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  • Jimmy Vitara
  • novembro 2014
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  • @thaisagalvao

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      • Grand Vitara
      23
      nov

      Casa Cor RN recebe visita de diretor nacional

      23 de novembro de 2014 às 23:18 — Comente aqui

      Na reta fina dos 45 dias de funcionamento, a Casa Cor Rio Grande do Norte recebeu, no final de semana, o diretor de franquias, Alfredo Teixeira, que faz um tour pelos 12 eventos que acontecem paralelamente no Brasil.
      Em Natal, foi recebido pelo franqueado local, o artista plástico César Revorêdo, que apresentou todos os ambientes montados por arquitetos potiguares no Clube América.
      Ao Blog, Alfredo teceu elogios à edição Norte-rio-grandense da Casa Cor, que além de expor projetos, ambientes, móveis, objetos e gastronomia, deixará como legado obras de reforma no clube, que ganhará, por causa das obras realizadas para os ambientes, cerca de 1.500 metros quadrados de piso, o salão de eventos recuperado, acabamentos…e a sala da diretoria do América.

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      Além dos espaços criados por arquitetos, a Casa Cor atrai visitantes também para o restaurante, uma parceria do restaurante dos Mares, em Ponta Negra, instalado no local, com a Chef Gracinha Ferreira, que criou um cardápio exclusivo para o evento.
      A expectativa é que a casa permaneça no clube América como mais uma opção gastronômica em Natal.
      Nos espaços ocupados no clube América, peças de design, lojas da Casa Cor e do Sebrae, comercializando objetos paralelamente ao evento, e ambientes interativos.

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      • Home Angels
      23
      nov

      E a Casa Cor rio Grande do Norte será encerrada no dia 30.
      Nos últimos 3 dias, a maior parte de objetos e móveis em exposição será vendida com descontos de até 70%.
      Nesta terça-feira, mais um evento será iniciado: a Semana de Moda, produzida por George Azevedo, acontecerá no salão centenário. Serão 3 dias de desfiles com apresentações de coleções, integrando a moda à arte, arquitetura e gastronomia.

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      • D' Amis - Moda Feminina

      O prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado, recebeu neste domingo, em Santa Maria da Feira, localizada nos arredores da cidade do Porto, em Portugal, o Diploma e Medalha de Destaque Luso-Brasileiro em Desenvolvimento Sustentável.
      A premiação aconteceu durante a realização do 14º Seminário Binacional sobre Sustentabilidade Urbana e Responsabilidade Social.
      A comenda foi entregue pelo presidente do Instituto Ambiental Biosfera, Emídio de Souza e pelo presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, Dorival Bruni.

      “Estou muito feliz em receber o reconhecimento neste evento de repercussão internacional. Fomos agraciados com outros prêmios no Brasil, mas este aqui em Portugal leva o trabalho incansável que fazemos para o desenvolvimento de São Gonçalo ultrapassar as fronteiras do país. Ficamos gratificados com essa forma de aprovação pelas ações realizadas em equipe e que traz benefícios para as gerações presentes e futuras”, declarou Jaime Calado, que está concluindo o sexto ano de mandato, tendo sido reeleito em 2012 com 62% dos votos.

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      23
      nov

      Os caixas de campanha, pelo juiz Herval Sampaio

      23 de novembro de 2014 às 13:13 — Comente aqui

      Do juiz eleitoral, Herval Sampaio, sobre financiamento de campanhas:

      O faz de conta do caixa um e caixa dois das campanhas eleitorais

      Herval Sampaio



      O problema do financiamento das campanhas eleitorais não é tão fácil de resolver, como defendem alguns com a perspectiva de que basta tão somente transformar o financiamento das campanhas em estritamente público, alterando a normatização do atual sistema que é misto, em que se permitem doações/investimentos do setor privado e cotas do fundo partidário.



      Nessa linha, tais defensores acreditam que todos os problemas relativos ao chamado, por exemplo, caixa dois, estaria totalmente resolvido, pois empresas grandes como as empreiteiras1 não poderiam mais doar/investir nas campanhas eleitorais.



      Ledo engano, com todo respeito a quem pensa em contrário, pois o problema é bem maior do que se imagina. Primeiro temos que ter a preocupação com o chamado Caixa um (vamos chamar assim para facilitar a compreensão), ou seja, as doações que de doação não tem nada, e sim investimento e que são autorizadas pela legislação, independentemente hoje, de ser pessoa física ou pessoa jurídica, e mais, sem qualquer limite máximo de gastos.



      Olha que problema interessante: hoje com o atual sistema, fato que ninguém está conversando com relação à reforma do sistema político que se avizinha, a legislação eleitoral não prevê limite máximo de gastos entre os candidatos e nem sequer mínimo.



      Já temos aqui uma aberração nesse sistema, pois aqueles que já entram numa campanha eleitoral mal intencionados, e não são poucos, ou seja, com a ideia clara de fingir, que estão verdadeiramente prestando contas de forma real, substancial dos gastos e principalmente receitas obtidas para o desenvolvimento da campanha, optam por óbvio em colocar os seus limites de gastos bem acima, justamente para não terem suas contas reprovadas, quando do faz de conta da análise das contas (com todo o respeito) que serão submetidas à Justiça Eleitoral. Porque será?



      Justamente porque colocando um valor maior, poderá dentro do que permite a própria legislação arrecadar e ao mesmo tempo gastar no chamado, caixa um, valores que seriam bem maiores do efetivamente existente. E esta essa saída formal em se colocar um limite máximo do valor que entenda pertinente, o candidato e o partido politico conseguem, por exemplo, se safar de uma eventual punição, acaso não tenha feito uma previsão correta e real dos gastos.



      Se porventura houvesse obrigação de se estipular tetos sobre a previsão de gastos, o próprio candidato e o partido político teriam mais cuidado na hora de designar o intervalo pelo qual estaria obrigado a gastar, mesmo que formalmente.



      E agora vejam como sempre colocam valores à maior do que efetivamente gastarão, mesmo com outro problema que vamos em seguida abordar, que é o problema do Caixa dois, sempre acabam fraudando o sistema pelo que estamos chamando de Caixa um.



      E aqueles que resolvem muitas vezes por inocência e às vezes por total desconhecimento da lei, colocam valores menores, basta ter uma receita, que no decorrer da campanha um pouco maior e que não era previsível, que já serão devidamente punidos, por força, justamente da não adequação formal às regras previstas em lei e nas resoluções do Tribunal Superior Eleitoral.



      Mas o problema das contas de campanha não reside tão somente na análise formal e técnica das contas prestadas, inclusive com a submissão a diversas regras, que ao longo dos últimos anos tiveram uma evolução no sentido de se apertar, ou seja, de se querer fazer com que os partidos e candidatos se submetam a um rigor bem maior em termos de controle, inclusive tentando chegar na medida do possível, ao efetivo gasto e receita feita pelos mesmos.



      Entretanto, o problema maior reside no fingimento das próprias prestações feitas na maioria das vezes pelos candidatos e partidos políticos desse país, afora o problema já relatado.



      É indiscutível que as campanhas eleitorais custam bem mais do que o devidamente informado pelos candidatos e partidos políticos, consoante se pode ver claramente nas ruas,  e essa constatação infelizmente acontece em todas as eleições e pode ser facilmente detectada com análise das campanhas eleitorais passadas2 , incluindo especialmente a campanha eleitoral de 2014, que foi a mais custosa de todas e a mais cara de todo o mundo, chegando a quase cinco bilhões em termos de caixa um, segundo informado à Justiça Eleitoral.



      Ora, como sempre venho dizendo, a regra geral nesse tema é que os candidatos fingem que prestam conta e, infelizmente, até mesmo por falta de estrutura da Justiça Eleitoral, fica a impressão que ela também finge que homologa e aprova formalmente as contas.



      Fica até mesmo contraditório, se formos interpretar sistematicamente todos os textos normativos que tratam não somente das campanhas eleitorais, mas principalmente das eleições de um modo geral veremos que o espírito é conter as diversas formas de abuso de poder.



