mossoró Francisco José Júnior, o deputado federal Fábio Faria, os estaduais José Dias, Galeno Torquato e Disson Lisboa.
      Senadora eleita pelo PT aliado do PSD, a deputada federal Fátima Bezerra também integrará a comitiva pessedista.

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      Do site do TSE:

      TSE determina retorno de deputado estadual do RN ao cargo

      O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu, na sessão desta noite (30), liminar para o imediato retorno de Dibson Antônio Bezerra Nasser, eleito em 2010, ao cargo de deputado estadual no Rio Grande do Norte (RN). A liminar vigora até o julgamento de recurso especial pela Corte.
      Relator da ação cautelar apresentada por Dibson Bezerra, o ministro João Otávio de Noronha deferiu a liminar, por considerar que o candidato deve permanecer no cargo até que o TSE aprecie o recurso contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) contra o parlamentar. Por essa razão, o ministro suspendeu os efeitos do acórdão do Tribunal Regional.
      Na ação contra Dibson, um de seus correligionários foi acusado de supostamente conceder benefícios previdenciários no município de Areia Branca (RN), com a finalidade de obter votos para o candidato.
      Os ministros acompanharam o voto do relator por unanimidade.
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      Do Blog – A decisão do TSE volta a afastar o suplente José Adécio, que agora está mais tranquilo pois se elegeu para o mandato que começa em 2015.
      Coincidência ou não, Adécio é afastado após ter trocado de palanque no segundo turno das eleições.
      Apoiou o candidato Henrique Alves no primeiro turno e o governador eleito Robinson Faria no segundo.

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      • DNA Center

      Com presença dos sócios-diretores das construtoras Ritz Property, Luís Eduardo Fernandes, e G5, Sami Elali, acabou de ser firmada a parceria para grandes empreendimentos no Rio Grande do Norte.
      Já anunciados dois projetos: o relançamento do Hotel Pirâmide (em reforma) e o Ponta Negra, que será construído.
      Ambos terão a bandeira Mercure e farão parte da rede de hotéis Accor.
      O Pirâmide está sendo reformado e será entregue com roupagem moderna até abril de 2015.
      O lançamento da parceria aconteceu durante jantar no restaurante Abade, com participação de representantes do grupo Ritz em Natal, Londres e Singapura, e presença de um grupo de investidores asiáticos.
      As duas empresas passarão a operar em sistema de joint venture, funcionarão no mesmo endereço, mas terão gestões independentes.
      A joint venture será administrada por um Conselho formado por diretores das duas empresas, tendo o arquiteto Sami Elali como Chairman.
      Em breve será lançado o condomínio horizontal Majestic Village, em Cajupiranga, com lotes a partir de 200 metros quadrados.

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      Será enterrado amanhã o ex-vereador de Natal, Bernardo Gama.
      Ele morreu hoje e o corpo está começando a ser velado no Morada da Paz da rua São José.
      Há poucos dias o ex-vereador sofreu um AVC, mas há algum tempo vinha sofrendo os efeitos da diabetes.

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      Na cerimônia de comemoração pelos 125 anos da Imprensa Oficial no Rio Grande do Norte, quando recebeu o Selo Comemorativo, a governadora Rosalba Ciarlini prestou contas de sua gestão.

      Declaração que certamente animará o seu vice e sucessor, Robinson Faria:

       

      "Tenho a alegria de dizer que o próximo governo irá encontrar o Estado bem melhor do que encontrei".

       

      Rosalba lembrou a reportagem recente da Folha de S. Paulo, que mostrou o Rio Grande do Norte como o segundo Estado menos endividado do Brasil.

       

      Estamos deixando recursos para continuar as obras de saneamento e deixar Natal 100% saneada, e 80% do Rio Grande do Norte saneados”, discursou a governadora agora há pouco.

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      Do G1 – Rio de Janeiro

      No Rio, Zuenir Ventura é eleito para a cadeira de Ariano Suassuna na ABL

      Sua obra “1968 – O ano que não terminou” vendeu 400 mil exemplares

      Káthia Mello

      O jornalista Zuenir Ventura é o mais novo imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL) – ele vai ocupar a cadeira 32, que ficou vaga com a morte do acadêmico, dramaturgo, poeta e romancista Ariano Suassuna, em 23 de julho passado, em Recife, Pernambuco. Zuenir foi eleito com 35 votos. Thiago de Mello teve um e Olga Savary um.

