Thaisa Galvão

2 de abril de 2013 às 20:13

Dilma atende pleito de Garibaldi e autoriza nomeação de 1500 técnicos e 300 peritos médicos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A presidente Dilma Rousseff autorizou a nomeação para preenchimento de 1.500 vagas para o cargo de Técnico do Seguro Social e 300 para o de Perito Médico Previdenciário.

A decisão presidencial foi publicada hoje no Diário Oficial da União.

Ainda esta semana, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) publica a lista das Agências da Previdência onde os 1.500 novos convocados, aprovados em concurso, irão trabalhar.

Para o ministro da Previdência Social, Garibaldi Filho, que vinha solicitando a atenção da presidente para a necessidade de nomeação, a autorização reflete a disposição constante do governo federal de oferecer melhor atendimento à população.

Os 300 peritos médicos convocados deverão ser nomeados em maio.

O INSS está finalizando a homologação dos aprovados que haviam sido chamados nas vagas anteriores. Após a conclusão deste processo, será publicada a lista com as localidades dos novos convocados, bem como a nomeação destes 300 convocados.

Em maio, o INSS publica edital para a realização de concurso para Analista do Seguro Social.

Serão oferecidas 500 vagas para formados em várias áreas.

2 de abril de 2013 às 19:03

Ministro Joaquim Barbosa é a favor de vaga de desembargador para o Ministério Público [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Foi o presidente do CNJ, ministro Joaquim Barbosa, que também é presidente do STF, quem determinou a retirada de pauta do processo de nomeação e posse do advogado Glauber Rêgo, para vaga de desembargador do Tribunal de Justiça, na vaga do Quinto Constitucional por indicação da OAB.

É que o ministro tem posição nesse caso: é a favor que a vaga seja indicação do Ministério Público, e não da OAB.

O processo só volta daqui a 15 dias…

Tempo suficiente…pra qualquer coisa.

2 de abril de 2013 às 18:54

CNJ só vota processo do Quinto Constitucional do RN daqui a 15 dias [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Não foi hoje que o Conselho Nacional de Justiça julgou o mérito do processo que suspendeu a nomeação e posse do advogado Glauber Rêgo como desembargador do Tribunal de Justiça do RN, na vaga do Quinto Constitucional, por indicação da OAB.

O presidente do Conselho, ministro Joaquim Barbosa, não botou o processo, que estava pautado, na mesa para votação.

O assunto só voltará a plenário no CNJ daqui a 15 dias.

2 de abril de 2013 às 17:49

Além das mudanças, InterTV Cabugi fará novas contratações [0] Comentários | Deixe seu comentário.

As mudanças na InterTV Cabugi deverão estremecer o mercado jornalístico do Rio Grande do Norte.

Isso se a emissora resolver contratar mão de obra local.

Mas, o plano é, passadas as mudanças, que ainda deverão acontecer na redação,  contratar cerca de 20% a mais do que o quadro atual.

Preparativos para a cobertura exigente da Copa do Mundo.

 

Até poucos dias, o agora ex-gerente de jornalismo, Lélio Pagioro, vinha pedindo currículos de jornalistas…

2 de abril de 2013 às 17:44

Diretores de Marketing e de Engenharia da InterTV cabugi também foram demitidos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Não foi só o comando da redação da InterTV Cabugi que foi demitido hoje.

Também serão substituídos os diretores de Marketing e de Engenharia.

O de Marketing, Michel Leal, veio de Curitiba.

E o de Engenharia, Rubens Naviaveno, do Rio de Janeiro.

Os novos nomes ainda não foram informados ao Blog.

2 de abril de 2013 às 17:36

Redação da Cabugi poderá passar por mais mudanças sob o comando de diretor temporário [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A mudança no jornalismo da InterTV Cabugi pode não parar no comando da redação.

Pelos próximos 90 dias, o jornalista Luiz Veiga, que atua no Rio de Janeiro, na rede pertencente ao empresário Fernando Camargo, e da qual a Cabugi faz parte, assume a direção do jornalismo local…

A intenção é moldar a emissora afiliada da Globo para a cobertura ágil e afinada da Copa do próximo ano.

O que estiver no dito padrão global, fica….e o que não atender às exigências, sofrerá alteração.

 

Passados os 90 dias, com a emissora reestruturada, o comando da rede definirá se Veiga fica….ou volta para o Rio.