      Então se indaga: se existem diversos textos normativos que procuram coibir, inclusive punindo de forma severa, retirando, em algumas situações, o mandato conquistado por abuso do poder econômico, como que a Justiça Eleitoral pode analisar substancialmente e materialmente se são verdadeiras as informações trazidas pelos candidatos e os partidos políticos na prestação de contas analisadas sob o crivo meramente formal?



      Tal constatação, com todo respeito a quem pensa ao contrario, já é, por si só, difícil de compreensão.



      Se por um lado a legislação eleitoral é rigorosa do combate ao abuso do poder econômico, do outro, justamente na prestação de contas de campanha, há uma interpretação hoje que a análise é feita tão somente no viés formal, sem que a Justiça Eleitoral possa na prática analisar materialmente se todas aquelas receitas se operaram da forma descrita, e o mais importante, se aquelas despesas ocorreram da forma devidamente alinhada na prestação de contas, pois infelizmente, por nossa experiência de quase 16 anos como juiz e tendo presidido diversas eleições, percebemos claramente que na grande maioria os candidatos e políticos criam uma receita e despesa totalmente diferente da real, havendo de fato dois caixas.



      Portanto, parece-nos ser notório hoje que os candidatos e partidos políticos colocam valores totalmente diferentes dos valores reais na prestação de contas, ou seja, a maioria dos candidatos, no chamado caixa um, na regularidade formal das contas que buscam, colocam os valores de despesas informados bem menores do que os valores de mercado.



      Tivemos uma experiência recente em que infelizmente, por fazer esse trabalho além do viés formal, nos deparamos com situações muitas vezes visíveis a olho nu como se diz, em que constatamos que algumas prestações de contas chegaram realmente a valores absurdos, inclusive valores que sinceramente poder-se-ia pensar que os candidatos e partidos estariam “tirando onda” da Justiça Eleitoral, pois informaram valores totalmente irreais.



      Somente uma efetiva fiscalização, transformando ou criando agentes públicos, dentro da estrutura eleitoral que pudessem, a partir inclusive do dever indiscutível de fiscalização por parte dos juízes eleitorais, chamado de poder de polícia, teríamos resultado concreto de se coibir na prática o chamado caixa dois.



      Tais servidores, na fase de propaganda, poderiam inclusive passo a passo analisar materialmente todos os atos e informações prestadas pelos candidatos, em especial os atos de propaganda, a partir da realidade do valor de mercado e o que se via na rua pelos juízes e servidores referidos.



      Nessa última eleição, nós vimos claramente por diversos candidatos uma estrutura gigantesca, uma estrutura inclusive para a cognição do que estamos a explicar, totalmente surreal quando vamos analisar as contas informadas, os valores são totalmente irreais.



      E o que fazer? Segundo a Justiça Eleitoral, com todo respeito, nada, pois a análise é feita somente no aspecto formal, se foram observados os procedimentos, se foram observados os prazos com relações às informações, assinaturas nos recibos competentes e outras diretrizes técnicas contábeis.



      Ora essa análise também é importante, inclusive vem sendo feita com rigor maior nos últimos anos, porém nós temos que avançar para fiscalizar, substancialmente, se todos aqueles valores condizem com os valores de mercado, analisar justamente se dentro do chamado caixa um tudo foi devidamente observado e principalmente junto com essa fiscalização e junto evidentemente com o dever de cumprimento e de fiscalização das demais normas, se houve abuso de poder econômico já na prestação de contas, mesmo que indiciária, a partir do que o juiz e sua equipe de fiscalização viram nas ruas.



      Desta feita, o que propomos é uma ação mais contundente da Justiça Eleitoral para conter o abuso de poder e tentar justamente aferir os outros gastos que com certeza acontecem, além do que fora devidamente informado e que é conhecido hoje, pelo chamado caixa dois.



      Ora por fim, resta-nos uma seguinte indagação e observação ao mesmo tempo: se porventura trocarmos o sistema misto de análise das campanhas eleitorais pelo financiamento de campanhas totalmente público, como alguns defendem claramente e este signatário também até entende que o atual sistema tem que ser modificado, estará resolvido todos os problemas aqui apontados?



      Para nós a resposta é não, pois em se adotando de forma mais intensa o financiamento público exclusivo das campanhas eleitorais, resta-nos uma preocupação: será que não se resolvendo o problema, a partir de uma maior estrutura e fiscalização efetiva que se defende por parte da Justiça Eleitoral e os demais órgãos e entidades envolvidos em tal fiscalização, vedando-se qualquer tipo de financiamento privado das campanhas eleitorais, a situação pode é piorar, já que a nossa cultura de jeitinho brasileiro para burlar a lei, as doações/investimentos serão mais constantes e até maiores, por acreditarem justamente na ausência de fiscalização?



      Hodiernamente, sabemos que o que se chama de doação, na realidade é investimento, pois as empresas investem, por incrível que pareça em partidos e candidatos com ideologias distintas, logo dá para acreditar que resolveremos ou minimizaremos esses problemas existentes.



      Repito, não tenho duvida em afirmar que não, pois o chamado caixa dois continuara ocorrendo se não houver justamente essa mudança cultural e uma maior estruturação, estruturação essa humana, estruturação essa material, estruturação tecnológica, com maior preocupação em criar um corpo eleitoral fiscalizatório e principalmente permitindo claramente ao Juiz Eleitoral, que a partir dessa estruturação, possa analisar materialmente todas as contas das campanhas eleitorais.



      Para nós, retirar o financiamento hoje misto, deixando totalmente puro com recursos públicos e proibindo as empresas de doarem para as campanhas eleitorais, por si só, sem aprimorar os meios humanos, materiais e técnicos da fiscalização, com todo respeito a quem pensa em contrário, não resolverá.



      Simplesmente mudaremos o foco do problema. Realmente, mais uma vez, avançaremos formalmente e continuaremos, por óbvio, com as chamadas doações ilegais, investimentos na realidade ilegais e que mais uma vez fugirão ao crivo de análise do Judiciário.



      Sem uma estruturação séria e efetiva da Justiça Eleitoral, continuaremos com as campanhas com alto custo e principalmente o famoso investimento, em que as empresas investirão ilegalmente e procurarão no decorrer no exercício do mandato daquele que fora ajudado de forma ilegal a recuperação daquele dinheiro, com todo respeito àquele que pensa o contrario, as empresas em nossos pais, e a prática vem demonstrando não estão sendo caridosas, pelo contrário estão fazendo negócios, inclusive altamente lucrativos para seus balancetes, para seus executivos e infelizmente a realidade hoje demonstra isso como enunciado em nota de rodapé.



      Por isso, a solução para o problema do financiamento de campanha não é tão simples quanto se pensa, temos que discutir e estudar nessa reforma do sistema político que se avizinha, a partir de uma maior estruturação da Justiça Eleitoral, que possa passar a analisar substancialmente as contas das campanhas eleitorais informadas, por força justamente das obrigações, hoje já formais com relação ao dever de regularidade nas prestações de contas, evitando desde essa fase do processo eleitoral o famigerado abuso de poder econômico, que na prática é a origem de todas as outras formas de abuso de poder e da captação ilícita de sufrágio, a qual infelizmente em nosso país vem em algumas situações se constituindo como uma política institucional de alguns governos ainda mal acostumados com a politicagem assistencialista.



      (1) A partir da divulgação no que com certeza será o maior escândalo de corrupção do Brasil, quiçá do mundo, intitulado Lava-Jato, divulgou-se de forma bem explicita que as empreiteiras envolvidas em número de nove são as maiores investidoras em campanhas eleitorais em nosso país, tendo inclusive dado muito dinheiro, todas, milhões para todos os partido políticos do país, com exceção do PSOL, tendo elegido uma bancada muito forte na Câmara e no Senado e como doou/investiu para todo mundo se encontra muito bem postadas não só no Congresso, mas em todos os governos que foram eleitos.



