Thaisa Galvão

19 de maio de 2019 às 9:59

As investigações do Ministério Público e o medo do presidente [0] Comentários | Deixe seu comentário.

No Globo deste domingo:

entre dez pessoas acusadas de malfeitos. Não precisava, o presidente não é acusado deste crime. Mas a declaração serviu para revelar um homem acuado, com medo.

Bolsonaro está com medo de ser pego com a mão na botija? Não. Até porque não dá para afirmar isso por ora. É muito cedo.

Mas ele está tremendo de pavor de ver um filho seu, ou quem sabe dois deles, acertando contas com a Justiça. A saída possível para o Zero Um fica cada dia mais difícil.

O Ministério Público já chama de “organização criminosa” o grupo que o filho do presidente montou na Assembleia Legislativa do Rio. Ele, sua mãe, o seu irmão mais novo (o que não está na política), a ex-mulher do seu pai, primos, amigos e funcionários do seu gabinete terão suas contas bancárias e suas declarações de renda escarafunchadas pelo MP e pela Polícia Federal.

No total, 55 funcionários, 12 pessoas da família Bolsonaro ou diretamente ligadas a ele e nove empresas tiveram seus sigilos fiscais e bancários quebrados por ordem da Justiça.

Serão analisadas contas e declarações de renda de um período de 11 anos. Foi nesse intervalo que a mulher do presidente, Michelle Bolsonaro, recebeu cheques do assessor/motorista Fabrício Queiroz. Dinheiro que, segundo o marido dela, foi pagamento de um empréstimo que o então capitão deputado fez ao assessor/motorista do filho.

Esquisito? Sim, mas tudo bem. As contas abertas podem comprovar ou desmentir esta alegação.

De qualquer forma, também não é isso que assusta JairBolsonaro. Pela Constituição, ele não pode ser julgado, portanto nunca será condenado, por crimes que não tenham sido cometidos em ligação direta com o exercício de seu mandato.

A ele nada ocorrerá mesmo que o filho, ou os dois filhos, a mulher e a ex-mulher sejam condenados por mau uso do dinheiro público.

O problema é outro. O que arrepia o presidente é a hipótese de o núcleo formado por ele e pelos filhos Flávio, Carlos e Eduardo ser quebrado. Se isso acontecer, sua integridade moral e psicológica pode ruir. E com ela o seu projeto de poder.

Escrevi aqui no final de março sobre um estudo em que o economista Dado Salem, mestre em Psicologia do Desenvolvimento e especialista em gerir conflitos familiares, mostra como são estruturadas as “famílias simbióticas indiferenciadas”. Elas agem como um bloco monolítico e que não se quebra por razões internas. São fechadas em si e agem como um ser único. Assim funcionam Jair Bolsonaro e seus três filhos políticos. A única chance de um núcleo desses se dissolver é se um dos seus vértices resolver fazer um voo solo, ensina Salem. Nesse caso, o sistema de funcionamento da família seria aliviado de sua permanente ansiedade, abrindo espaço para a entrada de outros no núcleo indivisível.

O que seria a sua destruição como bloco. Como esta hipótese não é contemplada no caso dos Bolsonaro, a alternativa do núcleo só se romperá quando e se o Zero Um for condenado.

Se Flávio for afastado da família compulsoriamente, em razão do resultado das investigações, a vida da família será bruscamente modificada. Com um dos pés quebrados, o governo Bolsonaro também sofrerá consequências, avalia Salem. A saída de um dos vértices abrirá espaço para a possibilidade de relacionamentos construtivos que hoje estão fora da bolha acabarem sendo absorvidos pelo núcleo dividido.

Desse ponto de vista, o resultado da investigação tem o potencial de até mudar o governo para melhor. É disso que Bolsonaro tem medo.

19 de maio de 2019 às 9:12

Quem banca campanha contra a senadora Zenaide? [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A pergunta que circula e não quer calar:

Quem estaria financiando uma campanha para tomar o mandato da senadora Zenaide Maia?

Quem souber, favor divulgar nas redes sociais.

Várias pistas já foram jogadas nas redes e colocam na pressão aliados do governo do qual Zenaide faz parte.

Tá punk a coisa…

19 de maio de 2019 às 9:05

Dilma e Bolsonaro: tal e qual [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De Lauro Jardim, no Globo de hoje: tal e qual.

19 de maio de 2019 às 8:45

Bolsonaro posta vídeo de ex-repórter da TV Cabugi para mostrar que ex-presidente Lula também cortou verba da Educação [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A jornalista Carla Rodeiro, que durante anos foi repórter e apresentadora da TV Cabugi, em Natal, virou destaque no instagram do presidente Jair Bolsonaro.

Carla hoje atua na TV Gazeta, em São Paulo, mas a reportagem postada por Bolsonaro é antiga, de quando Lula ainda era presidente.

O vídeo mostra um Lula explicando sobre cortes na Educação.

Bolsonaro quis mostrar que ele não foi o único presidente a fazer cortes no setor.

