Thaisa Galvão

26 de abril de 2016 às 22:57

TIME: Em NY, Sergio Moro recebe homenagem como único brasileiro entre as 100 personalidades mais influentes do mundo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Agência Estado:
Juiz Sérgio Moro é homenageado pela revista Time
O juiz afirmou que que ter seu nome na seleção “honra muito a instituição, o trabalho institucional”

  

 

O juiz federal Sérgio Moro recebeu na noite desta terça-feira, 26, homenagem da ‘Time’, prestigiada revista americana, que o elegeu entre as cem personalidades ‘mais influentes do mundo”, em evento realizado em Nova York.
Ao chegar à cerimônia de homenagem, o juiz da Lava Jato declarou ao Jornal Nacional, da Rede Globo, que ter seu nome na seleção “honra muito a instituição, o trabalho institucional”. 

Ele afirmou que ‘é reconhecimento também que o Brasil toma passos importantes na prevenção e no combate à corrupção. Nessa perspectiva acho muito positivo’.
Moro é o único brasileiro citado na relação deste ano, divulgada na quinta-feira, 21. Ele está na categoria “Líderes”, ao lado de nomes como Barack Obama, François Hollande, Angela Merkel, Vladimir Putin e Kim Jong Un.
Segundo o texto que descreve o juiz paranaense, no Brasil ele é chamado de “SuperMoro” e tem o nome cantado nas ruas “como se fosse uma estrela de futebol”. 

“Mas Sérgio Moro é apenas um juiz, embora um que trabalhe num escândalo de corrupção tão grande que poderia derrubar uma presidente – e talvez mudar uma cultura de corrupção que há muito tem prejudicado o progresso de seu país”, diz a “Time”.
“Moro tem sido acusado de ignorar o devido processo legal, e ele tem estado mais do que disposto a avaliar seus casos no tribunal da opinião pública. Mas a maioria dos brasileiros sente que suas táticas de ‘cotovelos afiados’ valem a pena por um país mais limpo”, prossegue a descrição da revista.
Recentemente, a revista “Fortune”, também dos EUA, apontou Moro como o “13º líder mais influente para transformar o mundo”.
A lista da “Time” não tem ordem definida. Além de Moro e dos líderes citados anteriormente, ela inclui figuras internacionais de peso, como Mark Zuckerberg, Usain Bolt, Leonardo DiCaprio e Papa Francisco.

26 de abril de 2016 às 22:48

Styvenson continua comandando a lei seca no RN e mudança em nomenclatura abre vaga para mais um Capitão [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A publicação abaixo no Diário Oficial do Estado causou polêmica e gerou questionamentos:

Teria o Capitão Styvenson sofrido punição por ter apreendido a carteira de habilitação do ex-ministro Henrique Alves?

  

O Blog apurou que não.

Essa alteração na nomenclatura do cargo de Styvenson não altera em nada a função dele.

Só abre espaço para que um Tenente suba a Capitão, assim como aconteceu com ele.

Traduzindo, Styvenson continua Capitão e coordenando a operação Lei Seca.

Apreensendo carteira de anônimos ou famosos.

É só estar errado.

Ou se negar a comprovar que está errado.

26 de abril de 2016 às 21:44

Procurador da Lava Jato diz que operação deve durar anos e espalhar vários “filhotes” pelo país [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Época Online:




“Uma linha de investigação aponta Lula no comando”


Carlos Fernando dos Santos Lima, um dos procuradores da Lava Jato, diz que o ex-presidente esteve no centro do petrolão e dá uma má notícia aos acusados: há pouco espaço para novos delatores

DANIEL HAIDAR




Um dos condutores da Operação Lava Jato, o procurador regional da República Carlos Fernando dos Santos Lima evita fazer juízos definitivos, mas não esconde a convicção a que chegou a força-tarefa que investiga o esquema de corrupção que corroeu a Petrobras. 
“Há uma linha de investigação que aponta Lula na cadeia de comando”, afirma nesta entrevista a ÉPOCA. 

Negociador-chefe dos acordos de delação premiada, Carlos Fernando não tem boas notícias para quem ainda busca esse entendimento: como já se sabe quase tudo sobre o caso, há cada vez menos espaço para novos delatores; quem quiser reduzir sua pena terá de contar algo muito valioso aos investigadores. 