      (2) Depois de quinze anos de atividade judicante a época e sete eleições presididas em diversas cidades, quando resolvermos avançar para fazer análise das receitas e despesas informadas a partir da realidade posta no presente texto e confrontando com o que se via nas ruas, quando do exercício do poder de polícia nas propagandas, tivemos a surpresa de reprovarmos todas as contas informadas de todos os candidatos eleitos e até mesmo da maioria dos suplentes com chance de assumirem o mandado. Parece brincadeira, mas infelizmente não é, pois no atual sistema os candidatos e partidos políticos não levam a sério tal fase do processo eleitoral e a Justiça Eleitoral tem parcela de culpa, no nosso sentir, por não se preocupar ainda com a análise substancial que já devia ser o guia de todo o seu agir, respeitando inclusive o devido processo legal, pois das constatações feitas pela Justiça, abrir-se-ia para manifestação e influência na futura decisão as considerações do candidato que informou errado a Justiça. Ou seja, asseguraríamos o contraditório e ao mesmo tempo faríamos uma análise substancial das contas. Mesmo não sendo a diretriz da jurisprudência hodierna, continuaremos nessa mesma linha com a esperança de que no futuro tal pensamento passe a ser predominante

       

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      • L200 Top Car

      O ex-prefeito de Pau dos Ferros, Leonardo Rêgo (DEM), reagiu à entrevista do atual prefeito, seu ex-vice, Fabrício Torquato (DEM), concedida à Rádio de Martins, tão logo foi repercutida n Blog.

      Fabrício declarou que recebeu a Prefeitura de Leonardo, com dívidas e obras inacabadas.

      “O que ele falou são coisas verdadeiramente absurdas e inacreditáveis”, começou Leonardo, listando resposta a todos os itens citados por Fabrício, lembrando que, logo que ele assumiu a Prefeitura, seu discurso era outro.

      “Na mensagem lida na Câmara em 2013, e eu tenho cópia, ele disse que apesar das dificuldades financeiras de todas as Prefeituras do país, ele assumia uma administração equilibrada financeiramente e adimplente para formalização de convênios com os entes estadual e federal”, disse Leonardo, que junto ao pai deputado Getúlio Rêgo, tem comandado o DEM em Pau dos Ferros e municípios próximos.

       

      “Ele diz que a Prefeitura passou 2 anos sem pagar à Previdência. Como? Se o município não tivesse recolhido como eu teria condição de realizar convênio?”, questionou o ex-prefeito, explicando que o que ocorreu em Pau dos Ferros foi o mesmo que ocorreu em cerca de outros 60 municípios, onde a Previdência havia recolhido acima do que era para ter sido recolhido e todas ingressaram com ações para que fossem feitas compensações. O que foi feito através do escritório de advocacia citado pelo prefeito Fabrício Torquato.

      “Isso ainda está tramitando administrativamente”, afirmou Rêgo em contato com o Blog, e adiantando que irá apresentar os documentos necessários para o Blog ter certeza que ele está falando a verdade.

       

      “Minhas contas foram aprovadas e sem ressalvas”, declarou o ex-prefeito, lembrando que quando entregou a Prefeitura ao sucessor Fabrício Torquato, entregou com saldo em conta.

      Segundo Leonardo, o saldo em conta deixado por ele no Município era de cerca de 3 milhões de reais, sendo cerca de 600 mil de restos a pagar.

       

      “Se subtrair o saldo em conta pelos restos a pagar, o nível de suficiência financeira que deixei na Prefeitura foi de cerca de 2 milhões e 400 mil reais”, lembrou Rêgo, justificando que ‘restos a pagar’ não significa dívidas, e sim ações e investimentos continuados com recursos devidamente empenhados.

       

      “Eu tive 8 anos de mandato e todas as minhas contas aprovadas pelo TCE e referendadas pelo legislativo municipal”, afirmou o ex-prefeito, listando as questões citadas pelo atual prefeito Fabrício Torquato.

       

      Rêgo afirmou que deixou a creche Manoel Deodato com 80 ou 85% das obras concluídas.

      “Eu deixei dinheiro na conta para terminar, agora o prefeito não teve competência. A creche do bairro São Geraldo também deixei com 95% das obras concluídas”, disse Leonardo, citando ainda a Praça Ezequiel Fernandes, no bairro de São Benedito.

       

      “Inaugurei a primeira etapa da praça e deixei emprenhados os recursos para a segunda etapa, que era apenas a construção de um espelho d`água e um quiosque. Já faz bem um ano que a Caixa emitiu a autorização para início de obra e a placa foi fixada e nada foi feito”.

       

      Leonardo Rêgo também citou as obras do ginásio poliesportivo, programadas para 5 etapas, afirmando que deixou “em pleno andamento”, com recursos de 5 emendas parlamentares distintas somadas à contrapartida da Prefeitura.

       

      O ex-prefeito ainda lembrou, mesmo sem Fabrício ter citado, a UPA.

      “Há um ano e nove meses a UPA foi concluída e a Prefeitura não abriu. Deixei perto de 90% das obras executadas”.

       

      Sobre o abatedouro que o prefeito Fabrício Torquato citou como obra inacabada, Leonardo explicou que, realmente, houve um problema. E contou que a Prefeitura licitou com recursos provenientes de emendas, o projeto passou para análise da Caixa, porém a construtora se adiantou e deu início às obras antes do OK da Caixa, o que fez a instituição não acatar a primeira medição entregue pelo construtor.

      Antes disso o ex-prefeito e o atual foram a Brasília, no Ministério da Agricultura, onde foi constatado que a prorrogação de vigência do contrato, pedido à Caixa pela Prefeitura, não havia sido atendida por questões burocráticas da Caixa com o Ministério.

       

      “Essa obra, especificamente, tem característica atípica às obras da gestão Leonardo Rêgo, confirmando que há uma obra parada que é a de pavimentação da Vila do perímetro irrigado que aguarda ainda a liberação de ‘parcelas subsequentes’.

       

      Irritado com as declarações do prefeito Fabrício Torquato, o ex-prefeito Leonardo Rêgo revelou que o Município de Pau dos Ferros estava, até poucos dias, inadimplente em quatro frentes, e que por isso já perdeu recursos de emendas federais, do senador José Agripino e do deputado Felipe Maia, e estadual do deputado Getúlio Rêgo.

      Leonardo ainda falou sobre dívidas de precatórios, afirmando que recebeu a Prefeitura em 2005 com a segunda maior dívida de prefeituras do interior, pois o que se pagava anteriormente não amortizava nem os juros referentes aos precatórios. E que aos poucos renegociou e quitou os precatórios de pequenos valores em dois anos de mandato.

      O ex-prefeito lembrou que quando recebeu a Prefeitura, “do hoje aliado de Fabrício, Nilton Figueredo”, 40% dos servidores ganhavam menos de um salario mínimo e que, dos 60% que já haviam alcançado o valor, só alcançaram porque entraram com ações na justiça.

      Segundo Rêgo, em 11 meses do seu primeiro mandato 100% dos servidores passaram a ganhar a partir de um salario mínimo, evitando novas demandas trabalhistas.

      “Não são dívidas da gestão Leonardo Rêgo”, repetiu o ex-prefeito, negando que sua gestão tenha contraído uma dívida de um milhão junto ao Tribunal de Justiça, como afirmou Fabrício em entrevista à FM Vida.

      Para Leonardo, essa dívida tem origem em exercícios anteriores ao seu mandato.

       

      “Infelizmente esse rapaz, depois que assumiu a Prefeitura, mudou de figura. Tudo o que está acontecendo foi premeditado”, disse Leonardo Rêgo, afirmando que no primeiro turno da eleição, o prefeito Fabrício, mesmo tendo feito campanha para o candidato Henrique Alves (PMDB), votou em Robinson Faria (PSD).

       

      Leonardo Rêgo ainda lembrou a escola de ensino fundamental do bairro Nações Unidas, que ele começou, há pouco tempo já estava com 80% das obras concluídas, mas foram paralisadas.

      “Porque o prefeito não pagou os 15 mil de uma parcela da contrapartida municipal.

      Também lembrou a urbanização da avenida Dinarte Mariz que sua gestão deixou o dinheiro empenhado.

      Lembrou ainda que o Município perdeu recursos do governo federal referentes à reforma do Estádio 9 de Janeiro, porque, apesar dos recursos emprenhados, a Prefeitura estava inadimplente.

       

      “Se for calcular o que o município perdeu por inadimplência é um absurdo.

      Por fim, o ex-prefeito Leonardo Rêgo rebateu informações de que deixou para Fabrício, dívidas contraídas com a Cosern e a Caern.

