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      Do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que ao passar na avenida Paulista, mesmo distante do grupo que se manifestava contra o governo Dilma, com um boneco inflável de Lula – o Pixuleco – foi vaiado:

      “É legítima a manifestação democrática, mas acho errado quando tem xingamento e intolerância”, disse o ministro ao ser questionado pela reportagem Estadão.

      Além de vaias, manifestantes xingaram, inclusive com palavrões, o ministro da Justiça.

      O protesto deste domingo ocorreu em frente ao prédio do TCU.

      • Proviagens 80 dias

      Da Folha Online:

      MÔNICA BERGAMO

      Ministro da Justiça é vaiado e xingado na av. Paulista, em São Paulo

      O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, foi cercado e xingado na avenida Paulista, na região central de São Paulo, na manhã deste domingo (30).
      Ele fazia uma caminhada, hábito que mantém nos finais de semana. Cardozo estava com um amigo, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, que estava com uma camisa vermelha e chegou a ser empurrado pelos manifestantes.
      Os dois passaram perto do boneco inflável de Lula que está fazendo um “tour” pela cidade e é exibido na Paulista.
      Cardozo, que estava sem seguranças, decidiu atravessar a rua para evitar a manifestação, Mas foi visto por um grupo de manifestantes que correram em direção a ele e passaram a protestar com gritos de “Fora, PT”, “Fora, Dilma” e “Pega ladrão”.
      Alguns gritavam palavrões.
      Ele então caminhou até a livraria Cultura, seu destino final. Lá, acabou conversando com outros manifestantes que acusavam o governo de ter fraudado as eleições e que criticavam a gestão da presidente Dilma Rousseff.
      A segurança dele foi acionada.
      Marcello Reis, do Revoltados Online, publicou em uma rede social um vídeo com Cardozo (veja abaixo).
      O ministro debateu com algumas das pessoas presentes e acabou abraçado por alguns manifestantes.
      Cardozo afirmou que as manifestações são positivas, embora ele discorde da pauta. “Democracia é divergência. Oque não pode é xingar, ofender pessoalmente, que foi o que alguns fizeram”, disse.
      Uma pessoa que estava na livraria saiu em defesa de Cardozo, mas cobrou o ministro. “Tem muita gente contra esse grupo [pró-impeachment], mas fica difícil defender um governo que corta direitos do povo”, disse Gabriel, que se identificou como jornalista e não informou o sobrenome.
      O ministro disse que “o governo está trabalhando para que não precise cortar direitos”.
      VÍDEO Cardozo na Paulista
        

      PIXULEKO
      Os manifestantes estavam na Paulista para exibição do Pixuleko, boneco inflável do ex-presidente Lula vestido de presidiário, que reapareceu com esquema de segurança reforçado após ter sido atacado na sexta (28).
      Cinco seguranças e um gradil foram contratados por cerca de R$ 2 mil e levados para isolar o boneco do público na avenida Paulista.
      O Pixuleko foi inflado na altura da alameda Ministro Rocha de Azevedo, na frente do prédio onde funciona TCU (Tribunal de Contas da União) em São Paulo, para pressionar o tribunal a agilizar a análise de supostas irregularidades na conta do governo Dilma em 2014.
      Líderes dos movimentos pró-impeachment também recolhiam assinaturas para um manifesto contra a corrupção.

        
      Colaborou BRUNO FÁVERO, de São Paulo

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      Da Folha Online:

      MÔNICA BERGAMO

      Ministro da Justiça é vaiado e xingado na av. Paulista, em São Paulo

      O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, foi cercado e xingado na avenida Paulista, na região central de São Paulo, na manhã deste domingo (30).
      Ele fazia uma caminhada, hábito que mantém nos finais de semana. Cardozo estava com um amigo, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, que estava com uma camisa vermelha e chegou a ser empurrado pelos manifestantes.
      Os dois passaram perto do boneco inflável de Lula que está fazendo um “tour” pela cidade e é exibido na Paulista.
      Cardozo, que estava sem seguranças, decidiu atravessar a rua para evitar a manifestação, Mas foi visto por um grupo de manifestantes que correram em direção a ele e passaram a protestar com gritos de “Fora, PT”, “Fora, Dilma” e “Pega ladrão”.
      Alguns gritavam palavrões.
      Ele então caminhou até a livraria Cultura, seu destino final. Lá, acabou conversando com outros manifestantes que acusavam o governo de ter fraudado as eleições e que criticavam a gestão da presidente Dilma Rousseff.
      A segurança dele foi acionada.
      Marcello Reis, do Revoltados Online, publicou em uma rede social um vídeo com Cardozo (veja abaixo).
      O ministro debateu com algumas das pessoas presentes e acabou abraçado por alguns manifestantes.
      Cardozo afirmou que as manifestações são positivas, embora ele discorde da pauta. “Democracia é divergência. Oque não pode é xingar, ofender pessoalmente, que foi o que alguns fizeram”, disse.
      Uma pessoa que estava na livraria saiu em defesa de Cardozo, mas cobrou o ministro. “Tem muita gente contra esse grupo [pró-impeachment], mas fica difícil defender um governo que corta direitos do povo”, disse Gabriel, que se identificou como jornalista e não informou o sobrenome.
      O ministro disse que “o governo está trabalhando para que não precise cortar direitos”.
      VÍDEO Cardozo na Paulista
        

      PIXULEKO
      Os manifestantes estavam na Paulista para exibição do Pixuleko, boneco inflável do ex-presidente Lula vestido de presidiário, que reapareceu com esquema de segurança reforçado após ter sido atacado na sexta (28).
      Cinco seguranças e um gradil foram contratados por cerca de R$ 2 mil e levados para isolar o boneco do público na avenida Paulista.
      O Pixuleko foi inflado na altura da alameda Ministro Rocha de Azevedo, na frente do prédio onde funciona TCU (Tribunal de Contas da União) em São Paulo, para pressionar o tribunal a agilizar a análise de supostas irregularidades na conta do governo Dilma em 2014.
      Líderes dos movimentos pró-impeachment também recolhiam assinaturas para um manifesto contra a corrupção.

        
      Colaborou BRUNO FÁVERO, de São Paulo

      • Loja D`Ámis

      A deputada federal Zenaide Maia (PR), a convite do prefeito Nivaldo Alves (PSB), foi prestigiar a 12° Cavalgada dos Amigos, em Lajes Pintadas.A cavalvada saiu do Sitio Barros Preto seguindo até o Sitio Granja.     

      Zenaide chegou ao evento com a vereadora de Santa Cruz, Gilcele Adriano (PR), e o presidente da Câmara de Lajes Pintadas, Charles Palhares.

          

         

      • Banner Top Car

      Depois de Mãe Luíza, a Secretaria de Assistência Social, em parceria com a Emater, elegeram Jardim Progresso, na zona Norte, para levar o projeto Vila Cidadã.

      Ontem o projeto foi lançado no bairro de Mãe Luíza, com presença do governador Robinson Faria enda secretária Julianne Faria.

      O Vila Cidadã é um ação coordenada pela Sethas, mas que integra várias secretarias.

      Durante o evento em Mãe Luíza, foi lançado o Programa do Leite Potiguar (PLP) que, através Decreto Governamental aumentou a participação de agricultores familiares.

      “Esse sábado é um presente para mim porque estamos em Mãe Luíza realizando a primeira ação do Projeto Vila Cidadã, de muitas outras que ocorrerão a partir de agora, em um sábado de cada mês nos bairros de Natal e, brevemente, vamos levar também para o interior”, disse o governador.

      O Vila Cidadã oferece serviços como carteira de trabalho, de identidade, CPF, carteira de motorista, orientação jurídica e médica.

      O Programa do Leite vai atender 300 famílias em situação de carência no bairro.

      Ontem, durante o lançamento, essas famílias receberam o leite e uma cesta com frutas e legumes, dentro do projeto Cesta Solidária da Ceasa. “Esse trabalho é uma prova da integração do nosso Governo e também do empenho dos servidores públicos que vieram para cá, voluntariamente, oferecer esses serviços. E eu destacaria não o trabalho da primeira-dama, mas o trabalho da secretária da Sethas, Julianne Faria, que se empenhou com sua equipe, se reuniu muitas vezes com as equipes de outras secretarias para que esse projeto acontecesse”, reconheceu o governador.

