Thaisa Galvão

22 de fevereiro de 2016 às 23:11

tvTG: George Câmara confirma disposição de disputar Prefeitur de Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O vereador George Câmara, presidente do PCdoB em Natal, confirmou hoje, em entrevista ao nosso Jornal da Noite, na 95FM, a disposição do partido em lançar candidatura própria na capital do RN.

Pré-candidato a prefeito, George confirmou o projeto do PCdoB, mas declarou que o partido continua fazendo parte da administração do governo do prefeito Carlos Eduardo:
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22 de fevereiro de 2016 às 17:51

João Santana deixa campanha do presidente da República Dominicana e se apresenta amanhã à PF no Brasil [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De Lauro Jardim, no Globo Online:
Lava-Jato: João Santana deixa a campanha na República Dominicana

  

  

João Santana acaba de formalizar sua renúncia ao posto de marqueteiro da campanha à reeleição do presidente da Republica Dominicana, Danilo Medina.
Santana enviou uma carta ao comitê de campanha do partido e está retornando ao Brasil, ao lado de sua mulher, Monica. 

Amanhã, ambos se apresentam à PF para serem presos.

22 de fevereiro de 2016 às 17:47

Presidente da Construtora Odebrecht vai se apresentar [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Presidente da Construtora Norberto Odebrecht, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, que teve mandado de prisão expedido na 23ª edição da Lava Jato, vai se entregar até amanhã à Polícia Federal.

Segundo o colunista do Globo, Lauro Jardim, o advogado Nélio Machado foi constituído hoje de manhã para fazer a defesa de Benedicto, que estava no exterior no momento da decretação da prisão.

22 de fevereiro de 2016 às 17:38

Candeeiro: Além de Gutson Johnson, mais 4 pessoas prestaram depoimento hoje [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Além do ex-diretor administrativo do Idema, Gutson Johnson, que citou o nome do deputado Ricardo Motta no depoimento de hoje, mais 4 envolvidos na operação Candeeiro prestaram depoimento hoje.

Handerson Raniery Pereira, Elmo Pereira da Silva Júnior, Antônio Tavares Neto e Euclides Paulino de Macedo Neto. 

O empresário Antônio Tavares revelou que ficava com 3% do que era movimentado pelo esquema.

Servidor do Idema, Euclides disse que ficava com parte do dinheiro reservado aos diretores Gutson e Clebson. 

22 de fevereiro de 2016 às 15:20

Por acaso João Santana [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da revista Época:



E a Lava Jato pegou João Santana




Foi por acaso que as finanças suspeitas do marqueteiro do PT acabaram descobertas pela investigação do petrolão


DANIEL HAIDAR


  

O marqueteiro João Santana, principal alvo da Operação Acarajé, a 23ª fase da Lava Jato, nesta segunda-feira (22), apareceu pela primeira vez nas investigações de maneira fortuita. 

O envolvimento dele e da mulher, Monica Moura, com o petrolão ficou claro a partir de fevereiro do ano passado, na 9ª fase da operação. 

Naquela etapa, a Polícia Federal achou na casa do operador Zwi Zkornicki, um personagem envolvido com remessas de dinheiro sujo fruto de propinas na Petrobras, uma carta enviada pela esposa de Santana. 

Mônica dava instruções para que Zwi depositasse dinheiro em contas do casal no exterior. Ficou indicado ali que o marqueteiro do PT mantinha uma offshore, batizada “Shellbill”, registrada no Panamá, e contas nos Estados Unidos e na Suíça. 

A partir disso, a Polícia Federal rastreou as movimentações financeiras de Santana no exterior.
No manuscrito enviado ao operador, a esposa do marqueteiro também anexou uma cópia, rasurada, de um contrato entre a offshore do casal, a Shellbill, e a offshore Kleinfeld. 