A diferença entre os dois é a educação pessoal de cada um:

O Lula tentava agregar e agradar quem não era seu eleitor, quem não gostava do PT.

Bolsonaro ataca, afastando até quem votou nele e nele acreditava.

A diferença entre os dois é a educação, mas a educação que independe de recursos e que não sofre com o corte de gastos.

19 de maio de 2019 às 8:34

Presidente volta a ofender educadores e estudantes brasileiros [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Globo, mais uma edição da sanha desenfreada do presidente Jair Bolsonaro de atacar os brasileiros:

BRASÍLIA – O presidente Jair Bolsonaro voltou a criticar os manifestantes que foram às ruas de mais de 200 cidades do país na ultima quarta-feira contra os cortes que seu governo está fazendo no orçamento para a educação. Falando enquanto cumprimentava um grupo de estudantes na porta do Palácio da Alvorada na noite deste sábado, ele atribuiu os protestos com a participação de centenas de milhares de pessoas a um “movimento do pessoalzinho aí que eu cortei verba”, “uma minoria que manda na escola” e que “nem sabe o que vai fazer na rua”.

O presidente também voltou a chamar os manifestantes de “idiotas úteis”, dizendo que o “pessoal” dele esteve na rua e constatou que “a molecada” nem sabia o que estava fazendo em meios aos protestos.

“É massa de manobra dos espertalhões de sempre, do pessoal que quer voltar ao poder”, afirmou.

Os reitores de universidades públicas também entraram na mira de Bolsonaro, que repetiu uma critica reiterada nos últimos dias pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, de que autonomia universitária não se confunde com “soberania”.

“Hoje em dia, parece que eles (reitores) tem, na verdade, autonomia total, soberania. Tem que prestar as contas do que está acontecendo”, disse.

*

Abaixo o vídeo postado pelo presidente:

19 de maio de 2019 às 8:17

Governadora Fátima Bezerra é a aniversariante do domingo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A governadora Fátima Bezerra é a aniversariante deste domingo.

A comemoração foi na sexta-feira com uma festa igual às que sempre fez como deputada e senadora.

Sob o signo de Gêmeos, Fátima chega aos 64 anos.

A governadora começou o dia indo à missa na igreja de Ponta Negra, perto de sua casa.

18 de maio de 2019 às 23:46

VEJA: Gustavo Bebianno revela bastidores de sua relação com o presidente e diz que o filho Carlos era identificado pelo pai como “um pitbull para se deixar quieto” [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Na revista Veja que está nas bancas, o ex-ministro Bebianno, demitido após queda de braço com o filho do presidente, revela bastidores de sua relação com o presidente, hoje rompida.

E afirma que Bolsonaro se desequilibra quando tem que tratar sobre a interferência do filho Carlos, a quem ele identificou como “um pitbull para deixar quieto”.

Confira a entrevista do ex-ministro e ex-amigo do presidente, publicada nas páginas amarelas da Veja desta semana.

O EX-MINISTRO da Secretaria-Geral da Presidência Gustavo Bebianno esteve no centro da primeira grande crise do governo de Jair Bolsonaro. Bebianno era o presidente do PSL durante a campanha eleitoral de 2018. Em fevereiro passado uma reportagem da Folha de S.Paulo acusou a sigla de acumular dinheiro para o fundo partidario por intermédio de “laranjas”. Bebianno negou, mas não convenceu Bolsonaro. No ápice da convulsão, disse ter falado ao telefone com o presidente, internado no Hospital Albert Einstein, e que todo o mal-entendido havia sido resolvido. O filho Carlos tuitou: “Mentira”.

Uma extensa conversa por meio de mensagens de audio no WhatsApp revelada por VEJA comprovou que Bebianno dissera, sim, a verdade.

Demitido, o ex-fiel escudeiro assiste à distância as novas investidas de Carlos contra novos alvos (o vice Hamilton Mourão e o ministro Santos Cruz).

Dos Estados Unidos, onde passa férias, ele faz o alerta: “Carlos sabe como manipular o presidente”.

O general Santos Cruz, que tem sido violentamente atacado nas redes sociais bolsonaristas, é o novo Gustavo Bebianno?

Espero que não, mas tudo indica que pode ser. O modus operand é o mesmo, desqualificar o ministro com ataques levianos. A questão que fica é: por que esse governo age e reage dessa forma tão peculiar, atacando aliados?

Exoneração de cargos em governo deve ser assunto de Estado, decisão exclusiva do presidente, a ser comunicada ao seu ministro. Nesse governo, no entanto, a exoneração é sempre precedida de um irresponsável e desnecessário processo de difamação. Por que tentar manipular a opinião pública? Para que o presidente e seus filhos pareçam mártires, enquanto todos os demais, traidores, comunistas ou infiltrados? Queimar injustamente os ministros de Estado escolhidos pelo próprio presidente não me parece o método mais inteligente e ético. Isso terá consequências.

