Thaisa Galvão

18 de janeiro de 2013 às 8:04

Carlos Eduardo reúne secretariado para saber como encontraram suas pastas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O prefeito Carlos Eduardo reúne seu secretariado daqui a pouco.

Primeiro encontro de todos depois que tomaram posse.

O prefeito quer ouvir.

Os secretários terão muito o que falar.

Primeiro balanço das pastas que ocupam.

Como encontraram e, mais importante, o que pretendem fazer.

Até agora os titulares das pastas tem silenciado sobre o assunto.

Ordem do chefe.

Quem fala é ele.

Nenhuma estrela maior na constelação.

Está certo.

O primeiro a querer apontar erros da gestão passada foi obrigado a calar a boca.

A estratégia de Carlos Eduardo é evitar o retrovisor.

Ele teve tempo suficiente de passar 4 anos avaliando a gestão da ex-prefeita Micarla de Sousa. Fez um mestrado em como não agir.

Como adiantou na campanha, o prefeito quer juntar o que for considerado ‘desacerto’ e entregar aos órgãos competentes, para que sejam tomadas providências.

Sem retrovisor. E sem secretário tirando proveito disso.

E foi combinado assim.

 

18 de janeiro de 2013 às 7:57

Para Henrique, “a imprensa está fazendo o papel dela” [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O jornal O Globo vem se mantendo, quase solitário, à parte das denúncias contra o deputado Henrique Alves.

Na edição de hoje, Henrique só é citado na coluna Panorama Político, de Ilimar Franco.

Que publicou frase do deputado afirmando que a imprensa, ao noticiar os fatos ocorridos, está fazendo o seu papel.

Palavra de Henrique:

Outras notas da coluna sobre o assunto:

 

18 de janeiro de 2013 às 7:50

Para manter cobertura, Estadão aposta em atrito de Henrique com o Planalto [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Estadão de hoje, que aposta no atrito do presidenciável Henrique Alves com o Planalto que diz apoiar candidatura dele à presidência da Câmara.

São várias as reportagens sobre o tema nesta edição.

Eis:

 

Pauta eleitoral de Alves antecipa atrito com Planalto

 

Favorito na eleição da Câmara quer liberar emendas de deputados, redistribuir dinheiro de impostos e alterar Medidas Provisórias

Denise Madueño e Luciana Nunes Leal, de O Estado de S.Paulo

 

Favorito na eleição pela presidência da Câmara dos Deputados em 1.º de fevereiro, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) tem como carro-chefe de campanha três propostas que devem causar conflito com o Palácio do Planalto: o desbloqueio automático das emendas parlamentares, um novo pacto federativo para redistribuir a riqueza entre União, Estados e municípios e a possibilidade de o Legislativo emendar Medidas Provisórias, sempre editadas pelo Executivo.

Reivindicação antiga dos parlamentares, o chamado orçamento impositivo para emendas parlamentares impediria a presidente Dilma Rousseff de segurar a liberação de dinheiro. Os deputados e os senadores podem destinar, cada um, R$ 15 milhões para programas e obras de interesse dos prefeitos ou dos governadores por meio de emendas.

Esses recursos, que somam R$ 8,910 bilhões, estão incluídos no valor total de R$ 2,276 trilhões do Orçamento de 2013.

O tema provoca constante atrito entre o governo e os parlamentares. Ao segurar recursos, o governo pode barganhar no Congresso e condicionar as liberações à aprovação de temas de seu interesse. Só na Câmara, há 16 propostas de emenda constitucional para tornar o Orçamento da União impositivo.

Em almoço ontem no Rio, Alves reiterou a promessa de lutar pelo orçamento impositivo. Disse que será uma de suas primeiras medidas colocar o tema em votação. “Não é uma questão de arroubo nem de confronto. Vamos dialogar com o governo de maneira responsável, nada que comprometa o Orçamento da União. Mas não pode continuar essa humilhação ao parlamentar de ficar a conta-gotas aquilo que é direito dele, que é a emenda individual”, afirmou.

 

Outra proposta polêmica de Alves envolve mudanças no bolo tributário. Ele defende diminuição de concentração da arrecadação nos cofres do governo federal a fim de que Estados e municípios tenham mais verba. A terceira bandeira de campanha do peemedebista, a das emendas às Medidas Provisórias, oficializaria a chamada “carona” nas MPs. Essa é a forma mais rápida que os deputados usam para aprovar propostas que ficam por longos períodos tramitando na Casa.

