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Thaisa Galvão

17 de fevereiro de 2019 às 19:10

Amigo de Bolsonaro diz que Bebianno não mentiu e que vê com “maus olhos” interferência dos filhos no Governo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O empresário Paulo Marinho, que abriu as portas de sua casa na campanha para abrigar o quartel general do candidato a presidente Jair Bolsonaro, e que foi indicado suplente do senador Flávio, filho do presidente, entrou na defesa do “ex-ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gustavo Bebianno.

“Ele vai querer dar sua versão, até porque ele não vai querer sair como mentiroso, porque essa acusação é improcedente”, disse Marinho em entrevista à Folha neste domingo, depois de ter almoçado com Bebianno.

Paulo Marinho virou suplente de Flávio por indicação de Bebianno, e segundo a Folha, o senador aceitou a contragosto a indicação, já que o relacionamento com Bebianno não é dos melhores desde a pré-campanha, quando decidiu-se trocar o Patriota (preferido de Flávio) pelo PSL. 

Sobre a interferência dos Meninos Superpoderosos no Planalto…

“Vejo como todo mundo: com muito maus olhos. Mas filho é filho, né?”, declarou o suplente de Flávio Bolsonaro.

17 de fevereiro de 2019 às 18:54

No seu último dia no The Voice Kids, potiguar ressaltou que era representante de Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Na apresentação deste domingo, onde grupos de três interpretavam uma música e só um era escolhido a permanecer no The Voice Kids, da Globo, a representante potiguar, Iara Abreu, não continuou.

Em seu instagram, enalteceu a importância de ter participado.

E emocionada fez questão de dizer que estava no programa como representante de Natal.

17 de fevereiro de 2019 às 18:48

Governadora Fátima confere trabalho dos policiais na Operação Verão em Pium [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A governadora Fátima Bezerra visitou neste domingo a Operação Verão, na barreira policial de Pium.

Ela enalteceu o trabalho da equipe de Segurança do Estado, que apontaram uma redução de 38,5% nas Condutas Violentas Letais Intencionais (CVLIs) no mês de janeiro, em relação ao mesmo período do ano passado.

“O quadro de redução dos homicídios no estado é fruto de ações intensivas, ostensivas, de prevenção e estratégias que a equipe vem realizando para reestabelecer a paz no RN, um trabalho desenvolvido com muita responsabilidade e seriedade”, disse a governadora.

17 de fevereiro de 2019 às 17:54

Bebianno desmente colunista do Globo sobre ataques a Bolsonaro e diz que vai falar assim que for demitido: “não vou sair com pecha de bandido” [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O ‘ex-ministro’ Gustavo Bebianno, em entrevista a Mônica Bérgamo, na Folha, desmentiu o que publicou Lauro Jardim, no Globo.

“Estou triste com a situação, mas não chamei ele de louco nem nada. Agora é o momento de esfriar a cabeça, buscar o equilíbrio e olhar para o futuro, olhar para o país”, afirmou o primeiro demissionário do novo governo.

“Eu não tenho nada a declarar sobre o presidente”, afirmou.

O colunista do Globo noticiou que Bebianno teria se referido ao presidente Jair Bolsonaro como “uma pessoa louca, um perigo para o Brasil”.

Apesar de fazer a defesa do presidente, Bebianno não quer deixar o governo manchado.

“Eu não vou sair com pecha de bandido, de patrocinador de laranjais ou de traidor”.

E para contradizer essa imagem criada pelo presidente e pelo filho, vai dar entrevistas à imprensa depois de deixar o cargo.

Não pretende expor o presidente..

Mas já deixou claro que não leva desaforo pra casa.

17 de fevereiro de 2019 às 13:00

Delação de Léo Pinheiro prevista para ser homologada em março poderá ter efeito no RN [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A delação premiada do ex-todo-poderoso da OAS, Léo Pinheiro, que está preso, está prestes a ser homologada, segundo Lauro Jardim, no Globo de hoje.

A delação de Pinheiro poderá ter consequências no Rio Grande do Norte, culpando ou inocentando alguém.

Vale lembrar que Léo Pinheiro consta do processo da Arena das Dunas.