      Estavam presentes 18 acadêmicos e 19 votaram por carta. O presidente da academia, Geraldo Cavalcante, deu as boas-vindas ao novo integrante da ABL. " Ele é um querido por sua dedicação e lucidez e pela argúcia com que acompanha a vida social e econômica do Brasil. Estamos contente em recebê-lo", disse.

      Os ocupantes anteriores da cadeira foram Carlos de Laet, Ramiz Galvão, Viriato Correia, Joracy Camargo e Genolino Amado.

      Zuenir não escondia a alegria com o resultado: "Eu tive um impacto positivo. Por mais que se espere, é diferente quando você recebe a notícia. Demorei a me candidatar porque das outras vezes meus amigos se candidataram e eu achei que eles mereciam mais do que eu. A grande votação é uma acolhida, pois o número é expressivo, uma grande responsabilidade".

      Ele falou ainda sobre o fato de suceder Suassuna. "Pretendo frequentar a ABL o máximo possível, pois é um convívio amistoso e agradável. Suceder Suassuna é uma emoção especial. Dedico essa vitória a Zélia Suassuna. Antes de ser internado, o Suassuna falou para o Gerson Camarotti, grande amigo dele, que pretendia votar em mim, mesmo sem votar gá muitos anos. A academia tem uma tradição de jornalistas. Espero não decepcionar", afirmou.

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      Depois de dias tumultuados na economia brasileira, a quinta-feira foi de calmaria com a queda do dólar que fechou em baixa após o Banco Central elevar a Selic em 0,25 ponto percentual, a 11,25% ao ano, citando maiores riscos à inflação.

      O dólar caiu de 2,45%, a R$ 2,4079, na terceira baixa seguida. 

      Foi a maior queda desde setembro de 2013, quando, no dia 18, a moeda americana chegou a 2,89%.

      Segundo a agência Reuters, a moeda chegou a ser cotada a R$ 2,3932 nas mínimas da sessão.

      Na semana, o dólar acumula baixa de 2% e no mês, de 1,64%.

      No ano, há valorização de 2,14%.

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      • Home Angels

      No Rio Grande do Norte, quem mais vibrou com a reeleição do governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, foi a equipe de advogados do escritório de Erick Pereira.

      Levou a assinatura de Erick e sua equipe o jurídico da campanha do governador, que começou a campanha desacreditado, vez que o franco favorito desde os primeiros dias, para ganhar no primeiro turno era o senador Cássio Cunha Lima (PSDB).

      A disputa foi para o segundo turno com Coutinho na segunda posição, até que a presidente Dilma Rousseff (PT) foi a João Pessoa e Campina Grande provocando a virada e reeleição do governador com 52,61% dos votos contra 47,39% de Cássio, que volta para concluir mandato no Senado.

      Em números, a maioria de Ricardo Coutinho foi de 111.563 votos.

      A campanha começou com o PT nacional tentando impedir, juridicamente, a coligação do partido com o PSB do governador.

      A defesa do governador, comandada pelo escritório natalense, venceu a queda de braço com a decisão da justiça de acatar a coligação PSB-PT, e a presidente Dilma terminou os dias de campanha declarando simpatia quase amor ao candidato pessebista. Como seu partido não queria.

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      Do governador eleito Robinson Faria (PSD), hoje em entrevista à Band Natal:

       

      -“Nossa caminhada, nossa vitória, foi feita pelas pessoas anônimas, professores, trabalhadores, profissionais da saúde, policiais, que acreditaram no nosso projeto e foram para as ruas pedir votos para o nosso 55”.

       

      -“Enfrentamos dificuldade em municípios como Assu e Pau dos Ferros onde os dois lados, e as vezes até os três lados estavam no outro palanque. Mesmo assim, as pessoas optaram pelo voto livre, pela liberdade de escolher e somos muito gratos a essas pessoas por acreditarem e exercerem a cidadania”.

      Durante a entrevista, o governador eleito falou ainda sobre equipe de transição e o governo técnico que pretende implantar no Rio Grande do Norte

       

      “Reafirmamos nossos compromissos de fazer uma gestão técnica, voltada para a população”.