Questionado ontem no evento do Rio sobre a série de medidas polêmicas que podem desagradar ao Palácio do Planalto, Alves respondeu: “O que eu retrato nas minhas propostas é manifestação unânime da Casa”.

 

Em São Paulo. Após sua passagem pelo Rio, Alves foi recebido no início da noite pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista na zona sul da capital.

Participaram do encontro o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), e seis deputados federais – dois do PMDB paulista e quatro do PSDB.

Entre os tucanos, estavam o líder do partido na Câmara dos Deputados, Bruno Araújo (PE), e o líder eleito da sigla na Casa, Carlos Sampaio (SP). O PMDB de São Paulo foi representado por Gabriel Chalita e Edinho Araújo.

 

Também participaram da reunião cinco secretários paulistas que se licenciaram de seus cargos de deputado federal para trabalhar no governo Alckmin.

Mais tarde, a caravana de Alves seguiu para o restaurante Figueira Rubaiyat. Participaram do jantar de apoio vários deputados petistas, representantes do PSD, do DEM, o ex-prefeito e hoje deputado Paulo Maluf (PP) e até um deputado do PSB, Abelardo Camarinha, partido de Júlio Delgado (MG), que também é candidato à presidência da Câmara.

 

*

Governo mantém ‘distância atenta’

Bastidores: Tânia Monteiro

 

O Planalto procura se manter distante da disputa pelas presidências da Câmara e do Senado. Pelo discurso oficial, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) e Renan Calheiros (PMDB-AL) respondem por eles, mesmo sendo os candidatos preferidos. A determinação de Dilma Rousseff, a exemplo do que aconteceu no julgamento do mensalão, é de que os ministros fiquem longe de polêmicas, deixando claro de que há uma “separação de poderes”.

 

O governo sabe, porém, que eleição para a presidência da Câmara pode ser sempre uma surpresa. A lição da eleição de Severino Cavalcanti (PP), em 2005, quando um racha no PT resultou na maior derrota do governo Lula no Congresso, sempre domina as conversas e os temores de assessores palacianos. Ainda mais quando se sabe que parte do tiroteio a que Alves está sendo submetido é “fogo amigo”, ou seja, parte do próprio PT e de alas descontentes do PMDB.

*

 

Maluf defende Alves: ‘há padres acusados de pedofilia, mas não deixo de ser católico’

Deputado esteve em jantar para selar apoio à candidatura peemedebista à presidência da Câmara

 

Bruno Boghossian – O Estado de S. Paulo

 

SÃO PAULO – O deputado federal Paulo Maluf (PP) roubou a cena em jantar no restaurante Figueira Rubaiyat do qual políticos paulistas participaram nesta quinta-feira, 18, em apoio à candidatura do deputado Henrique Alves (PMDB) à presidência da Câmara.

Questionado sobre as denúncias que pesam sobre o deputado, como direcionamento de emendas para empresa de um ex-assessor, Maluf disse que não vê nenhum constrangimento em apoiar o peemedebista. “Há muitos padres acusados de pedofilia, e nem por isso eu deixo de ser católico”.

 

O deputado disse ainda que não coloca a mão no fogo por Alves, mas usou seu próprio exemplo para defender o colega de Câmara. “Toda investigação é bem vinda e quem está dizendo isso é o homem mais investigado deste País, que se chama Paulo Maluf. Nunca tive uma condenação. Tenho quase meio século de vida pública. Estou casado com a mesma mulher, estou no mesmo partido, moro na mesma casa e estou feliz.”

*

 

Pauta eleitoral de Alves antecipa atrito com Planalto

Favorito na eleição da Câmara quer liberar emendas de deputados, redistribuir dinheiro de impostos e alterar Medidas Provisórias

Denise Madueño e Luciana Nunes Leal, de O Estado de S.Paulo

 

Favorito na eleição pela presidência da Câmara dos Deputados em 1.º de fevereiro, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) tem como carro-chefe de campanha três propostas que devem causar conflito com o Palácio do Planalto: o desbloqueio automático das emendas parlamentares, um novo pacto federativo para redistribuir a riqueza entre União, Estados e municípios e a possibilidade de o Legislativo emendar Medidas Provisórias, sempre editadas pelo Executivo.

 

Reivindicação antiga dos parlamentares, o chamado orçamento impositivo para emendas parlamentares impediria a presidente Dilma Rousseff de segurar a liberação de dinheiro. Os deputados e os senadores podem destinar, cada um, R$ 15 milhões para programas e obras de interesse dos prefeitos ou dos governadores por meio de emendas.