      Rêgo explicou que quando assumiu encontrou dívida com a Caern, que foi renegociada, e de cerca de 3 milhões junto à Cosern. E que, se o prefeito Fabrício diz que a dívida é de 1 milhão, comprova que sua gestão pagou cerca de 2 milhões mesmo a dívida não tendo sido contraída em sua gestão.

       

      “Isso são bombas plantadas pelo ex-prefeito Nilton Figueredo, o novo aliado do prefeito”, afirmou Leonardo Rêgo, citando que a gestão atual só deu continuidade a 3 obras de sua administração: Creche do Manoel Deodato, Escola do Nações Unidas e UPA 24 horas.

      "Mas nenhuma foi inaugurada até o momento. Todas as demais que deixei em andamento foram paralisadas por ausência de gestão e comprometimento com o interesse público".

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      • Carnatal
      23
      nov

      Dois apostadores acertaram os seis números do concurso 1.655 da Mega-Sena sorteada neste sábado.

      Cada aposta, uma do Rio de Janeiro e a outra de Cianorte, no Paraná, vai receber R$ 67.657.559,48.

      O valor total de R$ 135 milhões para as seis dezenas foi o maior prêmio da história.

      As dezenas sorteadas foram estas:

      07 – 24 – 28 – 46 – 53 – 56.

      A quina teve 704 acertadores e cada um vai levar R$ 16.384,73.

      A quadra, com 39.616 acertadores, pagará R$ 415,95 a cada um.

       

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      Do Jornal do Commercio:

      Senador pernambucano Humberto Costa (PT) é citado no Petrolão
      Delator Paulo Roberto Costa acusa líder petista de ter recebido R$ 1 milhão em propina

      O ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa afirmou em depoimento à Justiça que o líder do PT no Senado, o pernambucano Humberto Costa, recebeu R$ 1 milhão do esquema de fraudes envolvendo a estatal, informa a edição deste domingo (23) de O Estado de S. Paulo, que está nas bancas.

      Segundo o jornal, a citação foi feita em depoimento sigiloso que integra a delação premiada assinada pelo ex-diretor, por meio da qual ele espera ter sua pena reduzida.

      O jornal afirma que, segundo Paulo Roberto, o dinheiro a Costa foi solicitado pelo empresário Mário Barbosa Beltrão, presidente da Associação das Empresas do Estado de Pernambuco (Assimpra).

      Paulo Roberto teria dito que o dinheiro saiu da cota de 1% do PP. Segundo o jornal, o ex-diretor não soube informar como ocorreu o repasse do dinheiro, mas declarou que o empresário lhe confirmou o pagamento.

      Procurado pela reportagem, o líder do PT classificou de totalmente fantasiosa a acusação de que teria recebido R$ 1 milhão do esquema.

      Ele disse que não tem qualquer relação com algum integrante do PP que pudesse intermediar alguma arrecadação para ele. “Essa (acusação) é totalmente fantasiosa. Como o PP mandou passar uma cota? Não tenho relação com ninguém do PP. A matéria não diz se é uma doação oficial, quem levou, de onde saiu.”

      Costa afirmou que deve divulgar uma nota à imprensa neste domingo rebatendo pontos da reportagem. O senador disse que recebeu, na campanha de 2010, R$ 150 mil em doações feitas pelo empresário Mário Barbosa Beltrão, de quem é amigo desde a adolescência.

      Mário Beltrão, segundo O Estado, chamou as acusações de leviandades e negou ter pedido dinheiro à campanha para o ex-diretor da Petrobras.

      Alguns nomes de uma lista de parlamentares que teriam sido beneficiados do esquema de corrupção na Petrobras vieram à tona. Entre eles, estaria a ex-ministra Gleisi Hoffmann (PT-PR) e o ex-senador Sérgio Guerra (PSDB-PE), já morto. Gleisi negou as acusações.

      A reportagem tentou falar com Mário Beltrão mas não obteve retorno.

      PALAVRAS-CHAVE
      humberto costa

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      • DNA Center
      NO PALANQUE DE 2016

      Eita que a guerra começou em Pau dos Ferros.

      Já está decretada a disputa entre o atual prefeito Fabrício Torquato (DEM) e seu ex-aliado e ex-prefeito Leonardo Rêgo (DEM), de quem Fabrício foi vice.

      Pois bem…

      Desde que assumiu, como foi apoiado pelo prefeito de quem era vice, Fabrício tocou a administração sem olhar para o retrovisor.

      Mas aí…veio a eleição estadual onde, no primeiro turno, Fabrício e ‘Léo’ estiveram no mesmo palanque, o do candidato Henrique Alves (PMDB), e no segundo, com direito a rompimento via este Blog, Fabrício foi para o palanque do governador eleito Robinson Faria (PSD).

      Agora, os dois ex-aliados vão bater chapa em 2016, e Fabrício decidiu botar o olho no retrovisor e mostrar o que ‘de ruim’ encontrou quando assumiu a Prefeitura.

      A ‘herança’ foi apresentada pelo prefeito de Pau dos Ferros na entrevista que concedeu ontem à FM Vida.

       

      “Precisamos apresentar à população a realidade de alguns fatos no que diz respeito às obras traumáticas que herdamos. O abatedouro publico inacabado que está aí não apresenta mais viabilidade de conclusão, virou em elefante branco. Nem naquele local poderia mais, pois virou área urbana. Já garantimos recursos da ordem de 400 mil para a construção de um novo abatedouro e estamos procurando um melhor local para a construção. Ainda assim, precisaremos entrar com uma contrapartida no valor de 200 mil reais por parte da Prefeitura”, revelou o ex-vice de Leonardo Rêgo.

       

      “Preocupa-me  muito começar e não concluir uma obra. Não somente por questões de término de mandato, mas por inviabilidade logística e financeira devido à forma como essas obras foram tratadas desde o processo de planejamento e licitação. Temos o compromisso de tentar não torná-las ‘elefantes brancos’. Irei a Brasília lutar pelas suas finalizações e, se for necessário e possível, utilizaremos recursos próprios em alguns dos casos para resolver essas pendências”, disse Fabrício, enumerando as obras que ficaram pendentes da gestão passada como o abatedouro, a creche do bairro Manoel Deodato, a Praça Ezequiel Fernandes, no bairro São Benedito, e o ginásio poliesportivo do bairro Nações Unidas.

       

      O atual prefeito ainda revelou que a gestão passada, da qual ele foi vice, lhe deixou como herança uma dívida referente a pagamento de precatórios que tiram dos cofres da Prefeitura de Pau dos Ferros, mais de 200 mil reais por mês.

       

      “Assim que assumi o posto de prefeito, herdei uma dívida de R$ 9.788.962,67 referentes a precatórios que já tinham sido finalizados entre os anos de 2005 e 2012. Eu precisava pensar na governabilidade da minha gestão e na dos meus sucessores, porque senão aquele montante se tornaria uma ‘bola de neve’. Por isso, financiamos todo o valor em parcelas mensais de 125 mil durante 8 anos e 4 meses. Para completar, em agosto de 2013 chegou uma dívida de 1 milhão do Tribunal de Justiça, que precisamos parcelar em 12 vezes de 94 mil reais. Resumindo: são quase 220 mil reais mensais, de recursos próprios, destinados a pagar pendências passadas. Além disso, o débito com a Cosern, em janeiro de 2013 era de quase 1,1 milhão. Com a Caern, temos dívidas de mais de 300 mil reais”.

       

      Disposto a abrir o bocão, o ex-vice de Leonardo afirmou que ele passou dois anos sem pagar a Previdência. Mais dívida para sua gestão.

       

      “Essa é outra grande demanda que estamos lutando na justiça. Negociamos e parcelamos mais de 6 milhões de reais devidos à previdência, dentro da MP 589/2012, que favoreceu os municípios, dando melhores condições de parcelamento. Fora estes, a gestão anterior passou quase dois anos sem pagar as obrigações previdenciárias, uma decisão feita em acordo com o Escritório Bernardo Vidal no que se refere à compensações previdenciárias. Já perdemos a causa nas  duas primeiras instâncias e estamos aguardando o resultado do processo, mas o fato é que essa dívida, que começou com um valor de mais de 5 milhões, já soma mais de 18 milhões. Estamos nos esforçando ao máximo, de acordo com nossas possibilidades, para que tudo termine bem. Da nossa parte, desde o início da atual gestão, pagamos tudo regularmente”, afirmou.