      “O projeto surgiu da necessidade de levar à população serviços essenciais do Estado como a feitura de documentos e cadastramento em programas sociais e de emprego”, explicou Julianne.

      Os serviços foram oferecidos pela Central do Cidadão, Sine, Ceasa, Caern, Cehab, Detran…

      Fotos Ivanízio Ramos

        

      • Reviver

      Não corre risco de morte o rapaz que pulou do 5º piso do Midway Mall, pela área de estacionento.

      Ele foi levado ao Walfredo Gurgel e segundo informações de pessoas próximas, ele quebrou um fêmur, os pés e alguns dentes.

      Portanto, sem registro de maiores gravidades.

      • Parnamirim  Crescendo com agente

      A presidente Dilma Rousseff desistiu de enfiar a CPMF pela goela dos brasileiros.

      Não encontrou apoio para criar um novo imposto.

      A decisão foi tomada durante reunião hoje à tarde com os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil) e Nelson Barbosa (Planejamento).

      A reação foi forte por parte de aliados.

      O vice-presidente Michel Temer pulou do barco no primeiro momento.

      Governadores impuseram regras como Júlio César, do Piauí, e Robinson Faria, do Rio Grande do Norte, que só aprovariam caso o arrecadado pela União fosse dividido com estados e municípios.

      O empresariado também bateu o pé.

      Sem falar na população brasileira já tão apertada com os efeitos da crise, como a inflação.

      Dilma ficou sem saída.

      Teve que desistir.

      Mas é bom os brasileiros ficarem de alerta, pois se não é a CPMF, poderá vir outra taxação.

      A contar com a declaração do ex-presidente Lula, afirmando que a CPMF nunca deveria ter sido retirada….

      29
      ago

      Susto no Midway: homem pula do 5º piso 

      29 de agosto de 2015 às 17:44 — Comente aqui

      De Kennedy Diniz:

        

      • DNA Center

      O ex-presidente Lula se lança candidato a presidente, adiantando que a CPMF deverá fazer parte de uma suposta terceira gestão.

      Da Folha Online:

      Lula diz que CPMF não deveria “ter sido tirada”

      DANIELA LIMA

      O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse neste sábado (29) que a CPMF não “deveria ter sido tirada”. A frase foi pronunciada por Lula ao avistar o ministro da Saúde, Arthur Chioro, na plateia de um evento promovido pela Prefeitura de São Bernardo do Campo.
      “Você devia falar com os governadores”, disse para Chioro.
      No mesmo evento, o ministro disse que as críticas às discussões do governo para recriar a CPMF são “uma forma ardilosa de interditar o debate”.
      Ele falou por várias vezes que “o governo não apresentou uma proposta” de retomada da CPMF. Segundo Chioro, um novo tributo para financiamento exclusivo da Saúde é “uma das opções debatidas, mas não será a CPMF”.
      Chioro diz que o governo defende o debate para superar o que chamou de “subfinanciamento” da área, que aflige o ministério, governos estaduais e prefeituras.
      RECURSOS PARA SAÚDE
      A fala do ministro acontece depois que ele defendeu, na quinta-feira (27), uma nova contribuição exclusiva para a área da saúde, nos moldes de uma “contribuição interfederativa da saúde”.
      Segundo Chioro, a proposta atualmente em discussão com governadores e prefeitos é que a contribuição incida sobre a movimentação financeira, com uma alíquota de 0,38%.
      Ele diz que há uma “convergência do governo” em torno da proposta -inclusive da presidente Dilma Rousseff, relata, e nega que a medida consista em um retorno da CPMF, o antigo “imposto do cheque”.
      “É importante aproveitar esse momento para recolocar o debate. O governo não propôs a volta da CPMF. O que ele disse claramente é que precisamos buscar uma solução para o subfinanciamento da saúde”, ressaltou.
      Por fim, afirmou que a solução para o subfinanciamento “não será com a CPMF. Não será. Nós temos clareza. O governo não defende a volta da CPMF”.
      Num desagravo às críticas de que faltou debater o assunto com partidos aliados, Chioro ressalvou que qualquer solução passará pelo Congresso. “Estou reposicionando para ficar muito claro”, disse.
      O IMPOSTO
      A proposta de resgate CPMF encaminhada pela equipe econômica ao Palácio do Planalto prevê uma alíquota de 0,38% do chamado “imposto do cheque”.
      A presidente Dilma Rousseff analisa a conveniência de se propor a medida de elevação de tributo após o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), afirmar, na quinta-feira (27), que a proposta de elevação de tributos será “um tiro no pé”.
      Diante de reações negativas, a equipe da presidente Dilma passou a defender fortemente que o governo recue da decisão de propor a recriação do imposto.
      Uma reunião foi chamada neste sábado (29) no Palácio da Alvorada para bater o martelo. Auxiliares presidenciais que na sexta-feira defendiam a proposta hoje já falam que não há alternativa a não ser recuar.
      “Melhor ficar com o bicho menor, que é o deficit nas contas”, disse um interlocutor presidencial sob condição de anonimato.

