Thaisa Galvão

19 de janeiro de 2020 às 20:46

Com a prefeita Rosalba, ex-deputada Larissa Rosado recebe o presidente da Assembleia Ezequiel Ferreira na praia de Tibau [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Chefe de gabinete da Presidência da Assembleia Legislativa, a ex-deputada Larissa Rosado foi a anfitriã dos colegas de trabalho neste domingo na praia de Tibau.

Com a mãe vereadora Sandra Rosado, e o pai ex-deputado Laíre, Larissa recebeu o presidente da Assembleia, Ezequiel Ferreira e o deputado Gustavo Carvalho.

De convidados, os veranistas da praia, prefeita de Mossoró Rosalba Ciarlini e o deputado federal Beto Rosado.

Em seu instagram, Ezequiel relatou os demais presentes à tarde de muita conversa política, começando pela sucessão municipal em Mossoró, seguindo para 2022…

19 de janeiro de 2020 às 20:37

Aliados do deputado Tomba Farias começam a discutir candidatura dele ao governo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Aliados mais próximos do deputado Tomba Farias (PSDB), que torcem para que ele dispute a Presidência da Assembleia Legislativa, começam a achar que ele tem mesmo que disputar o Governo do Estado.

Ou um ou outro em 2022 ou 2023.

Na Assembleia, a gestão do presidente Ezequiel Ferreira de Souza só se encerra no dia 31 de janeiro de 2023.

Em 2022, na campanha estadual, Tomba definiria se disputaria reeleição, para depois de reeleito disputar a Presidência da AL, ou se deixaria o legislativo e disputaria o Governo do Rio Grande do Norte em chapa de oposição à governadora Fátima Bezerra que deverá disputar reeleição.

No mês de dezembro, Tomba deu uma rodada por vários municípios do Estado.

19 de janeiro de 2020 às 16:08

Carluxo e seu sonho de consumo: a comunicação do governo do pai [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Filho do presidente Jair Bolsonaro, responsável por polêmicas que cada vez mais tiram o crédito da gestão do pai, o vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, articula mais um capítulo do circo de horrores que tem comandado o Brasil.

Carluxo articula a demissão do secretário de Comunicação para ele próprio assumir a comunicação do governo que ele manda, através do blogueiro Allan, cria dele, e que atua nas redes sociais com o perfil “Terça Livre” e “Terça Livre TV”.

Tudo sob o comando do filho do presidente.

A polêmica da comunicação é tema de reportagem de capa da revista Crusoé.

Confira a íntegra:

Helena Mader / Igor Gadelha

Desde o primeiro dia da gestão do pai, Carlos Bolsonaro – o filho “02” do presidente da República – move-se para controlar uma das áreas mais estratégicas do governo: a comunicação. Carluxo, como é conhecido, já exercia indisfarçável influência sobre o setor desde a campanha eleitoral. No terceiro andar do Planalto, com o beneplácito de Jair Bolsonaro, Carlos ampliou seu raio de ação. Instalou uma espécie de bunker ideológico, a poucos passos do gabinete presidencial, no que ficou pejorativamente conhecido como “gabinete do ódio”, e passou a tutelar servidores de confiança que militavam na guerrilha digital em favor do governo nas redes sociais.

“Não esqueçam jamais. A prioridade é ganhar a guerra da comunicação”, costumava afirmar Carlos aos seus subordinados nos dias inaugurais dos Bolsonaro no poder.

Para o 02, no entanto, comandar apenas um naco de uma mina de de possibilidades na comunicação governamental sempre foi motivo de frustração – e o pomo da discórdia dele com o pai, com quem mantém uma relação emocional e conflituosa, entre altos e baixos.

No primeiro ano de governo, Carluxo investiu contra tudo e todos os que na Secretaria de Comunicação Social da Presidência, a Secom, tentaram fincar bandeira. E eis que na quarta-feira, 15, foi escancarado um imenso umbral para Carluxo, finalmente, alcançar o que sempre cobiçou.

Uma reportagem publicada pela Folha de S. Paulo revelou que o atual chefe da Secom, Fábio Wajngarten, recebe, por meio de uma empresa da qual é sócio, a FW Comunicação LTDA, dinheiro de emissoras de TV e agências de publicidade que recebem verbas da secretaria. A FW mantém contratos com ao menos cinco empresas beneficiadas com publicidade oficial, entre elas a Band e a Record.

Wajngarten é dono de 95% das cotas da FW. O caso é praticamente a definição lexicográfica da expressão “conflito de interesses”, vedada pela lei e enquadrada como improbidade administrativa.

