Thaisa Galvão

19 de março de 2016 às 22:21

Perigo: Ministro da (in)Justiça diz que vai julgar sem ter provas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O novo ministro da Justiça, Eugênio Aragão, declarou que não vai mais tolerar vazamento na lava jato.

Coitado…

Disse que vai substituir toda a equipe da Polícia Federal, a cada vazamento.

E se o vazamento não for feito pela PF?

Cada operação envolve mais do que policiais federais.

O novo ministro da Justiça seria um perigo se tivesse que julgar alguém num país com pena de morte.

Vai já cair…

  

19 de março de 2016 às 19:38

Queda de avião mata ex-presidente da Vale e toda a família [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Globo
Roger Agnelli, ex-presidente da Vale, morre em acidente de avião em SP
Empresário estava no avião junto com a mulher, dois filhos, o genro e a nora. Todos morreram, inclusive o piloto
  
POR FLÁVIO FREIRE E MARIANA SANCHES

  
SÃO PAULO – O empresário Roger Agnelli, de 56 anos, morreu num acidente aéreo na tarde deste sábado. Além de Roger e do piloto, também estavam na aeronave a mulher do empresário, Andréia, dois filhos — João e Ana Carolina —, além do genro e da nora do executivo. O monomotor caiu sobre uma casa na Zona Norte da capital paulista, próximo ao Aeroporto do Campo de Marte.
Segundo a Infraero, o avião caiu logo depois de decolar de uma das pistas do Campo por volta das 15h. A Agência Nacional de Aviação Civil Anac) já havia informado que a aeronave estava em nome do ex-presidente da Vale.
A informação que circula entre amigos é de que Agnelli estaria viajando para um casamento no Rio. Ele morava em São Paulo desde que deixou a Vale e fundou a AGN Participações, uma empresa de mineração e logística. O executivo faria 57 anos em 3 de maio.
O avião atingiu uma casa e parte de um outro imóvel vizinho. Os cinco ocupantes das duas casas foram resgatados com vida e sem ferimentos graves. Entre eles, uma criança. Segundo o major Hengel Ricardo Pereira, o avião bateu na garagem e na sala do sobrado de três andares. Da aeronave sobraram apenas pedaços da fuselagem retorcida, em meio a qual foram localizados os corpos.
O empresário do ramo de construção, Toni Sargologos, disse ter visto o momento em que a aeronave caiu.
— Saí de casa desesperado, mas não tive como ajudar porque a querosene ia descendo pela rua, deixando um rastro de fogo — afirmou.
Um outro morador também presenciou o acidente.
Achei que um carro tinha batido na rua, mas, quando olhei, tinha uma nuvem de fumaça em cima de mim — afirmou Rafael portela, 15 anos, vizinho ao local do acidente.
Os corpos que estavam no avião já foram retirados dos escombros. Pelo menos onze viaturas foram destacadas para a Rua Frei Machado, na Casa Verde, para atender a ocorrência. Ainda não há informações sobre o que provocou a queda.

19 de março de 2016 às 16:08

Deputado Kelps Lima deverá disputar a Prefeitura de Natal [1] Comentários | Deixe seu comentário.

O Solidariedade terá candidato a prefeito de Natal e o nome é o do deputado Kelps Lima.
Kelps vinha discutindo projetos para a capital com o deputado-prefeitável Rogério Marinho, que agora, num projeto mais amplo do PSDB, mudaria o discurso do Solidariedade.
Kelps se deu um prazo até abril para definir e começar a trabalhar a candidatura, sem deixar de lado o projeto de estadualizar o SD que nos últimos meses passou de 70 para 130 municípios com representação.

19 de março de 2016 às 16:06

Kelps contabiliza crescimento do SD e ainda aguarda mais filiações até 2 de abril [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E o deputado-prefeitável Kelps Lima faz as contas e registra o crescimento do Solidariedade no Rio Grande do Norte.
Desde que a janela partidária o SD passou de 44 para 74 vereadores em todo o Estado. Já são 30 a mais.
Só em Natal o SD passou de 1 para 3 vereadores.
Além de Eudiane Macedo, ganhou Paulinho Freire e Klaus Araújo, que se filiou hoje.
Mas Kelps ainda aguarda mais, já que a janela continua aberta para vereadores até o dia 2 de abril.
O presidente do SD tem sido procurado, principalmente, por lideranças políticas do interior que temem as misturas provocadas pela troca de partidos por parte dos deputados.