       

      Durante a entrevista, Fabrício Torquato, que deverá deixar o DEM quando o partido entrar em processo de fusão com outra legenda, ‘evitou’ falar em eleições de 2016.

      Mas…e precisava?

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      22
      nov

      Santa Padroeira reúne adversários

      22 de novembro de 2014 às 18:47 — 1 comentário
      No feriado de Nossa Senhora da Apresentação, adversários na última eleição ocuparam o mesmo espaço…

      Na procissão da padroeira de Natal, lá estavam o governador eleito Robinson Faria (PSD) com a senadora eleita Fátima Bezerra (PT)…

      Do outro lado, sem contato com os protagonistas da chapa majoritária eleita, estavam o senador José Agripino Maia (DEM) com a mulher Anita Catalão e o filho reeleito, deputado Felipe Maia (DEM),  o prefeito-candidato Carlos Eduardo (PDT) com Andreia…

      De prefeitável também presente o deputado Hermano Morais (PMDB).

      O deputado, futuro líder do governo na Assembleia, José Dias (PSD), também marcou presença na celebração.

      A governadora Rosalba Ciarlini não acompanhou a procissão, mas assistiu à missa solene na Catedral, onde foi encerrada a festa da padroeira.

      Fotos Márlio Forte, Jean Rocha e Ivanízio Ramos
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      IMG_2435.PNG

      E esse cochicho aí, na procissão de Nossa Senhora da Apresentação?

      O deputado Hermano Morais (PMDB) trabalhando muito para disputar, mais uma vez, a Prefeitura de Natal, num cochichado com o federal reeleito Felipe Maia (DEM).

      E o DEM de Agripino não tem candidato a prefeito.

      Poderia apoiar Hermano?

      Resta saber se o presidente do PMDB/RN, deputado Henrique Alves, vai de PMDB de Hermano…ou de PDT de Carlos Eduardo em 2016.

      IMG_2442.PNG

      A ex-governadora e ex-candidata ao Senado, Wilma de Faria (PSB), evitou o encontrão.

      E em vez da sexta-feira de missas e procissão, foi à novena da quinta na Catedral.

      IMG_2441.PNG

       

       

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      Os presidente e e-presidentes da Fiern, e diretores da CNI, Amaro Sales e Flávio Azevedo, foram os convidados potiguares para o casamento de Maria Cecília Monteiro e Bruno Tavares.

      A festa aconteceu ontem em Recife, com cerimônia religiosa na Capela de Nossa Senhora das Graças e recepção no castelo do Instituto Ricardo Brennand.

      A noiva é filha do novo ministro do Desenvolvimento, o senador pernambucano e ex-presidente da CNI, Armando Monteiro, e de Maria Digna Pessoa de Mello.

      Na festa para 700 convidados, a decoração deslumbrante do castelo chamou atenção: flores, candelabros de cristal bacarat, bandejas de prata do século 18, toalhas de renda…

      IMG_2383.PNG

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      Após o casamento da filha do novo ministro do Desenvolvimento, ontem em Recife, o presidente da Fiern, Amaro Sales, comentou a indicaçãoo do senador pernambucano e ex-presidente da CNI para o cargo.

      "Ele está consciente da sua responsabilidade e a capacidade de interagir com as lideranças nacionais da indústria. Ganha a indústria nacional, ganha o Brasil ao indicar um empresário que conhece as dificuldades enfrentadas por todos nós. Tem também a importante missão de assumir um ministério, principalmente porque o Brasil tem pífio crescimento na área industrial. Leva uma grande vantagem por ter presidido a CNI por oito anos, afirmou Amaro Sales.

       

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      22
      nov

      Câncer no esôfago mata ‘Seu Lunga’

      22 de novembro de 2014 às 14:06 — Comente aqui

      Do jornal O Povo/Ceará:

      Morre o poeta e personagem cearense ''Seu Lunga''

      O sucateiro tinha 87 anos e estava internado no Hospital São Vicente de Paulo, em Barbalha, onde se tratava de um câncer de esôfago

      Joaquim dos Santos Rodrigues, conhecido como "Seu Lunga", morreu às 9h30 da manhã deste sábado, 22, na cidade de Barbalha, no Interior do Ceará. Seu Lunga foi internado na última quarta-feira, 19, por complicações no sistema digestivo. O quadro piorou na sexta-feira, levando ao falecimento do poeta.

      Seu Lunga tinha 87 anos e estava internado no Hospital São Vicente de Paulo, em Barbalha, onde tratava de um câncer de esôfago.

      De acordo com Demontier Tenório, primo em segundo grau do sucateiro, há cerca de seis meses ele foi submetido a uma cirurgia no esôfago, mas se recuperava bem.

      A previsão é que o corpo seja velado na Capela de São Vicente, em Juazeiro no Norte, próximo à sua residência. O sepultamento deve ocorrer no Cemitério do Socorro. Os horários ainda não estão definidos.

      Seu Lunga era um poeta, vendedor de sucata e repentista do Juazeiro do Norte, que ganhou notoriedade pelo seu temperamento forte, tornando-se um personagem do folclore nordestino. Seu apelido veio de uma vizinha que lhe chamava de Calunga, devido a sua loja. Com os passar dos anos ficou apenas Lunga.

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      • D' Amis - Moda Feminina

       

      Seu Lunga um dia disse que fama de ignorante o incomodava.

      Foi em março de 2009, quando foi entrevistado das Páginas Azuis do jornal cearense ‘O Povo’.

      Leia a entrevista

      IMG_2373.PNG

      Thiago Cafardo e Cláudio Ribeiro

      Enviados a Juazeiro do Norte

      A rotina do senhor Joaquim dos Santos Rodrigues, de 81 anos, é comum a tantos outros comerciantes da rua Santa Luzia, no Centro de Juazeiro do Norte. Acorda cedo, por volta das 5 horas, toma café e sai de casa para abrir sua sucata. Lá, vende de “tudo um pouco”. Ventiladores, televisores, pregos, parafusos, borrachas, espelhos e uma infinidade de produtos antigos. Joaquim poderia ser apenas mais um comerciante anônimo da cidade. Poderia, não fosse o imaginário popular, alimentado principalmente pela literatura de cordel.

      Seu Lunga, como é conhecido desde “menino novo”, já ganhou status de “celebridade” em todo o Estado. Ou melhor, no País. As piadas sobre suas respostas grosseiras permeiam as mesas de bares nas conversas entre amigos ou nos programas de humor. Impossível não achar graça. Menos para o próprio Lunga. A fama de “zangado, ignorante” o incomoda. Chega a ficar com os olhos marejados ao falar sobre as piadas atribuídas a ele. “Nenhuma dessas histórias é verdade. É tudo inventado”, diz.

      Cada volume do cordel escrito em “homenagem” a seu Lunga tem 157 histórias. E já está na sexta edição. O título: “O homem mais ignorante do mundo”. Os cordelistas são, inclusive, o principal alvo da mágoa de seu Lunga. “Eles ficam falando da minha pessoa, dizendo o que eu não sou”, lamenta.

      A conversa com os repórteres do O POVO durou pouco mais de 40 minutos. No começo, ao perceber que se tratava de uma equipe de imprensa, seu Lunga relutou. Pensou que os jornalistas quisessem apenas tripudiar sobre sua fama de zangado. “Olhe, eu não tenho o que dizer. Tem um camarada aqui perto que é professor, dentista. Ele dá uma entrevista bem bacana a vocês”, sugeriu.

      Aos poucos, seu Lunga foi se soltando e transformou a conversa num agradável bate-papo. Falou sobre sua devoção a Padre Cícero, riu, e fez questão de mostrar seu lado poeta. “Minhas poesias são mais sobre mulher”, disse ele, às gargalhadas. Veja abaixo, na íntegra, como foi o papo com o homem mais popular de Juazeiro do Norte (depois do padim, claro), desde a chegada da equipe do O POVO à sua loja.

       

      O POVO – Boa tarde, seu Lunga. Como vai?

      Seu Lunga – Pois não.

      OP – Somos do jornal O POVO, de Fortaleza. Podemos conversar com o senhor? São só algumas perguntas…

      Seu Lunga – Às vezes, muita gente vem com umas perguntas, umas conversas tão bestas aqui. Que prejudica a gente.

      OP – Que tipo de conversa besta o pessoal tem com o senhor?

      Seu Lunga – Olha, muita gente chega aqui (no comércio) e diz: “Isso aqui é para vender?”. É pergunta besta. Aí querem que eu dê uma resposta grosseira. Isso faz mal à gente. Você está ocupado e o camarada chega perguntando bobagem…

      OP – Mas a nossa intenção não é essa, não…

      Seu Lunga – Tem um camarada aqui, que se vocês forem lá ele dá uma entrevista bacana. O nome dele é Geraldo Menezes. Ele é um professor, um dentista…

      OP – A nossa intenção é conhecer um pouco mais sobre o senhor, seu Lunga. O senhor é nascido onde, em qual município?

      Seu Lunga – Eu nasci aqui mesmo (Juazeiro do Norte).

      OP – Qual a idade do senhor?

      Seu Lunga – Completei 81 anos. Já estou dentro do 82. Nasci em 1927, no dia 18 de agosto.

      OP – O senhor está muito bem…

      Seu Lunga – É. Pra quem já tem 81…

      OP – O senhor já trabalhou com o que, além de vender (tem uma loja no Centro de Juazeiro que vende de tudo)?

      Seu Lunga – Eu nasci aqui, mas passei uns tempos morando no município de Assaré. Fui para lá menino. Tinha 20 anos. Minha origem de eu ter vindo para cá foi uma queda… Lá nós criávamos todo tipo de bicho: porco, carneiro, galinha, cavalo, burro, boi e vaca. Agora, sempre que era no fim das águas (época de seca), a lagoa de lá secava. A gente cavava um buraco para dar água aos bichos. Então eu escapolí da boca do buraco com 23 metros de fundura. Se eu tivesse caído de ponta, assim, tinha quebrado o pescoço. Mas eu caí de chapa (inteiro) no buraco. Porque a cacimba era com madeira, na boca. Aí escorreguei… Quando escorreguei, o corpo deu um balanço assim (mostra com as mãos o movimento do corpo) e caí de chapa.

      OP – Aí o senhor veio a Juazeiro para se tratar?

      Seu Lunga – Eu vim para me tratar. Vim com meu pai. Depois, eu fiquei e meu pai voltou. Fiquei trabalhando numa oficina de ourives. Passei uns tempos nessa oficina.

      OP – Quanto tempo?

      Seu Lunga – Eu vim para cá em 1947 já para 48. Passei até 1950 trabalhando de ourives. Olha aqui esse anel (mostra o anel no anelar da mão direita), fui eu que fiz. É de rubi. Aí, comecei a negociar cereais. Meu pai trouxe uma tia minha e uma irmã para ficar comigo. Fiquei numa casa lá no caminho do Horto. Aí entendi de me casar, me casei, e minha irmã voltou para lá com minha tia. E eu fiquei, negociando aqui no mercado. Passei uns anos negociando. Depois comprei um motor aqui na rua São Paulo. Naquele época não tinha energia elétrica. Aí comprei as máquinas com o motor. Eu pilava arroz, torrava café, vendia massa de milho, a palha do milho, do arroz… Em 1960, comprei esses dois prédios aqui (onde funciona sua oficina) e queria continuar, mas na época teve uma lero-lero (burocracia) danado. E eu não quis. Então, botei a oficina lá atrás e um camarada consertando televisão, rádio. Agora, de uns tempos desses para cá as coisas “fracaram” e tô só com essa bagaceira de coisas aqui.

      OP – Por que as pessoas gostam de brincar com o senhor sobre sua zanga?

      Seu Lunga – Olhe, nós estamos num Brasil sem moral. Num Brasil sem respeito. Num Brasil sem Justiça. Porque tem um senhor aqui que escreve uns folhetozinhos (cordel) falando da minha pessoa. Dizendo o que eu não sou, inventando histórias, inventando isso e aqui outro, dizendo que sou o homem mais ignorante do mundo. Mais zangado do mundo. E fica inventando cada vez mais histórias. E o povo compra esses folhetos.

      OP – E o senhor fica chateado com isso? Essa fama incomoda?

      Seu Lunga – Claro. Todo mundo fica. Você fica satisfeito com o cabra te chamando de fresco? De ladrão? Maconheiro? Sem vergonha? Então, eu não gosto dessa fama.

      OP – O senhor se considera um homem feliz depois de tanto tempo aqui em Juazeiro?

      Seu Lunga – A pessoa feliz é da pessoa. Agora, tem gente… Chegou aqui um povo vindo de Minas. O rapaz me perguntou: “Seu Lunga, por que o povo lhe chama de ignorante?”. Eu olhei pra ele e disse: “Rapaz, eu acho que o povo me chama de ignorante porque sei ler, sei escrever, sei as operações de conta. Aí, de minha teoria, eu criei um bocado de poesias…”

      OP – O senhor faz poesias?

      Seu Lunga – Não, eu não faço. Agora, eu faço um discurso, eu crio um discurso da criatura que morre, que deixa a vida material para a vida espiritual, fazendo uma despedida da vida eterna.

      OP – Como é isso? Recite umas para a gente, só um trecho.

      Seu Lunga – Assim: “Meu amigos, eis aqui o destino / Nós estamos aqui reunidos, assistindo a separação dessa criatura que vai deixando a vida material para a vida espiritual / Nós aqui com o coração cheio de dor, de lembrança e de recordação / Dos dias felizes que nós passamos aqui na terra, junto a esta criatura e hoje ele dá um Adeus deixando a recordação a seus irmãos, a seus filhos, a seus amigos, a seus parentes / Nós, aqui tristes, sentindo essa separação, mas lá está Jesus, de braços abertos, esperando a sua chegada com seus familiares / Pai, irmão, tio e mãe estão lá comemorando a sua chegada e nós, aqui, com o coração transportado de tristeza, de separação”. E por aí vai…

      OP – Isso o senhor fez?

      Seu Lunga – Eu crio. Criei uma poesia… Aliás, minhas poesias são mais sobre mulher (risos).

      OP – Diz uma para a gente…

      Seu Lunga – Peraí. Vou dizer mais de uma. Diz assim: “A mulher pra ser bonita, precisa ser alta e bela / Tendo um corpo desenhado, morena cor de canela / Mas os rapazes da Ribeira estão tudo loucos por ela”. E então?

      OP – Ótima. O senhor tem alguma de Juazeiro, do Cariri?

      Seu Lunga – Pera. Outra de mulher: “Se a beleza dessa jovem fosse numa Imperatriz / Se o homem do nosso Estado tivesse a sorte feliz / Tivesse ela como esposa seria o mais rico do País”. Então, é boa? Outra da mulher: “Quem me dera ser um pássaro, para no mundo voar / Eu ia para o oceano, depois podia voltar / Mas ia cair em teus braços somente para consolar”. E aí, boa?

      OP – Boa sim. Então, o senhor tem sobre o Juazeiro, sobre o Cariri?

      Seu Lunga - Não. Quero dizer, só assim algumas palavras. Tem uma que diz assim: “Terra boa o Cariri, tem mangaba e tem pequi / E ao redor de sete léguas, tem muito ‘fí duma égua’ que nega até um pequi”. (risos).

      OP – (risos) O senhor tem outras de Juazeiro?

      Seu Lunga – Olha, eu fiz uma poesia de caçador: “O pobre do caçador, com fome, descalço e nu, vai à noite pra caçada / Enquanto o tatu na dormida, pouco demora, dá um pulo e vai simbora por ter desgosto da vida”. É como o velho. Não queira ficar velho porque eu fiz uma poesia com velho.

      OP – O senhor fez uma poesia com velho? Mas não é pensando no senhor não, né?

      Seu Lunga – Não, mas é a mesma coisa (risos). Tanto faz como tanto fez. “Disse o pobre do velho mais a velha, quando vão se deitar, a colcha toda rompida / E um puxa e o outro puxa / E viver aquela sina dá desgosto na vida”. Agora eu fiz uma poesia que diz assim: “Quem não mora muito longe, morando perto é vizinho / Encostado a esta mata, mata que tem espinho / Cada pau tem o seu galho, cada galho tem um ninho / Não vou morar nessa mata por causa dos passarinhos”. Agora tem outra que diz assim: “Morava bem em Juazeiro / Me transportei daqui e fui morar em Salgueiro / Lá existe uma fazenda que só existe um mateiro / Existe também um boi, que é um grande boi madrugueiro / E eu montado em meu cavalo, cavalo muito ligeiro / E eu vou derribar o boi, cavalo, boi e vaqueiro”. Que tal?

      OP – Boa demais. Seu Lunga, o senhor tem poesia sobre o Ceará?

      Seu Lunga – Não…

      OP – O senhor tem essa fama que lhe chateia, mas estamos desfazendo completamente a imagem que o pessoal fazia do senhor.

      Seu Lunga – É… (suspira). Ainda bem.

      OP – O senhor conta piada?

      Seu Lunga – Não, não gosto de piada. Não gosto de piada e aí, tem muito desses camaradas que fazem os cordéis, que botam muita piada. Aí o cabra num vai gostar. Se você ler o cordel com as histórias, nenhuma é minha. Tem um (livro) aí que tem 157 histórias da minha pessoa. Nenhuma é verdade. Nem pensar em ser verdade.

      OP – Tudo inventado?

      Seu Lunga – Inventado. E histórias de vagabundo. Olha, eles contam aí que eu fui ao açougue. E cheguei lá e comprei uma cabeça de porco. Quando cheguei em casa a mulher disse: “Pra que é?” E eu disse: “Pra criar”. Escuta, eu nunca comprei cabeça de porco. Outros contam que eu estava arrumando as telhas e quebrei as telhas tudinho. Outro conta que eu vinha com um balde de leite, eu nunca carreguei balde de leite. Aí o cabra perguntou: “Seu Lunga, pra que é?”. E eu: “Pra lavar a calçada, e joguei o leite”. Histórias sem pé nem cabeça.

      OP – Seu Lunga, como é o nome do senhor?

      Seu Lunga - Meu nome mesmo é Joaquim Santos Rodrigues.

      OP – O senhor é pai de quantos filhos?

      Seu Lunga – Sou pai de 13 filhos.

      OP – Treze? Todos ainda vivos?

      Seu Lunga – Morreu um agora. São três homens e 10 mulheres.

      OP – Seu filhos também não gostam dessas histórias que inventam do senhor, né?

      Seu Lunga – Não, claro que não. Essas histórias que o povo conta… Meus filhos admiram a minha pessoa, gostam de mim. Mas eles não acham bom.

      OP – Seu Lunga, o senhor é nascido aqui em Juazeiro, saiu, mas já voltou há mais de 50 anos. O que o senhor mais gosta no Juazeiro.

      Seu Lunga – Homi, eu gosto do Juazeiro mais por causa do Padre Cícero.

      OP – O senhor é devoto dele também…

      Seu Lunga – Sou, do Padre Cícero. Você tem muita história do Padre Cícero aqui. Eu ainda tenho fé que ele vai ser canonizado. Você pensando bem, a história do Padre Cícero que o povo contava tem muita coisa… Eu alcancei ele, mas quando ele morreu eu era muito pequeno. Ele morreu em 1934, eu tinha 6 anos.

      OP – O senhor chegou a vê-lo alguma vez?

      Seu Lunga – Cheguei, eu vi. Me lembro.

      OP – Ele já trazia muita gente para cá mesmo?

      Seu Lunga – O Padre Cícero tem muita história. O povo conta histórias dele ainda criança. Ele tinha seis anos, estudava no Crato. Aí, tinha uma escola lá e nesse tempo os meninos andavam de chapéu. Os meninos tinham inveja dele, porque ele era muito inteligente. Os professores gostavam muito dele, das conversas dele. Aí, os outros meninos compraram um outro chapéu e botaram no lugar do chapéu do Padre Cícero. E eles ficaram todos curiosos para saber o que o Padre Cícero ia fazer quando chegasse. Aí quando ele chegou, olhou, e não tinha mais graça de botar o chapéu. Não era o dele. Aí ele pegou o chapéu, colocou na parede e ficou sem…

      OP – Era um chapéu igual ao que o senhor está usando?

      Seu Lunga – Eu não sei como era o chapéu. Quando Padre Cícero era criança isso foi em em 1870, por aí. Então, aí o chapéu ficou pregado na parede. E os meninos saíram dizendo que Padre Cícero era feiticeiro, isso e aquilo outro. Tem muitas histórias dele. Tinha um senhor aqui, o Aureliano (Pereira da Silva). Ele já morreu, mas tem um bocado de filhos vivos. Ele mesmo me contou uma história que se passou com ele. Era garoto e foi a Barbalha, a cavalo. Naquele tempo não havia carro. Aí, lá, por volta de 11 horas ele encontrou Padre Cícero. Ele já tinha resolvido o problema dele e ficou acompanhando o Padre Cícero. E quando o sol se enterrou, Padre Cícero disse: Vamo simbora!”. E o camarada pensou: “Meu Deus, como é que nós vamos de noite, de Barbalha pra casa”. Mas eles foram indo, indo e encontraram uma casa. O padre mandou parar. Quando chegaram no terreno da casa, a mulher gritou lá de dentro: “Padre, eu mandei lá, o rapaz já foi duas vezes lá no Juazeiro e não lhe encontrou. E coisa e tal”. E Padre Cícero respondeu: “o que foi que houve?”. “Fulano morreu”, disse ela. E entraram na casa para ver o morto. Padre Cícero disse: “Morreu não, minha senhora”. Puxou o braço dele, apertou a mão e gritou: “Compadre fulano”. Aí o homem, que não estava morto, respondeu: “Me levante e vamos conversar”. O Padre Cícero ajudou o homem a se levantar e deu a extrema unção a ele. Conversou com ele e disse para a senhora: “Agora traga um vela que ele agora vai morrer, mas ele não tinha morrido ainda”. Aí colocou as mãos nele e o ajudou a morrer. Aureliano ficou abismado porque Padre Cícero tinha sentido, lá na estrada, que o compadre dele tava para morrer. Bem, Aureliano, depois disso, ele se casou. A mulher morreu. Casou-se de novo, a mulher morreu de novo. E ele adoeceu. A mãe dele mandou chamar Padre Cícero. Aí a mãe dele perguntou: “Padre, será que ele vai morrer”. E Padre Cícero respondeu: “Vai nada. Ele vai ficar bom. E olhe: ele ainda vai ser pai de 36 filhos”. Aí a mãe dele: “Mas padre, 36 filhos?”. O que se sabe é que ele ficou bom, casou-se mais quatro vezes e foi pai de 36 filhos.

      OP – Como era Juazeiro nessa época?

      Seu Lunga – Daqui pra lá não tinha casa. Padre Cícero disse uma vez no sermão: “Juazeiro vai emendar com Crato e Barbalha”. E não é que está emendando mesmo?

      OP – Tem razão… Tchau, seu Lunga. Foi um prazer.

      Seu Lunga – Até logo. Boa viagem.

      *

      Piadas atribuídas a seu Lunga

      > Seu Lunga estava em sua casa, com sede. E manda seu sobrinho lhe trazer um pouco de leite. Daí o pobre do garoto pergunta: “No copo?” “Não. Bota no chão e vem empurrando com o rodo”.

      *

      > Seu Lunga estava no mercado com uma caixa de ovos. Daí perguntaram a ele: “Comprando ovos seu Lunga?” E ele responde: “Não, jogando um por um no chão. É traque de massa”. E joga os ovos no chão.

      *

      > Seu Lunga estava passeando na calçada com o cachorrinho. E lhe perguntam: “passeando com o cachorrinho, seu Lunga?” E Seu Lunga respondeu. “Não. É meu passarinho”, pegando o pobre poodle pela coleira e o fazendo voar.

      *

      > Seu Lunga vai saindo da farmácia, quando alguém pergunta: “Tá doente, seu Lunga”? E ele responde: “Quer dizer que se eu fosse saindo do cemitério eu tava morto?”

      *

      > O funcionário do banco veio avisar: “Seu Lunga, a promissória venceu”. E ele respondeu: “Meu filho, pra mim podia ter perdido ou empatado. Não torço por nenhuma promissória”.