       

      “Essa nossa eleição foi vitoriosa em todos os sentidos: iremos trabalhar em parceria com os deputados estaduais, com os deputados federais, com a senadora eleita Fátima Bezerra e a presidente Dilma. Teremos uma parceria grande com a presidente Dilma, contribuindo para as transformações sociais e econômicas que o nosso Rio Grande do Norte precisa”.

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      Em entrevista hoje à Rádio Estadão, pelo telefone, o senador José Agripino disse que a classe política deve trabalhar para acabar com o estigma instalado pelo PT durante a campanha presidencial, de dividir o país entre ricos e pobres.

      “Cabe à classe política, de governo e oposição, acabar com qualquer sequela de divisão do país entre ricos e pobres, entre classes A, B, C, D, entre brancos e negros. O Brasil é um só”.

      Para o líder do DEM no Senado, a derrota de Aécio Neves por uma diferença de apenas três milhões de votos foi resultado das inverdades ditas pelo PT à população.

      “No Nordeste sou testemunha de que você chegava à casa das pessoas mais modestas e estava inoculado o vírus do fim do Bolsa Família, do Prouni, do Minha Casa Minha Vida. Estava dito dentro das casas que, se Aécio fosse presidente, ele acabaria com tudo aquilo. Ou seja, era uma militância a serviço da inverdade”.

      Durante a entrevista, Agripino disse que “o PT se julga proprietário do poder e por isso comete desatinos. Cabe a nós, da oposição, estarmos 24 horas por dia atentos para fiscalizar e apontar caminhos de correção”.

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      O presidente do TRE/RN, desembargador Virgílio Macêdo, visitou hoje a governadora Rosalba Ciarlini.
      Foi agradecer a parceria do Governo com o TRE/RN para a realização das eleições 2014 no Rio Grande do Norte. “Nosso intuito é agradecer a colaboração e o apoio dado a todos nós da justiça eleitoral para realização das ações referentes ao pleito”, disse o desembargador, que entregou a Rosalba um mapa eleitoral com dados sobre a votação do último domingo.

      Mapa que servirá para Rosalba identificar DNAs das votações que poderão lhe servir para um futuro não tão distante.

      O presidente aproveitou para convidar a governadora para a diplomação dos eleitos, no dia 18 de dezembro, às 17h, no Centro de Convenções.
      Fotos: Elisa Elsie

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      30
      out

      As construtoras Ritz e G5 se unem em torno de um grande empreendimento.

      Que será anunciado hoje pelos empresários Sami Elali (G5) e Fernando Lessa, representante do grupo inglês, durante um jantar com a imprensa no restaurante Abade.

       

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      • DNA Center
      30
      out

      O PROS no governo Robinson (?)

      30 de outubro de 2014 às 15:22 — Comente aqui

      Pergunta de quem almoçou no restaurante Camarões do Midway ontem…

      -O prefeito de Assu, Ivan Júnior (Pros), vai indicar alguém para  governo Robinson Faria?

      Os dois almoçaram e conversaram longamente.

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      Nos meios jurídicos, a informaçãe é de que o secretário de Administração, Alber Nóvrega, teria sido exonerado por não ter aceitado transferir recursos do Fundasp (fundo destinado ao aperfeiçoamento dos servidores) para cobrir a Previdência, já que o governo não vem recolhendo os 22% do fundo patronal ao Ipern.

      Apesar de não recomendado pela legislação, o fundo poderá ser liberado caso uma liminar seja deferida.

      E a liminar do governo acabou de ser dada entrada no Tribunal de Justiça.
      Foi distribuída para o desembargador Cláudio Santos.

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      Como informado, o quadro “De Malas Prontas” mostrou Natal hoje no programa ‘Mais Você’, de Ana Maria Braga.
      O quadro aconteceu graças a uma parceria entre a operadora CVC e o Ocean Palace.

      A ideia do quadro “De Malas Prontas” é sugerir um local em que o turista possa arrumar as malas, botar o pé na estrada, com tudo pago pela operasora e o hotel escolhido, e curtir uns dias de descanso e diversão.

      A família escolhida veio de Goiânia passar o fim de semana em Natal.

      O investimento total foi de R$ 250 mil sendo R$ 200 mil da CVC, e R$ 50 mil do Ocean Palace.

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