Monica rasurou mal o papel, o que permitiu aos investigadores descobrir os nomes que ela pretendia ocultar. Quatro meses depois, em junho, a Polícia Federal prendeu Marcelo Odebrecht, presidente da empreiteira, e apreendeu um gigantesco material na empresa. No meio, milhares de mensagens permitiram identificar, por exemplo, que a Kleinfeld era uma offshore usada pela Odebrecht. Na caixa de e-mails de um executivo da empresa, Fernando Migliaccio, foi encontrada também uma planilha que permitiu identificar que a Kleinfel fizera pagamentos a João Santana. Além do marqueteiro, chamado de “Feira” no documento, aparecem pagamentos também a o ex-ministro José Dirceu, chamado de “JD”.
  

De acordo com as investigações, Santana recebeu pelo menos US$ 7,5 milhões de origem ilícita no exterior. 

Desse montante, pelo menos US$ 4,5 milhões foram pagos por Zwi Zkornicki. Foram detectadas pelo menos nove transferências entre 25 de setembro de 2013 e 4 de novembro de 2014 de Zkornicki para a offshore Shellbill Finance, de Santana. Os investigadores concluíram que houve pagamentos durante a campanha eleitoral de 2014. João Santana também recebeu da construtora Odebrecht pelo menos US$ 3 milhões, entre 13 de abril de 2012 e 8 de março de 2013, também transferidos para a offshore Shellbill, mantida no Panamá. Para os investigadores, há evidências de que esse montante foi transferido em benefício do PT. As investigações revelaram que o marqueteiro utilizou R$ 3 milhões, recebidos da Odebrecht, para comprar um apartamento em São Paulo. O vendedor do imóvel foi pago com dinheiro transferido de uma conta mantida por Santana nos Estados Unidos.
A operação contra Santana escancara mais um meandro do esquema de corrupção. Zwi Skornicki era representante da empresa Keppel Fels e chegou a ser preso temporariamente na 11ª fase da Lava Jato, no ano passado. As investigações continuaram desde então e ficou comprovado que ele fez pagamentos de propina para o ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque e para os ex-gerentes Pedro Barusco e Eduardo Musa.
Na Operação Acarajé, foram expedidos 38 mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão preventiva, seis mandados de prisão temporária e cinco mandados de condução coercitiva. Até o momento, foram presos Zwi Zkornicki, Maria Lucia Guimaraes e Vinicius Borim. Maria Lúcia era secretária do grupo Odebrecht e Borim era representante de bancos de Antígua e Barbuda, que foram utilizados pela Odebrecht para pagamentos de propina. 

Permanecem foragidos João Santana e a esposa Mônica, Marcelo Rodrigues (ligado à Odebrecht), Benedicto Júnior (vice-presidente da Odebrecht) e Fernando Migliaccio (funcionário da Odebrecht). 

João Santana e Monica Moura não foram presos porque estão na República Dominicana, onde trabalham na campanha à reeleição do presidente Danilo Medina.

22 de fevereiro de 2016 às 14:17

Com mandados de prisão expedidos, João Santana e a mulher Mônica já providenciaram retorno ao Brasil [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1
João Santana e sua mulher agendaram retorno ao país, diz defesa


Casal teve a prisão decretada na 23ª fase da Lava Jato. PF suspeita que o publicitário recebeu dinheiro de propina da Petrobras

O advogado Fábio Toufic informou à Justiça que o publicitário João Santana e sua mulher, Monica Moura, que tiveram a prisão temporária decretada na 23ª fase da Operação Lava Jato, já agendaram o retorno ao Brasil – que deve ocorrer nas próximas horas.

O casal está na República Dominicana, onde presta serviços de marketing para Danilo Medina, candidato à reeleição à presidência naquele país.

As informações foram protocoladas nesta segunda-feira (22) na 13ª Vara Federal da Seção Judiciária de Curitiba, aos cuidados do juiz federal Sergio Moro, responsável pela operação na 1ª instância. 

O marqueteiro, que atuou em campanhas da presidente Dilma Rousseff e da campanha de reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006, recebeu US$ 7,5 milhões em contas no exterior, segundo a Polícia Federal e o Ministério Público Federal.

Investigadores suspeitam que ele foi pago com propina de contratos da Petrobras.