No mesmo dia do petardo lançado contra Wajngarten, Crusoé revelou que o secretário de Comunicação colocou o irmão do seu adjunto, Samy Liberman, para comandar a empresa. Uma das justificativas usadas na defesa de Wajngarten era de que ele havia se afastado da empresa e colocado um “administrador” no lugar assim que assumiu o cargo no governo de Jair Bolsonaro, em abril de 2019.

A partir da revelação de Crusoé, soube-se que o administrador em questão era justamente o irmão do seu número 2 na Secom.

Bem antes de a denúncia vir a público, Carlos Bolsonaro já operava nos bastidores para tentar fragilizar Wajngarten. No dia 25 de dezembro, mandou às favas o espírito natalino e foi às redes sociais desqualifícar o trabalho do chefe da Secom.

“É lamentável somente nós lutarmos para mostrar o que tem sido feito de bom 24h ao dia, enquanto se vê uma comunicação do governo que nada faz’ disparou Carlos.

Dias antes, já havia chamado a Secom de “bela porcaria”.

Como noticiou Crusoé ainda na noite de quarta-feira, 15, interlocutores do secretário acreditam que a intenção do filho 02 do presidente é emplacar o blogueiro Allan dos Santos, o “Allan Terça Livre”, no cargo.

Discípulo de Olavo de Carvalho, Allan dos Santos se notabilizou pelo empenho em disseminar notícias falsas e pela virulência dos ataques a adversários. Pelo Twitter, Allan reagiu à sua maneira elegante à publicação de Crusoé.

“Blogueiro é o cu da sua mãe”, escreveu. “Tua mãe”, acrescentou Carlos Bolsonaro. Acuado pelas denúncias, Wajngarten ameaçou “explodir” a ponte de diálogo entre o governo e a imprensa.

Se Allan Terça Livre for alçado ao cargo, reconhecem auxiliares do próprio presidente da República, não haverá técnica de engenharia capaz de reconstrui-la.

Jair Bolsonaro, por ora, defende o chefe da Secom, mas abre brecha para eventual futura troca. “Se for ilegal, a gente vê lá na frente”, afirmou o presidente.

O titular da Comunicação e o próprio Bolsonaro conheceram-se em um jantar na casa do empresário Meyer Nigri, dono da incorporadora Tecnisa, em São Paulo. Quem levou o então presidenciável ao encontro foi o advogado Frederick Wassef, advogado do senador Flávio Bolsonaro no caso Queiroz.

Os laços foram estreitados no momento mais crucial da vida de Bolsonaro: quando sofreu um atentado a faca durante a campanha eleitoral.

Filho de um renomado cardiologista do hospital Albert Einstein, Wajngarten foi quem intermediou a transferência do então candidato de Juiz de Fora para São Paulo e convenceu a família de Bolsonaro a levá-lo para o Einstein, a despeito do lobby do maior concorrente, o Sírio-Libanês .

Fábio começou a ser cotado para integrar o governo já na transição. A nomeação, entretanto, só ocorreu em abril.

Se acabar abatido, Wajngarten colherá o que sempre plantou. O todo poderoso da Secretaria de Comunicação Social mergulhou de corpo e alma nas intrigas palacianas.

Por obra e graça suas, as relações com empresas de comunicação, que – sabe-se agora – eram clientes da empresa da qual é sócio, eram conduzidas de maneira meliflua.

Foi nesse contexto que Wajngarten conferiu poderes a um assessor do SBT.

Trata-se de Edson Giusti, dono da Giusti Comunicação. Embora não tenha contrato com a Secretaria de Comunicação, Giusti é apontado com uma das pessoas com mais trânsito na área de comunicação do governo e do Palácio do Planalto.

No papel, Giusti presta serviço como assessor do “01” Jair Bolsonaro, o senador Flávio Bolsonaro, embora seja visto com frequência no Planalto.

O senador foi apresentado a Giusti porWajngarten. Assim como a FW do chefe da Secom, Giusti mantém contratos com grandes empresas, incluindo algumas investigadas pela Lavajato.

Segundo o site da Giusti Comunicação, além do SBT, ele atua para Camargo Corrêa, Alpargatas, Centauro e Banco BMG. A dupla Wajngarten-Giusti foi responsável por aproximar a TV de Sílvio Santos do governo Bolsonaro.

No início do governo, quando o caso Queiroz veio à tona, foi para a emissora que Fabrício de Queiroz e Flávio Bolsonaro concederam entrevistas. Desde que Wajngarten assumiu o cargo, a emissora viu sua parte da fatia do dinheiro destinado pela Secom a TV subir um pouco, de 22,5% para 24,7%.

