Thaysa Galvão
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Thaisa Galvão

28 de maio de 2016 às 6:37

Mensalão: Renan lembra que Duda Mendonça recebeu dinheiro no exterior mas origem, que seria Lula, não foi investigada [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Mais diálogos das gravações do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado com o ainda presidente do Senado Renan Calheiros, e com o senador e ex-presidente da República, José Sarney, publicados na Folha de hoje:

Conversa entre Renan Calheiros e Sérgio Machado


MACHADO – Os canais para… porra.
RENAN – O problema do Lu… por que que o Lula saiu [não foi acusado no processo do mensalão]? Porque o Duda [Mendonça, marqueteiro] fez a delação -na época nem tinha [a lei]-, o Duda fez a delação, e disse que recebeu o dinheiro fora. E ninguém nunca investigou quem pagou, né? Este é que foi o segredo.
MACHADO – E o Lula, Renan, durante [inaudível] um tempo não fez. […] Quando chegou no final do governo…
RENAN – Veio, caiu na real.
MACHADO -…botou na real. Aí [inaudível] umas besteiras, como a Marisa diz, besteira. Ele tem 30 milhões em caixa. Como é que não comprou um apartamento, uma porra [inaudível]. Porra, umas merdas, um sítio merda, um apartamento merda.
RENAN – Apartamento bancário!
MACHADO – De bancário, deixa o cara decorar…
RENAN – Da Bancoop.
MACHADO – Duzentos metros quadrados, Renan. Quer dizer, foi uma cagada enorme, e aí ele se fodeu. Porque ele não fez no governo. Ele armou depois, naquela Sete, naquela Sete que armou. Inclusive tentaram [inaudível]. E ali foi o Gabrielli, junto com uma turma, armaram aquilo, foi outra cagada.
RENAN – Outra cagada.
MACHADO – E ela [Dilma] foi louca, ela viu essa porra e achou que dava. Renan, se você está no governo e começa o incêndio, estando ou não no meio, você tem que apagar, tá dando merda. Você não pode deixar o fogo subir. Esses são os caras. Não podemos deixar essa porra para baixo de jeito nenhum. Você acha que o [advogado Eduardo] Ferrão tem força sobre ele [Teori]?
RENAN – Acesso. Nesse primeiro momento é o acesso.
MACHADO – E eu não vou falar nada com o meu pessoal porque não quero ninguém metido nisso.
[…]
MACHADO – Hoje, eu acho que vocês não poderiam ter reconduzido esse bosta, não. Aquele cara ali…
RENAN – Quem?
MACHADO – Ter reconduzido o Janot. Tinha que ter comprado uma briga ali.
RENAN – Eu tentei… Mas eu estava só.
[…]
MACHADO – [Sobre financiamento de campanha] Quantas vezes tive que interromper campanhas honestas para ir encontrar pessoas e dizer, ‘olha, estou desesperado, preciso de dinheiro’? Encontrar 25 pessoas, cinco vão doar, entre essas cinco que vão doar, uma está metida em problema com quem você não devia se associar. Como é que você no meio de eleição, para ganhar ou para perder, tu quer saber de onde é que vem a origem?
RENAN – [inaudível]… A Odebrecht ficou de pagar […].
MACHADO – Quem mais contribuiu para ela [Dilma]?
RENAN – O negócio do João. Só que…[inaudível] Então ela fingia que estava [inaudível] provar que não tem influência nenhuma.
MACHADO – [inaudível]
RENAN – Isso que ia dar problema.
MACHADO – [Inaudível] Isso ia dar problema, esteve com ela e falou isso, e os donos não deram nenhuma importância. Agora, o que está incomodando muito a Odebrecht, que eu soube, isso eu já soube, é que recebeu caixa dois no exterior em todos esses mercados que a Odebrecht apurava e o pessoal está puto com ela.
RENAN – É. E o João Santana soube e continuou fazendo campanha, ganhar dinheiro. Só daquele Eduardo, de Angola, a campanha custou 150 milhões.
MACHADO – É, eu sei. E agora eles estão putos porque agora estão… Vão responder em torno dela, comprovado, comprovadamente. E a Suíça enlouqueceu. Era o país mais seguro do mundo e virou o país mais inseguro do mundo. Então acho que tem que fazer, Renan, um processo… Porque todo político está assim. Não tem nenhum. Quem é que nunca pediu dinheiro? José Agripino, Aécio, Arthur, Aloysio.
[…]
RENAN – Os caras deram uma nota, o UOL, que o Teori estava despachando nesse final de semana…
MACHADO – Foi isso, foi isso, deu o maior rolo do mundo.
RENAN – Não, lá em Alagoas, o cara botou no UOL que estava querendo ver meu caso, que é a pressão que esse filho da puta faz todos os dias… Não sei o quê e tal. Aí veio um cara que trabalha com a gente, ou querendo prestar serviço, ninguém sabe direito disso, disse o seguinte: ‘Olha, eu estou com informações aí, informações seguras, do pessoal da rede hoteleira, que tem 70 policiais da Polícia Federal e que vai fazer busca e apreensão, tal, na sua casa’. Imagina o cara ouvindo uma porra dessas. Você não tem o que fazer.
MACHADO – Não tinha o que fazer. Você tem que estar psicologicamente preparado para essa merda. Aí não adianta tentar falar com ninguém, querer ter informação. Mas essa história foi domingo passado. De norte a sul de leste a oeste. […] Boataria, boataria. […]
RENAN – […] Ninguém sabe, eles vivem nessa obsessão.
[…]
RENAN – Mas você tem ideia do louco que é isso.
MACHADO – Tudo por causa dessa mulher aí. Renan, como esses caras nomeiam oito ministros do Supremo, oito! Para cima do Rio é tudo um bando de fanfarrão. Fux, não sei quem, não sei quem. A Rosa Weber não deu o negócio do Lula, rapaz.
RENAN – Não deu. Falei com o Lula outro dia…
MACHADO – Ele acha que ganha no pleno?
RENAN – Acha que gan… Tem que aguardar essa decisão.
MACHADO – Mas ele foi [inaudível]? Ele perdeu, o negócio dos procuradores, não deram.
RENAN – Aí porque é lobista, tem influência sobre a mulher. Mas toda vez a mulher fica contra. Eu quero é estar perdendo. Esse povo liga ‘presidente… de qualquer maneira tem acesso…’
*