Por que Bolsonaro se deixa influenciar por seu filho Carlos?

Essa é uma pergunta que deveria ser dirigida ao presidente. Pela minha ótica, ele tem conhecimento dos problemas do filho, mas não sabe como resolver a questão. A minha impressão é que há muita chantagem emocional envolvida e assuntos íntimos de família que não me dizem respeito. A minha única observação é no sentido de que o presidente está tendo uma grande dificuldade para impor limites, e isso atrapalha o governo.

Quem o demitiu, afinal? Jair ou Carlos?

O presidente estava em um momento de fragilidade emocional e física, pois tinha acabado de passar por mais uma cirurgia, além de todo o período de internação hospitalar. Carlos se aproveitou daquela situação para fazer a cabeça do pai e jogá-lo contra mim. Ele sabe como manipular o pai, usando teorias de conspiração sem fundamento algum. O presidente está perdendo quase todos os seus verdadeiros aliados por conta disso. E os que ainda estão ao seu lado não põem mais a mão no fogo. Essa posição de isolamento e bem frágil, pois o líder máximo da nação precisa contar com o respeito e a confiança de sua equipe.

Como o senhor analisa o embate entre os generais e Olavo de Carvalho?

Bem, em primeiro lugar, quero destacar a minha reverência e respeito pelas Forças Armadas e pelos generais e demais oficiais que hoje ocupam funções no governo. Na verdade, o meu respeito pelo presidente teve como pressuposto original o fato de ele ser um militar. Por isso, sempre fiz questão de tratá-lo de capitão. Posso garantir que os militares são leais, patriotas, honestos e, acima de tudo, guardiães da Constituição. São o que de melhor há neste governo.

Em relação ao Olavo, é um teórico, que em nada tem contribuído para melhorar o Brasil. Critica tudo e todos, mas jamais se dispôs a vir ajudar. A gota d’agua, para mim, foram os ataques baixos, rudes e mentirosos, contra o general Santos Cruz, que e um homem honrado.

De onde vem essa autoridade moral do Olavo de Carvalho sobre o presidente?

Você acha mesmo que o presidente lê ou assiste a Olavo de Carvalho? Essa influência se dá por meio dos filhos, especialmente Carlos e Eduardo, que são inexperientes. Mas, seja de forma direta ou indireta, acho ruim.

Os militares não conseguem alertar o presidente sobre os problemas que Olavo cria?

Eles tentam, mas nem sempre é fácil, principalmente quando Carlos está por perto. Infelizmente, minha avaliação estava errada. O presidente só ouve o filho, a seita cresce e, hoje, o governo está nessa situação complicada.

Quando sua relação com Carlos começou a se deteriorar?

Na verdade, esse processo se iniciou antes mesmo da posse, quando Carlos Bolsonaro já exigia do pai meu afastamento do grupo. O filho do presidente ameaçava ir embora caso se confirmasse minha nomeação como ministro. É incrível, mas esse tipo de ameaça realmente desequilibra o Jair. Foi uma fase muito desgastante. Por mais de uma vez, tive o impulso de ir embora, mas algumas pessoas importantes no processo me convenceram a permanecer. Por outro lado, o presidente tinha plena consciência do meu papel, sabia da minha lealdade e capacidade, e que não seria correto atender ao capricho do filho. Mas a perseguição continuou e o resultado foi o meu afastamento.

Pela maneira como o senhor foi tratado, ainda sente mágoa de Jair Bolsonaro?

Sou um ser humano e não sofro de amnésia. Noventa dias já se passaram, esfriei a cabeça, recapitulei o que aconteceu algumas vezes. O problema não foi ter saído do governo, pois isso faz parte do jogo e das circunstâncias. Esperava ao menos uma conversa, até mesmo para dizer, francamente, que não suportava mais as pressões e que preferia ceder à vontade do filho. O que me deixou perplexo, no entanto, foi a forma desleal com que fui tratado. Foi um linchamento público desmedido, sob falsas acusações. Inventaram vários pretextos para justificar a decisão e criaram uma crise sem motivo algum. Tentaram sujar o meu nome e denegrir a minha imagem e honra, e isso considero inaceitável. Hoje, fazem o mesmo com o general Santos Cruz, que é um homem correto e verdadeiro amigo do presidente, como também fui. Sei o que fiz para que o presidente fosse eleito. Ele também sabe. Até onde sei. ele também não sofre de amnésia. Um de seus problemas é se permitir permanecer cercado por um grupo de pessoas que nada fazem de efetivo a favor dele ou do país.

O senhor não havia percebido a influência que os filhos exerciam sobre Bolsonaro na campanha?

Eu sabia que existia, sim, um nível de influência, principalmente do Carlos, mas ela não chegou de fato a atrapalhar muito durante a pré-campanha e a campanha. Uma vez, no avião, perguntei ao presidente o motivo de o Carlos não parcipar de nada, de nunca estar presente, de se manter sempre alheio e à distância, e ele me respondeu que o Zero Dois era um pitbull para deixar quieto.