Esses recursos, que somam R$ 8,910 bilhões, estão incluídos no valor total de R$ 2,276 trilhões do Orçamento de 2013.

O tema provoca constante atrito entre o governo e os parlamentares. Ao segurar recursos, o governo pode barganhar no Congresso e condicionar as liberações à aprovação de temas de seu interesse. Só na Câmara, há 16 propostas de emenda constitucional para tornar o Orçamento da União impositivo.

Em almoço ontem no Rio, Alves reiterou a promessa de lutar pelo orçamento impositivo. Disse que será uma de suas primeiras medidas colocar o tema em votação. “Não é uma questão de arroubo nem de confronto. Vamos dialogar com o governo de maneira responsável, nada que comprometa o Orçamento da União. Mas não pode continuar essa humilhação ao parlamentar de ficar a conta-gotas aquilo que é direito dele, que é a emenda individual”, afirmou.

 

Outra proposta polêmica de Alves envolve mudanças no bolo tributário. Ele defende diminuição de concentração da arrecadação nos cofres do governo federal a fim de que Estados e municípios tenham mais verba. A terceira bandeira de campanha do peemedebista, a das emendas às Medidas Provisórias, oficializaria a chamada “carona” nas MPs. Essa é a forma mais rápida que os deputados usam para aprovar propostas que ficam por longos períodos tramitando na Casa.

Questionado ontem no evento do Rio sobre a série de medidas polêmicas que podem desagradar ao Palácio do Planalto, Alves respondeu: “O que eu retrato nas minhas propostas é manifestação unânime da Casa”.

 

Em São Paulo. Após sua passagem pelo Rio, Alves foi recebido no início da noite pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista na zona sul da capital.

Participaram do encontro o vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), e seis deputados federais – dois do PMDB paulista e quatro do PSDB.

Entre os tucanos, estavam o líder do partido na Câmara dos Deputados, Bruno Araújo (PE), e o líder eleito da sigla na Casa, Carlos Sampaio (SP). O PMDB de São Paulo foi representado por Gabriel Chalita e Edinho Araújo.

Também participaram da reunião cinco secretários paulistas que se licenciaram de seus cargos de deputado federal para trabalhar no governo Alckmin.

Mais tarde, a caravana de Alves seguiu para o restaurante Figueira Rubaiyat. Participaram do jantar de apoio vários deputados petistas, representantes do PSD, do DEM, o ex-prefeito e hoje deputado Paulo Maluf (PP) e até um deputado do PSB, Abelardo Camarinha, partido de Júlio Delgado (MG), que também é candidato à presidência da Câmara.

 

 

18 de janeiro de 2013 às 7:38

Henrique continua no foco da Folha [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E a sexta-feira começa com mais ataques ao deputado Henrique Alves, na imprensa.

Sem novidades no caso, sem mais denúncias contra, agora a Folha de S. Paulo requenta o caso com o périplo de Henrique pelos estados em busca de apoios.

A reportagem mostra o candidato a presidente da Câmara em busca de apoios dos governadores dos partidos aliados.

Em outra reportagem de página inteira, sobrou para o bode.

O bode “Galeguinho”, encontrado na empresa do ex-assessor de Henrique, Aluízio Dutra, foi fotografado do lado de fora da casa…E apontado pela reportagem como que tendo sido ‘despejado’ após as denúncias.

 

Eis as reportagens:

 

Sob suspeita, Henrique Alves busca apoio de governadores

DO RIO
DE BRASÍLIA
DE SÃO PAULO

 

Alvo de suspeitas devido à destinação que deu à sua cota de verbas federais, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) se reuniu nos últimos dois dias com os governadores dos três maiores Estados do país em busca de apoio.

Favorito para a eleição à Presidência da Câmara no próximo dia 4, o peemedebista tem feito um périplo pelo país a bordo de um jato cedido pelo hoje deputado e ex-governador de Minas Newton Cardoso (PMDB).

Em almoço ontem com os 22 deputados do Rio, mais o governador Sérgio Cabral (PMDB) e o prefeito Eduardo Paes (PMDB), Henrique Alves afirmou que se considera “um pedaço da Câmara”.

“Quero que vocês olhem para mim como um pedaço da Câmara. Não quer dizer que sou perfeito. Sou um cidadão comum que cometo meus erros e tenho meus defeitos”, disse ele aos deputados, na churrascaria Fogo de Chão, na zona sul do Rio. Cada um dos convidados pagou cerca de R$ 150 pelo almoço.