Procurado pela reportagem, Giusti afirmou que “presta serviço particular” a Flávio Bolsonaro e que “tem contrato de assessoria de imprensa com o SBT há dez anos”. Indagado sobre a relação com Wajngarten, disse que o trabalho com Flávio Bolsonaro o levou, “a pedido da imprensa, a ajudá-la a tentar contato com a Secom”.

Ele negou, porém, qualquer relação com a FW.

Logo após fazer um pronunciamento à imprensa no Salão Leste do Planalto na quarta-feira, 15, Wajngarten participou de uma reunião no gabinete do ministro da Secretaria-Geral da Presidência e subchefe para Assuntos Jurídicos do Planalto, Jorge Oliveira, no quarto andar.

Lá, encontrou outros dois ministros: o da Controladoria-Geral da União, Wagner Rosário, e o da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, a quem responde diretamente. Na reunião, que não foi registrada na agenda de nenhum deles, e que não contou com a presença de Jair Bolsonaro, Wajngarten foi questionado sobre detalhes da atuação de sua empresa e instado a apresentar documentos mostrando que comunicou previamente à Comissão de Ética da Presidência que era dono da companhia, embora afastado da administração.

O chefe da Secom saiu da reunião com a sensação de que conseguiu comprovar que não há conflito de interesses na relação.

Fontes da área jurídica do governo, porém, ponderam que tudo pode mudar, caso fique comprovado que Wajngarten tomou alguma decisão para beneficiar a sua própria empresa.

O fato é que a comunicação do governo sempre foi uma questão mal resolvida pelo presidente desde a proclamação do resultado da eleição. Na falta de uma estratégia sobre como agir em relação à imprensa, Bolsonaro preferiu o conflito. Quem tentou harmonizar a relação foi apeado, como o general Santos Cruz, até então amigo do peito do mandatário do país.

O pano de fundo dessa instabilidade é justamente a relação de Bolsonaro com o filho 02. Ainda no período de transição, o então presidente eleito ensaiou entregar a chave da Comunicação para Carlos Bolsonaro.

“O cara é uma fera nas mídias sociais. Tem tudo para dar certo”, argumentou, em entrevista a O Antagonista.

Dias depois, pressionado por setores do governo, recuou. As redes sociais, no entanto, permaneceram sob a batuta de Carlos. Seu poder, embora limitado à estratégia digital, nunca foi pouco.

Carluxo, por exemplo, era detentor da senha dos perfis oficiais do presidente nas redes. Derivou daí a mais rumorosa crise na relação mercurial entre pai e filho. Foi quando Carlos manteve por 24 horas na conta oficial do presidente no YouTube um video com pesados ataques ao vice-presidente Hamilton Mourão, e os dois discutiram ao telefone. Na manhã seguinte, um domingo, depois de obrigado pelo pai a excluir o vídeo, Carlos desapareceu de casa.

Os detalhes da crise estão contados no livro “Tormenta: O governo Bolsonaro: crises, intrigas e segredos”, da jornalista Thais Oyama.

Jair Bolsonaro teria ficado transtornado. “Teclou para os amigos do filho perguntando sobre seu paradeiro. Telefonou para o próprio e lhe mandou seguidas mensagens de WhatsApp – todas sem acusação de recebimento. Naquele dia, o presidente não desgrudou do celular e mal conseguiu despachar”, escreveu a jornalista.

Não foi a primeira vez. Durante a campanha, Carlos ameaçou ir embora para nunca mais voltar, caso o pai insistisse em nomear Gustavo Bebianno como ministro da Secretaria Geral da Presidência. Como Bebianno acabou guindado ao cargo, Carluxo cortou a comunicação com o pai.

Para refazer as pontes com “02”, conta a jornalista, Bolsonaro colocou Alexandre Ramagem na direçâo da Abin, contrariando o general Valério Stumpf, então secretário executivo do Gabinete de Segurança Institucional. Em contrapartida, ficou do lado do general Santos Cruz quando ele vetou a ida do primo Léo Índio para a Secom, onde ocuparia um cargo em comissão DAS 5, o segundo posto mais caro da estrutura federal.

Tanto Santos Cruz quanto Bebianno cairiam em desgraça meses depois. Por trás das demissões, claro, lá estava ele, Carlos Bolsonaro.

O orçamento da Secretaria de Comunicação da Presidência para campanhas publicitárias foi de quase 200 milhões de reais em 2019. Além da verba milionária, a pasta conta com estrutura e funcionários para uma atuação coordenada e estruturada na internet.