Qual foi o papel de Carlos Bolsonaro na eleição do presidente?

Na minha avaliação, nenhum!

Nenhum?

Ficar sentado no sofá de casa, ofendendo os outros e falando bobagens pela internet, é bem fácil. Carlos nunca fez uma viagem sequer conosco pelo Brasil afora. A única viagem em que esteve presente foi a de Juiz de Fora, a do atentado, pois era um trajeto curto, de carro, cuja volta estava programada para o mesmo dia. A verdade é que Carlos nunca se sacrificou pela campanha do pai, nunca dormiu no chão ou em aeroporto, nunca cuidou da segurança, sempre esteve distante.

O senhor tem medo de alguma vingança?

Vingança, por que vingança? Não fiz nada de errado. Pelo contrário!

Como disse, trabalhei dois anos para eleger o presidente e resolvi todo tipo de problema pelo caminho. Atuei como advogado, assessor de imprensa, segurança, líder partidário, coordenador de campanha, mas, acima de tudo, fui seu amigo. Estou reconstruindo a minha vida e espero não ser vítima de mais covardia.

O senhor é o organizador do laranjal do PSL?

Isso só pode ser piada! Essa acusação é leviana, e, até onde sei, não existe laranjal no PSL. É mais fácil isso ter acontecido em outros partidos.

O MDB, por exemplo, recebeu quase 250 milhões de reais de fundo eleitoral, e o PT, 220 milhões. O então pobre PSL recebeu 5% desse valor, que foi distribuído de forma parcimoniosa por todo o Brasil.

O ministro Sérgio Moro vem sofrendo algumas derrotas. O senhor acha que o presidente está rifando o ex-juiz?

Repare o que motiva sua pergunta: a dúvida se o presidente está sendo firme e leal com sua tropa, ou se a está “rifando” e abandonando pelo caminho, assim como fez comigo. Independentemente da resposta, que honestamente não sei qual é, o fato é que a liderança do presidente está abalada e vem sendo questionada desde meu episódio, hoje agravado pelo mesmo comportamento em relação aos militares. O presidente terá de superar essa desconfiança para que seja capaz de governar.

Até onde o senhor pode observar, como é a relação entre Paulo Guedes e Bolsonaro?

O ministro Paulo Guedes é muito inteligente, um dos profissionais mais preparados que já conheci. Ele sustenta suas ideias com esmero e quer o melhor para o país. E sabe que o presidente ainda precisa assimilar muitos princípios básicos que norteiam uma economia verdadeiramente liberal. Por isso, poderá ficar sozinho em algumas batalhas.

Qual o maior erro do governo Bolsonaro?

Falta de diálogo e coordenação.

Qual o maior acerto?

São muitos. Desde o início, ter trazido os militares para o governo e ter apostado no ministro Paulo Guedes. O ministro Sérgio Moro também foi um grande acerto.

Aliás, não entendo por que falar em vaga no STF agora, já que a missão do Moro está só no começo na Justiça.

No seu curto tempo de Palácio, qual lição aprendeu?

Aprendi no governo que o poder seduz e altera o comportamento das pessoas. Torna-as arrogantes e também compromete a memória. Na política, nossa maior virtude deve ser manter os pés no chão e os verdadeiros aliados por perto.

Desde o episódio de sua demissão, o senhor voltou a falar com Bolsonaro?

Trocamos WhatsApp de voz logo após o vazamento do áudio do Onyx Lorenzoni. A mensagem que ficou foi de pesar pelo ocorrido. Desejo sorte ao presidente. Espero que ele valorize seus aliados e ministros, contribua para o diálogo e faça um excelente governo para todos nós.

18 de maio de 2019 às 11:48

Governo cria grupo para auditar desembolso mensal do Estado para a Arena das Dunas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Por solicitação do deputado Sabdro Pimentel (PSOL), a governadora Fátima Bezerra decidiu mexer no vespeiro do contrato do Governo com a Arena das Dunas.

E passou a atribuição ao controlador do Estado, Pedro Lopes, que criou um Grupo de Trabalho para auditar a execução financeira do contrato da obra, em especial as parcelas pagas mensalmente.

O grupo tem 90 dias para concluir a auditoria

O grupo será coordenado por Débora Cristiane Barreto de Souza, e contará ainda com André Guilherme Matos de Carvalho, Marcos José Moura Fernandes, e Hélio Bezerra da Costa.

Os trabalhos serão acompanhados pelo gabinete de Sandro Pimentel através de Suzane de Paula Roessler e Danillo Rotta Prisco Antunes.

18 de maio de 2019 às 8:32

José Dirceu é preso enquanto presidente de seu partido comemora [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Enquanto a presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann, comemorava em Natal, o aniversário da governadora Fátima Bezerra…

O antigo maior líder do PT (era maior do que Lula no partido). , om José Dirceu, chegava à sede da Polícia Federal em Curitiba para cumprir mais um mandado de prisão e pena de 8 anos e 10 meses pela segunda condenação dele na Operação Lava Jato.