Na fala aos deputados, ele comentou de forma resumida o caso da empresa do ex-assessor Aluizio Dutra, a Bonacci, que foi beneficiária de recursos de emendas suas.

“Ele é meu assessor há 13 anos, estava fora da empresa, realizou comigo um bom trabalho. Mas ele mesmo percebeu que estava gerando distorções políticas e saiu.”

Cabral disse que “há muita motivação política” no caso.

No almoço, Henrique Alves voltou a defender o chamado orçamento impositivo, no qual gastos determinados pelo Congresso devem ser cumpridos pelo Executivo.

 

No final da tarde, o peemedebista voou para São Paulo para se reunir com o governador Geraldo Alckmin, no Palácio dos Bandeirantes.

A reunião contou com a presença do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). Mais cedo, Alckmin defendeu que o PMDB comande a Câmara por ser o maior partido da Casa.

Na verdade, o PT é o maior, com 87 deputados, mas fez acordo para apoiar o PMDB.

O governador tucano evitou, entretanto, defender o nome de Henrique Alves afirmando que o PMDB é quem escolhe o candidato.

No início da noite, teve início um jantar de Henrique Alves com a bancada de deputados no restaurante Figueira Rubaiyat, na zona nobre da cidade. Na entrada, o ex-prefeito Paulo Maluf (PP-SP) minimizou as críticas ao peemedebista.

“Tem muito padre acusado de pedofilia, nem por isso eu deixo de ser católico.”

Anteontem o peemedebista havia se encontrado com o governador Antonio Anastasia (PSDB-MG).
recurso público

O PMDB afirmou que vai bancar o pagamento do combustível usado pelo jatinho cedido por Newton Cardoso (PMDB-MG), além das taxas aeroportuárias, usando o fundo partidário, que é um recurso público destinado às siglas.

Segundo a assessoria de Alves, Cardoso não cobrará do peemedebista o custo com a carga horária dos pilotos durante os dez dias em que Alves percorrerá 18 cidades.

Folha não conseguiu entrevistar Cardoso. Levantamento feito por empresa de táxi aéreo a pedido da reportagem estima um custo mínimo de R$ 189 mil para uma aeronave de porte pequeno.

A última escala da campanha de Alves está prevista para o próximo dia 21 em Natal, seu reduto eleitoral.

Também faz parte dos custos de campanha a produção de 2.000 exemplares de um livro com os discursos feitos pelo deputado nos últimos anos (R$ 25 mil, segundo a assessoria), e o envio de mensagens via celular com pedido de votos (R$ 400).

Na reta final da campanha, ainda há a possibilidade de o deputado contratar modelos para distribuir panfletos com as propostas de campanha.

E agora a reportagem sobre o bode “Galeguinho”

 

Bode que guardava empresa de ex-assessor de deputado vai para a rua

LEANDRO COLON
ENVIADO ESPECIAL A NATAL

 

Galeguinho nunca saberá, mas virou o proverbial bode expiatório. Um dia depois de a Folha revelar o cenário simplório da sede da Bonacci Engenharia, que assinou R$ 6 milhões em contratos públicos em cinco anos, sobrou para o caprino.

Desde ontem, o bode Galeguinho não desfruta da eventual sombra da varanda da sede da empresa, que ele “guardava”.

A Bonacci ganhou notoriedade como destino de verbas de emendas do deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), favorito à presidência da Câmara.

O bode foi despejado do terreno baldio que cerca a modesta casa onde a Bonacci é registrada, tendo como um dos sócios Aluizio Dutra, assessor do deputado PMDB até segunda, depois que a Folha revelou a relação com o dinheiro levantado pelo chefe.

A reportagem voltou ontem ao local e encontrou Galeguinho amarrado numa árvore, na mesma rua, ao lado de um chiqueirinho de galinha, a poucos metros da Bonacci.

Recebia migalhas das crianças e moradores. Entre eles, sua dona, Maria da Apresentação da Silva, 50. É mãe de cinco filhos. “Galeguinho é o sexto, o caçula.” O bode foi parar na árvore porque ela diz ter recebido, anteontem, ordem para tirá-lo do terreno da Bonacci.

Não entendeu os motivos nem sabia que tinha saído algo publicado no jornal. “Pediram para tirar”, resumiu.