      *

      > Um rapaz entrou em sua loja e disse: “Seu Lunga, tem pregos tamanho pequeno?”. E ele respondeu: “Tá aí no meio”, aponta para a caixa. E o rapaz procura, procura e não acha. Seu lunga resolve procurar e acha o prego tamanho pequeno. E o rapaz diz: “Obrigado”. E ele responde: “Nada disso. Agora você vai ter que procurar”, e devolve o prego à caixa.

       

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      21
      nov

      Da Agência Brasil:

      Operação Lava Jato: Fernando Baiano nega ter relações com PMDB

      O advogado Mário Oliveira Filho, que representa o empresário Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), disse que seu cliente negou ter relações com o PMDB, em depoimento prestado hoje (21) à PF em Curitiba (PR). Segundo o advogado, Soares respondeu a todas as perguntas formuladas pelos delegados durante a oitiva, que durou aproximadamente duas horas. Oliveira Filho preferiu não dar mais detalhes sobre o depoimento ao deixar a Superintendência da PF.

      Fernando Soares entregou-se à PF na terça-feira (18), depois de ser considerado foragido. A prisão temporária de cinco dias vence amanhã (22) e caberá ao juiz federal Sério Moro, responsável pelas investigações, decidir se ele vai continuar preso.

      Em depoimento de delação premiada, o doleiro Alberto Youssef disse que o investigado arrecadava propina para o PMDB por meio de contratos com a Petrobras. Em entrevista na quarta-feira (19), o advogado confirmou que o empresário tinha negócios lícitos com a Petrobras, mas negou que ele tenha qualquer ligação com o partido. Em nota, a legenda repudiou a acusação.

      Em relatório enviado quarta-feira (19) pelo Banco Central ao juiz federal Sérgio Moro, a instituição informou que foram bloqueados R$ 8,5 mil na conta do empresário no Citibank e R$ 304 em outra conta, no Santander. Em entrevista na quarta-feira, o advogado Mário Oliveira Filho disse que Fernando Soares faz “prospecção de negócios”. O representante do empresário disse ainda que não há obra sem propina no país.

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      • L200 Top Car
      21
      nov

      Da Veja Online:

      Palácio do Planalto adia anúncio de novos ministros

      Expectativa era que a presidente Dilma Rousseff anunciasse nesta sexta-feira os nomes que irão ocupar as pastas do Planejamento, da Fazenda, do Desenvolvimento e Indústria e da Agricultura

      Sem dar explicações, o Palácio do Planalto cancelou o anúncio dos primeiros integrantes da nova equipe ministerial, que estava previsto para esta sexta-feira.

      A principal expectativa era a escolha do ministro da Fazenda: os nomes de Joaquim Levy, ex-secretário do Tesouro, e de Nelson Barbosa, ex-secretário-executivo da Fazenda, estavam entre os cotados. Alexandre Tombini, atual presidente do Banco Central, era outra opção cogitada.

      O senador Armando Monteiro Neto (PTB-PE) deve assumir o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Ele esteve com a presidente Dilma Rousseff no Palácio da Alvorada na manhã desta sexta-feira. A chegada dele ao governo representa uma tentativa de aproximação da presidente com o PTB, que fez parte da aliança do tucano Aécio Neves nas eleições. Para a Agricultura, a senadora Kátia Abreu (PMDB) é a mais cotada.

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      • Carnatal
      21
      nov

      A receita de Carlos Eduardo para os adversários

      21 de novembro de 2014 às 16:47 — Comente aqui

      E disse que precisa rezar muito para administrar Natal.

      Deu a receita para os adversários que já são muitos para 2016: os deputados estaduais Hermano Morais (PMDB) e Fernando Mineiro (PT), o federal eleito Rogério Marinho (PSDB), o presidente da Câmara, Albert Dickson (PROS), o professor Robério Paulino (PSOL)…

      Fotos: Márlio Forte
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      O julgamento da Operação Impacto pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, parece ter posto fim num assunto que vem incomodando a população de Natal há 7 anos.

      Mas, o caso que envolveu vereadores, ex-vereadores e um empresário, que teriam negociado, em troca de dinheiro, a aprovação de um plano diretor para a capital, condizente com o mercado imobiliário e de construção civil, ainda vai render.

      Como há recurso, a defesa de todos os condenados irá bater nas portas do Superior Tibunal de Justiça.

      Porém, como as penas impostas na condenação em primeiro grau foram reduzidas no julgamento de ontem, daqui que o STJ se pronuncie e o caso transite em julgado…as penas já terão sido prescritas.

      Portanto, o efeito moral da condenação de ontem, não deverá ter o efeito jurídico esperado.

      Fora incluir os réus na lista dos 'ficha sujas', o resultado de ontem não coloca ninguém na cadeia e sequer tira mandato de alguém.

      Sem contar que estar na lista de 'ficha sujas' é apenas uma condição, e não uma sanção.

      Lembrando que os mandatos dos vereadores condenados vão até o fim de 2016 e o processo se estenderá até mais do que isso, os vereadores Adão Eridan, Aquino Neto e Júlio Protásio continuarão vereadores.

      Até o trânsito em julgado, quando eles ficarão, de fato, inelegíveis, não podendo disputar reeleição.

      E disputar reeleição antes do trânsito em julgado pode significar o risco de perder o mandato caso seja eleito, com a conclusão do processo.

      Logo, os vereadores poderão nem pensar em outra legislatura, mas, seguirão tranquilos no plenário da Câmara até 31 de dezembro de 2016.

      O resultado do julgamento de ontem foi muito mais uma resposta à sociedade que cobrava providências para o caso, do que uma condenação aos envolvidos.

      Que continuarão atuando normalmente, enquanto o caso não prescreve e só depois o STJ se pronuncie.

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      • DNA Center

      O prefeito de São Gonçalo do Amarante, Jaime Calado, viajou a Europa para receber, em Portugal, um prêmio do Instituto Ambiental Biosfera.
      Mas o prêmio maior ele recebeu antes, no Vaticano.
      É que Jaime teve a emoção de ter um encontro com o Papa Francisco.
      Encontro articulado por dois acarienses: o advogado Leonardo Braz junto ao Padre Flávio, que atua há anos no Vaticano, e com muito prestígio.

      O prefeito Jaime entregou ao Papa uma medalha da Terra dos Mártires de Uruaçu, e recebeu do Papa Francisco, um terço com o brasão papal.

      A comitiva que acompanhou o prefeito assistiu ao encontro e participou da celebração de uma missa solene na basílica de São Pedro, em comemoração ao aniversário da congregação do templo.

      O Padre Nunes, titular da paróquia de Neópolis, em Natal, também acompanhou o prefeito.
      Além de Leonardo e Francielly, dos auxiliares Mario David, Nazareno Alexandre, Joelma Máximo, e do assessor parlamentar Francisco Costa.

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      Em entrevista à 98FM nesta véspera de feriado, o prefeito Carlos Eduardo Alves foi provocado pelo apresentador Robson Carvalho sobre dois secretários que estariam de malas prontas para o governo Robinson Faria: Marcelo Toscano e Virgínia Ferreira.
      Carlos rendeu elogios aos titulares da Semurb e do Planejamento.
      Disse que sabe que Marcelo – indicado de Robinson ao prefeito – trocará o Município pelo Estado, mas, que Virgínia permanecerá na Prefeitura.
      Carlos disse que conversou ontem com sua auxiliar e assim ficou definido.
      Virgínia já havia dito ao Blog que valor de salário não iria interferir em sua decisão, mas não custa lembrar que ela ficou entre o atual cargo, agora com salário de 12 mil, e o convite para o governo, com salário bruto de 8 mil.

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      21
      nov

      Quem do PMDB?

      21 de novembro de 2014 às 0:09 — Comente aqui

      Sobre sucessão na mesa diretora da Assembleia Legislativa….
      O que quis dizer o deputado Nelter Queiroz quando falou, em entrevista ao JH, que se o deputado federal Henrique Alves tivesse candidato a presidente da Assembleia, “tinha que torcer por alguém do PMDB”?
      O que há por trás dessa frase ‘despretensiosa’?

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