Conversa entre José Sarney e Sérgio Machado


MACHADO – A Dilma não tem condições. Você vê, presidente, nesse caso do marqueteiro, ela não teve um gesto de solidariedade com o cara. Ela não tem solidariedade com ninguém não, presidente.
SARNEY – E, nesse caso, ao que eu sei, é o único que ela tá envolvida diretamente. E ela foi quem falou com o pessoal da Odebrecht para dar, acompanhar e responsabilizar pelo Santana.
MACHADO – Isso é muito sério. Presidente, você pegou o marqueteiro dos três para o presidente do Brasil. Deixa que o ministro da Justiça, que é um banana, só diz besteira, nunca vi um governo tão fraco, tão frágil e tão omisso. É que estavam dizendo esta semana: a presidente é bunda mole. A gente não tem um fato positivo.
SARNEY – E todo mundo, todo mundo acovardado.
MACHADO – Acovardado.

27 de maio de 2016 às 19:42

Zenaide Maia se pronuncia sobre violência contra mulheres e convida para protesto neste sábado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A deputada federal Zenaide Maia (PR) se pronunciou hoje sobre a violência contra as mulheres.

O assunto veio à tona com a divulgação do estupro coletivo contra uma adolescente de 16 anos no Rio de Janeiro, caso que chocou o Brasil. 

“É lamentável que em pleno século XXI atitudes como essas ainda assolem o nosso país. Qualquer violência, seja ela moral, física ou sexual, é inadmissível. Eu, como mulher e figura pública, encontro-me com tamanha dor e revolta. Que a justiça seja feita e que todos os envolvidos paguem por esse ato desumano”, expressa Zenaide Maia.

 

A parlamentar ainda lembrou do caso ocorrido no ano passado em São Gonçalo do Amarante, onde uma psicóloga foi cruelmente assassinada pelo vizinho. 
Zenaide aproveitou para convidar mulheres a participar, neste sábado, do protesto “Por Todas Elas”.

O movimento está marcado para às 16h em frente ao prédio do Instituto do Patrimônio Histórico (Iphan).