      Da Folha

      Maioria dos governadores do Nordeste já apoia volta da CPMF

      PATRÍCIA BRITTO

      Convidados de última hora para um encontro com a presidente Dilma Rousseff nesta sexta-feira (28), em Fortaleza, ao menos cinco dos nove governadores do Nordeste já declararam apoio à proposta do governo federal para a recriação da CPMF, o imposto sobre transações financeiras.
      O Planalto avalia recriar o imposto, agora batizado como CIS (Contribuição Interfederativa da Saúde). A proposta é que a arrecadação seja distribuída entre União, Estados e municípios para financiar a saúde, com alíquota de 0,38% –a mesma que vigorou até 2007, quando a CPMF foi extinta.
      Com viagem já agendada para o Ceará nesta sexta, Dilma decidiu reunir os governadores da região para tratar do assunto em um jantar no Palácio da Abolição. Todos os chefes de Executivo da região confirmaram presença.
      Já declararam apoio à proposta Camilo Santana (PT-CE), Rui Costa (PT-BA), Ricardo Coutinho (PSB-PB), Robinson Faria (PSD-RN) e Flávio Dino (PC do B-MA) –este último, com ressalvas.
      Dino diz ser favorável à recriação do imposto “desde que acompanhada de uma cesta de contribuições alternativas”, como a contribuição social sobre lucro líquido das instituições financeiras (CSLL) e a taxação de grandes fortunas, “para que a alíquota de CPMF seja inferior a 0,38%”.
      Em declaração no Twitter nesta quinta, ele já havia defendido outras formas de arrecadar recursos para o setor: “Ao discutir novas fontes para o financiamento da saúde, é essencial tributar lucros dos bancos e grandes fortunas.”
      DIVISÃO
      O governador potiguar defende a proposta apresentada pelo deputado federal Júlio Cesar (PSD-PI), que divide a arrecadação entre União, Estados e municípios e isenta parte das movimentações financeiras. “A criação de uma contribuição social, que nesse contexto recomponha ao Estado algum protagonismo como possuía anterior à crise externa, é benéfica para o reerguimento da atividade econômica”, afirmou por nota.
      Rui Costa (PT-BA) vem defendendo nova fonte de financiamento para a saúde, mas evita falar em volta da CPMF. “Eu não defendo um nome em particular, nem um imposto em particular, mas defendo mais recursos para a saúde. Não é possível responder à necessidade do povo baiano sem recursos adicionais”, afirmou no dia de sua posse, em janeiro.
      Os governadores de Alagoas, Renan Filho (PMDB), e de Sergipe, Jackson Barreto (PMDB), disseram que vão aguardar o que Dilma tem a dizer no encontro para se posicionarem sobre o tema. “Ainda estamos analisando este assunto”, disse Barreto por meio de sua assessoria. Em dezembro, Renan Filho defendeu a proposta.
      Apenas Paulo Câmara (PSB-PE) e Wellington Dias (PT-PI) afirmam ser contrários à recriação do tributo. Mesmo assim, Câmara também diz que quer ouvir a presidente.
      “Quero primeiro conhecer a proposta do governo. Nesse momento em que todo mundo prega o diálogo, vamos ouvir. Em princípio, como a maioria dos brasileiros, sou contra qualquer aumento na carga tributária”, disse o pernambucano por meio de sua assessoria.
      Nesta quinta-feira (27), representantes do setor produtivo e os presidentes do Sendo, Renan Calheiros (PMDB-AL) e da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), criticaram o aumento de tributos nesse momento de crise econômica.
      Em dezembro, os governadores eleitos da região defenderam a implantação de “novas fontes” para financiar a saúde pública, mas eles se dividiam sobre a recriação do imposto: eram quatro favoráveis, quatro contrários e um não se posicionou.