Tempo que um novo e definitivo nome será anunciado.

2 de abril de 2013 às 17:25

Jornalista Luiz Veiga chega do Rio para assumir jornalismo da InterTV Cabugi [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Luiz Veiga.

Será esse o diretor de jornalismo da InterTV Cabugi.

Desembarca hoje em Natal, vindo do Rio de Janeiro, onde atua em uma das emissoras pertencentes ao empresário Fernando Camargo, sócio majoritário da afiliada da Globo no Rio Grande do Norte.

O novo diretor já assume amanhã.

E fica no cargo pelo menos nos próximos 90 dias. Tempo suficiente para definir se permanecerá no comando do jornalismo da emissora.

 

O nome para o lugar de Lélio Pagioro, na gerência de jornalismo, será anunciado pelo novo diretor.

 

 

2 de abril de 2013 às 16:04

Ibope: Liderança da Ponta Negra derruba comando do jornalismo da Cabugi [2] Comentários | Deixe seu comentário.

A mudança no comando do jornalismo da afiliada da TV Globo no Rio Grande do Norte, a InterTV Cabugi, já vinha sendo planejada.

Os números da última pesquisa do Ibope, que apontaram liderança da TV Ponta Negra (SBT) no horário do meio dia, foram só o estopim.

A qualidade do jornalismo já estava sendo questionada.

As cobranças do presidente da rede da qual a Cabugi hoje faz parte, Fernando Camargo, já vinha fazendo cobranças ao responsável pela emissora, Dirceu Simabocuru.

As exigências – em se falando de agilidade e qualidade – por causa da Copa, terminaram sendo a justificativa…

2 de abril de 2013 às 15:19

Demitida a diretora de jornalismo da TV Cabugi, Ana Luíza Arruda Câmara [5] Comentários | Deixe seu comentário.

Mudança no jornalismo da InterTV Cabugi.

Foram demitidos agora há pouco a diretora Ana Luíza Arruda Câmara e o gerente Lélio Pagioro.

 

2 de abril de 2013 às 11:56

PEC das Domésticas: as dúvidas dos empregadores [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1:

 

O Congresso deve promulgar nesta terça-feira (2) a PEC das Domésticas, regras aprovadas pelo Senado na última semana e que dão mais direitos a essa classe de trabalhadores.

Com isso, os empregadores precisarão se adequar às mudanças a partir da publicação da medida no “Diário Oficial da União”, o que deve ocorrer já na quarta-feira (3), de acordo com o Senado Federal.

G1 reuniu as 10 principais dúvidas dos patrões sobre o tema.

Veja abaixo respostas às dúvidas dos patrões:

1) Quais são os direitos que devem ser cumpridos de imediato, após a promulgação da PEC?
Recebimento de um salário mínimo ao mês inclusive a quem recebe remuneração variável; pagamento garantido por lei (o patrão não poderá deixar de pagar o salário em hipótese alguma); jornada de trabalho de 8 horas diárias e 44 horas semanais;  hora extra; respeito às normas de segurança de higiene, saúde e segurança no trabalho; reconhecimento de acordos e convenções coletivas dos trabalhadores; proibição de diferenças de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivos de sexo, idade, cor ou estado civil ou para portador de deficiência e proibição do trabalho noturno, perigoso ou insalubre ao trabalhador menor de 16 anos.

*

 

2) Quais são os novos direitos previstos na PEC que precisarão de regulamentação para passar a valer?
A PEC lista os seguintes direitos: adicional noturno; obrigatoriedade do recolhimento do FGTS; seguro-desemprego; salário-família; auxílio-creche e pré-escola, seguro contra acidentes de trabalho e indenização em caso de despedida sem justa causa.

*

 

3) Quais são os direitos que os domésticos já tinham mesmo antes da PEC?
Pagamento de, ao menos, um salário mínimo ao mês; integração à Previdência Social (por meio do recolhimento do INSS); um dia de repouso remunerado (folga) por semana, preferencialmente aos domingos; férias anuais remuneradas; 13ª salário; aposentadoria; irredutibilidade dos salários (o salário não pode ser reduzido, a não ser que isso seja acordado em convenções ou acordos coletivos) e licença gestante e licença-paternidade e aviso prévio, além de carteira de trabalho (CTPS) assinada.