27 de maio de 2016 às 19:04

STF edita medida que permite publicização de inquérito oculto contra Dilma, Lula e José Eduardo Cardozo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Veja:

STF acaba com a tramitação de processos ocultos na corte


Com a medida, sociedade poderá verificar a existência de inquéritos contra autoridades que antes nem constavam no sistema do Supremo

Por Eduardo Gonçalves



O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, editou uma resolução proibindo a tramitação dos chamados processos ocultos na corte. A classificação conferia a inquéritos contra autoridades o mais alto nível de segredo, permitindo que o nome das partes fosse omitido e que a própria tramitação e número do processo não constassem no sistema do STF. A resolução foi assinada em 25 de maio, mas só foi divulgada nesta sexta-feira.
Com o fim da restrição, os processos poderão continuar sob sigilo de Justiça, mas a sociedade poderá verificar a sua existência e o nome ou pelo menos as iniciais de quem está sendo investigado. Antes, a consulta só poderia ser feita pelo ministro-relator do Supremo ou pela Procuradoria-Geral da República. O sistema foi adotado em casos relacionados à Operação Lava Jato, como nas delações do ex-dirigente da Petrobras Paulo Roberto Costa e do doleiro Alberto Youssef que tratavam do envolvimento de políticos no esquema do petrolão.
Segundo o jornal Folha de S. Paulo, os pedidos de inquérito enviados pela Procuradoria contra a presidente afastada Dilma Rousseff, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-ministro José Eduardo Cardozo por suspeita de obstrução da Lava Jato também tramitam de maneira oculta no tribunal. Com a medida, os processos devem a partir de agora ser publicizados.
“Fica vedada a classificação de quaisquer pedidos e feitos novos ou já em tramitação no Tribunal como ‘ocultos’, os quais deverão receber, desde logo, a mesma nomenclatura e idêntico tratamento que atualmente são conferidos aos processos sigilosos, sem prejuízo da determinação de cautelas adicionais por parte do relator para garantir o resultado útil das decisões neles prolatadas”, escreveu Lewandowski, na resolução.
Nas considerações dadas para a edição do texto, Lewandowski afirmou que a decisão atende aos princípios constitucionais de publicidade, do direito de acesso à informação e da transparência.

27 de maio de 2016 às 18:55

Delação ‘metralhadora ponto 100’ em estado adiantado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De Radar Online:
Tratativas para delação de Marcelo Odebrecht avançam

Por: Vera Magalhães



Avançou a tratativa para a colaboração judicial de Marcelo Odebrecht.
A última resistência do empreiteiro, cuja prisão completa um ano em junho, era detalhar irregularidades também nos negócios do grupo em outros países, sobretudo nos africanos.
Com os graves prejuízos no Brasil, a Odebrecht esperava salvar a operação internacional para se reerguer.
*
Do Blog – Em áudios divulgados, numa conversa com o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, o senador José Sarney disse que a delação do ex-presidente da empreiteira Marcelo Odebrecht era como uma “metralhadora de ponto 100” que iria implicar a presidente afastada Dilma Rousseff.

“Vão livrar a cara do Lula. E vão pegar a Dilma”.

Aguardar…

Ou seria, aguardá-lo-ei?

27 de maio de 2016 às 14:38

Negociando delação, Pedro Correia entrega Lula, Henrique, Geddel, Renan, Cunha e outros [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1
Lula interferiu na indicação de Costa para diretoria da Petrobras, diz Corrêa
Afirmação faz parte de anexos da pré-delação do ex-deputado com o MPF. Costa teria sido nomeado por indicação do PP, segundo Pedro Corrêa
Por Adriana Justi, Bibiana Dionísio e Marcelo Rocha

Do G1 PR e da RPC

Anexos da pré-delação do ex-deputado e ex-presidente do Partido Progressista (PP) Pedro Corrêa, firmada com o Ministério Público Federal (MPF), indicam que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tinha conhecimento sobre o esquema de corrupção desvendado na Petrobras e que interferiu diretamente na nomeação de Paulo Roberto Costa para a diretoria de Abastecimento por indicação do PP.

A delação de Pedro Corrêa ainda não foi homologada pela Justiça.

Em um dos anexos, o ex-deputado relata uma reunião entre Lula e o ex-presidente da Petrobras José Eduardo Dutra para tratar da nomeação de Costa no setor.

Paulo Roberto Costa é considerado pela força-tarefa da Lava Jato como peça-chave para as investigações. 

O esquema de corrupção na Petrobras envolveu contratos que somam R$ 89 bilhões. Costa foi um dos primeiros a fechar o acordo de delação premiada.
O trecho começa com Lula cobrando Dutra sobre a demora para a nomeação de Costa para assumir o setor. 

“Oh, Dutra, nós não nos comprometemos com o PP, que indicou o Dr. Paulo Roberto, já há algum tempo, para a Diretoria de Abastecimento da Petrobras. Porque até agora ele não foi nomeado?”.
Dutra, segundo Corrêa, respondeu que a mudança era um assunto complicado dentro da estatal. “Porque esta mudança de diretor é um assunto complicado dentro da Petrobras. Estão havendo resistências além de a competência não ser só minha para nomeá-lo”.
Em nota, o Instituto Lula afirmou que “há mais de dois anos o ex-presidente Lula tem suas contas, impostos, viagens e conversas devassadas e não se encontrou nenhum fato que o associe aos desvios da Petrobras, porque Lula sempre agiu dentro da lei”.

“O ex-presidente não participou, não foi conivente e muito menos organizou qualquer tipo de ação ilegal, e a os investigadores da Lava Jato sabem disso. Não se pode tomar como verdade a palavra de réus confessos, que negociam acusações sem provas em troca de sair da cadeia”, diz a nota. 

O Instituto Lula ainda afirmou que “os advogados do ex-presidente Lula vão requerer acesso ao suposto depoimento do réu Pedro Correia, para tomar as medidas cabíveis”.
O G1 tenta contato com as defesas dos demais envolvidos.
Confira o trecho completo da conversa citada pelo ex-deputado

Segundo reportagem da revista “Veja”, publicada nesta sexta-feira (27), nesta pré-delação, o ex-deputado Pedro Corrêa contou que, em determinado momento, parlamentares do PP se rebelaram contra o crescimento da participação do PMDB nos contratos firmados na Diretoria de Abastecimento da Petrobras e procuraram o ex-presidente Lula.
Aos procuradores, os deputados chamaram este crescimento de “invasão”. Segundo a “Veja”, ainda conforme o relato de Corrêa, Lula teria dito que eles “estavam com as burras cheias de dinheiro” e que a diretoria era “muito grande” e tinha de “atender os outros aliados, pois o orçamento” era “muito grande” e a diretoria era “capaz de atender todo mundo”.
De acordo com a revista, Corrêa acrescentou aos procuradores que Lula teria garantido que “a maior parte das comissões seria do PP, dono da indicação do Paulinho”.
Segundo a Veja, com a ordem de Lula para que os partidos se entendessem, Corrêa disse ter se reunido com membros do PMDB para tratar da partilha. Um dos primeiros procurados “para buscar o melhor entendimento na arrecadação” teria sido o senador Renan Calheiros, acompanhado do deputado Aníbal Gomes. Ele fez a mesma coisa com o deputado Eduardo Cunha e o senador Romero Jucá – todos do PMDB. 

De acordo com a revista, acertados os termos com o PMDB, os negócios começaram a fluir a partir de 2006.
A “Veja” afirma que Pedro Corrêa também relatou que o PMDB cobrou para manter o apoio à permanência de Paulo Roberto Costa e de Nestor Cerveró – que na época também era diretor da Petrobras. 

Foi cobrada uma propina de US$ 18 milhões, que deveriam ser pagos a tempo de financiar a campanha eleitoral daquele ano – 2006. Receberam US$ 6 milhões.
De acordo com a revista, Corrêa disse que o atual ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves, ficava com parte de tudo o que era arrecadado pelo esquema do PMDB. Eduardo Cunha também teria recebido parte dos US$ 6 milhões.
Corrêa ainda afirmou que o ex-ministro e atual senador Edison Lobão tinha participação nos contratos com as grandes empreiteiras e que o atual secretário de governo Geddel Vieira Lima foi o responsável pela indicação do senados cassado Delcídio do Amaral, que era do PT, para uma diretoria da Petrobras no governo de Fernando Henrique Cardoso. 

Delcídio, segundo o delator, cobrava propina das empresas que tinham negócios na diretoria e depois repassava uma parte para o PMDB e outra parte para o PP.
Ainda de acordo com a revista, Corrêa também acrescentou que o Laboratório EMS pagava propina para os ex-ministros José Dirceu e Alexandre Padilha. 

Além disse, afirmou que vantagens também eram cobradas das empresas que se habilitavam a participar do programa “Minha Casa Minha Vida” e que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) teria negociado pagamentos para seu partido em uma obra de Furnas.

Dilma Rousseff


Segundo a Veja, em outro anexo do documento de pré-delação, o ex-deputado cita que a presidente afastada Dilma Rousseff se comprometeu a ajudar na nomeação de Paulo Roberto Costa para o cargo de diretor de Abastecimento da Petrobras.
A promessa teria sido feita em 2003, quando Dilma era ministra de Minas e Energia, em meio a uma reunião na casa de João Claudio Genu marcada para discutir reforma no setor elétrico. Dilma foi à reunião, segundo Pedro Corrêa, para conversar com um grupo de deputados do PP para verificar como o partido teria a indicação da relatoria da reforma.
Conforme o relato de Corrêa, o ex-deputado José Janene, morto em 2010, era presidente da Comissão de Minas e Energia da Câmara e o PP tinha interesse em assumir a relatoria.

“O PP aproveitaria a oportunidade da relatoria para levantar valores de propina em troca de proposições específicas na Reforma para atender aos interesses dos empresários do setor para o pagamento de propina”, diz trecho do anexo.

No anexo seguinte, a narrativa do ex-deputado traz fatos de 2010. A presidente afastada estava em uma reunião para prestigiar Paulo Roberto Costa na casa do deputado Pizzolati.

Corrêa afirma que Dilma Rousseff, que à época era candidata à Presidência da República, se comprometeu a manter Paulo Roberto Costa na Diretoria de Abastecimento e a manter o Ministério das Cidades com o PP. Ainda de acordo com o ex-deputado, nesta mesma reunião, Dilma aproveitou para pedir apoio financeiro para a campanha.
Sem dar maiores detalhes, a “Veja” também afirmou que outros políticos também foram citados na delação de Corrêa: o ex-ministro Aldo Rebelo; o ex-ministro Alfredo Nascimento; o ex-ministro Aloizio Mercadante; o ministro do TCU Augusto Nardes; o deputado José Guimarães; o deputafo Paulo Maluf; a ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney e o senador Valdir Raupp.

Outro lado


Em nota, o Partido Progressista afirmou que não admite a prática de atos ilícitos e reafirma confiar no trabalho da Justiça.

Através de sua assessoria de imprensa, o senador Renan Calheiros negou as alegações e afirmou que continua à disposição da justiça para quaisquer novos esclarecimentos. Já o advogado de Romero Jucá, Roseana Sarney e Edison Lobão afirma que Pedro Corrêa faz uma “não delação”. “Conta uma história de 40 anos, sem fatos e sem datas. Uma irresponsabilidade estas acusações terem qualquer validade. Recria diálogos de 10 anos atrás, inventa. É a desmoralização da delação”, disse Antonio Carlos de Almeida Castro.
O ministro Henrique Eduardo Alves classifica a citação como absurda, mentirosa, irresponsável e cretina. Alves afirma que nunca tratou desses assuntos com Corrêa ou com quem quer que seja, em qualquer tempo ou lugar.
Corrupção 

A Operação Lava Jato investigava transações de milhões de reais. O salto para os bilhões veio com a prova da ligação entre Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa. 

Os dois foram descobertos por causa de um carro registrado no endereço de Alberto Youssef, em nome de Paulo Roberto Costa. 

A placa era o ano de nascimento do ex-diretor da Petrobras.

O carro custou R$ 250 mil e, segundo a investigação, foi o pagamento de uma propina pendente. O endereço na nota é de um apartamento de Youssef, na Vila Nova Conceição, em São Paulo, um dos metros quadrados mais caros do país.
Condenação de Pedro Corrêa

Em outubro do ano passado, Pedro Corrêa foi condenado pela Justiça Federal do Paraná pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro a 20 anos, 7 meses e dez dias de prisão. Em dezembro, o juiz Sérgio Moro corrigiu a sentença e reduziu em quatro meses a pena, que agora é de 20 anos, três meses e dez dias de reclusão.

A alteração foi feita após o Ministério Público Federal (MPF) alertar o juiz de que ele havia errado o cálculo da pena relativa aos crimes de lavagem de dinheiro cometidos por Pedro Corrêa.

27 de maio de 2016 às 12:08

Empresária que mora em frente a esgoto causado por ligações clandestinas revela que está há 3 meses com chikungunia [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da empresária Denise Gaspar, moradora de Areia Preta, onde também residem o prefeito de Natal, Carlos Eduardo e o governador do Estado, Robinson Faria:



A empresária é apenas uma das vítimas do problema grave provocado pelas ligações clandestinas feitas na rede de drenagem da Prefeitura de Natal.

Questionei o presidente da Caern, Marcelo Toscano, sobre que responsabilidade o órgão teria sobre o problema grave que atinge todas as classes sociais, e principalmente moradores de uma via que cobra uma das mais altas taxas de IPTU de Natal.

Toscano disse ao Blog que o bairro de Mãe Luíza, de onde surge o esgoto que dá na praia já é saneado – o que competiria à Caern – mas mesmo assim ele foi ao bairro mais de uma vez conversar com moradores, na tentativa de identificar o problema já mostrado pelo Blog.

Toscano afirmou que foi constatado que a água servida que desce para a praia acumulando focos de mosquito, são fruto de ligações clandestinas na rede municipal.

27 de maio de 2016 às 11:19

Renan Calheiros chama procurador Rodrigo Janot de mau-caráter [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Para o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), o procurador Geral da República, Rodrigo Janot, é um mau-caráter.

Ele e o ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, pensam assim.

Pelo menos até agora só eles…

Bora ver se em outros áudios mais alguém repete isso.

27 de maio de 2016 às 10:01

Sérgio Machado e Renan Calheiros queriam botar o nome de Agripino “na roda” pra tentar melar a lava jato [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Depois de petistas derrubarem petistas, um denunciando o outro, agora é o PMDB que pratica o canibalismo. Um engolindo o outro.

Mas vão mais além: querem “botar na roda” da lava jato quem está fora dela.

Veja a estratégia do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado conversando com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB):

Em nota o senador José Agripino reafirmou que nunca participou de reuniões para tratar de lava jato.
Nota

“Afirmo que nunca tive nenhuma conversa com Renan Calheiros nem com Sérgio Machado em que o assunto Lava Jato tenha sido sequer mencionado. 
Uma referida reunião para qual eu seria convidado nunca aconteceu. Até porque eu e meu partido sempre defendemos e continuaremos a defender as investigações da Operação Lava Jato”.
Senador José Agripino 

Presidente nacional do DEM

27 de maio de 2016 às 9:10

Cartomante certeira [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Nunca foi tão atual a canção de 1978.

Nunca uma “cartomante” previu tão acertadamente.


D’O Globo

27 de maio de 2016 às 8:45

Ex-presidente Fernando Henrique é o primeiro brasileiro a receber título de Doutor na Universidade Harvard [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha:
FHC recebe título de doutor honoris causa da Universidade Harvard


 O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso recebeu nesta quinta-feira (26) o título de doutor honoris causa na Universidade Harvard, em Cambridge, na costa leste dos Estados Unidos. 

Harvard é uma das mais prestigiadas universidades do mundo.
Só outros dois latino-americanos já haviam sido agraciados com esse título: os escritores Octavio Paz (1914-1998) e Carlos Fuentes (1928-2012), ambos mexicanos.
Além de FHC, mais oito personalidades receberam o título de doutor honoris causa de Harvard nesta quinta, entre os quais o cineasta Steven Spielberg e o historiador David B. Davis, um dos mais famosos pesquisadores da escravidão nos EUA.
O cineasta, que dirigiu “E.T” e “A Lista de Schindler “, fez o discurso de agradecimento do título em nome dos nove agraciados com o doutorado. 

27 de maio de 2016 às 8:31

Oposição rachada em Parnamirim [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Oposição desunida em Parnamirim.

De um lado, o presidente da Câmara, Ricardo Gurgel (PSB) diz que vai disputar a Prefeitura com o apoio do deputado Carlos Augusto Maia (PSD).

Do outro lado, Carlos Augusto diz que ele será candidato pelo PSD.

E o ti-ti-ti da semana deu conta que até vice Carlos Augusto já teria: o vereador Gildásio.

27 de maio de 2016 às 8:26

Rota do Sol: Mais um motorista foge depois de atropelar um ciclista [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A cada dia que passa mais gente atropela alguém…e foge.

Ontem, por volta das 18 horas, Deives Urbano, integrante do grupo Pedal Pura Vida, voltava de uma pedalada até o cajueiro de Pirangi, quando foi atropelado em frente ao Clube da Caixa Econômica, na Rota do Sol.

O motorista…fugiu.

“Deu uma porrada, caí mas Deus botou a mão e eu caí todo apoiado, eu tô só com umas escoriações”, disse Deives, que pedalava pela pista principal e foi jogado para a pista da marginal, mais abaixo cerca de um metro.

Segundo o ciclista, o motorista atropelador dirigia um veículo tipo Gol Geração 4, de cor prata, mas ele não conseguiu anotar a placa.

Deives foi socorrido pelo porteiro do Clube da Caixa.


Foto PPV

27 de maio de 2016 às 8:12

Superintendente da Maternidade Januário Cicco, Kléber Morais deverá presidir empresa que administra hospitais universitários [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Superintendente da Maternidade Januário Cicco, em Natal, o nome do médico Kléber Morais está na mesa do ministro da Educação, Mendonça Filho.