A Secom tem, ao todo, 180 servidores, dos quais 138 em cargos comissionados. Entre as áreas montadas na secretaria, estão coordenações de foto, áudio, vídeo, conteúdo, gestão de canais digitais, logística, publicidade, eventos e imprensa.

Um aparato que faz reluzirem os olhos do filho 02 do presidente. Para Carlos, é a grande trincheira da “guerra ideológica”.

A saber se Bolsonaro entregará ao filho ou a alguém por ele escolhido, o figurino de comandante.

19 de janeiro de 2020 às 12:15

Rogério Marinho: entre um prêmio e o isolamento político [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Todo poderoso homem das reformas do governo Bolsonaro, papel que assumiu desde que em seu último mandato de deputado federal relatou a polêmiva reforma trabalhista, motivo de sua derrota na disputa por mais um mandato na Câmara, o potiguar Rogério Marinho é notícia em dois grandes jornais deste domingo, de formas opostas.

No Globo ele está entre personalidades que disputam um prêmio; no Estadão, ele surge na porta de entrada do caminho do ostracismo tão comum de quem se arrisca fazer parte do governo Jair Bolsonaro.

Eis a página do Globo que chama atenção do leitor para o último dia de votação do prêmio instituído pelo jornal em parceria com a Federação das Indústrias do Rio de Janeiro.

Rogério disputa na categoria “Economia” com a empresária Luíza Trajano, dona da cadeia de lojas ‘Magazine Luíza’ e com o Movimento Gerando Vidas.

No Estadão deste domingo Rogério Marinho desponta como um líder a caminho do isolamento depois de ter sido útil para o Governo.

Confira a reportagem:

Adriana Fernandes e Idiana Tomazelli

BRASÍLIA – Após ganhar espaço e confiança por seu papel crucial na articulação pela reforma que mudou o sistema de aposentadoria no Brasil, o secretario especial de Previdência e Trabalho Rogério Marinho se tornou personagem central de embates dentro do governo. Também virou “para-raios” de disputas paroquiais deflagradas num Congresso que começa a testar o terreno para a escolha de seus próximos presidentes.

Braço direito do ministro da Economia, Paulo Guedes, no primeiro ano do governo Jair Bolsonaro, Marinho chegou a ser cotado para coordenar a articulação com o Congresso para a votação da reforma tributária , mas hoje vive um inferno astral.

As críticas generalizadas a decisão de taxar o seguro-desemprego e, agora, mais recentemente, a crise provocada pelas filas no INSS, órgão vinculado à sua secretaria, alimentaram o desconforto.

Por trás do desgaste está a disputa de lideranças partidárias pela vaga de Rodrigo Maia no comando da Câmara dos Deputados, a partir de 2021, e as eleições municipais deste ano.

Um quadro que pode atrapalhar o andamento das reformas, principalmente, a administrativa e a tributária. “A janela para aprovação é pequena. No máximo até junho”, reconhece um auxiliar de Guedes.

Batizada de RH do serviço publico, a reforma administrativa tem o apoio de Maia, mas enfrenta a pressão das grandes corporações dos servidores públicos, que podem ganhar força às vésperas da campanha eleitoral nos municípios. Já PECs de reformas fiscais estão mais encaminhadas e com chances de serem aprovadas, porém com alcance mais enxuto, avaliam assessores econômicos.

Deputado federal por 16 anos, período em que relatou a mudança mais profunda na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), Marinho migrou de poder e, como secretário especial de Previdência e Trabalho, tentou levar adiante sua pauta trabalhista sob a bandeira de geração de empregos.

Acabou atropelando colegas dentro da própria equipe econômica e se indispondo com congressistas, perdendo parte do bom trânsito que lhe era garantido graças a experiência com o Parlamento. Procurado, Marinho não se pronunciou.

Até a promulgação da Previdência, o secretário atuou como um habilidoso negociador durante a tramitação da primeira – e também espinhosa reforma da administração Bolsonaro.

Seu papel de articulador foi tão bem sucedido que transbordou para outras áreas, à medida que a equipe econômica encontrava dificuldades no diálogo com os deputados e traçava planos para outras reformas e também era formada por muitos neófitos no trato político.

Não à toa, virou alvo de brincadeiras de auxiliares, que o chamavam de “assessor de tudo”.

Programa Verde Amarelo

A virada para o secretário se deu quando, em novembro de 2019, apresentou o Programa Verde Amarelo, como foi batizado o conjunto de medidas de estímulo ao emprego.

Passou por cima de outras áreas do Ministério da Economia que alertavam contra a medida, pelo custo elevado e o risco de baixa efetividade.