18 de maio de 2019 às 8:26

Aniversariante do domingo, Fátima comemora com amigos e políticos aliados [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Aniversariante deste domingo 19, a governadora Fátima Bezerra comemorou na noite desta sexta, com festão, como acontece todo mês de maio, no Clube da Petrobras, em Nova Parnamirim.

Da política a presença do vice Antenor Roberto, da presidente nacional do PT, deputada Gleisi Hoffmann, a ex-ministra Maria do Rosário, os senadores Zenaide Maia e Jean-Paul Prates, a deputada federal Natália Bonavides, os estaduais Isolda Dantas, Chico do PT, Eudiane Macedo, Ubaldo Fernandes e o líder do governo George Soares, o presidente da Câmara Paulinho Freire e os vereadores Raniere Barbosa, Divaneide Basílio e Fernando Lucena…

Auxiliares e amigos eram muitos.

18 de maio de 2019 às 8:15

Brasil: impeachment ou intervenção militar? [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Hoje a palavra mais comentada em redes sociais é ‘impeachment’.

Porém, há quem enxergue nas sinalizações da família Bolsonaro, um ensaio para uma intervenção militar.

É a população opinando…

18 de maio de 2019 às 8:12

Filho mais influente de Bolsonaro fez postagem acenando com derrubada do presidente [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O sinal vermelho que o presidente acendeu nesta sexta-feira, ao falar sobre ingovernabilidade e disfuncionalidade….foi só a continuidade do que começou a acenar o filho Carlos, o vereador do Rio de Janeiro que dá as cartas no Palácio do Planalto.

Veja o que postou Carlos Bolsonaro há 3 dias em seu twitter, acenando sobre derrubar o pai presidente:

18 de maio de 2019 às 8:02

Brasil acima de tudo. Deus acima de todos: Tá difícil cumprir o bordão de campanha [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O que terá feito o presidente Bolsonaro compartilhar um texto sem a preocupação de identificar quem o assinou, tomando para si a autoria??

Tudo normal não fosse esse texto uma pá de cal sobre as boas perspectivas de seu governo…

Sem identificar o autor, Bolsonaro terminou por assinar embaixo que, se não comprar o Congresso, não conseguirá governar.

Sem as negociatas o Brasil fica ingovernável.

Nenhuma novidade para quem sempre acompanhou a política por fora, assistindo de camarote os votos de parlamentares em troca de cargos, dinheiro, poder.

A fala de Bolsonaro me remete a algumas perguntas:

Ele vai renunciar, já que assume que prometeu uma coisa mas não tem como cumprir se não se igualar aos ex-presidentes Temer, Dilma, Lula, FHC, Sarney…?

Ou vai se igualar aos ex-presidentes Temer, Dilma, Lula, FHC, Sarney…?

Para governar, segundo o texto compartilhado por Bolsonaro como se fosse dele, um presidente tem que fazer conchavos, tem que distribuir cargos, tem que se render ao Congresso que ele conhece muito bem pois passou 27 anos como deputado…

O presidente pede a ajuda da sociedade para não ter que se igualar a Temer, Dilma, Lula, FHC, Sarney…

Mas desrespeita a sociedade quando não respeita a Educação, colocando pessoas desqualificadas para o setor…

Quando usa as redes sociais para alimentar discórdias contra sua própria equipe…

Quando posta e escreve palavrões, obscenidades, escatologia…

Quando ataca estudantes, professores, profissionais da Educação…

Quando passa uma campanha vendendo o nome de Deus, mas segue uma gestão marcada pelo palavreado chulo…

A sociedade tenta ajudar, até porque torce e precisa de um Brasil equilibrado, com um presidente focado no país e não no seu umbigo…

Mas o presidente não abre mão dos ataques, das postagens, do exército caseiro contra sua própria equipe…

É aguardar um milagre de Deus, o mesmo Deus que o presidente se dizia tão próximo durante a campanha.

“Brasil acima de tudo. Deus acima de todos”.

Todos à espera do cumprimento do bordão de campanha.

17 de maio de 2019 às 22:50

Autor de texto repassado por Bolsonaro foi candidato a vereador pelo Novo, não tem relação com o presidente e se diz assustado com a repercussão da divulgação [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do site O Antagonista:

O autor do polêmico texto compartilhado por Jair Bolsonaro é o analista financeiro Paulo Portinho, que foi candidato a vereador pelo Novo em 2016. Ele postou a crítica em sua página pessoal no Facebook no dia 11 de maio.

Para Portinho, está claro que “não adianta eleger ninguém com uma pauta liberal ou conservadora”. “As corporações mandam no país. Fica claro para nós eleitores que não dá para governar com a pauta que se ganha a eleição.”

Ele disse a O Antagonista que ficou assustado com a repercussão e que não tem qualquer relação com Bolsonaro ou com Olavo de Carvalho, como se cogitou nas redes sociais.