“Precisamos punir as pessoas, não é possível fazer acordo com todo mundo”, diz Carlos Fernando. “Vai ter de trazer uma coisa muito extraordinária.”

ÉPOCA – Qual a distância que a Lava Jato tem a percorrer para alcançar o chefe da quadrilha do petrolão?
Carlos Fernando dos Santos Lima – Temos claro hoje que a pessoa do ex-presidente (Luiz Inácio Lula da Silva) tem uma responsabilidade muito grande nos fatos. Há uma linha de investigação que aponta ele na cadeia de comando. Temos indicativos claros de que havia conhecimento dele a respeito dos fatos e o governo dele era o principal beneficiado do financiamento da compra de base de apoio parlamentar. Infelizmente não estamos com esse processo aqui. O tempo será dado pelas circunstâncias da decisão do Supremo de mandar para Curitiba as investigações ou não.
  

ÉPOCA – No caso de Lula, há convicção de que houve crime na reforma do sítio de Atibaia e no caso do apartamento tríplex em Guarujá? Lula é, de fato, dono do sítio?
Carlos Fernando – Infelizmente o material está fora daqui e não podemos fazer essa afirmação hoje. Existem diligências que não pudemos fazer. Há diligências que deveriam ser feitas, e não foram feitas. Não temos dúvida de que ele era a pessoa que tinha usufruto daquele sítio. Mas ainda precisamos fazer uma série de diligências. No tríplex é a mesma situação. Não temos nenhuma dúvida.

ÉPOCA – A repercussão da condução coercitiva de Lula atrapalhou a operação?
Carlos Fernando – Toda decisão envolvendo o ex-presidente teria repercussões. Insistimos que nós conduzimos 116 pessoas antes do ex-presidente – mas somente a do Lula gerou esse tipo de discussão. Qualquer coisa que fosse feita seria usada politicamente, porque a única defesa possível nesse caso é a defesa política. A condução foi baseada na verificação da interceptação telefônica, de que havia a montagem de um esquema de resistência a qualquer ato de nossa parte. Nossa preocupação foi tirá-lo do local para evitar o risco a ele, aos nossos agentes, e também impedir essa movimentação. Chegaram a dizer que algumas pessoas iriam acampar na frente do prédio para evitar qualquer tipo de atitude nossa. A condução se baseou em fatos concretos que indicavam a dificuldade de cumprir medidas.

ÉPOCA – Vários acusados estão presos, mas os políticos estão sendo processados em velocidade mais lenta. Não há risco de a população se frustrar?
Carlos Fernando – O foro privilegiado é o principal fator que causa essa disparidade de velocidade. É natural que o Supremo Tribunal Federal não esteja preparado para um número tão grande de pessoas. Não creio que o STF, por maior que seja a boa vontade, tenha condições de chegar à velocidade de um juiz de primeiro grau. Gostaríamos que houvesse uma discussão em nível constitucional sobre a reforma dessa questão do foro. O Brasil é um dos países com a maior quantidade de pessoas com foro privilegiado. Eu, por exemplo, tenho foro no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e não creio que isso seja republicano. Esses empecilhos só são superáveis se houver reforma constitucional. 

ÉPOCA – O novo ministro da Justiça criou alguma dificuldade para a Lava Jato?
Carlos Fernando – Salvo a primeira manifestação dele, que pode ter sido mal compreendida ou não foi exatamente muito feliz, não tenho nada de concreto a falar.

ÉPOCA – Há risco para as investigações em um eventual governo Michel Temer?
Carlos Fernando – Nós não temos nenhuma opinião formada sobre essa ou aquela posição política. O doutor Temer é professor de Direito Constitucional e entende os limites republicanos no país. Cremos que não haverá nenhum perigo ou tentativa de limitar o alcance das investigações. 

ÉPOCA – Vocês estão preocupados com o cerceamento da Polícia Federal?
Carlos Fernando – Temos essa preocupação porque é uma equipe muito produtiva e eficiente. A Lava Jato surgiu por uma investigação deles e depois se transformou no que é. E eles (os policiais) têm uma estrutura mais hierarquizada e com menos garantias que a nossa (procuradores). Temos também preocupação com tentativas de assassinato de reputação do juiz Sergio Moro, porque, seja qual for a decisão que ele tomou, tomou dentro de seu poder como juiz. Então tentativas de desqualificá-lo são inaceitáveis. Há ainda um risco de segurança e ele deve se proteger. É bom deixar claro que as investigações não são conduzidas pelo juiz: juiz tem apenas a função de tomar determinadas decisões. Investigações são feitas pelo Ministério Público e pela Polícia Federal.