Nos dias seguintes, depois do envio da MP do programa ao Congresso, em reação, lideranças da Câmara ficaram dias sem atender os contatos do secretário. “Não sabíamos que a MP viria desse tamanho, agora, que se vire” contou um deles.

O mal-estar causado foi tão grande que outros secretários mudaram o tratamento em relação a Marinho, garantem fontes.

Colegas de dentro do Ministério da Economia também passaram a tratar o secretário especial de Previdência e Trabalho de forma protocolar.

O desgaste aumentou depois que a Instituição Fiscal Independente (IFI) publicou estudo com críticas a MP Verde Amarelo. O golpe maior veio dias depois quando foi revelado que estudo da Secretaria de Política Econômica (SPE) apontava um custo bem maior.

Técnicos contam que Guedes deixou o seu auxiliar sozinho na defesa da taxação do seguro desemprego para bancar a desoneração da folha das empresas, uma promessa de campanha. Um quadro semelhante que ocorreu com o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, na defesa da fixação do limite de 8% ao ano de juros para o cheque especial.

Programa em risco

Isolado, Marinho virou alvo de corporações e também de parlamentares que, por circunstâncias políticas, passaram a atacar seu programa de estímulo ao emprego. A disputa acirrada pela sucessão na presidência do Senado e, sobretudo, da Câmara tem levado ao que é classificado nos bastidores do governo como “necessidade de aceno político”.

Mesmo congressistas ligados a setores empresariais acabam se posicionando contra a medida, menos por convicção e mais para angariar votos rumo às vagas hoje ocupadas por Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia.

Marinho já chegou a se descrever para interlocutores como o que não fala, mas realiza. Porém, costuma dizer também que o sucesso transforma uma pessoa em alvo.

Se antes era o “assessor de tudo”, agora se coloca distante de qualquer articulação pelas reformas tributária ou administrativa.

Quer concluir o que começou na agenda trabalhista e avalia ter uma tarefa a cumprir. Uma futura retomada da vida política não está completamente descartada, mas qualquer calculo nessa direção só será feito após as eleições municipais de 2020.

19 de janeiro de 2020 às 5:58

Atriz Regina Duarte quer responder direto a Bolsonaro se aceita ou não ser secretária de Cultura [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A atriz Regina Duarte deverá ter uma conversa com o presidente Jair Bolsonaro na segunda-feira.

Essa foi a condição dela para responder ao convite para ser secretária nacional de Cultura, em substituição ao destemperado e descuidado Roberto Alvim, demitido da pasta após apresenta perfil nazista ao tentar vender a imagem de uma “nova arte” no Brasil.

Regina Duarte defende o governo Bolsonaro e é amiga da primeira dama Michelle Bolsonaro.

Também é conselheira do Pátria Voluntária, programa de Michelle que incentiva a prática do voluntariado.

19 de janeiro de 2020 às 5:20

Falha no Enem pode ter atingido quase 40 mil estudantes mas Educação garantiu solução até segunda-feira [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E o ministro da Educação deu entrevista falando que o Enem 2019 foi o melhor de todos os tempos…

Deve ser porque, para ele, melhor é quando tem mais erros.

E os erros detectados no Enem após divulgação das notas, pode ter prejudicado quase 40 mil pessoas.

O gabarito de parte dos candidatos que fizeram a prova cinza foi trocado pelo de quem fez a prova amarela.

Weintraub havia minimizado o caos, afirmando que 4 mil pessoas teriam sido prejudicados, o Inep estimou em 9 mil, mas o ministro disse que até segunda-feira o erro estará corrigido e por isso a abertura da inscrição do Sistema de Seleção Unificado (Sisu), que permite aos estudantes concorrerem a vagas em universidades federais pelo país com a nota do Enem, está com o cronograma mantido: de terça (21) a sexta (24).

Quem se sentiu prejudicado pode enviar email para enem2019@inep.gov.br

18 de janeiro de 2020 às 13:27

Presidente de grupo europeu fecha com o prefeito Álvaro Dias prorrogação até 2021 do voo charter da Holanda para Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O prefeito Álvaro Dias retorna a Natal com a boa notícia: o grupo holandês Corendon confirmou a manutenção do voo Amsterdam-Natal para a temporada 2020-2021.

“Conseguimos confirmar a manutenção do voo com o presidente da Corendon, Atilay Uslu, e o CEO da empresa, Steven Van der Heijden. Asseguramos mais uma vez o apoio da Prefeitura na divulgação do destino Natal, a exemplo do que fizemos na atual temporada. Mais turistas em Natal significa mais emprego e renda para milhares de pessoas”, disse Álvaro.

Os voos charters da Holanda para Natal começaram a operar em novembro de 2019 e a temporada se encerraria em abril próximo sendo estendida agora até o próximo ano.

O dono da Corendom é esse alto e magro, Átilay Uslu. O CEO é esse gordo, branco, Steven Van der Heijden. Ainda estão na foto José Odécio, presidente da ABIH e Fernando Fernandes secretário de turismo de Natal.

18 de janeiro de 2020 às 12:36

Das 3 notas máximas na redação do Enem, só Gabriel Melo apareceu até agora. [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Mistério nas notas Mil na redação do Enem no Rio Grande do Norte.

Das 3 notas máximas divulgadas pelo Inep, só um candidato apareceu até agora.

É Gabriel Melo, que fez o Pré 2019 no colégio Ciências Aplicadas.

Por onde andam os outros dois campeões da Redação do Enem?

Há quem diga que tem professor de Redação como possível titular da nota Mil…

Aguardar o fim do mistério.

18 de janeiro de 2020 às 12:24

Prédio do antigo hotel Reis Magos fácil de derrubar [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Quem está acompanhando a demolição do prédio que durante muito tempo abrigou o Hotel Reis Magos, abandonado há anos e esquecido até por quem de repente resolveu levantar a bandeira do tombamento, constata a fragilidade do que restava do prédio.

As máquinas só encontram um pouco mais de dificuldade, tendo que usar um triturador, nas colunas do fosso do elevador.

Porque as demais paredes não resistem ao simples encostar das máquinas.

Nem mesmo moradores de rua ou viciados em drogas, que durante um bom tempo se abrigavam no prédio velho, tinham mais coragem de ficar por ali.

18 de janeiro de 2020 às 12:05

Prefeitura derruba canteiro de obra não autorizada na Via Costeira [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Um canteiro de obras instalado na Via Costeira para construção de um hotel que não obteve licença – o grupo inadimplente com o município – foi derrubado na manhã deste sábado.

A Semurb comandou a demolição.

18 de janeiro de 2020 às 10:10

Gargalheiras acordou e chuvas de mais de 200 milímetros elevam em cerca de 4 metros nivel da água da barragem em Acari [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A chuva que cai desde o tem nos arredores de Acari, que já somam, segundo moradores da região, mais de 200 milímetros em alguns pontos, já aumentou em cerca de 8 metros o nível da água na barragem Gargalheiras que estava seca, sendo nos últimos anos o marco mais crítico da estiagem no Rio Grande do Norte.

Inicialmente se media em 4 metros, mas medição feita às 9 da manhã já marcava 8 metros, porém, a barragem continua tomando água.

As imagens que circulam nas redes sociais já na manhã deste sábado mostram o açude renascendo.

Marlon, que explora um balneário às margens do Gargalheiras

17 de janeiro de 2020 às 17:12

Preso sob acusação de contrabando, Tenente Coronel Fernandes estudava candidatura em Macau ou Natal este ano [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Preso na operação Níquel, apontado como líder em esquema de contrabando de cigarros e outros produtos estrangeiros, o Coronel Fernandes, que já disputou mandato de vice-prefeito de Macau e de deputado estadual… se preparava para mais uma investida política.

Ele havia voltado a discutir possibilidade de disputar pela primeira vez a Prefeitura de Macau, viabilizando uma nominata grande com candidatos a vereador.

Outra possibilidade de Fernandes: ser candifato a vereador em Natal.

Coronel Fernandes, preso em Natal, foi transferido para o presídio de segurança máxima de Mossoró.

17 de janeiro de 2020 às 16:59

João Maia 100% presente [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do PL nacional, fazendo as contas da participação de sua bancada no Congresso.

O deputado potiguar João Maia teve 100% de presenças em sessões da Câmara.

17 de janeiro de 2020 às 12:55

Notas do Enem 2019 caíram e provas com ‘zero’ na Redação aumentaram em mais de 27 mil [0] Comentários | Deixe seu comentário.

As notas médias do Enem caíram.

As notas de 2019 em relação ao ano anterior, segundo o Inep, foram mais baixas em todas as áreas objetivas.

A nota média de Redação foi de 592,9.

O número de candidatos com nota Mil caiu de 55 para 53 em relação ao ano passado.

O número de redações nota zero aumentou de 112.559 para 143.736. Em 56 mil casos, o motivo da nota zero foi porque o participante entregou a prova em branco.

Mais de 27 mil zeros a mais…

As notas individuais do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foram divulgadas nesta sexta-feira e podem ser acessadas por meio de CPF e senha na Página do Participante (https://enem.inep.gov.br/participante/) e pelo aplicativo do Enem.

Quem não lembra da senha para acessar os dados pode recuperá-la ou mesmo resetá-la e fazer uma nova.

 

Quando se inscrever no Sisu 2020?

O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) é o sistema do MEC que reúne centenas de milhares de vagas de graduação em universidades públicas brasileiras.

Para participar do Sisu em 2020, é preciso ter feito o Enem 2019 e não ter tirado nota zero na prova de redação.

O prazo começa na próxima terça (21) e encerra às 23h59, na sexta-feira (24).

A inscrição é feita pelo site do programa: http://sisu.mec.gov.br/.

17 de janeiro de 2020 às 12:43

Presidente demite secretário de Cultura mas continua poupando auxiliares envolvidos em denúncias de corrupção [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O estilo nazista de impor um novo modelo de arte no Brasil, rendeu demissão ao secretário de Cultura, Roberto Alvim.

O presidente Jair Bolsonaro decidiu demitir.

Mas…

Não tomou a mesma medida com o chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Fábio Wajngarten, denunciado por receber dinheiro de empresas contratadas pela própria Secretaria, por meio de uma empresa da qual é sócio.

Mesmo após assumir o cargo no Planalto, o publicitário continua como principal sócio da FW Comunicação e Marketing, que tem contratos com pelo menos cinco empresas que recebem verbas do governo, como as emissoras Band e Record.

A demissão de Roberto Alvim vai mudar o foco das denúncias contra Wajngarten.

Entendeu?

Bolsonaro também não demitiu o ministro do Turismo ´Marcelo Álvaro Antônio, indiciado pela Polícia Federal em investigação de esquema de laranjas do PSL.

A investigação policial concluiu que o ministro comandou esquema de desvio de recursos públicos por meio de candidaturas femininas de fachada nas últimas eleições.

Mas Bolsonaro continua com Marcelo Álvaro Antônio.

Avisou, inclusive, a ele, que vai demitir Roberto Alvim.

Mas Marcelo fica.

O presidente Jair Bolsonaro também não substituiu o líder do Governo no Senado.

O atual, senador Fernando Bezerra Coelho, foi alvo de busca e apreensão em setembro passado.

Ele é alvo de denúncias sobre irregularidades em obras no Nordeste, como a transposição do Rio São Francisco, no período em que Bezerra foi ministro da Integração Nacional, no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Mas…continua líder do Governo Bolsonaro.

As denúncias que envolvem o filho senador Flávio Bolsonaro – caso da rachadinha – e os que incluem o nome do filho Carlos Bolsonaro – caso Marielle – são rechaçados pelo presidente.

Então…

A frase do secretário rendeu demissão.

Mas as denúncias contra os ministros…vão sendo guardadas debaixo do travesseiro do presidente que se elegeu garantindo acabar com a corrupção no Brasil.

17 de janeiro de 2020 às 12:25

Queda de Roberto Alvim: Não é pena de morte mas é demissão [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Não foi pena de morte, como sugeriu Olavo de Carvalho, mas foi demissão.

E o presidente Jair Bolsonaro decidiu demitir o secretário nazista Roberto Alvim da Secretaria de Cultura.

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, a quem a Secretaria de Cultura é ligada, já foi comunicado.

17 de janeiro de 2020 às 12:18

Olavo de Carvalho defende pena de morte para auxiliares do governo…e para quem mais? [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O ideólogo do governo Bolsonaro, Olavo de Carvalho, quer pena de morte para auxiliares do governo Bolsonaro.

(…quando a gente pensa que o estilo Hitler do secretário de Cultura era o fim da picada…)

Ele deixa bem claro no tuíte postado nesta sexta-feira.

Olavo de Carvalho disse que o Brasil só tomará jeito quando “erros de gramática”, “inabilidades estilísticas” e “incapacidade de distinguir entre gracejos e afirmações literais”, forem punidos com pena de morte.

Erros gramaticais ele se refere, claro, ao ministro da Educação, que não consegue escrever um texto longo sem vários erros de português.

O “paralisação” com Z virou a piada pronta.

Inabilidades estilísticas, ao hitleriano secretário de Cultura, que tenta criar arte bem no estilo dele.

Que estilo?

E a incapacidade de distinguir entre gracinhas e afirmações literais…me vem a maior dúvida.

Olavo se refere aí a ele mesmo? Ou ao presidente Jair Bolsonaro?

#ficaadica ou #ficaadúvida

17 de janeiro de 2020 às 12:08

Secretário de Cultura do governo Bolsonaro recorre a Hitler e tenta comprar por 20 milhões um novo modelo de arte no Brasil [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Medo!