“Não queria nada disso. Estou assustado com a repercussão, pois foi um desabafo pessoal. Não gostaria que isso prejudicasse meu trabalho, minha vida pessoal.”

Professor de Finanças, Portinho espera “racionalidade” dos agentes políticos para que o país supere a crise atual.

“A única coisa que posso dizer é que, no meu entendimento, todos os Poderes têm que atingir o nível máximo de racionalidade, independentemente dos outros. Compreender as dificuldades de comunicação que existem às vezes e levar o país adiante.”

17 de maio de 2019 às 22:45

Presidente Jair Bolsonaro e o Brasil ingovernável e disfuncional [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Estadão:

Mensagem no WhatsApp diz que o presidente está sofrendo pressões de todas as corporações, em todos os Poderes

Tânia Monteiro, O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – O presidente Jair Bolsonaro distribuiu, na manhã desta sexta-feira,  17, em diversos grupos de WhatsApp um texto de “autor desconhecido” que trata das dificuldades que ele estaria enfrentando para governar. O texto diz que o presidente está sofrendo pressões de todas as corporações, em todos os Poderes e afirma que o País “está disfuncional”, não por culpa de Bolsonaro, mas que “até agora (o presidente) não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou”.

Procurado pelo Estado para comentar sobre a mensagem, o presidente respondeu por meio do porta-voz:

“Venho colocando todo meu esforço para governar o Brasil. Infelizmente os desafios são inúmeros e a mudança na forma de governar não agrada àqueles grupos que no passado se beneficiavam das relações pouco republicanas. Quero contar com a sociedade para juntos revertermos essa situação e colocarmos o País de volta ao trilho do futuro promissor. Que Deus nos ajude!”

Ao compartilhar o texto, o presidente escreveu:  

“Um texto no mínimo interessante. Para quem se preocupa em se antecipar aos fatos sua leitura é obrigatória. Em Juiz de Fora (06/set/2018), tive um sentimento e avisei meus seguranças: Essa é a última vez que me exporei junto ao povo. O Sistema vai me matar. Com o texto abaixo cada um de vocês pode tirar suas próprias conclusões.”

Interlocutores do presidente ouvidos pelo Estado dizem não saber quantas pessoas receberam a mensagem, mas relatam pedido do presidente para que cada um replicasse o conteúdo.

Bolsonaro, de acordo com um dos interlocutores, já começou a receber feedbacks, dizendo que ele “está falando a mais pura verdade”. No entanto, fontes ouvidas pelo Estado consideram o desabado reproduzido como “muito grave” e “preocupante”.

Uma das fontes chegou a lembrar que o presidente está se deixando tomar pelas “teorias de conspiração”, que dominam os discursos em sua família e que, ao endossar o texto, ele pode provocar sim o que chamou de tsunami, na semana passada, e avisou que estava por vir.

O presidente Jair Bolsonaro desembarcou, nesta manhã, de uma viagem a Dallas, nos Estados Unidos, onde recebeu uma homenagem. Lá, em entrevistas, falou da sua indignação com os ataques aos seus filhos e disse que, se querem atingi-lo, que vão para cima dele.

Leia a íntegra do texto, da forma como o presidente compartilhou em grupos de WhatsApp:

TEXTO APAVORANTE – LEITURA OBRIGATÓRIA

Alexandre Szn

Temos muito para agradecer a Bolsonaro.

Bastaram 5 meses de um governo atípico, “sem jeito” com o congresso e de comunicação amadora para nos mostrar que o Brasil nunca foi, e talvez nunca será, governado de acordo com o interesse dos eleitores. Sejam eles de esquerda ou de direita.

Desde a tal compra de votos para a reeleição, os conchavos para a privatização, o mensalão, o petrolão e o tal “presidencialismo de coalizão”, o Brasil é governado exclusivamente para atender aos interesses de corporações com acesso privilegiado ao orçamento público.

Não só políticos, mas servidores-sindicalistas, sindicalistas de toga e grupos empresariais bem posicionados nas teias de poder. Os verdadeiros donos do orçamento. As lagostas do STF e os espumantes com quatro prêmios internacionais são só a face gourmet do nosso absolutismo orçamentário.

Todos nós sabíamos disso, mas queríamos acreditar que era só um efeito de determinado governo corrupto ou cooptado.

Na próxima eleição, tudo poderia mudar.

Infelizmente não era isso, não era pontual.

Bolsonaro provou que o Brasil, fora desses conchavos, é ingovernável.

Descobrimos que não existe nenhum compromisso de campanha que pode ser cumprido sem que as corporações deem suas bênçãos. Sempre a contragosto.

Nem uma simples redução do número de ministérios pode ser feita.

Corremos o risco de uma MP caducar e o Brasil ser OBRIGADO a ter 29 ministérios e voltar para a estrutura do Temer.

Isso é do interesse de quem? Qual é o propósito de o congresso ter que aprovar a estrutura do executivo, que é exclusivamente do interesse operacional deste último, além de ser promessa de campanha?

