Thaisa Galvão

3 de janeiro de 2012 às 13:23

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Baby, o cãozinho que se foi numa noite de aventura

Fim nada feliz para Baby, o cachorrinho yorkshire da jornalista Eliana Lima.

Baby morreu.

Pequenininho, foi constatado que, pouco antes da virada do ano, saiu de casa, em um condomínio de Tibau do Sul, próximo à praia de Pipa, para acompanhar uns cachorros grandes que seguiam uma cadela no cio.

Miúdo, mas ousado, Baby fez o papel de todo cachorro macho diante da ocasião.

Mas, na hora de atravessar a pista que dá acesso à praia, os grandes passaram…e Baby foi atropelado.

Hoje, quando um locutor percorria a praia em um carro de som à procura do animal, eis a triste notícia.

Que dói, mas pelo menos não deixa no ar a pergunta: aonde está Baby?

Era o ano de 2000 quando meu gato Fellini, um vira-latas lindo trazido da praia de Caraúbas, desapareceu.

Entrei em pânico e Eliana acompanhou meu drama.

Em Capim Macio, onde muitas obras eram erguidas à época, distribuí fotos e promessas de boa recompensa. Mas nada.

Até hoje não sei o destino de Fellini. Que logo foi substituído por Nino, um siamês que me protege e me espera na porta – feito um cachorrinho – a cada vez que entro com o carro na garagem.

Abro a porta e lá estão os dois: ele e Gabi, a maltês metida a gente da minha filha Maria Fernanda.

Nino tem 11 anos. Dois a mais do que Maria Fernanda.

Na época que perdi Fellini, assim como Eliana, perdi o prumo. Trabalhava na TV Pontengi e estava a 15 dias de deixar a emissora para ir fazer um trabalho político na agência Antares, em João Pessoa.

De tão traumatizada que fiquei, abandonei o trabalho na emissora e não cumpri os últimos dias que me restavam…

Hoje Eliana sabe o que aconteceu com Baby. Até hoje eu me pergunto o que aconteceu com Fellini.

Nino, 11 anos: meu gato-protetor

A miúda Gabi: 2 anos e apenas 2 quilos

 

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