19 de março de 2016 às 15:23

Missa de São José reúne políticos em Angicos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A missa de São José, em Angicos, reuniu políticos de várias linhagens.

Na terra de sobrenome Alves, PMDB do G e do H juntos: o senador Garibaldi Filho com o deputado Walter Alves e o ministro Henrique Alves.

Do PMDB ainda estava o deputado Gustavo Fernandes.

Juntos também os democratas federal Felipe Maia e estadual José Adécio, que estiveram a um passo da separação, já que Adécio quase deixava o DEM.

Um pouco mais afastada de peemedebistas e democratas, a senadora Fátima Bezerra (PT) acompanhou a missa próxima do pré-vice de Carlos Eduardo, Marcelo Queiroz.

Que é do PMDB, mas não é o indicado de Henrique nem de Garibaldi.

Tanto que não rezaram juntos.

Ah..

A missa de São José, com presença do prefeito Júnior Batista, foi celebrada pelo arcebispo metropolitano de Natal, Dom Jaime Vieira da Rocha.

Fotos Suelen Lobato

   
  
  

19 de março de 2016 às 9:47

Roda gigante: Expulso do governo por Lula, José Eduardo Cardozo vai trabalhar para salvar Lula [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De Luiz Antônio Novaes, na coluna de hoje n’O Globo:

  

19 de março de 2016 às 9:05

Para sair da crise, ex-senador Saturnino Braga sugere que Dilma busque apoio fora dos partidos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Conselho do ex-senador e ex-prefeito do Rio de Janeiro, Saturnino Braga (PT), à presidente Dilma Rousseff, em entrevista ao jornalista Geneton Moraes Neto, na Globonews:

-Dilma poderia reunir empresários, sindicatos, estudantes, para tentar encontrar uma saída. Procurando apenas partidos não vai conseguir porque os partidos partem pra guerra, e guerra a gente nunca sabe como vai terminar.
Saturnino, que não deixa o PT para não aparecer oportunista, disse que a presidente Dilma, ao contrário dd Lula, “não tem o gosto da política, ela é uma tecnocrata e presidente da República não pode ser só um tecnocrata, tem que ser um negociador”, declarou Saturnino Braga, elogiando o caráter da presidente.
Sobre ele próprio, se define como “um político ingênuo que não se arrepende de sua ingenuidade”.

19 de março de 2016 às 8:28

Janela partidária: quem ganhou e quem perdeu [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Quem acreditava numa debandada do PT nesses 30 diss de janela partidária, se enganou.
O Partido dos Trabalhadores, segundo maior, manteve a bancada de 59 deputados. 

Maior partido da Câmara, o PMDB perdeu 5 parlamentares, e caiu de 70 para 65. 

Veja como ficaram os partidos que cresceram:
PP passou de 40 para 48

PR pulou de 34 para 40

DEM de 21 para 27

PTN de 4 para 13

PSD de 31 para 34

PHS de 4 para 7

PDT tinha 17 e hoje tem 19

PSC de 13 para 15

PSOL passou de 5 para 6

PRB de 20 para 21

PPS de 10 para 11

PV de 5 para 6

PSL de 1 para 2

Veja como ficaram os partidos que não sofreram alterações:
PT se manteve com 59 deputados

PCdoB com 12

Rede Sustentabilidade com 5

PTdoB com 3

Veja como ficaram os partidos que perderam cadeiras na Câmara:
PMB despencou de 19 para 2

PMDB caiu de 70 para 65

PSDB de 53 para 48

PTB tinha 21 e agora tem 19

PROS caiu de 9 para 5

PSB de 34 para 30

SD de 15 para 14

PEN tinha 2 e caiu para 1

PMN tinha 1 e caiu para zero
Como a janela será fechada no fim do dia de hoje, os diretórios terão que receber as filiações e informar à Justiça Eleitoral até as 23h59.

A janela que permite a troca de partido, não garante à legenda beneficiada com filiações, os recursos do fundo partidário e o tempo de rádio e TV.

19 de março de 2016 às 7:34

Deputado Antônio Jácome implodiu o PMN na Câmara Federal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado federal Antônio Jácome implodiu o PMN na Câmara .

O parlamentar potiguar era o único representante do partido e aproveitou a janela para pular fora.

