Thaisa Galvão

1 de dezembro de 2013 às 23:12

Cláudia Regina entrega a padre, lei que dá direito à paróquia de administrar festejos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A prefeita de Mossoró, Cláudia Regina, e o vice-prefeito, Wellington Filho participaram na noite deste domingo da abertura da Festa de Santa Luzia.
É a primeira dos dois como gestores do município.

“São 30 anos vindo à festa de Santa Luzia, mas devo confessar que desta vez é uma emoção diferente, por estar aqui como gestora deste município”, disse a prefeita em seu discurso.
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Cláudia entregou ao padre Walter Collini, cópia de lei de autoria do vereador Flávio Tácito e sancionada por ela essa semana,
dando às paróquias o direito de serem as administradoras dos festejos.
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1 de dezembro de 2013 às 22:47

Prefeita de Equador recebe Felipe Maia, Nelter Queiroz e Robinson Faria [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A prefeita Noeide e o ex-prefeito Zenon, foram anfitriões de políticos devtodas as cores neste final de semana em Equador, nos últimos dias da festa do padroeiro, São Sebastião.
Na noite do sábado, presença do deputado federal Felipe Maia (DEM) e do deputado estadual Nélter Queiroz.

Os dois assistiram à última e depois foram para a praça de eventos.
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Neste domingo de procissão, prefeita e ex-prefeito receberam o vice-governador e governadorável, Robinson Faria (PSD).
SÁBADO

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DOMINGO

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1 de dezembro de 2013 às 22:23

Hilux é afogada no mar de Barra do Rio [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Quase bizarro…
Hoje, na praia de Barra de Maxaranguape, um homem tomava banho de mar quando viu uma agenda boiando.
Pegou e viu que era de um amigo.
Ligou pra ele e contou…
Foi aí que ele descobriu que seu carro, uma Hilux, também estava tomando banho de mar, em outra praia: Barra do Rio. A alguns quilômetros de Maxaranguape.
O carro estava com um filho.
Veja como:

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1 de dezembro de 2013 às 9:25

Campanha sobre direitos da pessoa com deficiência será lançada quarta-feira [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Associação Síndrome de Down RN, em parceria com o Ministério Público e OAB, lança quarta-feira, 4, a campanha ‘Convenção sobre Direitos das Pessoas com Deficiência’.
O lançamento, com palestra sobre o tema, será às 17 horas,?na sede da OAB, em Natal.

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1 de dezembro de 2013 às 9:12

Época: Historiador ignora crescimento da classe média e conta, em livro, que a década do PT foi perdida [3] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Época:

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O historiador Marco Antonio Villa, de 58 anos, é uma exceção na academia. Ao contrário da maioria de seus pares nas ciências humanas, Villa é um crítico duro das práticas do PT e dos governos petistas. Em seu novo livro, Década perdida – 10 anos de PT no poder (Editora Record), ele resgata os principais acontecimentos do período e traça um retrato impiedoso dos governos Lula e Dilma. Nesta entrevista a ÉPOCA, Villa critica a gestão econômica do PT e analisa as prisões dos mensaleiros. Ele também critica o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, por ter sido contra a abertura de um processo de impeachment contra Lula, em 2005. “Essa é uma dívida histórica que ele tem com o povo brasileiro”, afirma.
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ÉPOCA – Em seu livro, o senhor chama os primeiros dez anos do PT no poder, entre 2003 e 2012, de “década perdida”. Por quê?
Marco Antonio Villa – Nesses dez anos, o Brasil perdeu uma oportunidade histórica de dar um grande salto. Não só em termos de crescimento econômico, que foi muito baixo nos governos petistas, como também para enfrentar os graves problemas sociais do país. Pela primeira vez na história, tivemos a chance de combinar uma alta taxa de crescimento com um regime de liberdades democráticas plenas. Até a explosão da crise financeira, no final de 2008, as condições externas eram muito favoráveis. A China crescia dois dígitos por ano. Puxava o preço das commodities e gerava uma renda extra ao país, um dos maiores exportadores mundiais de alimentos e minérios. Em vez de aproveitar o momento, a partir da âncora criada nos anos 1990, com a queda da inflação e a estabilidade fiscal e monetária, o governo abriu o baú da história. Desenterrou velhas leituras econômicas, um keynesianismo cheirando a naftalina, e ideias de presença do Estado na economia cheias de teias de aranha, dos tempos do governo Geisel, nos anos 1980, que tiveram um alto custo para o país. Provavelmente, os primeiros três anos do governo Dilma estarão entre os piores da história econômica brasileira, e a perspectiva de melhora no curto prazo é baixa.
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ÉPOCA – Nos dez anos do PT no poder, a renda da população subiu, o emprego aumentou, a classe média se tornou maioria, e a economia teve grandes picos de crescimento no governo Lula. Faz sentido falar em década perdida?
Villa – Os êxitos do PT são bem menores do que se propala por aí. Eles são repetidos de forma tão sistemática e tão eficaz, sem nenhuma resistência da oposição, que acabam por adquirir um manto de verdade. Em 2010, o Brasil cresceu 7,5%, mas a partir de uma base muito baixa. Em 2009, houve uma recessão. Nos outros anos, o crescimento foi relativamente tímido. Em média, o Brasil cresceu menos que a América Latina e os países emergentes nesse período. Os argumentos do governo, de que a classe média se tornou maioria no país, são totalmente falaciosos. Classe média não mora em favela nem ganha dois ou três salários mínimos, ou até menos que isso por mês. Aconteceu é que o PT – como se fosse o Ministério da Verdade do livro 1984, de George Orwell – começou a criar novas categorias econômicas para dar êxito a um governo que é um fracasso. Inventou uma nova classe C, que seria uma outra classe média, diferente da classe média tradicional, e construiu a ideia de que o Brasil é um país de classe média. Não é. É um país de miseráveis.
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ÉPOCA – O Bolsa Família não é uma saída para reduzir a miséria no país? Esse crédito não deveria ser dado ao governo petista?
Villa – Ninguém discorda de que precisa haver programas assistenciais, mas não só para a população não morrer de fome. É preciso criar meios para enfrentar a miséria e a pobreza. Não meios que as petrifiquem, como os programas do PT. O governo gasta 0,5% do PIB com o Bolsa Família, mas não consegue transformar a vida das pessoas. Enquanto isso, metade do país não tem saneamento básico, a situação da infraestrutura é lamentável, e o analfabetismo funcional e real não para de subir.
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“O PT estabeleceu uma sólida
aliança entre a base da pirâmide
e o grande capital”

ÉPOCA – No livro, o senhor dedica um bom espaço aos casos de corrupção, em especial ao mensalão, e diz que PT não combateu a corrupção como deveria. Só aconteceu coisa ruim nesses dez anos?
Villa – Como historiador, não tenho culpa de que o volume de casos de corrupção tenha sido o maior da história republicana do Brasil. Nunca antes na história deste país houve tanta corrupção quanto na década petista. Gostaria de que não fosse assim, mas a sucessão de problemas nos ministérios, de desvios de recursos, nos dois governos Lula e no governo Dilma, é um recorde. A década petista é a década do discurso, a década da falácia. Não há realização material. Que grande obra pública foi construída nesses dez anos? Que usina hidrelétrica foi construí­da nesses dez anos? Nenhuma. A transposição do São Francisco, um fracasso. Estradas, fracasso. Ferrovias, fracasso. Portos, fracasso. Aeroportos, fracasso. Há apenas a tentativa de construir alguns estádios de futebol, mas não resolveremos problemas sociais com coliseus do século XXI. O PT é bom no palanque, mas um péssimo gestor da economia.
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ÉPOCA – Como o senhor explica, então, os altos índices de popularidade de Dilma nas pesquisas?
Villa – Essas pesquisas não servem para nada. Não permitem a compreensão da realidade, até pela forma como as perguntas são feitas pelos institutos de pesquisa e respondidas pelos entrevistados. As pesquisas dão apenas uma noção de como as pessoas veem o debate político. Mesmo tendo uma parcela considerável dos eleitores, o PT nunca venceu uma eleição presidencial no primeiro turno. Em 2002, quando era oposição, ganhou no segundo turno. Em 2006 e 2010, quando era governo, idem. Em 2010, até uma semana antes do pleito, diziam que Dilma teria 54% dos votos no primeiro turno. Teve 46%. Sempre há uma superavaliação da popularidade do governo. Se os índices de popularidade fossem tão altos, o PT teria ganhado as eleições no primeiro turno, especialmente em 2006 e em 2010. Em 2010, apesar da derrota, a oposição recebeu 44% dos votos no segundo turno.
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ÉPOCA – Em sua opinião, o que levou o PT a ganhar três eleições seguidas?
Villa – Com o Bolsa Família e o “Bolsa Empresário”, bancado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), o PT estabeleceu uma sólida aliança entre a base da pirâmide e o grande capital. Levando em conta que o Bolsa Família tem 13,5 milhões de famílias cadastradas, e cada família tem, no mínimo, três eleitores – o pai, a mãe e um filho com mais de 16 anos –, só aí são 50 milhões de pessoas, o equivalente a quase um terço do eleitorado. Ao mesmo tempo, o governo se aliou a grandes proprietários de terra, construtoras e aos setores mineral e industrial. O BNDES virou um instrumento de enorme eficácia para fortalecer essa aliança entre o PT e o grande capital. Essas alianças, no topo e na base da pirâmide, alcançaram tal solidez que, hoje, é muito difícil rompê-las. A oposição não consegue entender que essa estrutura precisa ser rompida, mas só pode ser rompida fazendo política. A oposição não sabe fazer política. Quer chegar ao poder sem fazer política. Não por acaso, foi derrotada nas eleições de 2002, 2006, 2010. Ao que tudo indica será derrotada em 2014 de novo.
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ÉPOCA – A que o senhor atribui essa fragilidade da oposição?
Villa – De um lado, o PSDB, o principal partido de oposição, não é um partido de fato. Está na oposição, mas não é oposição. É curioso. No populismo, o símbolo maior da oposição era a UDN. Nos tempos mais recentes, o PT. Qualquer oposição age diuturnamente criticando o governo e buscando uma aproximação com a sociedade, pensando sempre na próxima eleição, como fazia o PT no governo Fernando Henrique. O PSDB, não. A impressão é que o PSDB se sente constrangido de ser oposição. Parece que executa essa tarefa com desagrado. A oposição tem de ser agressiva. Quando o governo apresentar seus projetos, a oposição tem de se levantar, falar que tudo aquilo está errado, como a gente vê na Inglaterra, na França, em Portugal, na Espanha, na Alemanha, nos Estados Unidos.
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ÉPOCA – No livro, o senhor diz que o ex-presidente Fernando Henrique cometeu um erro grave, ao ser contra o impeachment de Lula em 2005, para investigar sua participação no mensalão. Por quê?
Villa – Para mim, Lula é o réu oculto do mensalão. Ele tinha ciência de tudo aquilo, chegou a ter até dois encontros com Marcos Valério. Pode não ter participado da organização do esquema, mas era o principal favorecido. Na estrutura do PT, o chefe da quadrilha, José Dirceu, não faria aquilo sem a concordância de Lula. Agora, o que fez Fernando Henrique? Saiu dizendo que um processo de impeachment de Lula criaria uma crise institucional, afetaria a economia, o crescimento do país. Essa é uma dívida histórica que ele tem com o povo brasileiro. No momento em que o PT estava nas cordas, em vez de levá-lo a nocaute, como o PT faria se estivesse do outro lado, o que o PSDB fez, por meio de seu principal líder, foi deixar Lula sangrando nas cordas, acreditando que o nocautearia facilmente nas eleições de 2006. A oposição teve medo, e esse medo é que deu combustível para que o PT virasse o jogo, estabelecesse uma aliança sólida com o PMDB e partidos satélites e criasse o novo Lula, no último ano do primeiro governo. Esse novo Lula é produto de uma leitura de conjuntura equivocada e danosa para o futuro do país. E essa leitura foi feita por Fernando Henrique e pelo PSDB.

1 de dezembro de 2013 às 1:47

PMDB e PT continuarão juntos…pelo menos no Palácio do Planalto [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Agência Brasil:

Aliança entre PT e PMDB vai continuar em 2014, diz Raupp

Pedro Peduzzi
Repórter da Agência Brasil

Brasília – O presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp, disse hoje (30) que não há nenhum risco de a aliança nacional com o PT não continuar nas próximas eleições. Lideranças dos dois partidos se reuniram hoje na Residência Oficial da Granja do Torto, em Brasília, para tratar do cenário político e eleitoral de 2014.
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Segundo Raupp, há ainda pendências quanto às candidaturas aos governos do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, do Ceará e da Paraíba, no entanto já foi resolvida a questão do Maranhão. “A ala do PT que apoia o candidato da governadora Roseana Sarney ganhou a convenção e deverá nos apoiar”, disse o senador.
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Um dos estados em que os dois partidos mais têm encontrado dificuldade para chegar a um acordo é o Rio de Janeiro. “O PT ainda está tomando a decisão sobre se sai ou não do governo [local]. Temos que dar tempo ao tempo nesse estado, porque está muito claro que a divisão do PT e do PMDB poderá prejudicar as duas candidaturas. É o que está acontecendo segundo as pesquisas de intenção de votos”.
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Participaram da reunião Lula; Dilma; Raupp; o vice-presidente Michel Temer, o senador José Sarney (PMDB-AP); o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL); o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN); o ministro da Educação, Aloizio Mercadante; o presidente do PT, deputado estadual em São Paulo Rui Falcão e o presidente do PT em São Paulo, deputado estadual Edinho Silva.
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Do Blog – PMDB e PT juntos no Planalto. O que não significa que os Estados vão obedecer a verticalização que nem existe maia.

1 de dezembro de 2013 às 1:42

Promotor José Augusto Peres recebe Rosalba e Rinaldo Reis no casamento do filho [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O promotor de Justiça José Augusto Peres levou neste sábado, para João Pessoa, a governadora Rosalba Ciarlini com o marido Carlis Augusto Rosado, mais o procurador-geral de Justiça, Rinaldo Reis, e o ex-procurador-geral, Onofre Neto.
Todos foram ao casamento de Rodrigo Peres, filho de José Augusto, com Ana Arcoverde.

A cerimônia religiosa aconteceu na Igreja Nossa Senhora do Carmo e a recepção no Paço dos Leões.

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José Augusto e Cláudia Dias receberam Rosalba e Carlos Augusto
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Rinaldo Reis, José Augusto Peres, promotor Sérgio Sena, Rosalba, juíza Tatiana Socoloski e o ex-procurador Onofre Neto
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Os noivos

1 de dezembro de 2013 às 0:54

Erick Pereira diz que Assembleias e Câmaras Municipais terão que seguir regras do voto aberto aprovadas no Congresso [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Em entrevista ao programa CBN Noite Total,da emissora paulista, o advogado potiguar, Erick Pereira, Doutor em Direito Constitucional, comentou a promulgação, pelo Congresso, da PEC 76, que acaba com o voto secreto em sessões de cassações de mandatos, e de análises de vetos presidenciais.
A PEC chegou a ser questionada por alguns senadores alegando que a matéria deixou brechas para contestações, pelo fato do texto aprovado façar em fim do voto secreto, mas não explicitar que a partir daí o voto será ‘aberto’.

Quando você afasta o termo ‘voto secreto’, que era a grande trava que tinha, tem que aplicar a regra da transparência. Não pode estar discutindo as exceções – explicou Erick.
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Na discussão para aprovação da PEC, o trecho que incluía a validade da mesma para assembleias e câmaras municipais, foi retirado, sendo ratificado somente a aprovação para Câmara Federal, Senado e para votações em sessões conjuntas, do Congresso.
Retirado do texto, porém, não retirada a obrigatoriedade das casas legislativas de todo o país, garantiu Erick.
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Estados e Municípios, em que pese suas legislações, terão que respeitar a norma constitucional maior que determina que a votação seja aberta.
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Estados ou Assembleias que não pretendam adaptar adaptar suas regras, sua constituição, ao que tivemos de avanço, com certeza haverá inconstitucionalidade.
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Para ouvir a entrevista completa da CBN com o advogado Erick Pereira, CLIQUE AQUI (áudio não disponível para smartphones)

1 de dezembro de 2013 às 0:10

Datafolha: Dilma só cresce, oposição só cai [1] Comentários | Deixe seu comentário.

O Datafolha divulgou números de pesquisa de intenção de votos, que aponta crescimento da presidente-candidata Dilma Rousseff…e queda nos índices dos pré-candidatos da oposição.
Veja os 5 cenários colocados pelo instituto, comparando os números de hoje com os de outubro:
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DILMA, AÉCIO NEVES E EDUARDO CAMPOS: ela cresce e os dois caem.

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DILMA, MARINA SILVA E AÉCIO: a presidente sobe e os dois descem.

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DILMA, JOSÉ SERRA E EDUARDO CAMPOS: ela sobe e eles descem.

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DILMA, MARINA E SERRA: mais uma vez ela cresce e eles caem.

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O quinto cenário é novo, não foi colocado em pesquisa anterior, logo, não tem comparativo.
No novo cenário foi incluído o nome do ministro, presidente do STF, Joaquim Barbosa.
Eis:
DILMA, JOAQUIM BARBOSA, AÉCIO E EDUARDO CAMPOS

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Em todos os cenários, a presidente Dilma ganha no primeiro turno.
O Datafolha criou 4 cenários com o ex-presidente Lula, e em todos Lula aparece com mais de 50% dos votos, levando tranqui no primeiro turno.
Mas….do jeito que vai, a presidente Dilma não precisa de substituto.