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4) Como será feito o controle da jornada de trabalho?
A jornada máxima estabelecida na PEC é de 8 horas diárias e 44 horas semanais.A remuneração prevista por hora extra é de, no mínimo, 50% a mais da hora normal. O advogado Alexandre de Almeida Gonçalves sugere que seja feita uma folha de controle de ponto. O documento deve ter duas cópias, uma para o empregado e outra para o empregador. O empregado deve anotar, diariamente, a hora de entrada e de saída do trabalho, além do período de almoço realizado. As duas vias devem ser assinadas todos os dias, pelo patrão e pelo empregado, e guardadas (esse documento serve como respaldo jurídico, protegendo ambas as partes). Se o empregador desejar, ele até pode adquirir um equipamento de controle de ponto, mas seu uso não é obrigatório (apenas empresas com mais de 10 funcionários são obrigadas a fazer o controle com o equipamento).

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5) O horário de almoço está incluído nas 8 horas diárias e 44 horas semanais previstas na jornada de trabalho?
Não. A jornada estabelece apenas as horas de trabalho. O período de almoço não é incluído e deve ser contado à parte. Exemplo: um doméstico que entra no trabalho às 8h e tem uma hora de almoço precisa sair às 17h, pois ficou uma hora sem trabalhar para almoçar. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o período destinado a descanso para repouso e alimentação não poderá ser inferior a uma hora ou superior a duas horas, salvo acordo escrito entre empregado e empregador.

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6) Se a jornada de trabalho será de 8 horas diárias e 44 horas semanais, o que deverá ser feito no caso dos domésticos que trabalham menos do que isso, como 6 horas diárias e 36 semanais?

Legalmente, a jornada máxima será de 8 horas diárias e 44 horas semanais, exigindo pagamento de hora extra caso a quantidade seja ultrapassada. Contudo, nada impede uma jornada menor, que deve ser especificada na carteira de trabalho, explica o advogado Alexandre de Almeida Gonçalves, especialista em direito empresarial e concorrencial. Se especificar uma jornada menor na carteira, contudo, o patrão terá de pagar hora extra sobre o que exceder o horário descrito na carteira. O patrão pode, porém, registrar em contrato a jornada de 8 horas diárias e 44 horas semanais e dispensar o doméstico mais cedo quando precisar. Se o doméstico já era contratado antes, o salário integral dela deve ser mantido, já que a lei prevê que o valor não pode ser reduzido, explica o advogado. Caso seja feita uma nova contratação (de um doméstico que não trabalhava na residência antes), contudo, o especialista explica que é possível fazer o cálculo do valor da hora de acordo com o salário mínimo ou com o do piso regional (onde tiver) e pagar um salário proporcional. Por exemplo, levando em conta o salário mínimo federal de R$ 678. Esse valor dividido por 44 horas semanais dá cerca de R$ 15,40 por hora. Se o doméstico for trabalhar 22 horas semanais, o salário deverá ser de, no mínimo R$ 339, explica o advogado Paulo Salvador Ribeiro Perrotti. Os especialistas orientam, contudo, que a jornada menor deverá estar especificada em contrato.

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7) O pagamento do FGTS será obrigatório de imediato? De quanto é o recolhimento?
Não. De acordo com o Ministério do Trabalho e  Emprego, o depósito obrigatório do FGTS terá início apenas após regulamentação. Hoje, o depósito é opcional. Ele corresponde a 8% do salário e deve ser pago integralmente pelo empregador. Em caso de demissão sem justa causa, o empregador também  é obrigado a pagar 40% sobre o montante de todos os depósitos realizados durante a vigência do contrato, devidamente atualizados, na conta vinculada do empregado, diz o Portal Doméstica Legal.

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8) O pagamento obrigatório de FGTS será retroativo à data de admissão?
Não, o depósito não será retroativo. A obrigatoriedade passará a valer apenas após a data da regulamentação, de acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego.

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9) Pode-se trocar uma folga por semana por duas e adicionar as 4 horas da jornada aos 5 dias trabalhados, cumprindo-se aproximadamente 8 horas e 40 minutos ao dia? 
Da forma como determina a PEC, a jornada máxima de trabalho por dia é de 8 horas, prevendo pagamento de hora extra no que ultrapassar o limite. Dessa forma, é possível distribuir as 44 horas semanais em seis dias de trabalho (ficando 7 horas e 30 minutos ao dia, aproximadamente). O advogado Alexandre de Almeida Gonçalves explica, contudo, que a PEC dá mais forças a acordos e convenções coletivas da categoria. Para ele, se um acordo coletivo estipular que é possível compensar as quatro horas a mais de um dia durante os demais, sem o pagamento de horas extras, aí sim será permitido. Já Mário Avelino, presidente do Portal Doméstica Legal, afirma que é, sim, possível fazer a compensação das horas no decorrer da semana. No texto da PEC, contudo, não há nada detalhado sobre o assunto.

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10) Como será o pagamento de adicional noturno?
O direito é um dos que exigem regulamentação para ser aplicado às domésticas. Sem isso, não dá para saber como será o cálculo. A lei atual prevê que o trabalho noturno, nas atividades urbanas, é o realizado entre 22h e 5h.

 

 

2 de abril de 2013 às 11:55

PEC das Domésticas: as dúvidas dos empregados [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Depois das dúvidas dos patrões, eis abaixo as 10 dúvidas dos empregados, como publicou o G1.

As regras devem passar a valer a partir de quarta, com a publicação no Diário Oficial da União e as duas 2 principais regras que valerão de imediato são carga horária e hora extra.

 

1) Quais trabalhadores são afetados no texto da PEC?
A PEC afeta qualquer trabalhador maior de 18 anos contratado para trabalhar para uma pessoa física ou família em um ambiente residencial e familiar. Entre eles, estão profissionais responsáveis pela limpeza da residência, lavadeiras, passadeiras, babás, cozinheiras, jardineiros, caseiros de residências na zona urbana e rural, motoristas particulares, cuidadores de idosos e até pilotos de aviões particulares.

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2) Quais são os direitos previstos na PEC? Quando eles passam a valer?
Os direitos previstos na PEC que passam a valer imediatamente, após a promulgação, são: recebimento de um salário mínimo ao mês inclusive a quem recebe remuneração variável; pagamento garantido por lei (o patrão não poderá deixar de pagar o salário em hipótese alguma); jornada de trabalho de 8 horas diárias e 44 horas semanais; hora extra; respeito às normas de segurança de higiene, saúde e segurança no trabalho; reconhecimento de acordos e convenções coletivas dos trabalhadores; proibição de diferenças de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivos de sexo, idade, cor ou estado civil ou para portador de deficiência e proibição do trabalho noturno, perigoso ou insalubre ao trabalhador menor de 16 anos. Fora isso, a PEC lista os seguintes direitos que ainda precisarão de regulamentação: adicional noturno; obrigatoriedade do recolhimento do FGTS; seguro-desemprego; salário-família; auxílio-creche e pré-escola, seguro contra acidentes de trabalho e indenização em caso de despedida sem justa causa. Antes da PEC, contudo, os empregados domésticos já tinham direito a: pagamento de, ao menos, um salário mínimo ao mês; integração à Previdência Social (por meio do recolhimento do INSS); um dia de repouso remunerado (folga) por semana, preferencialmente aos domingos; férias anuais remuneradas; 13ª salário; aposentadoria; irredutibilidade dos salários (o salário não pode ser reduzido, a não ser que isso seja acordado em convenções ou acordos coletivos) e licença gestante e licença-paternidade e aviso prévio, além de carteira de trabalho (CTPS) assinada.

*

3) Como será feito o controle da jornada de trabalho? De quanto será a hora extra?
A jornada máxima estabelecida na PEC é de 8 horas diárias e 44 horas semanais. A remuneração prevista por hora extra é de, no mínimo, 50% a mais da hora normal. O advogado Alexandre de Almeida Gonçalves sugere que seja feita uma folha de controle de ponto. O documento deve ter duas cópias, uma para o empregado e outra para o empregador. O empregado deve anotar, diariamente, a hora de entrada e de saída do trabalho, além do período de almoço realizado. As duas vias devem ser assinadas todos os dias, pelo patrão e pelo empregado, e guardadas (esse documento serve como respaldo jurídico, protegendo ambas as partes). Se o empregador desejar, ele até pode adquirir um equipamento de controle de ponto, mas seu uso não é obrigatório (apenas empresas com mais de 10 funcionários são obrigadas a fazer o controle com o equipamento). O período de almoço não é incluído e deve ser contado à parte. De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o período destinado a descanso para repouso e alimentação não poderá ser inferior a uma hora ou superior a duas horas, salvo acordo escrito entre empregado e empregador.

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4) Como será o cálculo de horas extras e adicional noturno no caso de domésticos que trabalham à noite, 12 horas seguidas?
A adequação dessa jornada à lei é polêmica. A PEC prevê jornada de trabalho de 8 horas por dia e 44 horas por semana e o pagamento de hora extra quando o serviço ultrapassar esse limite. A remuneração prevista é de, no mínimo, 50% a mais da hora normal. Mário Avelino, presidente do Portal Doméstica Legal, afirma que, pela lei, é permitido fazer, no máximo, 2 horas extras por dia. De acordo com ele, casos em que a doméstica trabalha 12 horas por dia necessitarão de adequação. Uma das sugestões dele é ampliar o horário de almoço para duas horas, distribuir as 4 horas do sábado durante a semana e pagar as horas extras no que exceder, sendo necessário ainda a dispensa mais cedo em alguns dias da semana. Contudo, o advogado Alexandre de Almeida Gonçalves avalia que ainda não há previsão para distribuir as 4 horas do sábado durante a semana, por exemplo (pois isso implicaria em uma jornada superior a 8 horas por dia).

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5) Quais direitos terão os empregados que já trabalham há muitos anos em uma residência e forem mandados embora?
Com relação aos novos direitos dos empregados domésticos previstos pela PEC, eles só terão validade a partir da promulgação (e alguns ainda dependerão de regulamentação). As novas mudanças aprovadas não são retroativas ao tempo trabalhado anteriormente à PEC. Contudo, mesmo antes da PEC, já eram previstos aos domésticos os seguintes direitos: receber, ao menos, um salário mínimo ao mês; integração à Previdência Social (por meio do recolhimento do INSS); um dia de repouso remunerado (folga) por semana, preferencialmente aos domingos; férias anuais remuneradas; 13ª salário; aposentadoria; irredutibilidade dos salários (o salário não pode ser reduzido, a não ser que isso seja acordado em convenções ou acordos coletivos) e licença gestante e licença-paternidade e aviso prévio, além de carteira de trabalho (CTPS) assinada.

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6) Como valerá a jornada de trabalho para as empregadas que dormem no serviço e não trabalham as 8 horas seguidas?
A PEC prevê jornada de trabalho de 8 horas por dia e 44 horas por semana, mas não determina que essas horas sejam cumpridas em sequência. O doméstico pode trabalhar quatro horas pela manhã, ter folga na parte da tarde e voltar ao trabalho por mais quatro horas à noite, por exemplo. Com relação ao adicional noturno, o direito é um dos que exigem regulamentação para ser aplicado às domésticas. A lei atual prevê que o trabalho noturno, nas atividades urbanas, é o realizado entre 22h e 5h. Contudo, o horário de descanso à noite não deverá ser considerado como adicional noturno, avalia o presidente do Portal Doméstica Legal, Mário Avelino.

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7) Os domésticos já têm direito ao seguro desemprego atualmente, mesmo antes da PEC?
Somente se o patrão optou recolher o FGTS do empregado (o que deve ter ocorrido por um período mínimo de 15 meses nos últimos 24 meses contados da dispensa sem justa causa), diz o Portal Doméstica Legal. O funcionário não pode, ainda, estar em gozo de qualquer benefício previdenciário de prestação continuada (excetuados auxílio-acidente e pensão por morte e nem possuir renda própria de qualquer natureza). De acordo com o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), contudo, essas domésticas têm hoje a garantia de apenas três parcelas do seguro-desemprego, em caso de desemprego involuntário. Dependerá de uma norma técnica do Ministério do Trabalho a extensão para 5 parcelas, como é hoje para todo trabalhador demitido sem justa causa.

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8) Podem ser descontados os 6% relativos ao vale-transporte?
Sim, é previsto o desconto de até 6% do salário contratado por causa do benefício de vale-transporte, de acordo com o Portal Doméstica Legal. O valor, contudo, é limitado ao total de vale-transporte recebido (ou seja, não pode ser superior ao valor do benefício, apenas inferior).

