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Thaisa Galvão

16 de janeiro de 2019 às 13:23

Governo conclui hoje parcela antecipada da folha de janeiro e paga salário integral a servidores da segurança [1] Comentários | Deixe seu comentário.

O Governo do Estado conclui ao longo do dia de hoje o pagamento antecipado do salário do mês de janeiro dos servidores que ganham (bruto) até R$ 3 mil.

Também estão sendo pagos os salários integrais de todos os servidores da segurança pública.

O montante repassado aos servidores é de R$ 109,2 milhões.

No dia 11 já foi pago, antecipadamente, 30% do salário bruto para todas as faixas salariais.

A folha de janeiro será concluída no dia 31, com o pagamento dos 70% restantes aos servidores que recebem acima de R$ 3 mil, os da Educação e dos órgãos com arrecadação própria.

A antecipação salarial, segundo o Governo, é uma forma de movimentar a economia do Rio Grande do Norte e valorizar o papel do servidor público.

16 de janeiro de 2019 às 9:29

PSDB não indica cargo mas elogia escolha de Rogério Marinho para comandar a reforma da Previdência [2] Comentários | Deixe seu comentário.

Prestes a ser empossado para o cargo de secretário especial da Previdência do Governo Bolsonaro, o deputado federal Rogério Marinho foi escolhido pela equipe do presidente sem indicação do seu partido, o PSDB.

O atual líder do PSDB na Câmara, deputado Nilson Leitão (MT), e o próximo líder, já eleito para a função, deputado Carlos Sampaio (SP), emitiram nota conjunta elogiando o Governo pela escolha de Rogério e se comprometeram a apoiar a reforma da Previdência.

Quem conversa com Rogério garante que ele está focado no projeto da reforma da Previdência e não trata de política.

Apesar do nome dele surgir como pré-candidato a prefeito de Natal no próximo ano, o deputado-secretário se nega a falar sobre o assunto.

16 de janeiro de 2019 às 9:25

Sem tomar posse nem receber salário como secretário, Rogério Marinho aproveita recesso na Câmara para começar a elaborar a reforma da Previdência [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Como detentor de mandato, um deputado pode circular livremente em qualquer área do governo, participar de reuniões, elaborar projetos…

E é por isso que o deputado Rogério Marinho vem atuando no Governo Bolsonaro, onde já foi nomeado como secretário especial de Previdência, mas ainda não tomou posse.

Sem acumular salários, ele aproveita o recesso da Câmara, inclusive nos fins de semana, para dar os primeiros passos na nova missão, elaborando as reformas que serão apresentadas em breve.

Rogério ainda não renunciou ao cargo de deputado, segundo pessoas próximas a ele, por não achar justo que um suplente assuma em pleno recesso, faltando apenas 15 dias para o final da Legislatura.

16 de janeiro de 2019 às 7:32

Elio Gaspari: Sérgio Moro e o mundo mágico de Brasília onde tudo ou nada acontece [2] Comentários | Deixe seu comentário.

Vale ler Elio Gaspari na Folha de hoje sobre o “tem, mas tá faltando” do centro do poder, em Brasília:

Bem-vindo a Brasília, doutor Moro

Em Curitiba o juiz podia ir ao supermercado e sua caneta era uma lâmina, agora puseram-no num outro mundo

No sábado o ministro Sergio Moro foi chamado ao Palácio da Alvorada para uma reunião com o presidente Jair Bolsonaro e três colegas para decidir o que fariam com Cesare Battisti. 

Ele fora preso na Bolívia e a Polícia Federal havia mandado um avião para trazê-lo de volta. Dias antes, Moro havia oficiado à Casa Civil para que exonerasse a diretora de Proteção Territorial da Funai, Azelene Inácio. O ministro vivia suas primeiras experiências no mundo da fantasia do poder.

A cena do sábado era pura ilusão do poder. O governo boliviano já decidira mandar Battisti para a Itália e um avião já saíra de Roma para buscá-lo.

O cumprimento da determinação para que Azelene fosse demitida era de outro tipo, pois deveria tramitar na burocracia do Executivo. Em Curitiba, Moro mandava prender e preso o cidadão seria. Caso o detento quisesse recorrer, a petição seguiria de acordo com o lento ritual do Judiciário. 

Em Brasília, as coisas são, mas podem não ser. Na segunda-feira, Azelene, como o Alex da Apex, informou que continuava dando expediente e acrescentou que se sentia perseguida, como se estivesse “dentro do governo do PT”. A diretora continuou trabalhando porque a ministra Damares Alves, em cujo latifúndio jogaram a Funai, disse-lhe que reverteria a determinação de Moro.

O ministro da Justiça determinou à Casa Civil que exonerasse a diretora porque o Ministério Público apontou para um conflito de interesse na sua permanência. Passou-se uma semana e nada. Lula entregou-se à Polícia Federal em menos de 48 horas.

Em Curitiba, o Ministério Público denunciava, o juiz condenava e fim de caso, mas no Paraná Moro podia ir em paz a um supermercado. Em Brasília, ele teve a má experiência de ser interpelado por um cidadão que também fazia suas compras. (Registre-se que Moro reagiu com a fleuma que faltou ao ministro Ricardo Lewandowski ao ser ofendido num avião.)

Brasília reserva outras surpresas a Moro. A maior delas certamente virá da imprensa. Na vara federal ele tinha um razoável controle da sua exposição. 

Tendo feito boa liga com o Ministério Público, os procuradores ajudavam-no a operar a opinião pública. Moro era a imagem do poder nacional, encarnando algo bem-vindo e novo. Suas decisões eram festejadas, mesmo quando absolvia.

Podia dizer a um criminalista que advogados “atrapalham” e a conversa morria por lá. Se repetir coisas assim, está frito. Escapou-lhe também o controle da agenda. 

O carro da deputada Martha Rocha leva tiros de fuzil e o problema cai sobre sua mesa. Fabrício Queiroz cala e dança e ele não pode fazer suas compras em paz. Isso para não se mencionar o conflito que está em curso no Ceará. Como ministro da Justiça e da Segurança Pública, Moro ganhou uma agenda velha e empoeirada.

Com a ida ao Alvorada para tratar de um assunto que podia ser resolvido por telefone ou pelo WhatsApp, ele entrou nos elencos teatrais da capital. 

A cidade lhe reserva outros teatros, mais demorados e muitas vezes penosos. Ele descobrirá isso quando tiver que segurar uma conversa em jantar de embaixada. Habituado ao secular e poderoso simbolismo da toga, estará obrigado a conviver em ocasiões solenes com sexagenários que se enfeitam com faixas acetinadas e circulam pelo evento com o paletó aberto.

Quando Moro aceitou o convite de Bolsonaro para o ministério, disse que estava “cansado de tomar bola nas costas”. Essas boladas podiam vir do Superior Tribunal de Justiça ou do Supremo Tribunal Federal, onde os jogadores são só 44. Pois agora levará caneladas e elas virão de todos os lados.

*

Elio Gaspari

Jornalista, autor de cinco volumes sobre a história do regime militar, entre eles “A Ditadura Encurralada”.

16 de janeiro de 2019 às 7:15

Maiores hospitais do Estado ainda não tiveram mudanças em seus comandos no novo governo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Das dúvidas que surgem na área da Saúde do Governo Fátima Bezerra:

Para onde vai o médico infectologista Alexandre Motta, que foi candidato a senador pelo PT?

E quem serão os diretores dos hospitais Walfredo Gurgel, Santa Catarina, Maria Alice Fernandes, Giselda Trigueiro?…

Perguntas que rondam a área médica do Estado…

16 de janeiro de 2019 às 1:21

Sérgio Moro diz que não há estudo sobre porte de arma mas Bolsonaro revela que pretende discutir o assunto [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Globo, e mais um embate do juiz Sérgio Moro com o governo Bolsonaro:

 

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, afirmou na noite desta terça-feira que não há projeto em estudo em seu ministério com o objetivo de flexibilizar o porte de armas.

O presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto que tornou mais brandos os critérios para o direito à posse de armamento, ou seja, a autorização para guardá-la em casa.

 

“Fiquei concentrado sobre aspectos de posse e não existe dentro da minha pasta nenhum movimento nesse sentido envolvendo porte de armas. É uma situação diferente. Se houver (no futuro) alguma proposição nesse sentido, tem que ser bem estudada. Esse é um tema muito delicado. A posse é algo um pouco mais limitado, oferece menos riscos”, disse Moro.

O ministro classificou o decreto presidencial de “cauteloso”, ressaltando que a posse de armas de grosso calibre, como fuzis, permanece proibida.

Segundo ele, se a política desarmamentista tivesse êxito, seria esperado que o Brasil não “obtivesse ano a ano recordes de homicídios”.

 

Maaasss…

Pouco antes Bolsonaro afirmou em uma rede social que vai tratar de assuntos relativos ao porte quando voltar do Fórum Econômico de Davos.

“Após voltarmos de Davos, continuaremos conversando com os ministros, para que juntos, evoluamos nos anseios dos CACs (sigla para caçadores, atiradores e colecionadores), porte, monopólio e variações sobre o assunto, além de modificações pertinentes ao Congresso, como redução da idade mínima! O trabalho não pode parar! Boa noite!”, escreveu Bolsonaro.

 

Há um projeto na Câmara, pronto para ser apreciado em plenário, que, na prática, revoga o Estatuto do Desarmamento — a legislação proíbe o porte de armas no Brasil, salvo para casos específicos, como agentes de segurança.

Líderes da bancada da bala defendem que a discussão seja pautada o quanto antes.

16 de janeiro de 2019 às 1:10

Gisella Amaral: Símbolo da sociedade carioca que morreu nesta terça-feira esteve em Natal duas vezes participando de ações de combate à doença [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Um dos maiores nomes da sociedade carioca, morreu nesta terça-feira Gisella Amaral.

Ela sofria de câncer desde 2003 e estava internada desde sábado no Hospital Pró-Cardíaco.

Gisella não usava joias, além da aliança de casamento com o empresário da noite do Rio de Janeiro, Ricardo Amaral, e um anel no dedo mindinho, com a imagem da Medalha Milagrosa, que ganhou de presente de uma amiga.

Nunca gostou de ser chamada de socialite. Preferia dizer que era empresária social, já que trabalhava em prol de 39 entidades de filantropia. Uma delas, a Casa São Luiz para a Velhice, no Caju, onde esteve presente por mais de 40 anos.

Em 2010 Gisella Amaral esteve em Natal para participar de ações do Outubro Rosa.

Ela participou do ‘Dia Rosa’ no Midway Mall, e deu um depoimento pessoal sobre câncer de mama.

Na época tinha tido 4 tumores, e 7 anos depois ainda fazia sessões esporádicas de quimioterapia.

Em Natal, preferiu visitar lojas de artesanato em vez de festejos programados depois do evento.

Acompanhei Gisella e a empresária Alice Carta à loja “Alma Brasileira”, em Ponta Negra, especializada em artesanato brasileiro.

Ela ficou encantada com tudo, principalmente com os santos esculpidos pela curraisnovense Luzia Dantas.

 

Perguntei a Gisella desde quando ela tinha optado por desistir das jóias e ela me disse que “desde sempre”.

“Aos 5 anos de idade minha babá me levava na casa dela e eu não entendia porque as crianças dali não tinham os brinquedos que eu tinha, nem os doces que eu podia ter. E sempre que eu ia eu levava brinquedos e comprava doces”, explicou Gisella Amaral ao Blog.

*

Em 2012 ela voltou a Natal.

Visitou a Liga Norte-Rio-grandense Contra o Câncer, o Hospital Varela Santiago, e a Casa de Apoio à Criança com Câncer Durval Paiva.

No hospital foi recebida pelo diretor Paulo Xavier e recebeu flores de crianças em tratamento.

Na palestra que fez para os pais de crianças com câncer fez alguns alertas:

“É importante que a pessoa com câncer saiba quais os seus direitos para poder, então, reivindicá-los. Podemos sacar dinheiro do PIS, PASEP e FGTS; Temos direito a um auxílio doença, aposentadoria por invalidez, isenção de impostos, entre outros”…

 

Aos 78 anos, Gisella deixa o marido, Ricardo Amaral, com quem estava casada há mais de 50 anos, os filhos, Rick e Bernardo, e três netas, Maria Júlia, Mariana e Maria Fernanda.