      Exemplo que vem de Acari:

      O vereador Nenilvan Rodrigues – Nenem – sem ajuda do poder público, pagou com seu próprio dinheiro, para perfurar um poço na frente da sua casa, no conjunto Novo Acari, bairro Padre Cortez.

      A água que ele consome, divide com moradores da cidade.

        
      Em Acari, o açude Gargalheira, que abastece a cidade, deve terminar de secar nos próximos dias, pois hoje só registra 0,2% de sua capacidade.

      • Proviagens 80 dias
      29
      ago

      Necessário para quem?

      29 de agosto de 2015 às 12:37 — Comente aqui

      Do ex-presidente Lula ensaiando o retorno ao Planalto:

      “Se for necessário vou para a disputa”.

      Mas…necessário para quê?

      E para quem?

      • Home Angels

      Quando o passado é passado…nas palavras da presidente Dilma Rousseff, que agora enxerga na recriação do imposto para salvar seu governo.

      Taxando a população.

        
      Fonte: O Globo

      • Loja D`Ámis
      29
      ago

      N’O Globo de hoje, o elegante desgaste da presidente Dilma Rousseff com seu vice, Michel Temer…

        

      • Banner Top Car
      29
      ago

      D’O Globo de hoje:

        

      • Reviver

      A secretária de Assistência Social do Estado (Sethas), Julianne Faria, lança logo mais às 9h30, em Mãe Luiza, o projeto Vila Cidadã.Depois da instalação do Ronda Cidadã, que visa levar segurança à população do bairro, o Vila Cidadã tem como objetivo, promover cidadania, lazer, educação e serviços ao bairro.        

      O projeto é comandado pela Sethas mas trata-se de uma ação integrada entre diversas secretarias do Estado.

      O evento se estenderá até 16 horas e acontecerá em frente ao Centro Social de Mãe Luiza.

      Serão oferecidos hoje em Mãe Luíza os seguintes serviços:

      CAERN

      2º via de contas

      Pedidos de ligação

      Negociação de débitos
      CEHAB

      Consulta do Cadastro Nacional de Mutuários Caixa (CADMUT)

      Cadastro para programas habitacionais

      Informações sobre programas habitacionais

       

      CENTRAL DO CIDADÃO

      Emissão de CPF

      Emissão de carteira de trabalho
      CEASA

      Entrega de cestas de frutas e verduras pelo programa Cesta Solidária 
      DETRAN

      Registro de veículos

      Habilitação

      Ações de educativas sobre trânsito
      ITEP

      Emissão de carteira de identidade

       

      SETHAS

      Lançamento do Novo Programa do Leite

      Distribuição de leite para os beneficiários contemplados pelo programa

      Cadastro de artesãos

      Palestra sobre o mercado de artesanato

      Feirinha de artesanato

       

      SINE-RN

      Cadastramento para vagas de emprego

       

      SECRETARIA DE SAÚDE /FIERN

      Atendimento médico

      Orientação jurídica básica
      SECRETARIA DE ESPORTE

      Palestra sobre a importância do esporte

      Exposição esportiva

        

      • Parnamirim  Crescendo com agente

      Acompanhado dos deputados federal Felipe Maia e estadual Getúlio Rêgo, o senador José Agripino, presidente nacional do DEM, foi ontem às convenções do partido em Mossoró e Baraúna.
      Em Mossoró, o partido, que recebeu cerca de 200 filiações, homologou o nome da ex-prefeita Cláudia Regina como presidente do diretório municipal.