Querem, na verdade, é manter nichos de controle sobre o orçamento para indicar os ministros que vão permitir sangrar estes recursos para objetivos não republicanos. Historinha com mais de 500 anos por aqui.

Que poder, de fato, tem o presidente do Brasil? Até o momento, como todas as suas ações foram ou serão questionadas no congresso e na justiça, apostaria que o presidente não serve para NADA, exceto para organizar o governo no interesse das corporações. Fora isso, não governa.

Se não negocia com o congresso, é amador e não sabe fazer política.

Se negocia, sucumbiu à velha política. O que resta, se 100% dos caminhos estão errados na visão dos “ana(lfabe)listas políticos”?

A continuar tudo como está, as corporações vão comandar o governo Bolsonaro na marra e aprovar o mínimo para que o Brasil não quebre, apenas para continuarem mantendo seus privilégios.

O moribundo-Brasil será mantido vivo por aparelhos para que os privilegiados continuem mamando.

É fato inegável.

Está assim há 519 anos, morto, mas procriando.

Foi assim, provavelmente continuará assim.

Antes de Bolsonaro vivíamos em um cativeiro, sequestrados pelas corporações, mas tínhamos a falsa impressão de que nossos representantes eleitos tinham efetivo poder de apresentar suas agendas.

Era falso, FHC foi reeleito prometendo segurar o dólar e soltou-o 2 meses depois, Lula foi eleito criticando a política de FHC e nomeou um presidente do Bank Boston, fez reforma da previdência e aumentou os juros, Dilma foi eleita criticando o neoliberalismo e indicou Joaquim Levy. Tudo para manter o cadáver procriando por múltiplos de 4 anos.

Agora, como a agenda de Bolsonaro não é do interesse de praticamente NENHUMA corporação (pelo jeito nem dos militares), o sequestro fica mais evidente e o cárcere começa a se mostrar sufocante.

Na hipótese mais provável, o governo será desidratado até morrer de inanição, com vitória para as corporações.

Que sempre venceram.

Daremos adeus Moro, Mansueto e Guedes.

Estão atrapalhando as corporações, não terão lugar por muito tempo.

Na pior hipótese ficamos ingovernáveis e os agentes econômicos, internos e externos, desistem do Brasil. Teremos um orçamento destruído, aumentando o desemprego, a inflação e com calotes generalizados. Perfeitamente plausível. Claramente possível.

A hipótese nuclear é uma ruptura institucional irreversível, com desfecho imprevisível.

É o Brasil sendo zerado, sem direito para ninguém e sem dinheiro para nada.

Não se sabe como será reconstruído.

Não é impossível, basta olhar para a Argentina e para a Venezuela.

A economia destes países não é funcional. Podemos chegar lá, está longe de ser impossível.

Agradeçamos a Bolsonaro, pois em menos de 5 meses provou de forma inequívoca que o Brasil só é governável se atender o interesse das corporações.

Nunca será governável para atender ao interesse dos eleitores.

Quaisquer eleitores.

Tenho certeza que esquerdistas não votaram em Dilma para Joaquim Levy ser indicado ministro. Foi o que aconteceu, pois precisavam manter o cadáver Brasil procriando. Sem controle do orçamento, as corporações morrem.

O Brasil está disfuncional. Como nunca antes. Bolsonaro não é culpado pela disfuncionalidade, pois não destruiu nada, aliás, até agora não fez nada de fato, não aprovou nada, só tentou e fracassou.

Ele é só um óculos com grau certo, para vermos que o rei sempre esteve nu, e é horroroso.

Infelizmente o diagnóstico racional é claro: “Sell”.

Autor desconhecido

17 de maio de 2019 às 15:36

Com a governadora Fátima, prefeito Paulinho entrega títulos de regularização fundiária em São Gonçalo do Amarante [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O prefeito de São Gonçalo do Amarante, Paulinho Emídio, recebeu hoje a governadora Fátima Bezerra para acompanhá-lo na entrega de 496 títulos de regularização fundiária a moradores da comunidade Conjunto de Todos.

Em 2016, o município foi o primeiro do Rio Grande do Norte a entregar esses documentos.

A regularização foi feita pela Cehab, órgão do Governo do Estado, com apoio da Prefeitura através da Secretaria de Habitação.

Quase 2 mil pessoas foram beneficiadas.

“Muito feliz em mais uma vez estarmos legalizando e garantindo o direito social aos moradores dessa comunidade que já existe há mais de 10 anos. Agradeço em nome do nosso povo, ao Governo do Estado. Estamos aqui de mãos estendidas para realizar mais parcerias e benfeitorias”, disse Paulinho.

“Isso não é um favor da governadora, é uma obrigação porque fui eleita para trabalhar pelo povo do Rio Grande do Norte. Agora a casa é legalmente do povo, e vamos continuar regularizando muito mais”, disse Fátima.