Bode 'guarda' empreiteira de fundo de quintal de ex-assessor do deputado Henrique Alves que recebeu R$ 6 milhõesBode 'guarda' empreiteira de fundo de quintal de ex-assessor do deputado Henrique Alves que recebeu R$ 6 milhões (Foto: Leandro Cólon/Folhapress)

Ela disse que trabalha como “zeladora” da casa da Bonacci nos finais de semana. Levou o bode para o local há cerca de seis meses, depois de ganhá-lo de presente do marido, preso por tráfico de drogas. “O bode veio lá da turma do presídio”, explica.

Galeguinho, sem casa, agora passa o dia na árvore. À noite, disse Maria, ele seria abrigado em sua casa. “Vai dormir lá com a gente. Amanhã [hoje] vou dar um banho para ele ficar bem limpinho. Ele é um sucesso, né?”, diz a dona. “Come farelo, milho, de tudo.” A idade dele ninguém sabe. “Ele cresceu muito, veio bem pequeno.”

Além do bode, um outro detalhe mudou na empresa: foi colocada uma espécie de adesivo branco no alto da porta da frente, com a expressão “Bonacci Engenharia”. Até terça, não havia identificação. A casa é pequena, cercada pelo terreno baldio.

Os donos da Bonacci negam que seja de fachada. Afirmam que ela funciona e participa de maneira legal das licitações para as obras.

Além de emendas parlamentares, a empresa recebeu dinheiro do Departamento Nacional de Obras contra as Secas, controlado por Alves. Auditoria da Controladoria-Geral da União aponta desvios nos contratos, o que todos negam.

 

 

18 de janeiro de 2013 às 7:10

João Maia cumpre agenda política no Seridó e região Oeste [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado federal João Maia segue para o Seridó nesta sexta-feira.

Vai tratar de continuar espalhando seu PR por todos os recantos do Rio Grande do Norte.

“O partido cresceu e chegamos à conclusão de que é importante criarmos comissões regionais”, justifica João, que começa o dia tomando café em jardim do Seridó, na casa do vereador José da Noite

O prefeito da cidade, Padre Jocimar, já confirmou presença, assim como os prefeitos Vilton Cunha (Currais Novos) e Paulo Brito (Ipueira), e dos ex-prefeitos Antônio Carlos (Acari), Alexandre Dantas (Carnaúba dos Dantas) e Ivanildinho (Timbaúba dos Batistas).

De Jardim para Equador, para reunião e almoço na casa de Djalma Patrício, presidente do PR municipal.

Já em Parelhas, João Maia prestigia a festa do padroeiro São Sebastião, com o presidente do PR local, Canindé Moreno, e depois vai ao aniversário do prefeito Francisco Medeiros (PT).

*

No sábado o deputado João Maia se reúne com aliados do Oeste em Caraúbas, sob o comando do ex-prefeito Eugênio Alves e do ex-vereador Paulo Brasil.

À tarde, encerra sua agenda se reunindo com os aliados de Caicó, na granja do vice-prefeito e presidente do PR caicoense, Oriel Segundo de Oliveira.

18 de janeiro de 2013 às 6:17

Ministro da Pesca vai participar do II Grito da Pesca em Rio do Fogo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O ministro da Pesca e Aquicultura, Marcelo Crivella, desembarca em Natal na sexta, 25.
No sábado ele participa do do II Grito da Pesca, na praia de Rio do Fogo.
O evento é promovido pela Confederação Nacional dos Pescadores e Aquicultores.
O ministro assinará convênio com o governo do Rio Grande do Norte para execução do MPA – Projeto Velas ao Vento.
O ministro fará entrega de ‘carteiras de pescador’ aos profissionais da pesca da região.
O ministro também vai inaugurar a sede da Colônia de Pescadores no município de Tibau do
Sul.
Acompanharão o ministro o colega Garibaldi Filho, da Previdência, a governadora Rosalba Ciarlini e representantes da bancada federal e o presidente da Federação Nacional dos Pescadores, o potiguar Abraão Lincoln.

18 de janeiro de 2013 às 1:09

Jornalista deixa gabinete de vereadora e assume assessoria de Wilma [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Assessora da vereadora Júlia Arruda (PSB) por quase 3 anos, a jornalista Elaine Vládia de Oliveira deixa a função.

Ela foi convidada, e aceitou, para assessorar o PSB estadual, comandado pela vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria.

Para o lugar de Elaine no gabinete de Júlia, foi a jornalista Débora Ramos.