Antônio Jácome se filiou ao PTN que foi o nanico que mais cresceu nesses 30 dias de janela.

O partido passou de 4 para 13 deputados mais do que triplicando de tamanho.

19 de março de 2016 às 7:26

Paquerado por Wilma e Rosalba, PMB perde quase toda a bancada no troca-troca de partidos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

As ex-governadoras Wilma de Faria e Rosalba Ciarlini até que se animaram para “pegar” o Partido da Mulher Brasileira (PMB) no Rio Grande do Norte.

Criado em setembro passado, surgiu com uma bancada de 19 deputados, que se aproveitaram da nova legenda para escapar dos partidos onde se mantinham como insatisfeitos.

Com a janela partidária onde todo deputado podia mudar de casa, o PMB se escafedeu.

E terminou com somente 2 deputados.

Mais nanico do que imaginou.

Ah…e como a janela só fecha no último segundo de hoje, às 23h59, o PMB corre o risco de perder mais um parlamentar.

Desistentes do PMB, Rosalba permaneceu no PP, comandado pelo cunhado Betinho Rosado, e Wilma decidiu pelo PSDB, comandado pelo deputado federal Rogério Marinho.

Como não é parlamentar e tem cargo no executivo, a vice-prefeita de Natal não precisa obedecer à janela e deverá se filiar na próxima semana ao PSDB.

19 de março de 2016 às 7:04

Para garantir o emprego como ministro, titular do Esporte troca de partido [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Sem nenhuma ideologia e por amor e muito apego ao cargo de ministro.

Foi assim que agiu o ministro do Esporte, George Hilton, que aproveitou a janela partidária para se filiar ap governista PROS.

Hilton era do PRB que decidiu se afastar do governo.

O ministro jura que fica para defender a “normalidade democrática e solidez das instituições nacionais”. 

Claro que ninguém acredita nesse depoimento chinfrim.

19 de março de 2016 às 6:46

Entrevista à Veja: Delcídio diz que Lula ‘comandou o esquema’ que Dilma ‘herdou e se beneficiou’ [0] Comentários | Deixe seu comentário.

 Da Veja, parte da entrevista com o senador Delcídio do Amaral, que teve o acordo de delação premiada homogado:


Delcídio: “Lula comandava o esquema”


Delcídio do Amaral, ex-líder do governo, diz que tanto Lula como Dilma tinham pleno conhecimento da corrupção na Petrobras — e, juntos, tramaram para sabotar as investigações, inclusive vazando informações sigilosas para os investigados


  



O senador Delcídio do Amaral participou do maior ato político da história do país. No domingo 13, ele pegou uma moto Harley-Davidson, emprestada do irmão, e rumou para a Avenida Paulista, onde protestou contra a corrupção e o governo do qual já foi líder. Delcídio se juntou à multidão sem tirar o capacete. Temia ser reconhecido e hostilizado. 

Com medo de ser obrigado pela polícia a remover o disfarce, ficou pouco tempo entre os manifestantes, o suficiente para perceber que tomara a decisão correta ao colaborar para as investigações. 

“Errei, mas não roubei nem sou corrupto. Posso não ser santo, mas não sou bandido.” 

Na semana passada, Delcídio conversou com VEJA por mais de três horas. Emocionou-se ao falar da família e ao revisitar as agruras dos três meses de prisão. Licenciado do mandato por questões médicas, destacou o papel de comando de Lula no petrolão, o de Dilma como herdeira e beneficiária do esquema e a trama do governo para tentar obstruir as investigações da Lava-Jato. 

O ex-líder do governo quer acertar suas contas com a sociedade ajudando as autoridades a unir os poucos e decisivos pontos que ainda faltam para expor todo o enredo do mais audacioso caso de corrupção da história. 

A seguir, suas principais revelações.

Por que delatar o governo do qual o senhor foi líder?
Eu errei ao participar de uma operação destinada a calar uma testemunha, mas errei a mando do Lula. Ele e a presidente Dilma é que tentam de forma sistemática obstruir os trabalhos da Justiça, como ficou claro com a divulgação das conversas gravadas entre os dois. O Lula negociou diretamente com as bancadas as indicações para as diretorias da Petrobras e tinha pleno conhecimento do uso que os partidos faziam das diretorias, principalmente no que diz respeito ao financiamento de campanhas. O Lula comandava o esquema.