Também presentes os senadores Zenaide Maia e Jean-Paul Prates, deputado federal Benes Leocádio, deputada estadual Eudiane Macedo, o secretário de Desenvolvimento do Estado e ex-prefeito de São Gonçalo, Jaime Calado, além de secretários estaduais e municipais e lideranças.

Fotos Isaias Carlos

17 de maio de 2019 às 12:56

Vereador de Baraúna diz que cemitério não tem mais espaço e pessoas estão sendo enterradas em outras cidades [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O vereador do município de Baraúnas está denunciando a falta de vagas em cemitério no município.

Ele disse ao Blog que ontem apresentou à mesa diretora da Câmara, o quarto requerimento solicitando à Prefeitura, ou a ampliação do único cemitério da cidade ou a construção de outro.

Ele disse que está ficando comum as pessoas morrerem e serem enterradas em outra cidade.

E citou um caso em que uma pessoa que vive há mais de 40 anos em Baraúnas foi enterrar o pai em Cerro-Corá, onde ele nasceu…mas não vivia mais…

Segundo o vereador, quando alguém morre e não tem um espaço da família no cemitério, os familiares recorrem a conhecidos para emprestar vaga no jazigo.

17 de maio de 2019 às 12:43

Em discurso empolgado, secretário nacional da pesca diz que seguro defeso era pago a políticos e empresários [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Secretário nacional da Pesca, Jorge Seif Júnior participou de audiência pública promovida pelo deputado Souza (PHS)…assustou parte dos pescadores que participaram do evento que discutiu “Desafios e Perspectivas do Setor Pesqueiro e Aquícola no RN”.

O auxiliar do governo federal deixou claro que é empresário do setor pesqueiro e tem 16 barcos…

Com um discurso pra lá de empolgado, criticou a distribuição exagerada de seguro defeso a quem nem pescador era…atacou as gestões PT…falou em sacanagem, disse que estava magro depois que foi morar em Brasília, mas a mulher dele estava gostando muito…

Atacou a imprensa.

Disse que a mídia bate no pai dele.

E quem é o pai dele?

Empresário do setor pesqueiro que coleciona multas ambientais.

A família do secretário tem pelo menos dez multas ambientais, a maior parte por infrações de pesca, segundo publicou a Folha.

A mais grave delas é pelo transporte de mais de 12 mil kg de cherne-poveiro, espécie classificada como criticamente em risco de extinção.

No vocabulário do secretário não faltou o termo ‘sacanagem’, nem um ‘eu te amo e te admiro’, que ele soltou para a plateia.

Na mesa, o deputado federal Rafael Motta (PSB), que parecia mais preocupado em digitar seu celular do que em ouvir o discursão…onde falou de um professor “amor de minha vida hétero”…

Na plateia, formada por prefeitos e pescadores…o senador Jean-Paul Prates (PT)…

Ao perguntar ao deputado Souza se queria fazer mais pergunta, disse que perguntasse porque ele tava “com a boca no microfone” e responderia logo…

No trecho do discurso abaixo, a denúncia sobre o seguro defeso.

17 de maio de 2019 às 12:18

Bagunça na Educação brasileira: Em 5 meses, 2 ministros e 4 responsáveis pelo Enem [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E a Educação continua uma bagunça no governo federal.

Dois ministros em quatro meses de gestão…

E agora, quatro presidentes do INEP, órgão responsável pelo Enem.

Confira:

Maria Inês Fini, que desempenhava a função no governo Temer, foi demitida em 14 de janeiro.

Marcus Vinicius Rodrigues a substituiu. Ele foi a primeira nomeação do governo Bolsonaro para o Inep e permaneceu no posto de 22 de janeiro a 26 de março.

Elmer Vicenzi – policial federal – foi anunciado em 15 de abril pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub. Pediu demissão ontem.

E hoje Alexandre Lopes foi anunciado como novo ocupante do órgão.

*

Lopes é bacharel em direito pela Universidade de Brasília (2004) e engenheiro químico pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ-1996). Desde 2006, ocupou cargos públicos.

17 de maio de 2019 às 12:02

Filiada ao PSDB, Márcia Maia diz que não faz parte da ala do partido que quer tomar o mandato da senadora Zenaide [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Recém-empossada na presidência da Agência de Fomento do Rio Grande (AGN), a ex-deputada Márcia Maia, em entrevista que nos concedeu no Jornal da Noite, na 95MaisFM, explicou como a população pode se beneficiar com as ações da AGN.

Uma porta aberta para quem está desempregado.

Com uma bagagem na área social, Márcia se sente bem encaixada no cargo e afirma que não participará, como candidata, das eleições do próximo ano.

Terá candidatos, tanto em Natal como no interior, mas não estará na disputa.

Filiada ao PSDB, disse que o partido está afinado com a gestão da governadora Fátima Bezerra, do PT, e garante: não faz parte da ala tucana que trabalha na justiça para tomar o mandato da senadora Zenaide Maia (Pros).

Confira a entrevista: