Thaisa Galvão

28 de julho de 2015 às 22:48

Leitor denuncia funcionamento precário de hospital em Afonso Bezerra [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do leitor e blogueiro Marceu de Lima, para o Instagram do Blog, o @blogthaisagalvao

   
 

28 de julho de 2015 às 16:20

Ministério Público anuncia cortes nos gastos para se ajustar à realidade do Estado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Ministério Público do RN

MPRN anuncia novas medidas de redução de despesas e cortes após contingenciamento informado pelo Estado

Em Sessão Extraordinária do Colégio de Procuradores de Justiça, ocorrida hoje (terça-feira), o Procurador-Geral de Justiça Rinaldo Reis anunciou diversas medidas de cortes e redução de despesas no Ministério Público do Rio Grande do Norte.

A frustração do crescimento da receita estadual e o aumento na parte do custeio do órgão são os fatores fundamentais que motivam tais medidas – sendo que algumas delas, na verdade, já vêm sendo implementadas desde o início do ano, em razão da diferença entre o orçamento proposto para 2015 (R$ 300.644.000,00) e o que foi aprovado pela LOA (R$ 259.807.000,00).

Face à necessidade de contingenciamento informada pelo Governo do Estado na última sexta-feira (24), cortes tiveram que ser incrementados.

De acordo com o Procurador, a situação reflete o não-crescimento a contento da receita corrente líquida do Estado, que impacta diretamente os gastos com pessoal e correntes da instituição. 

Ele ressalta que o Ministério Público do RN sempre foi austero em seus custos administrativos, mas o momento econômico que o Estado está passando exige mais esforços. “Estamos sensíveis à conjuntura e às necessidades. É preciso tomar medidas de redução, porém resguardando os nossos servidores e protegendo a atividade-fim, ou seja, a atuação das Promotorias e Procuradorias”.

Entre as medidas novas e as já implementadas, pode-se listar:

– Cortes em projetos e despesas como o MP Ativo, gestão documental, compra de imóveis, modernização administrativa (mais de R$ 1 milhão);

– Redução de despesas em projetos de construção e reforma, contratos de terceirização, qualificação funcional, perícias, diárias e gratificações do Núcleo Volante (mais de R$ 2 milhões);

– Cancelamento de eventos, como a Semana do MP e Encontros Regionais, aquisição de softwares, consultoria em TI, licenças de uso, equipamentos de informática (cerca de R$ 5 milhões);

– Adequações e aperfeiçoamentos na gestão, como reprografia, central de contínuos, central de transportes, redução do consumo de energia elétrica, telefonia, água, etc;

– Redução significativa (de 92%) no pagamento de direitos financeiros de exercícios anteriores para membros.

O órgão pode adotar cortes adicionais, a depender do comportamento da receita do Estado no decorrer do exercício de 2015.

28 de julho de 2015 às 11:50

Dirigente da Eletronuclear recebeu propina de 4,5 milhões, segundo PF e MPF [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Mais da Radioatividade…ou do Eletrolão…

Do G1

Empreiteiras pagaram propina a dirigentes da Eletronuclear, diz PF

16ª fase da Lava Jato prendeu o presidente licenciado da estatal. Investigação mira contratos para obra da usina nuclear de Angra 3

Por Adriana Justi

A Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) encontraram indícios de pagamentos de propina para dirigentes da Eletronuclear. Eles foram feitos pelo consórcio de empreiteiras Angramon e pela Engevix, que têm contratos com a subsidiária da Eletrobras para obras da usina nuclear de Angra 3, confirmaram as autoridades nesta terça-feira (28), em entrevista em Curitiba.

Segundo o MPF, a Engevix e as empresas que fazem parte do consórcio – Andrade Gutierrez, Odebrecht, Camargo Corrêa, UTC, Queiroz Galvão, EBE e Techint – pagaram vantagens indevidas ao então diretor-presidente da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro, em contratos de 2009, por meio de empresas intermediárias.