ÉPOCA – Pelo menos cinco empreiteiras negociam acordos de leniência e de delação premiada. Esses acordos podem não sair?
Carlos Fernando – Nós temos a função primordial de fazer acordos de leniência. (Mas) Nós entendemos que não é possível um acordo (de delação) com mais do que uma grande empreiteira. Estamos dispostos a conversar com aquela empreiteira que trouxer o melhor para o interesse público: mais provas, mais fatos novos e o maior valor de ressarcimento possível. Só há lugar para mais uma empreiteira. Precisamos punir as pessoas, não é possível fazer acordo com todo mundo. 

ÉPOCA – Só cabe mais um sócio ou executivo de empreiteira nas delações?
Carlos Fernando – Sobre sócio ou executivo, isso vai ser analisado em conjunto com a Procuradoria-Geral da República. Não vou dizer que só há lugar para mais um, porque a questão é analisar o que cada um pode ajudar. Chegamos a uma fase em que nós estamos com tantas provas que realmente pouca novidade pode aparecer. Aquele que atender ao interesse público pode ganhar um acordo. Vai ter de trazer uma coisa muito extraordinária.

ÉPOCA – Quase um terço dos réus da Lava Jato são delatores. Existe uma quantidade máxima?
Carlos Fernando – Não existe número mágico. O número hoje de delatores corresponde a um terço, mas também temos um represamento de denúncias, porque não podemos inundar a 13ª Vara Federal do Paraná com todas as denúncias ao mesmo tempo. Posso deixar bem tranquilo que essa proporção vai aumentar bastante com o tempo. Vai chegar um momento em que não vamos ter delatores e vamos ter oferecimento de denúncias na sequência. Não está fácil fazer acordo. Tanto é que acordos recentes são pequenos ou pontuais, com pessoas fora do radar, ou são tão grandes a ponto de gerar mudança de patamar nas investigações.


ÉPOCA – Há uma tentativa de deslegitimar a Lava Jato?



Carlos Fernando
– Há medidas no Congresso que são incentivo à corrupção, como a lei do repatriamento, a medida provisória do acordo de leniência, tentativas de mudar o entendimento de que é possível executar pena com decisão só de segundo grau. Vamos denunciar isso. Estamos vacinados.


ÉPOCA – Até quando vai a Operação Lava Jato?



Carlos Fernando
– Eu creio que, do mais importante, talvez até dezembro já tenhamos um panorama bem completo. Mas vamos ter anos e anos de acusações criminais com o material que temos. Temos uma série de filhotes da Lava Jato que vão se espalhar pelo Brasil.


ÉPOCA – Como vocês lidam com as críticas de que poupam a oposição das investigações?


Carlos Fernand
o – Enchem tanto a gente por conta disso… Para investigar, qualquer procurador tem de partir de um fato concreto – não posso abrir investigação para pegar fulano etc. e tal. Temos os limites da lei, não podemos sair e falar: “Agora quero pegar o governo do FHC”. Se aparecer crime do governo FHC, vou analisar se está prescrito ou não, daí podemos investigar. Boa parte dos crimes já está prescrita. E o mais importante: a maior parte do que aconteceu nos últimos 13 anos está na responsabilidade de um grupo de partidos. São 13 anos de um mesmo grupo político no poder, não temos como escapar disso.

26 de abril de 2016 às 16:25

Publicitário Joca Melo precisa de sangue e doações podem ser feitas no Hemovida [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O publicitário Joca Melo está precisando de sangue de qualquer tipo.

Em tratamento, fazendo quimioterapia, está com as plaquetas muito baixas. 
A doação deve ser feita no Hemovida da Rua Nilo Peçanha, em Natal, próximo ao hospital Onofre Lopes, no horario das 7 às 17 horas. 