      Em Baraúna, o ex-vereador João Saldanha assumiu o comando da sigla. 

        

      Trecho da reportagem de capa da revista Época:

      Documentos secretos mostram como Lula intermediou negócios da Odebrecht em Cuba

      A reportagem obteve arquivos sigilosos em que burocratas descrevem as condições camaradas dos empréstimos do BNDES à empreiteira

      THIAGO BRONZATTO

        
      No dia 31 de maio de 2011, meses após deixar o Palácio do Planalto, o petista Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou em Cuba pela primeira vez como ex-presidente, ao lado de José Dirceu. O presidente Raúl Castro, autoridade máxima da ditadura cubana desde que seu irmão Fidel vergara-se à velhice, recebeu Lula efusivamente. O ex-presidente estava entre companheiros. Em seus dois mandatos, Lula, com ajuda de Dirceu, fizera de tudo para aproximar o Brasil de Cuba – um esforço diplomático e, sobretudo, comercial. 

      Com dinheiro público do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES, o Brasil passara a investir centenas de milhões de dólares nas obras do Porto de Mariel, tocadas pela Odebrecht. Um mês antes da visita, Lula começara a receber dinheiro da empreiteira para dar palestras – e apenas palestras, segundo mantém até hoje.
      Naquele dia, porém, Lula pousava em Havana não somente como ex-presidente. Pousava como lobista informal da Odebrecht. Pousava como o único homem que detinha aquilo que a empreiteira brasileira mais precisava naquele momento: acesso privilegiado tanto ao governo de sua sucessora, a presidente Dilma Rousseff, quanto no governo dos irmãos Castro. 

      Somente o uso desse acesso poderia assegurar os lucrativos negócios da Odebrecht em Cuba. Para que o dinheiro do BNDES continuasse irrigando as obras da empreiteira, era preciso mover as canetas certas no Brasil e em Cuba.
      A visita de Lula aos irmãos Castro, naquele dia 31 de maio de 2011, é de conhecimento público. O que eles conversaram, não – e, se dependesse do governo de Dilma Rousseff, permaneceria em sigilo até 2029. 

      Nas últimas semanas, contudo, ÉPOCA investigou os bastidores da atuação de Lula como lobista da Odebrecht em Havana, o país em que a empreiteira faturou US$ 898 milhões, o correspondente a 98% dos financiamentos do BNDES em Cuba. 

      A reportagem obteve telegramas secretos do Itamaraty, cujos diplomatas acompanhavam boa parte das conversas reservadas do ex-presidente em Havana, e documentos confidenciais do governo brasileiro, em que burocratas descrevem as condições camaradas dos empréstimos do BNDES às obras da Odebrecht em Cuba. A papelada, e entrevistas reservadas com fontes envolvidas, confirma que, sim, Lula intermediou negócios para a Odebrecht em Cuba. E demonstra, em detalhes, como Lula fez isso: usava até o nome da presidente Dilma. Chegava a discutir, em reuniões com executivos da Odebrecht e Raúl Castro, minúcias dos projetos da empreiteira em Cuba, como os tipos de garantia que poderiam ser aceitas pelo BNDES para investir nas obras.
      Parte expressiva dos documentos obtidos com exclusividade por ÉPOCA foi classificada como secreta pelo governo Dilma. Isso significa que só viriam a público em 15 anos. A maioria deles, porém, foi entregue ao Ministério Público Federal, em inquéritos em que se apuram irregularidades nos financiamentos do BNDES às obras em Mariel. Num outro inquérito, revelado por ÉPOCA em abril, Lula é investigado pelos procuradores pela suspeita de ter praticado o crime de tráfico de influência internacional (Artigos 332 e 337 do Código Penal), ao usar seu prestígio para unir BNDES, governos amigos na América Latina e na África e projetos de interesse da Odebrecht. 