Indicado pelo senador José Agripino Maia, Kléber deverá assumir a presidência da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares.

A Ebserh é a empresa que administra os hospitais universitários de todo o Brasil.

27 de maio de 2016 às 8:11

Maternidade potiguar amiga da mulher [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Maternidade Januário Cicco acaba de ser premiado como Hospital Amigo da Mulher.

O prêmio nacional foi uma iniciativa da Câmara Federal que reconheceu cinco instituições em todo o país.
O Prêmio Dr. Pinotti é concedido anualmente pela Câmara a cinco instituições – uma de cada região do país – por terem destaque no acesso e qualificação dos serviços de saúde da mulher.
“Esse prêmio tem importância enorme para a maternidade e eu o dedico a todos os nossos funcionários”, comemorou o médico Kléber Morais, superintendente da Maternidade.
As unidades de saúde premiadas este ano foram as seguintes:
-Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás – Departamento de Ginecologia e Obstetrícia (GO/Centro-Oeste)
-Hospital de Câncer de Barretos (SP/Sudeste)
-Hospital Ophir Loyola (PA/Norte)
-Maternidade Darcy Vargas (SC/Sul)
-Maternidade Escola Januário Cicco (RN/Nordeste)
Kléber Morais foi receber a premiação prestigiada pelo senador José Agripino e pelos deputados Walter Alves, Zenaide Maia e Rafael Motta.

27 de maio de 2016 às 7:01

Tá tranquilo, tá favorável na lava jato [0] Comentários | Deixe seu comentário.

D’O Globo de hoje:

26 de maio de 2016 às 16:12

Aliados próximos de Temer querem que ele se blinde afastando ministros investigados na lava jato [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha:
Possibilidade de novos áudios preocupa gestão Temer
ALDO CRUZ

GUSTAVO URIBE

DE BRASÍLIA
Assessores do presidente interino, Michel Temer, relatam um clima de apreensão no governo depois de receberem a informação de que o Ministério Público pode ter mais gravações feitas pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado reforçando suspeitas de que a cúpula do PMDB estaria atuando para tentar brecar a Operação Lava Jato.
Como “vacina”, auxiliares de Temer defendem que ele se blinde de potenciais dores de cabeça e afaste em até 30 dias ministros citados na Operação Lava Jato ou que respondam a acusações judiciais, como Henrique Eduardo Alves (Turismo) e Maurício Quintella (Transportes).
Alves é alvo de dois pedidos de inquérito, ainda sem aval da Justiça, por suposto envolvimento no esquema de desvios ligados à Petrobras. Quintella (PR) é suspeito de participação em desvios de verba destinados ao pagamento de merenda escolar em Alagoas. Ambos negam as acusações.
Segundo informações obtidas pela equipe de Temer, as gravações divulgadas até agora pela Folha seriam apenas parte do material entregue por Machado à Procuradoria-Geral da República, com quem ele fechou uma delação premiada, homologada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
Nas palavras de um assessor presidencial, o que preocupa o governo interino é o “fator do imponderável” sobre novas denúncias e a possibilidade de novos áudios causarem debandadas na base aliada às vésperas de votações de medidas econômicas no Congresso.
Na segunda-feira (23), no mesmo dia da divulgação de gravação do ex-ministro Romero Jucá (Planejamento) com Machado em que ele sugere um pacto para barrar a Lava Jato, o PV anunciou posição de independência no Congresso. O receio é que partidos como PSDB e DEM repitam o gesto caso as denúncias se aproximem do presidente interino.
Para um aliado do presidente interino, alguns auxiliares terão de se sacrificar para evitar que se tornem “tetos de vidro” de uma administração que tem um prazo curto para provar que pode continuar à frente do país, já que o processo de impeachment de Dilma Rousseff deve ser finalizado até setembro.
Além da gravação entre Jucá e Machado, a Folha revelou gravações do ex-presidente da Transpetro com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e o ex-presidente José Sarney.

26 de maio de 2016 às 16:05

Fábio Dantas na titularidade do governo até 6 de junho [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O governador Robinson Faria dedica 12 dias à sua família.

Desde ontem o vice Fábio Dantas ocupa o cargo de governador em exercício.

Robinson reassumirá no dia 6 de junho.