17 de fevereiro de 2019 às 12:30

Bebianno diz que Bolsonaro usou o “pimpolho” para gerar crise e afirma que o presidente “é uma pessoa louca e um perigo para o Brasil” [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De Lauro Jardim, no Globo de hoje, culpando o “louco” e “perigoso” presidente, com quem conviveu na intimidade durante tempos, pela crise gerada pelo seu “pimpolho”:

17 de fevereiro de 2019 às 11:39

Retrato do Brasil: General é escalado para convencer presidente a acalmar vereador [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da coluna Radar, na Veja, o retrato do nosso Brasil:

Resta saber duas coisas:

Se o General vai convencer o presidente a acalmar o Carluxo…

E se o Coaf vai investigar o gabinete do vereador…

17 de fevereiro de 2019 às 11:27

A última coluna de Boechat e a homenagem da IstoE [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Nas páginas da IstoE desta semana, o vazio deixado pelo colunista Ricardo Boechat:

E no editorial da revista, o conteúdo que faltou na coluna sem assinatura:

Ricardo Boechat, o príncipe do jornalismo – e uso príncipe porque ele sempre se dirigia àqueles mais chegados de forma carinhosa com a expressão “meu príncipe”, que decerto e de direito era só ele em pessoa – foi o âncora da indignação nacional em uma era de mudanças radicais, ânimos extremados e sonhos desfeitos. Boechat, nosso mestre, que por 11 anos ocupou com brilho singular a coluna de duas páginas em ISTOE (hoje ela se encontra, dolorosamente para nós e seus leitores, vazia), combinava ali o tom inconfundível e inimitável de recados certeiros sobre os fatos nacionais e internacionais, que o tornaram uma unanimidade. O mesmo que o projetou no rádio, na TV, nos meios digitais, nas palestras, no contato direto com o público, que ele fazia questão de exercer rotineiramente. Boechat era isso: uma multiplataforma jornalística de credibilidade, um andarilho da informação que perseguia a verdade, o fato acima de tudo, com faro, sagacidade e um poder analítico e de raciocínio incomparáveis e que fizeram de seus comentários verdadeiros libelos na defesa da cidadania. Diante do universo inesgotável, mas inóspito e traiçoeiramente diversionista das redes digitais, ele também pontificava. Tinha a ousadia de divulgar abertamente no ar o número pessoal de celular para quem quisesse falar com ele. E atendia direto, em pessoa, à cata de mais um relato sobre qualquer assunto. A notícia era a sua profissão de fé.

Fascinava-o. E na diversidade fecunda de suas habilidades e pensamentos Boechat conquistou lugar cativo nos corações e mentes dos brasileiros. Foi soberano na empatia popular. Existiam vasos comunicantes entre os dois lados e dessa relação, em muitos momentos, surgia a centelha do protesto geral contra o que estava errado. Boechat arrebatava credibidade. Era aquele cara em quem a maioria confiaria sem pestanejar um talão de cheques assinados ao portador. Distribuía simpatia e respeito indistintamente enquanto praticava uma forma muito peculiar e firme de fazer jornalismo: humanizando os acontecimentos, dando voz e protagonismo a quem era devido, fosse o cidadão comum, do gari da esquina ao transeunte incomodado com desmandos e malfeitorias, ou a autoridade aboletada nos rincões do poder que na maioria dos casos imaginava ter a palavra final e que, com Boechat, em geral, não conseguia levar adiante tamanho intuito. Aliás, quase nunca. Ele não pemiitia que os poderosos modulassem a verdade à sua maneira e interesse. Fez do ouvinte, do leitor, do seguidor, do espectador, gente comum a despeito de cargos e posses, as maiores fontes das histórias, situações e casos que relatava.

Não por menos, uma passeata ruidosa e entristecida de taxistas lhe rendeu homenagem com uma espécie de buzinaço do lamento em frente à sede da Rede Bandeirantes, em São Paulo, onde diariamente ele brilhava. Foi apenas um dos inúmeros tributos. A comoção nacional que se seguiu a sua perda é comparável apenas a de grandes ídolos e heróis nadonais. Boechat, todos sabem, não era inclinado aos rapapés e mesuras, mostrava-se em geral perturbadoramente acanhado diante de elogios, mas ficaria decerto comovido com tantas demonstrações de carinho. Autênticas, da alma, dado o que ele representa junto a uma legião interminável de fãs que corta o País do Oiapoque ao Chuí.

O Boechat locutor, apresentador, comentarista e repórter, que cultivava seu jardim de informações e notícias com o sentimento de missão de vida, talvez sequer aceitasse conferir a si mesmo a devida atenção em um texto que falasse do Boechat personagem, mas o fato (e fatos são fatos, Boechat, como você bem sabe!), é que nos últimos tempos, em especial por esses dias, em meio a um luto que não cessa, muitos enredos e histórias dignos de figurar na memória convergiram para a sua figura.

Certa vez um empresário colérico, do alto de suas credenciais como presidente de um portento dos negócios, ligou para ISTOE aos berros, reclamando da “irresponsabilidade e mentira” do colunista de ter divulgado que ele havia passado a noite na cadeia, “um insulto calunioso”, no seu entender, inconformado sobre a queixa, Boechat não se fez de rogado: prontamente enviou à redação o B.O (Boletim de Ocorrênda), o testemunho do delegado que estava de plantão, confirmando o acontecido e, não satisfeito, no dia seguinte, ainda encaminhou os trechos do processo que pesavam sobre a figura. Boechat era isso: o repórter acima de tudo, preciso, rigoroso com ele mesmo quando a missão era informar. Levou ao extremo da dignidade o ofício. E construiu uma saga. O colunista de notas irreverentes e irônicas se misturou ao comentarista mordaz, ao apresentador compenetrado e ao blogueiro indócil para produzir um fenômeno da comunicação.

As intervenções de Boechat soavam, de hábito, deliciosamente humanas. Sinceras, autênticas, cortantes quando necessário, compreensivas e consoladoras quando a situação pedia. Boechat era vulcânico (explosivo e carinhoso ao mesmo tempo). E virou referência. Dignificou uma atividade tão atacada, à esquerda e à direita, tão vilipendiada pela onda demolidora das fakes news nas redes e pelos sabugos do poder rasteiro e venal, que se transformou em expoente da imprensa, tricampeão do Prêmio Esso, recordista com 18 estatuetas do Comunique-se e de um sem número de honrarias do tipo. Quando precisou recarregar as baterias após uma avassaladora crise de pânico, prestes a entrar no ar, ele resolveu reagir de forma incomum: dividiu publicamente, sem rodeios ou receios, logo após o tratamento, o impacto do mal que o afligia.

Mostrou-se inteiro e assim se aproximou ainda mais de seu público. Boechat não foi eleito por ninguém. Não precisava provar mais nada do seu valor. Era o sujeito oculto de nossos sentimentos, de uma crença no Brasil viável. Sobrevivente teimoso de um formidável elenco de ataques, processos e queixas dos poderosos contra a sua atuação, ele espelhou, de certa forma, a tenacidade com que o brasileiro comum vai vivendo a vida, pancada após pancada.

Quis a fatalidade que Boechat nos deixasse cedo. Cedo demais para quem experimentava o auge do reconhecimento após tanta peleja. Quis o destino que Boechat partisse para despertar a consciênda sobre a importância do jornalismo maiúsculo.

Quis afinal o tempo que Boechat fosse representante de toda uma geração de repórteres desbravadores que lutam, incansavelmente, para mostrar o valor da verdade e a dignidade de uma profissão.

Boechat nos fará uma imensa falta. Como seguir sem ele? Sem a sua cobrança e vigilância corriqueiras no ar e nas páginas de suas colunas, que confortava e vocalizava o sentimento geral?

Como acordar não o escutando mais falar aquilo que queríamos ouvir e que todo mundo queria dizer? Com os solavancos da vida e a experiência da trajetória, Boechat se converteu em um incansável perseguidor de transformações pelo bem geral.

Ficou a missão, de “tocar o barco”, como sugeria aos inúmeros colegas de trabalho, aqui e na Band, por onde deixou discípulos com certeza.

O repertório indefectível, as tiradas zombeteiras que divertiam, a gargalhada escrachada e a figura única e extraordinária do amigo restarão na lembrança. Boechat, que nunca mimetizou a verdade, não tem substituto.

Deixa o exemplo, o legado, a saudade.

17 de fevereiro de 2019 às 10:37

Jornal O Globo critica “contabilidade criativa” do último governo do RN que impede definição sobre contas do Estado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Na “opinião” do jornal O Globo deste domingo, “O Rio Grande do Norte sequer sabe ao certo como estão suas contas, devido à contabilidade criativa da gestão anterior”.

Esse é o trecho sobre o Rio Grande do Norte no editorial sobre a crise nos estados.

17 de fevereiro de 2019 às 10:31

Bolsonaro aprova proposta de reforma da Previdência que detonava antes da eleição [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Quando a classe política fica desacreditada, eles, os políticos, fazem de conta que não entendem porque…

As promessas de campanha não cumpridas depois de eleitos, no caso do Executivo, são apenas um dos motivos que levam ao descrédito.

O presidente Jair Bolsonaro acaba de dar o OK na mesma reforma da Previdência que ele criticava e taxava de maligna durante sua campanha.

Veja trechos de declarações de campanha e o anúncio oficial de como será a reforma.