      Sempre que Lula se encontrava com um presidente amigo, a Odebrecht obtinha mais dinheiro do BNDES para obras contratadas pelo governo visitado pelo petista. 

      O MPF investiga se a sincronia de pagamentos é coincidência – ou obra da influência de Lula. Na ocasião, por meio do presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, o ex-presidente negou que suas viagens fossem lobby em favor da Odebrecht e que prestasse consultoria à empresa. 

      Segundo Lula, suas palestras tinham como objetivo “cooperar para o desenvolvimento da África e apoiar a integração latino-americana”.

      *

      No twitter, o editor da Época, Diego Escosteguy, dá mais informações sobre o que está nas páginas completas da revista.

        

        

        

        

        

        

      E no Periscope, conversando com leitores, o editor da revista Época declarou que, para cada reação (do PT ou do governo) sobre as denúncias publicadas, a revista terá um documento para mostrar.

        

      • DNA Center

      O ministro do Turismo, Henrique Alves, citado ontem pela Folha de S. Paulo como sendo um dos 3 nomes de peso que o lobista e operasor do PMDB, Fernando Baiano, teria dito que entregaria caso lhe fosse concedida a delação premiada, disse ao Blog através de sua assessoria, que a reportagem do jornal era “especulativa” e que ele não tinha o que falar sobre a Folha.
      Ontem enquanto o assunto repercutia no Rio Grande do Norte, Henrique estava em Maceió, participando da da reunião das comissões de Turismo Integrado do Nordeste e da Câmara dos Deputados.

      Uma espécie de preparação para a Olimpíada já que a tocha olímpica, vai percorrer 300 cidades do Brasil, sendo muitas delas da região Nordeste.

      Para o ministro, com a aproximação da Olimpíada o Brasil precisa criar condições para o setor se qualificar.

      “O turismo é a atividade econômica que mais rapidamente gera emprego e renda. Está presente em todos os cantos deste país. É hora de investir no setor e o Nordeste merece especial atenção”.

      Leis de Turismo, os impactos do hub da LATAM para a região, isenção de vistos para turistas norte-americanos, durante o ano da Olimpíada, a criação de áreas especiais de interesse turístico, com regimes diferenciados de licenciamento, tributação e crédito, além da ampliação da malha aérea regional e fluvial, também foram discutidos no encontro que contou com a presença de deputados federais e de gestores do turismo do Nordeste.

      Do Rio Grande do Norte, o deputado federal Rafael Motta (PROS) e a aub-secretária de Turismo do Estado, Solange Portela.

      Em Maceió, acompanhado do prefeito Rui Palmeira, o ministro ainda visitou obras na orla que foram executadas com recursos do Ministério do Turismo e foi recebido pelo governador de Alagoas, Renan Filho.

      Fotos Paulino Menezes
        

      28
      ago

      Guerra psicológica.

      É isso o que o senador pernambucano Humberto Costa provoca e a imprensa do seu estado executa.

      A conversa do senador do PT com a presidente Dilma Rousseff, parafraseando o apresentador do Fantástico, Tadeu Schmidt, “sabe o que significa? Nada!”.

      E por que, nada?

      Porque doar o terreno da base aérea para ampliação do aeroporto dos Guararapes, não significa que será a cereja do bolo que faltava para a TAM escolher onde instalar seu hub.

      Se fosse isso, a TAM  não estaria, entre outras coisas, contratando consultorias internacionais a peso de ouro. Bastaria uma conversa com os governos, federal e pernambucano.

      E a participação da presidente, pelo que alardeia o alto comando da TAM, não terá nenhum peso na decisão.

      A escolha seria técnica.

      A brasileira TAM e a chilena LAN, que estão se juntando e criando a LATAM, pensam no futuro.

      Num futuro longíncuo, coisa de 50 anos pela frente.

      E com um objetivo: ganhar dinheiro.

      E fazer negócio com governo federal hoje não é a melhor coisa.

      Caso o hub fosse ser intalado pela Odebrecht, Andrade Gutierrez, OAS…aí a interferência seria a cereja do bolo.

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