Qual é o grau de envolvimento da presidente Dilma?

A Dilma herdou e se beneficiou diretamente do esquema, que financiou as campanhas eleitorais dela. A Dilma também sabia de tudo. A diferença é que ela fingia não ter nada a ver com o caso.


Lula e Dilma atuam em sintonia para abafar as investigações?

Nem sempre foi assim. O Lula tinha a certeza de que a Dilma e o José Eduardo Cardozo (ex-ministro da Justiça, o atual titular da Advocacia-Geral da União) tinham um acordo cujo objetivo era blindá-la contra as investigações. A condenação dele seria a redenção dela, que poderia, então, posar de defensora intransigente do combate à corrupção. O governo poderia não ir bem em outras frentes, mas ela seria lembrada como a presidente que lutou contra a corrupção.


Como o ex-presidente reagia a essa estratégia de Dilma?

Com pragmatismo. O Lula sabia que eu tinha acesso aos servidores da Petrobras e a executivos de empreiteiras que tinham contratos com a estatal. Ele me consultava para saber o que esses personagens ameaçavam contar e os riscos que ele, Lula, enfrentaria nas próximas etapas da investigação. Mas sempre alegava que estava preocupado com a possibilidade de fulano ou beltrano serem alcançados pela Lava-Jato. O Lula queria parecer solidário, mas estava mesmo era cuidando dos próprios interesses. Tanto que me pediu que eu procurasse e acalmasse o Nestor Cerveró, o José Carlos Bumlai e o Renato Duque. Na primeira vez em que o Lula me procurou, eu nem era líder do governo. Foi logo depois da prisão do Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, preso em março de 2014). Ele estava muito preocupado. Sabia do tamanho do Paulo Roberto na operação, da profusão de negócios fechados por ele e do amplo leque de partidos e políticos que ele atendia. O Lula me disse assim: “É bom a gente acompanhar isso aí. Tem muita gente pendurada lá, inclusive do PT”. Na época, ninguém imaginava aonde isso ia chegar.


Quem mais ajudava o ex-presidente na Lava-Jato?

O cara da confiança do Lula é o ex-deputado Sigmaringa Seixas (advogado do ex-presidente e da OAS), que participou ativamente da escolha de integrantes da cúpula do Poder Judiciário e tem relação de proximidade com ministros dos tribunais superiores.


Quando Lula e Dilma passam a trabalhar juntos contra a Lava-Jato?

A presidente sempre mantinha a visão de que nada tinha a ver com o petrolão. Ela era convencida disso pelo Aloizio Mercadante (o atual ministro da Educação), para quem a investigação só atingiria o governo anterior e a cúpula do Congresso. Para Mercadante, Dilma escaparia ilesa, fortalecida e pronta para imprimir sua marca no país. Lula sabia da influência do Mercadante. Uma vez me disse que, se ele continuasse atrapalhando, revelaria como o ministro se safou do caso dos aloprados (em setembro de 2006, assessores de Mercadante, então candidato ao governo de São Paulo, tentaram comprar um dossiê fajuto contra o tucano José Serra). O Lula me disse uma vez bem assim: “Esse Mercadante… Ele não sabe o que eu fiz para salvar a pele dele”.

O que fez a presidente mudar de postura?
O cerco da Lava-­Jato ao Palácio do Planalto. O petrolão financiou a reeleição da Dilma. O ministro Edinho Silva, tesoureiro da campanha em 2014, adotou o achaque como estratégia de arrecadação. Procurava os empresários sempre com o mesmo discurso: “Você está com a gente ou não está? Você quer ou não quer manter seus contratos?”. A extorsão foi mais ostensiva no segundo turno. O Edinho pressionou Ricardo Pessoa, da UTC, José Antunes, da Engevix, e Otávio Azevedo, da Andrade Gutierrez. Acho que Lula e Dilma começaram a ajustar os ponteiros em meados do ano passado. Foi quando surgiu a ideia de nomeá-lo ministro.

19 de março de 2016 às 0:05

O tuíte assustador do jornalista Ricardo Noblat [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O que sabe o jornalista Ricardo Noblat que aterrorizou a noite com esses posts no twitter?

   
 
Convém aguardar porque na semana passada o colunista postou que o senador Delcídio do Amaral, na delação premiada, havia citado o senador José Agripino…

Mas Delcídio não citou…e o jornalista pediu desculpa pela falha…