Thaisa Galvão

24 de junho de 2018 às 21:32

Seis por meia dúzia [1] Comentários | Deixe seu comentário.

A matemática é quem diz: a chapa PDT, MDB e DEM, com os partidos sem nominatas para puxar votos, corre o risco de não eleger os dois federais dos partidos, Walter Alves (MDB) e Felipe Maia (DEM).

Um federal precisa de 200 mil votos para se eleger.

Walter não terá, Felipe também não.

É para isso que os batedores de esteira são necessários.

Sem os acumuladores de votos, a soma de 200 mil elegerá o mais votado da coligação.

Que pode ser Walter ou Felipe.

Aí entra o Podemos de Antônio Jácome.

Na chapa de federal, sai Felipe e entra José Agripino Maia.

Mas o Podemos também não tem nominata.

Troca o DEM pelo Podemos como quem troca 6 por meia dúzia.

E Walter baterá cabeça não mais com Felipe, mas com Agripino.

Um dos dois poderá ficar fora.

E se a entrada do Podemos, sem Agripino na majoritária, atrair o PP da prefeita de Mossoró, Rosalba Ciarlini?

Um problema matemático a mais:

O deputado federal Beto Rosado (PP) entraria para disputar votos com Walter e Agripino.

O PP também não tem boa nominata.

E para eleger Walter, Agripino e Beto, a coligação teria que ter 600 mil votos.

Sem nominatas…não tá fácil pra ninguém.

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