A Polícia Federal e o procurador federal Athayde Ribeiro Costa afirmaram que o dirigente recebeu R$ 4,5 milhões em propina.

Othon da Silva se afastou do cargo em abril deste ano, após as primeiras denúncias de corrupção. Ele foi preso na 16ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada nesta terça-feira. Além dele, a PF deteve Flávio David Barra, presidente global da AG Energia. Os dois estavam no Rio de Janeiro e serão levados para a Superintendência da PF em Curitiba.

Othon da Silva foi preso em casa, e Flávio Barra foi localizado em um flat e preso quando saía dele e entrava num táxi, segundo a PF. As prisões são temporárias – têm prazo de cinco dias e vencem no sábado (1º).

A Eletronuclear ainda não se pronunciou sobre a prisão do diretor-presidente licenciado. A Andrade Gutierrez afirma, em nota, que está acompanhando a 16ª fase da Lava Jato e que sempre esteve à disposição da Justiça. “Seus advogados estão analisando os termos desta ação da Polícia Federal para se pronunciar”, diz o texto.

‘Corrupção endêmica’

O procurador federal disse que a corrupção não está restrita à Petrobras, mas se espalha por outros órgãos da administração pública. “A corrupção no Brasil é endêmica e está em processo de metástase”, afirmou Athayde Ribeiro Costa.

Além do pagamento de propina, a 16ª fase da Lava Jato investiga a formação de cartel e o prévio ajustamento de licitações nas obras de Angra 3. Ela será a terceira usina nuclear do país e está em construção na praia de Itaorna, em Angra dos Reis (RJ). Terá potência de 1.405 megawatts (MW) e gerará energia suficiente para abastecer Brasília e Belo Horizonte por um ano.

A Eletronuclear foi criada em 1997 para operar e construir usinas termonucleares e responde hoje pela geração de cerca de 3% da energia elétrica consumida no país.

Ação da polícia

A PF cumpre ainda 23 mandados de busca e apreensão e cinco de condução coercitiva, quando a pessoa é obrigada a prestar depoimento. O procurador do MPF disse que os 5 mandados de condução coercitiva são para executivos de empreiteiras envolvidos no esquema.

A atual fase da operação, batizada de “Radioatividade”, foi deflagrada nesta madrugada em Brasília, Rio de Janeiro, Niterói (RJ), São Paulo e Barueri (SP).

Por causa da ação, funcionários da Eletronuclear, no Rio, foram impedidos de entrar no prédio nesta terça. Alguns esperam em um restaurante próximo ao edifício. Segundo eles, os agentes da PF estariam nos setores de informática, financeiro, comercial e presidência.

28 de julho de 2015 às 11:34

Segundo executivo da Camargo Corrêa, houve promessa de pagamento de propina ao PMDB nas obras de Angra 3 [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do blog de Matheus Leitão, no G1:

Radioatividade aumenta o cerco ao PMDB

Nova fase da Lava Jato deflagrada nesta terça-feira (28), a Radioatividade aumenta o cerco às suspeitas que pesam sobre o PMDB, segundo investiadores ouvidos pelo Blog. 

Ao focar nos contratos firmados por empresas com a Eletronuclear, subsidiária da Eletrobrás, e a suposta fraude em licitações nas obras de Angra 3, os investigadores tentam descobrir também nomes do partido que estariam envolvidos no esquema.
Ao aderir o instituto da delação premiada, em abril deste ano, o ex-executivo da Camargo Corrêa Danton Avancini afirmou que houve promessa de pagamento de propina ao PMDB nas obras de Angra 3. 

Todavia, não sabia se efetivamente foram pagos valores a quadros do partido. Os contratos da usina nuclear somam exorbitantes R$ 3 bilhões.
Na ocasião, Avancini citou o nome do diretor-presidente licenciado da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, um dos presos desta terça (28), mas não detalhou quem seriam os políticos do PMDB envolvidos no suposto esquema. 

A Policia Federal e o Ministério Público podem descobrir pistas de quem seriam os beneficiados através de novas informações coletadas hoje. 
O PMDB já negou as acusações de recebimento de propina e disse que jamais autorizou, a quem quer que seja, usar o nome da legenda. Othon e a Eletronuclear disseram que as acusações são infundadas. A Camargo Corrêa tem afirmado que empreendeu esforços para identificar e sanar irregularidades.

28 de julho de 2015 às 9:47

Ex-presidente de subsidiária da Eletrobras e executivo da Andrade Gutierrez são presos em mais uma etapa da Lava Jato [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Eita que não para não.

Mais presos e mais outra linha de corrupção.

Agora no setor elétrico. O Eletrolão!

Do G1-Paraná:

PF deflagra a 16ª fase da Operação Lava Jato e cumpre 30 mandados

Operação ocorre em Brasília, RJ, Niterói, SP e Barueri; são 30 mandados. Diretor-presidente licenciado da Eletronuclear foi preso no Rio de Janeiro

Por Adriana Justi

A 16ª fase da Operação Lava Jato foi deflagrada pela Polícia Federal (PF) na madrugada desta terça-feira (28) em Brasília, Rio de Janeiro, Niterói (RJ), São Paulo e Barueri (SP). São cumpridos dois mandados de prisão temporária, além de 23 mandados de busca e apreensão e cinco de condução coercitiva, quando a pessoa é obrigada a prestar depoimento. A operação foi batizada de “Radioatividade”.

Um dos presos é o diretor-presidente licenciado da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, que foi detido no Rio de Janeiro. Ele foi afastado do cargo em abril deste ano, quando surgiram denúncias de pagamento de propina a dirigentes da empresa, que é uma subsidiária da Eletrobras.

O outro detido é Flávio David Barra, executivo da Andrade Gutierrez. Ele foi preso no Rio de Janeiro. Procurada pelo G1, a empresa ainda não se pronunciou.

A prisão temporária tem prazo de cinco dias e pode ser prorrogada pelo mesmo período ou convertida em preventiva, que é quando o investigado fica preso à disposição da Justiça sem prazo pré-determinado. Os presos serão levados para a Superintendência da PF em Curitiba.

O foco das investigações desta fase, segundo a PF, são contratos firmados por empresas já mencionadas na Operação Lava Jato com a Eletronuclear, cujo controle acionário é da União. A empresa foi criada em 1997 para operar e construir usinas termonucleares e responde hoje pela geração de cerca de 3% da energia elétrica consumida no país.

Ainda de acordo com a PF, a formação de cartel, o prévio ajustamento de licitações nas obras de Angra 3 e o pagamento indevido de vantagens financeiras a empregados da estatal são os objetos de apuração da atual fase.

Angra 3 será a terceira usina nuclear do país e está em construção na praia de Itaorna, em Angra dos Reis (RJ). Ela terá potência de 1.405 megawatts (MW) e gerará energia suficiente para abastecer Brasília e Belo Horizonte por um ano.

Delações 

Em abril deste ano, o ex-presidente da Camargo Corrêa, Dalton Avancini, afirmou em depoimento de delação premiada que houve “promessa” de pagamento de propina ao PMDB e a dirigentes da Eletronuclear nas obras da usina nuclear Angra 3. As informações foram obtidas pelo Jornal Nacional.

Avancini deixou a prisão em 30 de março para cumprir prisão domiciliar, após firmar acordo de delação premiada com a Justiça, homologado pelo juiz federal Sérgio Moro, responsável pelas investigações da Lava Jato na primeira instância.

Segundo Avancini, a Camargo Corrêa foi informada em agosto de 2014 de que havia “compromissos” de pagamento de propina equivalente a 1% dos contratos das obras da usina ao PMDB e aos diretores da Eletronuclear. Somados, os contratos de Angra 3 chegam a R$ 3 bilhões, de acordo com o executivo. À época, o PMDB negou as acusações de recebimento de propina.

A Eletronuclear e o então presidente da empresa, Othon Luiz Pinheiro, disseram em abril que as acusações eram infundadas, que a empresa age sempre em total transparência e que o Tribunal de Contas da União aprovou a preparação das propostas de preços em Angra 3. Uma comissão interna de fiscalização apura as denúncias e uma empresa de investigações foi contratada “para garantir a transparência e independência dos trabalhos”, segundo nota da estatal.

15ª fase

A 15ª etapa da operação foi batizada de Conexão Mônaco e prendeu ex-diretor da área Internacional da Petrobras Jorge Luiz Zelada. Ele está detido na carceragem da Superintendência da PF, em Curitiba. Quatro mandados de busca e apreensão também foram cumpridos.

A fase teve como foco o recebimento de vantagens ilícitas na diretoria da Petrobras. De acordo com a PF e o Ministério Público Federal (MPF), Zelada fez transferências bancárias para a China e para Mônaco. Foram € 11 milhões para Mônaco e outro US$ 1 milhão para a China. O dinheiro em Mônaco já estava bloqueado desde março deste ano.

O ex-diretor é suspeito de envolvimento no esquema bilionário de corrupção, desvio e lavagem de dinheiro na Petrobras. Segundo o MPF, ele atuou no esquema desde quando atuava na gerência da empresa, quando na diretoria da área internacional.

Zelada foi sucessor de Nestor Cerveró – já condenado a cinco anos de prisão pelo crime de lavagem de dinheiro – no cargo e atuou entre 2008 e 2012 na estatal.

28 de julho de 2015 às 9:35

Adjunto da Sedec sondado para Administração [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Adjunto da Secretaria de Desenvolvimento, Orlando Gadelha tem sinal verde para permanecer no cargo com o novo titular Flávio Azevedo.

Porém, Gadelha tem intenção mesmo de deixar o Governo.

E a ele não interessaria nem mesmo a Secretaria de Administração ou Secretaria Executiva, que já teriam sido ofertadas…

28 de julho de 2015 às 8:21

Ainda no cargo de secretário de Desenvolvimento, o paranaense Paulo Cordeiro já deixou o governo e foi embora [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Apesar de combinar que permaneceria no Governo até o final do mês, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Paulo Cordeiro, que ainda não foi exonerado, já foi embora de Natal.

Entregou o apartamento que estava morando e voltou para o Paraná (#partxiu).

Na Sedec, o adjunto Orlando Gadelha aguarda uma conversa com o governador Robinson Faria para dizer que sua intenção é deixar o governo.

28 de julho de 2015 às 5:05

Servidores do governo federal cruzam os braços hoje em Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Servidores do governo federal no Ruo Grande do Norte, que aprovaram, na semana passada, a realização de uma greve, paralisam as atividades hoje em Natal.

O Sindicato dos Trabalhadores do Serviço Público Federal do Rio Grande do Norte (Sintsef/RN) comanda uma assembleia logo mais às 9h30 na frente do Ministério da Saúde, na Av Rodrigues Alves.

Participam do movimento servidores da Funasa, Ministério da Saúde, civis dos órgãos militares, Ibama, Incra, Iphan, técnico- administrativos da Polícia Rodoviária Federal, Dnocs…

 já estão em greve servidores federais da educação e da seguridade social. Todos contra “a fraca proposta do governo de oferecer reajuste de apenas 21,3% dividido em 4 anos”. 
O reajuste proposto pelo governo federal pouco cobre a inflação no período, que tem previsão de acumular 20,7% até 2019.

 

Os servidores querem aumento de 27,3% de forma imediata. Enquanto as negociações não avançam em Brasília o movimento grevista vai ganhando força em todo o país.