O velório será nesta quarta-feira, a partir das 11h, na Paróquia São José da Lagoa. Às 13h, será celebrada a missa de corpo presente. Gisella será cremada, às 16h, em uma cerimônia fechada para a família, no Caju.

Gisella aos 40 anos

16 de janeiro de 2019 às 1:08

Juiz Magno Kleiber Maia ocupa vaga de José Rêgo Júnior no TRT-RN [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Com a vacância do cargo de desembargador, em virtude da morte do titular José Rêgo Júnior, o juiz Magno Kleiber Maia, da 2ª Vara do Trabalho de Mossoró, foi convocado para atuar junto ao Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN).

Magno Kleiber ficará responsável pelos processos vinculados ao gabinete do desembargador falecido.

16 de janeiro de 2019 às 0:32

Maus-tratos: Quarenta gatos resgatados foram encaminhados a clínicas e ao Lar Amora Brayan [2] Comentários | Deixe seu comentário.

Quarenta gatos que viviam amarrados e sofriam maus-tratos foram resgatados nesta terça-feira em Natal, pela Delegacia Especializada em Proteção ao Meio Ambiente (Deprema).

Os animais estavam sob o domínio de dois irmãos idosos, uma mulher de 63 anos e um homem de 62 anos, em uma casa localizada no bairro Nazaré.

A Polícia foi ao local após ter recebido denúncias.

 

“A condição do local onde os gatos estavam sendo mantidos é de muita insalubridade. Os animais estavam sendo amarrados por cordas curtas, de apenas 50 cm de comprimento. Algumas dessas cordas não saem mais do pescoço de alguns animais e eles provavelmente precisarão passar por cirurgia. Além disso, o local é infestado por centenas de baratas”, afirmou Amora Brayan, que mantém um espaço para cuidar de animais.

 

Alguns dos animais resgatados foram encaminhados para clínicas e outros seguiram para o Lar Temporário Amora Brayan.

Veja o vídeo do resgate:

 

16 de janeiro de 2019 às 0:16

Potiporã: Fátima garante apoio a maior produtora de camarão do Brasil para ampliar número de empregos no RN [1] Comentários | Deixe seu comentário.

A governadora Fátima Bezerra visitou nesta terça-feira, as três unidades da Potiporã, maior produtora e beneficiadora de camarão do Brasil, instalada em três municípios do Rio Grande do Norte.

Em São Miguel do Gostoso, onde tem a produção de pós-larva; no delta do Rio Açu, no município de Macau, onde a empresa cria e engorda o camarão; e em Pendências, onde o camarão passa pelo beneficiamento na unidade industrial.

 

Fotos Elisa Elsie

“O apoio e incentivo à ampliação de unidades de produção e à instalação de novos empreendimentos para gerar emprego, renda, riqueza e aumentar a arrecadação de impostos são medidas que irão nortear nosso governo”, disse a governadora, que atendeu convite do empresário Cristiano Maia, proprietário da Potiporã, e primo do deputado João Maia e da senadora Zenaide Maia.

Os dois, além do secretário de Desenvolvimento Econômico Jaime Calado, marido de Zenaide, acompanharam a governadora na visita.

Também estiveram presentes o secretário de Agricultura, Guilherme Saldanha; o diretor do Idema, Leon Aguiar; o senador Jean-Paul Prates e o deputado-líder do Governo na Assembleia, George Soares.

 

A Potiporã oferece 1.050 empregos e produz 500 toneladas de camarão por mês.

Durnte a visita Fátima assegurou agilidade do Governo para a liberação de licenças ambientais aos projetos de ampliação da empresa.

A Potiporã pretende dobrar a produção até o final do próximo ano e planeja ampliar em 300 hectares os tanques de criação e engorda que hoje ocupam 1.200 hectares.

 

“Temos tecnologia e capacidade para isso. Estamos tratando junto ao Governo do Estado os processos para nossa ampliação que também envolvem a concessão de licenças ambientais”, afirmou Cristiano Maia, que pretende investir R$ 30 milhões e gerar 300 novos empregos diretos.

 

“Nosso governo apoiará todos que queiram investir com seriedade, respeitando as normas legais e o meio ambiente”, disse a governadora.