26 de abril de 2016 às 15:21

Bandidos efetuam disparos dentro da Conab em Umarizal e estão assaltando neste momento a sede dos Correios em Itaú [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Dois bandidos invadiram a Conab agora há pouco, por volta das 14h40, no município de Umarizal, no Oeste do Rio Grande do Norte.

Houve tiroteio e foram ouvidos vários disparos.

Uma pessos foi atingida de raspão no ombro e foi levada para a unidade de saúde.

E neste momento, na vizinha Itaú, bandidos estão dentro da agência dos Correios.

Do lado de fora, a polícia de prontidão.

26 de abril de 2016 às 14:21

Comissão será presidida pelo PMDB e relatada pelo PSDB [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Instalada nesta terça-feira (26) para analisar o processo de afastamento da
Definidos presidente e relator da Comissão Especial de Impeachment, instalada hoje no Senado.
O senador Raimundo Lira (PMDB-PB) para a presidência do colegiado e o senador Antônio Anastasia (PSDB-MG) para a relatoria.

26 de abril de 2016 às 13:56

Finalista do reality show da Globo, Maria Cláudia é reconhecida como importante para divulgação do turismo do RN [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Na visita que fez à Assembleia Legislativa, a potiguar Maria Cláudia, finalista do Big Brother Brasil 2016, foi recebida pelo presidente da Casa, Ezequiel Ferreira de Souza, que agradeceu à estudante de publicidade pela divulgação do Rio Grande do Norte durante os meses que esteve participando do programa da Rede Globo.
Cacau, que ficou em segundo lugar e manterá contrato de um ano com a Globo, falava com frequência no RN e especificamente em Santa Cruz, berço potiguar do turismo religioso por causa da imagem de Santa Rita de Cássia, a maior do Brasil.
A BBB esteve acompanhada do namorado, também big brother Matheus.
Antes do encontro na presidência da AL, foi recebida no gabinete do deputado Tomba Farias, onde estavam a mãe, Graça, e o padre de Santa Cruz, Vicente Fernandes.

Fotos Thaisa Galvão

  
   

 
  
 

26 de abril de 2016 às 13:49

Deputado Gustavo Carvalho diz que Cacau teve 8 vezes mais votos do que o senador Garibaldi Filho [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Conversando com a BBB Cacau, o deputado Gustavo Carvalho perguntou quantos votos ela teve…
A finalista do reality show da Globo falou em algo em torno de 8 milhões.
“Você teve oito vezes mais votos do que Garibaldi Filho, nosso senador de um milhão de votos”.

26 de abril de 2016 às 13:14

tvTG: Em entrevista exclusiva ao Blog, BBB Cacau fala do futuro e admite que pode entrar para a política [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A estudante de publicidade e youtuber Maria Cláudia, potiguar de Santa Cruz e finalista do BBB 2016, ficando em segundo lugar, desembarcou no Rio Grande do Norte pela primeira vez depois do programa.

Ela chegou na madrugada e no final da manhã, com o namorado, também BBB, Matheus, foi à Assembleia Legislativa a convite do deputado Tomba Farias, com base política em Santa Cruz, e que fez campanha para conseguir votos para “Cacau” chegar à final, vendendo com isso, para todo o Brasil, a imagem turística do RN e do município de Santa Cruz.

Antes de ser recebida na presidência da Assembleia, a BBB deu entrevista exclusiva ao Blog, onde falou do programa e do que pretende fazer a partir de agora.

26 de abril de 2016 às 13:01

Membros do MST cobram da Assembleia Legislativa apoio para evitar o impeachment da presidente Dilma [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Membros do movimento sem terra fizeram caminhada pelo centro de Natal no final da manhã de hoje.

Na frente da Assembleia Legislativa, gritaram para que os deputados estaduais cobrem do Congesso Nacional para não aprovar o impeachment.

Também passaram pela frente do Tribunal de Justiça e depois seguiram em caminhada gritando palavras de ordem.

26 de abril de 2016 às 12:17

Na Comissão de Impeachment, Fátima Bezerra recebe flores de integrantes de movimentos sociais [0] Comentários | Deixe seu comentário.

FffImpeachment: Fátima recebe rosas na entrada da reunião de instalação da comissão 

A senadora Fátima Bezerra (PT), que participa da sessão para eecolha de presidente e relator da Comissão Especial do Impeachment, recebeu flores antes de entrar na sala de reuniões.