26 de maio de 2016 às 3:06

PDT questiona reforma no governo e presidente Temer tem 5 dias para se explicar ao STF [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Estadão:
STF dá prazo de cinco dias para Temer se explicar sobre reforma administrativa

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso estabeleceu o prazo de cinco dias para que o presidente em exercício, Michel Temer, se pronuncie sobre a realização da reforma administrativa ocorrida logo após o afastamento da presidente Dilma no processo de impeachment.
“Tratando-se a medida cautelar de providência de caráter excepcional, à vista da presunção de validade dos atos estatais, determino a oitiva da Exmo. Sr. Presidente da República em exercício, acerca do pedido de medida cautelar, no prazo de cinco dias”, diz Barroso no despacho proferido anteontem.
A decisão do ministro tem como base ação encaminhada ao STF pelo PDT para reverter reforma administrativa realizada por Temer.
A sigla questiona atos do Poder Executivo realizados nos últimos dias, funções privativas de Presidente da República, como nomeação de ministros, fusão e extinção de ministérios, alteração de política externa, implementação de reformas tributárias e previdenciárias, venda de empresas públicas, extinção e redução de programas sociais e anulação de atos praticados pela presidente eleita Dilma durante o exercício regular do mandato.
“A precariedade do mandato de um presidente em exercício não permite que ele faça reformas tão profundas. Defendemos que ele se abstenha de fazer esse tipo de ação durante o mandato interino que pode prejudicar programas tão essenciais ao País”, afirmou à reportagem o deputado federal e ex-ministro das Comunicações André Figueiredo (CE).
Após os esclarecimentos de Temer, a ação será encaminhada para um posicionamento do advogado-geral da União e do procurador-geral da República, que deverão se manifestar também no prazo de cinco dias.

26 de maio de 2016 às 2:57

Jornalismo impresso: Nem o NY Times se sustenta mais [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da AFP – Agence France-Presse
New York Times oferece plano de demissão voluntária a funcionários
Nova York, 25 Mai 2016 (AFP) – O grupo New York Times propôs um plano de demissão voluntária, a fim de racionalizar os seus projetos de informação e desenvolver a atividade digital.
O número de pessoas envolvidas não foi determinado, mas “serão aceitos tantos candidatos quanto possível”, afirma um documento interno ao qual a AFP teve acesso.
grupo de mídia não prevê demissões este ano, indicou em outra nota citada pelo jornal, mas vai se reorganizar para se concentrar nos planos internacional e digital.
Na redação, a oferta de aposentadoria atinge todos os funcionários com mais de três anos de experiência, exceto para aqueles que compõem as equipes de vídeo, computação gráfica e design digital, de acordo com o documento.
O plano prevê uma indenização de quatro a 52 semanas, à taxa de remuneração de uma semana para cada seis meses trabalhados.
“Buscamos voluntários, pessoas que poderiam considerar que esta oferta se adapta aos seus projetos de longo prazo”, acrescenta a nota.
O grupo também fez a oferta para os funcionários de outros departamentos.
O New York Times mantém uma redação com 1.300 funcionários, apesar de uma queda na receita de publicidade e na circulação do seu jornal em papel, compensada parcialmente por sua receita com publicidade e assinantes online.
Esta é a primeira proposta de demissão voluntária à redação, após a abolição em 2014 de 100 postos, incluindo 20 demissões.
No início de maio, o jornal anunciou uma redução de suas perdas no primeiro trimestre, que se situaram em 8,3 milhões de dólares em comparação com US$ 14,3 milhões no mesmo período do ano passado. A receita caiu 1,2% para 380 milhões de dólares.

26 de maio de 2016 às 2:48

Presidente do Senado Renan Calheiros terá que depor à PF em um dos 9 inquéritos nos quais está envolvido [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Estadão:
Renan deverá prestar depoimento pessoalmente à PF na Lava Jato
Brasília – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, determinou que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), seja ouvido pessoalmente pela Polícia Federal em um dos nove inquéritos contra o congressista que tramitam na Corte no âmbito da Lava Jato.
O ministro negou um pedido formulado pela defesa de Renan, que pediu ao STF para enviar as explicações sobre o caso por escrito. A Procuradoria-Geral da República havia se manifestado contrária à solicitação. A Polícia Federal afirma que falta apenas o depoimento do presidente do Senado para concluir o inquérito.
O inquérito investiga suposto pagamento de propina em acordo da Petrobras com o Sindicato dos Práticos, categoria de profissionais que atua em portos. O deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE) também é alvo da investigação, que surgiu a partir da delação do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa.
Os dois são investigados por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Tanto a defesa de Renan quanto a de Aníbal negam envolvimento no caso.