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9) O banco de horas poderá ser utilizado?
De acordo com o advogado Alexandre de Almeida Gonçalves, o banco de horas não é previsto na PEC, mas poderá ocorrer caso seja acordado em convenções e acordos coletivos. A PEC prevê jornada de trabalho de 8 horas por dia e 44 horas por semana e o pagamento de hora extra quando o serviço ultrapassar esse limite (a remuneração prevista é de, no mínimo, 50% a mais da hora normal). Mario Avelino, presidente do Portal Doméstica Legal, contudo, acredita que poderá ser feita uma reserva de horas.

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10) Qual é a diferença entre diarista e empregado doméstico?
O assunto é polêmico. De acordo com o Doméstica Legal, o empregado doméstico trabalha “sem intermitência”. Seu trabalho não é eventual ou esporádico e visa atender as necessidades diárias da residência da pessoa. Diaristas são aqueles profissionais que vão à residência de uma família prestar algum tipo de serviço uma ou duas vezes por semana.  Em algumas decisões, a Justiça do trabalho tem entendido que o funcionário passa a ser empregado doméstico quando o serviço é prestado em caráter contínuo, mais de duas vezes por semana, e pode ser caracterizado o vínculo empregatício.

 

 

 

2 de abril de 2013 às 10:28

Ministro Garibaldi quer informações sobre pagamento de pensões irregulares [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De Lauro Jardim, na coluna online do portal da Veja:

 

 

Garibaldi quer saber

Visita ao TCU

 

Garibaldi Alves vai bater a porta do TCU, hoje à tarde, para tomar pé das informações sobre os 50 milhões de reais jogados fora pelo INSS anualmente com pensões pagas a milhares de pessoas que não teriam direito ao benefício, conforme O Globo mostrou na sexta-feira.

Acredite: o Ministério da Previdência não tinha conhecimento do desperdício, até a publicação da reportagem. Garibaldi pedirá a Benjamin Zylmer, ministro relator do processo no TCU, para abrir a caixa preta e apresentar as irregularidades já constatadas.

Por Lauro Jardim

2 de abril de 2013 às 10:24

CNJ: pauta lotada inclui Quinto Constitucional [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Todos os ouvidos dos interessados na escolha de desembargador do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, pelo Quinto Constitucional, na vaga da OAB, atentos à sessão do Conselho Nacional de Justiça, que já está acontecendo em Brasília…

E que tem em sua pauta de votação, a decisão do relator Jefferson Kravchychyn – primeiro monocrática e depois à unanimidade do plenário – que suspendeu o processo de nomeação e posse do advogado Glauber Rêgo, escolhido pela governadora Rosalba Ciarlini depois de votação de lista sêxtupla pelo próprio TJ.

Há expectativa de mudança de planos depois que a OAB-RN conseguiu o apoio da OAB federal para manter o nome escolhido pela governadora.

Resta saber se a pauta – lotaaaada – será totalmente cumprida na sessão de hoje…

*

Detalhe: ao contrário do que tem sido divulgado, o tema em questão está em votação no CNJ, e não no STF.

Uma coisa é uma coisa…

 

2 de abril de 2013 às 9:43

A listinha de Rosalba para entregar à presidente Dilma [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Na reunião de hoje com os governadores do Nordeste, na Sudene, em Fortaleza, a presidente Dilma Rousseff anuncia a ampliação do programa Bolsa Estiagem.

 

No Ceará para a reunião, a governadora Rosalba Ciarlini levou uma listinha de pedidos para entregar à presidente-candidata à reeleição.

Listinha onde constam pedidos como:

 

-Desburocratização e o crédito rural estendido.

-Agilização de liberação de recursos para poços, adutoras, cisternas.

-Ampliação da Bolsa Estiagem e do Seguro Safra até o final do ano.

-Repasse desburocratizado e direto aos municípios de recursos da Defesa Civil Nacional.

2 de abril de 2013 às 2:50

Nelter faz as pazes com Rosalba [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Para quem andava reclamando do governo e da governadora…até que o deputado Nelter Queiroz pareceu de bem com a vida…e com a governadora.

Pelo menos foi o que flagraram as câmeras dos fotógrafos durante solenidade de assinatura do termo de compromisso para construção, pelo Estado, com recursos do governo federal, da barragem Oiticica.

Pedido antigo de Nelter…que depois de tudo ok com Brasília, via presidente da Câmara Henrique Alves, a governadora Rosalba anunciou…

Eis o registro de Márlio Forte.

Tudo de ótimo…

Cochicho 1 (Fotos: Márlio Forte)

Cochicho 2

Pazes feitas...