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Thaisa Galvão

19 de junho de 2017 às 11:25

Antônio Jácome se pronunciará sobre Temer quando tomar conhecimento da matéria [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da bancada de oposição ao Palácio do Planalto, o deputado federal Antônio Jácome (PMN) ainda não tem posição sobre o voto para aprovar ou não a abertura de inquérito para investigar o presidente Michel Temer.

“Me pronunciarei quando a matéria chegar à Câmara e eu tomar conhecimento do teor”, afirmou o parlamentar que teve o cargo federal que indicou no Rio Grande do Norte,tomado por Temer depois que votou contra a reforma trabalhista.

19 de junho de 2017 às 11:10

Rogério Marinho vai aguardar denúncia contra Temer para se pronunciar em relação ao seu voto [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Como vai se posicionar a bancada do Rio Grande do Norte em relação à investigação contra o presidente Michel Temer?

O procurador geral Rodrigo Janot vai apresentar denúncia mas o STF só autoriza com a aprovação da Câmara.

O Blog está consultando os deputados do Rio Grande do Norte.

O deputado Rogério Marinho (PSDB), da bancada governista, disse ao Blog que se pronunciará quando tomar conhecimento da denúncia que for apresentada.

19 de junho de 2017 às 10:50

Governistas vão esvaziar sessão da Câmara para salvar pele de Michel Temer [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O grupo aliado do presidente Michel Temer estuda um esvaziamento na Câmara essa semana.

Os deputados vão votar se aprovam ou não o recebimento, pelo STF, da denúncia contra o presidente Michel Temer que será oferecida pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot.

E é aí que está o X da questão.

A base de Temer vai fazer de tudo para não aprovar, mas votar contra irá depor contra cada deputado em seu estado.

Votar por não aprovar combate à corrupção pega mal hoje para qualquer político.

E é para não levar os deputados aliados ao buraco que o Palácio do Planalto trabalha para esvaziar a Câmara na semana pré-São Pedro.

Resta saber quem vai ter coragem de faltar à sessão, já que a população está de olho também na lista de presenças.

Detalhe: haverá chamada nominal e cada deputado terá que declarar seu voto.

A aprovação do recebimento da denúncia precisa de 172 votos contrários.

Ou 172 faltas.

Portanto, levar falta é a mesma coisa de votar em defesa do mandato de Michel Temer.

19 de junho de 2017 às 3:13

Mais uma baixa no governo Temer [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A semana começa prevendo mais uma baixa no combalido governo Michel Temer.
Dono da editora Geração Editorial, o recém-eleito presidente do comitê de investimentos do FI-FGTS, o bilionário fundo que aplica em infraestrutura dinheiro do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) dos trabalhadores, Luiz Fernando Emediato deve renunciar.
O jornalista entrou no comitê do fundo por indicação da Força Sindical, e foi apontado por delatores como uma das pessoas que receberam propina.
Emediato está sob investigação desde que Fábio Cleto, vice-presidente da Caixa que tinha assento no comitê do FI-FGTS, fechou acordo de delação premiada e apontou como líder do esquema de corrupção no fundo o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está preso em Curitiba.

19 de junho de 2017 às 2:30

Ministro da Educação inaugura hoje em Natal a Rede Giga Metrópole [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Será insugurado logo mais às 10 horas a Rede Giga Metrópole, que realizou a conexão de internet de alta velocidade para 350 escolas públicas municipais e estaduais da região metropolitana de Natal.
A Rede será inaugurada no Centro Estadual de Educação Profissional Senador Jessé Pinto (CENEP), polo do Instituto Metrópole Digital no bairro de Petrópolis.
Confirmaram presença o ministro da Educação, José Mendonça Filho; o governador Robinson Faria; a reitora da UFRN, Ângela Paiva; o diretor do IMD, José Ivonildo do Rêgo…

19 de junho de 2017 às 2:25

Turismo na agenda de potiguares em visita a Alemanha comandada pela Fecomércio [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O presidente do Sistema Fecomércio Rio Grande do Norte, Marcelo Queiroz, lidera comitiva de empresários e representantes do Governo do Estado e de municípios turísticos potiguares ao estado alemão da Renânia-Palatinado. 
A visita que começou neste domingo segue até sábado (24).
A visita é para conhecer experiências de divulgação de destinos, roteiros temáticos (sobretudo o rural, histórico e de aventura) e parcerias entre setores públicos e instituições privadas.