Santana teria recebido US$ 3 milhões de offshores ligadas à Odebrecht, empresa também investigada na Lava Jato, entre 2012 e 2013, e US$ 4,5 milhões do engenheiro Zwi Skornicki, entre 2013 e 2014.

Representante oficial no Brasil do estaleiro Keppel Fels, Skornicki foi preso nesta fase da operação. Ele é apontado como operador do esquema.

Íntegra do documento protocolado por Fábio Toufic:

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ FEDERAL SERGIO MORO, DA 13ª VARA FEDERAL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DE CURITIBA (PR)
Procedimento n° 5002515-61.2016.4.04.7000
JOÃO CERQUEIRA DE SANTANA FILHO e MONICA REGINA CUNHA MOURA, já qualificados nos autos em epígrafe, vêm, por seus advogados, respeitosamente à presença de Vossa Excelência, expor e requerer quanto segue:
Os peticionários tomaram conhecimento, na manhã de hoje, pelos meios de comunicação, de que foram alvo de fase ostensiva da “Operação Lava Jato”.
Como, no entanto, já informado em petição previamente protocolada perante este d. Juízo, encontram-se fora do país, a trabalho. Todavia, já agendaram seu imediato retorno ao Brasil, movimento que deve ocorrer nas próximas horas.
Mesmo sem ter a informação oficial sobre a existência ou não de mandados de prisão, informam que, tão logo realizado o desembarque, apresentar-se-ão, imediatamente, às autoridades responsáveis pela investigação.
Por fim, esclarece que é mentirosa e leviana a alegação veiculada em alguns periódicos na manhã de hoje, de que teriam desistido de embarcar em vôo que chegaria hoje ao Brasil. O referido bilhete aéreo foi emitido pela agência de viagens há mais de uma semana por engano, tanto que cancelado no mesmo dia. Perversa, portanto, qualquer relação que se queira fazer entre esse fato e a operação deflagrada na data de hoje.
Termos em que, confiando que serão tomadas todas as medidas para que sua chegada ao país não se transforme em um odioso espetáculo público,

Pedem deferimento.

São Paulo, 22 de fevereiro de 2016.

Fábio Tofic Simantob

Débora Gonçalves Perez

22 de fevereiro de 2016 às 13:31

Deputado Ricardo Motta emite nota repudiando declarações de ex-diretor do Idema [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do deputado Ricardo Motta, citado pelo ex-diretor do Idema, Gutson Johnson, que está preso, como beneficiário com 60% dos recursos desviados pelo órgão:
NOTA ABERTA À SOCIEDADE POTIGUAR

Venho a público manifestar meu repúdio diante de noticiário sobre declaração de ex-diretor do Idema citando de forma espúria e sem provas o meu nome.
 
Nada do que foi dito é verdade. Nada, absolutamente, nada.
 
Por isso, tomarei as medidas cabíveis para que este absurdo não fique impune.

 
Não fui responsável por sua indicação, nomeação, tampouco pelos seus atos e jamais aceitarei a calúnia cometida contra a minha pessoa.
 
Que ele responda por suas práticas, sem tentar macular a honra alheia ou maldosamente terceirizar delitos que cometeu, numa desesperada e leviana manobra para transformar quem nada tem com o caso, em boia de salvação do seu naufrágio moral.
 
Estive, estou e estarei à disposição da Justiça. Em sete mandatos de deputado estadual jamais foi encontrada qualquer irregularidade em minha vida pública. Estou, muito mais, com a paz, a serenidade e a firmeza inabalável da consciência tranquila.

Ricardo Motta
Deputado estadual

22 de fevereiro de 2016 às 13:24

Rogério Marinho afirma que convidou Ezequiel Ferreira de Souza para o PSDB em dezembro passado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Presença que chamou atenção hoje na Assembleia Legislativa: do deputado federal Rogério Marinho, presidente de honra do PSDB.

Rogério foi ao gabinete do deputado José Dias, que vai deixar o PSD para se filiar ao PSDB.

Sobre a possível ida do presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira de Souza, para o partido, Rogério disse ao Blog, quando saía da AL, que ele próprio fez o convite em dezembro passado.

Convite reforçado na quinta-feira passada em Brasília pelos senadores Aécio Neves e Cássio Cunha Lima.

Porém, Rogério lembrou que o diretório do PSDB tem mandato até 2017 e, caso Ezequiel aceite o convite para assumir a presidência, terá a garantia da presidência nacional.
  
Na saída da AL, encontro com o deputado José Adécio

22 de fevereiro de 2016 às 11:55

Prisão de marqueteiro reforça ação no TSE para cassar mandato da presidente Dilma [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Por Vera Magalhães, no Radar Online:
Com foco em Santana, processo de cassação de Dilma no TSE ganha força
  
O foco da nova fase da Lava-Jato nos pagamentos feitos ao marqueteiro João Santana reforça a ação de cassação de mandato eletivo contra a presidente Dilma Rousseff no Tribunal Superior Eleitoral.
A avaliação é de ministros do TSE, que acompanham as primeiras explicações dadas pela força-tarefa sobre a complexa engenharia de pagamentos a Santana no exterior. Segundo a Polícia Federal e o Ministério Público, a origem dos recursos era dinheiro fruto da corrupção na Petrobras.
O TSE deve pedir o compartilhamento das provas tão logo o inquérito tenha o sigilo levantado.

22 de fevereiro de 2016 às 11:46

Marqueteiro João Santana ainda não foi preso porque está na República Dominicana [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1

Offshores da Odebrecht pagaram US$ 3 milhões a João Santana, diz PF


Força-tarefa da Lava Jato detalha a 23ª operação da Lava Jato. PF suspeita que publicitário do PT foi pago com propina vinda da Petrobras



A Polícia Federal diz que offshores (empresas no exterior) ligadas à Odebrecht fizeram transferências de US$ 3 milhões ao publicitário João Santana entre 2012 e 2013. O dinheiro foi depositado em conta na Suíça.

Santana foi marqueteiro das campanhas da presidente Dilma Rousseff e da campanha da reeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006. 

A prisão temporária do publicitário foi pedida na 23ª fase da Lava Jato, deflagrada nesta segunda-feira (22). 

O mandado ainda não foi cumprido, porque ele está na República Dominicana.

João Santana também teria recebido US$ 4,5 milhões do engenheiro Zwi Skornicki, por meio de nove transferências. 
Preso nesta segunda-feira, Skornicki era o representante oficial no Brasil do estaleiro Keppel Fels.

O procurador Carlos Fernando dos Santos Lima afirma que o engenheiro está envolvido na corrupção da Petrobras. 

Portanto, há indicativos de que esses valores sejam oriundos de propina de contratos com a estatal. “Não estamos trabalhando com caixa 2 somente”, disse.
A PF suspeita que Santana comprou um apartamento de R$ 3 milhões em São Paulo com o dinheiro que recebeu da Odebrecht. A empreiteira é investigada por pagar propina a funcionários da Petrobras em troca de contratos.

Investigadores descobriram mais indícios do envolvimento de Marcelo Odebrecht, ex-presidente da empreiteira que está preso desde junho de 2015, no esquema investigado na Lava Jato. Ele teria controle sobre pagamentos feitos por meio de offshores ao publicitário João Santana, ao ex-ministro José Dirceu , além de funcionários públicos da Argentina.

O MPF fez um novo pedido de prisão preventiva de Marcelo Odebrecht, mas que ele foi indeferido pelo juiz Sérgio Moro.

Esta etapa da Lava Jato, chamada de Operação Acarajé, identificou novos operadores de propina na Odebrecht: Hilberto Mascarenhas Alves Silva Filho e Luiz Eduardo Rocha Soares. Eles faziam os pagamentos ilegais por meio das offshores Klienfeld e Innovation, ligadas à empreiteira.

Operação Acarajé

A 23ª fase da Lava Jato tem 51 mandados ao todo, sendo 38 são de busca e apreensão, 2 de prisão preventiva, 6 de prisão temporária e 5 de condução coercitiva – quando os presos são obrigados a prestar depoimento.

Participam da ação 300 policiais federais em cidades da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo.

Segundo a PF, quatro pessoas que tiveram mandados de prisão expedidos estão no exterior: Fernando Migliaccio da Silva, Benedicto Barbosa da Silva Júnior, João Santana e sua mulher, Monica Moura.

Já foram apreendidas obras de arte, lanchas e diversos documentos. Segundo o delegado Igor Romário de Paula, foram apreendidos cerca de R$ 500 mil em bens.

22 de fevereiro de 2016 às 8:02

Acarajé: Juiz da Lava Jato manda prender João Santana, marqueteiro de Lula e Dilma [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1:
Nova fase da Lava Jato tem como um dos alvos o marqueteiro João Santana

Publicitário, que está no exterior, trabalhou em campanhas de Dilma e Lula. Operação é realizada em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia
Por Camila Bomfim e Adriana Justi

Da TV Globo, em Brasília, e do G1 PR
A Polícia Federal (PF) deflagrou a 23ª fase da Operação Lava Jato nesta segunda-feira (22). Um dos alvos desta etapa, chamada de Operação Acarajé, é o publicitário baiano João Santana, que foi marqueteiro das campanhas da presidente Dilma Rousseff e da campanha da reeeleição do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006. Há mandado de prisão temporária (de 5 dias de duração) expedido contra ele, mas Santana está no exterior e não foi preso.

Também são alvo desta etapa a empreiteira Odebrecht e o engenheiro Zwi Skornicki, que, segundo as investigações, operava propinas no esquema da Petrobras investigado pela Lava Jato. Há mandado de prisão preventiva contra Skornicki. A polícia esteve no início da manhã no prédio da Odebrecht, em São Paulo.

Além do estado de São Paulo, a operação cumpriu mandados na Bahia e no Rio de Janeiro.

Santana é alvo porque os investigadores têm indícios suficientes de que ele possui contas no exterior , com origem não declarada. O publicitário começou a ser investigado na Lava Jato em um inquérito sigiloso depois que a PF apreendeu, na casa de Zwi Skornicki , um manuscrito atribuído à mulher de João Santana indicando contas dele fora do país. A informação sobre a apreensão foi revelado pela revista “Veja”.

Além de marqueteiro das campanhas, ele chegou a ser conselheiro da presidente Dilma em várias decisões de governo, chamado a participar de reuniões decisivas , com voz de influência em debates políticos no primeiro escalão.

Mandados

A 23ª fase da Lava Jato tem 51 mandados ao todo. 38 de busca e apreensão, 2 de prisão preventiva, 6 de prisão temporária e 5 de condução coercitiva.

Participam da ação 300 homens da PF. Na Bahia, a operação é realizada nas cidades de Salvador e Camaçari. No Rio de Janeiro, na capital, em Angra dos Reis, Petropolis e Mangaratiba. Em São Paulo, além da capital, a operação foi às cidades de Campinas e Poá.

22 de fevereiro de 2016 às 7:34

Da Lava Jato para o global BBB [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da coluna Radar, na Veja:
Lava-Jato tem representante no BBB
  

Lava-Jato já produziu um ídolo pop, o agente Newton Ishii, o “Japonês da Federal”. O que ninguém sabe é que a força-tarefa tem um representante no Big Brother Brasil.
O participante Ronan, vencedor do último paredão, trabalhava com os procuradores na operação, informa Rodrigo Rangel. Fazia serviços de officeboy, como tirar cópias e entregar documentos.
Sua polêmica performance no BBB tem sido tão comentada no Ministério Público quanto os novos acordos de delação e as investigações sobre Lula.