Não do novo modelo de cultura que o ‘hitleriano’ secretário da Cultura do governo Bolsonaro, Roberto Alvim, deseja implantar no Brasil lançando um concurso com premiação de 20 milhões de reais.

Valor que para o novo governo, vale a cultura.

Mas, do estilo ‘hitleriano’ do auxiliar do governo.

Ridículo?

É pouco.

Mas Roberto Alvim, ao anunciar um novo formato para a arte nacional – ah, coitxado – foi rechaçado até pelo questionável Olavo de Carvalho, que disse que ‘Roberto Alvim talvez não esteja muito bem da cabeça’.

E pensar que se acha isso de Olavo de Carvalho.

Pois…

Ao tentar comprar por 20 milhões um novo modelo de cultura, Roberto Alvim, no vídeo que divulgou, citou trechos de uma fala do ministro da Propaganda de Hitler, Joseph Goebbels:

“A arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional, será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional, e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes do nosso povo – ou então não será nada”.

Quem foi que disse que a arte brasileira vai mudar?

Que os artistas vão rezar na cartilha do novo Hitler?

Quem um concurso vai mudar a genialidade das pessoas?

Quem vai deixar de ser artista, de produzir arte, porque não se inscreveu no concurso lançado por Roberto Alvim?

A fala de Alvim nesse vídeo postado, que virou o assunto mais comentado nas redes sociais, tem semelhança com um discurso de Goebbels feito em 8 de maio de de 1933, no hotel Kaiserhof, em Berlim (Alemanha), para diretores de teatro.

“A arte alemã da próxima década será heroica, será ferreamente romântica, será objetiva e livre de sentimentalismo, será nacional com grande páthos [potência emocional] e igualmente imperativa e vinculante, ou então não será nada”, disse Goebbels, segundo o livro “Joseph Goebbels: Uma biografia” (Ed. Objetiva), de 2014, escrito pelo historiador alemão Peter Longerich.

Veja o vídeo e chore.

Ou ria.

Como queira.

16 de janeiro de 2020 às 14:31

Apoio da Prefeitura de Natal poderá prorrogar charter da Holanda para o RN por mais um ano [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Acompanhado do presidente da ABIH-RN, José Odécio e do secretário municipal de Turismo, Fernando Fernandes, o prefeito de Natal Álvaro Dias recebeu hoje, em Amsterdam, na Holanda, o diretor da Operadora Corendon, Sjoerd de Kort.

Álvaro ratificou a participação da Prefeitura na captação de voos charters para Natal, mantendo o compromisso financeiro do município com o grupo holandês.

O prefeito foi informado sobre a satisfação do turista holandês que tem visitado Natal.

Os s voos que começaram em novembro passado seguem até abril próximo, podendo ser renovados diante do interesse da Prefeitura e da participação direta do prefeito e dos empresários do turismo.

Durante evento promovido pela Corendon para convidados na noite de hoje, o prefeito Álvaro Dias será recebido pelo presidente.

16 de janeiro de 2020 às 8:34

Governadora Fátima vai pagar salário ao ex Robinson Faria [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Quando o Estado fizer o repasse do restante da folha de pagamento referente ao mês de novembro de 2018 que não foi paga nem dentro do mês nem dentro da gestão, apesar de muito prometida, alguns servidores de fora da folha do atual Governo vão botar um dinheirinho no bolso.

Entre eles o ex-governador Robinson Faria, o ex-vice-governador Fábio Dantas, além de secretários, adjuntos e outros jabutis do governo passado.

Em novembro de 2018 só foram pagos os salários até 3 mil reais.

Os demais deixaram o governo chupando o dedo.

Esse mesmo quadro de ex-servidores e ex-gestores recebeu em maio passado, já na gestão da governadora Fátima Bezerra, o décimo terceiro de 2017 que também não tinha sido pago apesar de prometido.

Quando pagar novembro de 2018 no dia 15 de fevereiro, Fátima estará pagando dois salários de governador ao ex Robinson Faria.

16 de janeiro de 2020 às 8:22

Calendário de pagamento dos salários de 2020 será anunciado na próxima quarta-feira [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Na reunião de representantes do Governo com o Forum de Servidores nesta quarta-feira, começou a ser discutida a criação de um calendário de pagamentos para todo o ano de 2020.

O secretário da Casa Civil, Raimundo Alves disse que as datas de pagamento serão anunciadas na próxima quarta-feira (22) em nova reunião com os servidores.

Na ocasião será determinado o teto salarial para que possam ser estabelecidas as datas e a forma de pagamento, isto é, quem receberá o salário integral no dia 15 e quem receberá fracionado (30% no dia 15 e o restante no final do mês).