Flores enviadas por integrantes de movimentos sociais que estão mobilizados contra o impeachment que eles caracterizam como golpe.

“Não perdi a minha esperança, muito menos a confiança, de que esta Casa vai saber agir com a sabedoria exigida para aqueles que compõem a Câmara Alta. Estou certa de que aqui saberemos barrar este processo, porque reconhecemos que, apesar de respeitado o rito, não se pode condenar ninguém por um crime que não cometeu”, declarou a senadora.

  

26 de abril de 2016 às 9:54

Petistas questionam se STF vai permitir posse de investigados no governo Temer [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Embate entre Dilmistas e Michelzistas…
Se o STF não permitiu a posse do ex-presidente Lula na Casa Civil, pelo fato dele ser investigado…
Vai permitir a posse de alguns cogitados por Michel Temer, que seguem investigados tanto quanto Lula?

26 de abril de 2016 às 9:47

Aliados de Eduardo Cunha tentam evitar presença de Fernando Baiano hoje na Comissão de Ética [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Um dia depois do STF autorizar a abertura de mais dois inquéritos para o “réu” Eduardo Cunha, a Comissão de Ética da Câmara deverá receber o lobista Fernando Baiano.
Baiano foi convocado para explicar como operava para Temer.
Aliados de Cunha estão tentando evitar a presença de Baiano na Comissão, mas ontem a Câmara autorizou o pagamento de passagens para o lobista viajar do Rio de Janeiro a Brasília.

Fernando Baiano declarou na delação disse que entregou entre R$ 1 milhão e R$ 1,5 milhão em espécie no escritório de Cunha.
E confirmou informações do empresário Júlio Camargo, de que Cunha teria recebido propina de pelo menos US$ 5 milhões por contratos de aluguel de navios-sonda pela Petrobras.

26 de abril de 2016 às 9:00

Depois de postar ensaio dentro do Ministério em facebook de “miss bumbum”, mulher de ministro se diz indignada com repercussão [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E a “Primeira Dama do Ministério do Turismo do Brasil”, Milena Santos, começa o dia indignada com a repercussão nacional que ganhou com a posse do marido – como é mesmo o nome dele? – no Ministério do Turismo.

  

Porém, Milena não tem do que reclamar.

Ela foi ao gabinete do Turismo, um órgão público do governo federal, fez uma sessão de fotos – até aí tudo bem – e postou em um perfil aberto do facebook que tem a capa abaixo:

  

26 de abril de 2016 às 8:50

Filha de Michel Temer contesta tese de golpe mas é contra o impeachment de Dilma [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha:


Para filha de vice, impedimento não seria positivo para democracia

VINICIUS PEREIRA

DE SÃO PAULO
 
   
 
Em meio ao processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, a filha do vice-presidente Michel Temer, Luciana Temer, vem se demonstrando receosa quanto ao processo de impedimento da presidente Dilma Rousseff, já que “não seria algo positivo à estabilidade democrática do país”.

“O impeachment não é algo bom em lugar nenhum. Não se pode comemorar, já que 24 anos é um tempo muito curto de sustentação democrática para você ter dois impedimentos”, disse.

A afirmação foi feita a alunos do curso de direito da PUC, em São Paulo, onde Luciana Temer leciona direito constitucional há cerca de 20 anos. Ela, contudo, refutou a tese de golpe, que vem sendo defendida pelo PT e parte do governo.

“Este processo, porém, é um processo com bases jurídicas. É errado dizer que isso é um golpe, já que há uma previsão constitucional”, disse. Para ela, o fato é que há um suporte para a investigação sobre crime de responsabilidade da presidente em relação as pedaladas fiscais.
Ainda falando aos alunos, Luciana se mostrou contrária a antecipação de novas eleições. “Uma nova eleição é golpe, pois não está prevista na Constituição”, disse.
Dilma reconhece que, caso supere o impeachment, pode ser obrigada a antecipar as eleições para este ano.

Procurada pela Folha, Luciana Temer não quis se manifestar. Ela é secretária de Assistência e Desenvolvimento Social da gestão Fernando Haddad (PT), em São Paulo, mas faz questão de desvincular-se de políticas partidárias, apoiando-se a um perfil técnico para a função.