22 de fevereiro de 2016 às 7:28

Delcídio do Amaral: “Se me cassarem, levo metade do Senado comigo” [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha:
Delcídio do Amaral ameaça entregar colegas caso seja cassado
GABRIEL MASCARENHAS

MARINA DIAS

DE BRASÍLIA
Depois de passar quase três meses na prisão, o senador e ex-líder do governo Delcídio do Amaral (PT-MS) volta ao Senado nesta semana, estuda tirar uma licença de até 120 dias e já avisou a aliados que não admitirá ter o mandato cassado, um de seus maiores temores.
“Se me cassarem, levo metade do Senado comigo”, afirmou a interlocutores quando ainda estava preso. A frase foi entendida como uma ameaça de que está decidido a entregar seus pares caso lhe tirem a cadeira de parlamentar.
Ao retornar ao Senado, Delcídio fará corpo a corpo com os demais colegas, argumentando que é inocente e pedindo amparo. Deve bater às portas de integrantes de partidos aliados e da oposição, com quem sempre manteve diálogo. Poucos, no entanto, devem ser os que darão apoio público ao petista.
Uma das maiores preocupações do senador é ter o mandato cassado porque, com isso, ele perderia o chamado foro privilegiado e seu caso iria para a primeira instância. Lá seria analisado pelo juiz Sérgio Moro, do Paraná, que tem sido célere em suas decisões envolvendo réus da Operação Lava Jato.
Em 1º de dezembro, dias após a prisão do senador, o Senado recebeu representação feita por dois partidos, Rede Sustentabilidade e PPS, que pedem a cassação de Delcídio sob acusação de quebra de decoro parlamentar.
O processo foi aberto no Conselho de Ética da Casa, sob relatoria do senador Ataídes Oliveira (PSDB-TO). Na semana passada, a defesa de Delcídio pediu a substituição do relator, alegando que o tucano não pode permanecer na relatoria do caso por falta de isenção do PSDB. O pedido ainda será analisado.
DESGASTE
Correligionários do petista veem a licença como uma alternativa para, em um primeiro momento, evitar mais desgaste ao próprio senador e ao PT, uma vez que não precisariam conviver cotidianamente com um colega em regime de prisão domiciliar.
Quando estava preso, o petista foi colocado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), em uma licença especial e manteve o salário de R$ 33,7 mil e demais benefícios do cargo.
Solto, o senador tem a opção de uma licença por questões médicas ou por motivos pessoais (neste caso, ele não receberia salário). Ao final desse prazo, caso ele não retorne, o suplente é chamado para assumir o mandato.
Outro motivo de constrangimento é a presidência da CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) do Senado, ocupada anteriormente por Delcídio. O PT não quer vê-lo de volta ao posto.
O líder do partido no Senado, Humberto Costa (PE), afirmou à Folha que a substituição de Delcídio pela senadora Gleisi Hoffmann (PR) na CAE já foi, inclusive, publicada no “Diário Oficial”.
Boa parte dos petistas vê a troca como ponto pacífico, por não acreditar que o colega tenha condições morais e força política para comprar briga pela permanência.
O STF decidiu prender Delcídio baseado em gravação feita por Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. Na conversa, um plano de fuga e uma mesada de R$ 50 mil foram propostos por Delcídio em troca de Cerveró não fazer delação premiada. O ex-diretor, no entanto, acabou assinando acordo de delação.

22 de fevereiro de 2016 às 7:23

Lava Jato: PF deflagra 23ª fase em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Deflagrada nas primeiras horas de hoje pela Polícia Federal (PF) deflagrou a 23ª fase da Operação Lava Jato.

A ação é realizada em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador.

22 de fevereiro de 2016 às 4:05

São Gonçalo: Jogador de futebol é morto, irmãos suspeitos são presos e tem a casa queimada pela população revoltada [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A polícia prendeu dois, de três irmãos acusados de matar o vigilante Romerito (Popola), conhecido nos campos de futebol em são Gonçalo do Amarante.

O jogador do Bola Mucha foi assassinado a facadas na noite deste domingo.

Ele chegou a ser socorrodo para o hospital Belarmina Monte mas já chegou chegou sem vida. 

Vizinhos da vítima que testemunharam o crime chamaram a polícia e informaram os nomes dos acusados.
  
A informação é que o crime foi praticado por rixa familiar.

Revoltados, os vizinhos queimaram e destruírsm completamente a casa dos irmãos.