 

“Embora já tenhamos participado de diversas missões à Renânia e também recebido algumas comitivas deles aqui no RN, esta é a nossa segunda missão com foco especificamente no turismo. A outra foi em 2014, quando firmamos alguns entendimentos voltados para intercâmbio de formação de mão de obra e de know how turístico. Na prática, esta missão de agora é um desdobramento daquela de três anos atrás. De lá para cá, estreitamos muito os laços e as trocas de experiência, sobretudo na questão de formação de mão de obra para o setor”, justificou Marcelo Queiroz.

 

“Já incluímos, de 2015 para cá, mais de uma dezena de novos cursos no nosso portfólio (Senac). Este é um incremento de conhecimento que agregamos à nossa equipe e com o qual estamos beneficiando todo o segmento de turismo potiguar”, afirma o diretor regional do Senac RN, Fernando Virgílio, que também integra a comitiva.
 

Além de Queiroz e Virgílio, fazem parte da comitiva: o secretário-adjunto de Turismo do RN, Manoel Gaspar Neto; a secretária de Turismo de Natal, Christiane Alecrim; o coordenador da Câmara Empresarial do Turismo da Fecomércio RN, George Gosson; a subsecretária de Turismo e coordenadora dos polos turísticos do RN, Solange Portela; a secretária de Turismo de São Miguel do Gostoso, Janielle Linhares; a secretária de Turismo de Tibau do Sul, Elizabeth Bauchwitz; o secretário de Turismo de Serra de São Bento, Clovis Magdiel Figueiredo; o presidente da Abav RN, Abdon Gosson; o presidente da ABIH RN, José Odécio Rodrigues; o vice-presidente do Natal Convention Bureau, George Costa; a presidente da Emprotur RN, Ana Maria Costa; o cônsul honorário da Alemanha no RN, Axel Geppert; o assessor da Diretoria Regional do Senac RN, Estácio Guimarães; e o assessor de Comunicação e Marketing do Sistema Fecomércio RN, Luciano Kleiber.

19 de junho de 2017 às 2:13

Desembargador federal fará palestra gratuita sobre estágio e relação de emprego em Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O desembargador do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região, Sérgio Pinto Martins, estará em Natal na próxima 5ª feira (22) para fazer uma palestra sobre Estágio e Relação de Emprego.
A palestra será ministrada em evento promovido pelo CIEE, portal que trata da integração de estagiários ao mercado de trabalho, e acontecerá às 8h30 no auditório da CDL Natal.

 

‘Estágio e Relação de Emprego’ é também o título de um dos 52 livros do desembargador e que será distribuído gratuitamente aos participantes do evento.
O magistrado palestrante é um dos maiores especialistas em Direito do Trabalho do país.  

Precedida por café da manhã, a palestra é gratuita e as inscrições podem ser feitas pelo telefone (84) 3089-7703 ou pelo endereço eletrônico mariana_boldrini@cieesp.org.br

19 de junho de 2017 às 2:00

Tribuna de Notícias faz 15 anos com distribuição gratuita na zona Norte [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Chegou a 15 anos com circulação ininterrupta e distribuição gratuita na zona Norte de Natal, o jornal impresso Tribuna de Notícias, dos irmãos Nilson de Castro e Nildo Rodrigues.

Para marcar a data o jornal ganhou edição em formato de revista e novo layout do portal.

18 de junho de 2017 às 15:38

Governo Doria em questão: Saem os políticos, entram os amigos dos políticos [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Saem os políticos…entram os amigos dos políticos.

É o Brasil que não dá certo.

Veja texto publicado hoje pelo site The Intercept Brasil, que segue a linha do The Intercept, site do jornalista Glenn Greenwald, conhecido por ter sido pioneiro na divulgação dos vazamentos feitos pelo ex-analista Edward Snowden, da CIA e da agência nacional de segurança (NSA) dos EUA.

Veja a notícia de hoje do portal brasileiro:

EM MAIO, o prefeito paulistano foi às redes sociais anunciar mais uma iniciativa que teria poupado dinheiro dos cofres públicos:

Parecia mais uma ação de gênio que contrariava a máxima capitalista de que “não existe almoço grátis”. Porém, ah porém, o caso é diferente. 
A rádio CBN, do Grupo Globo, publicou, no Dia dos Namorados, um namorico proibido entre a Ambev e a gestão Doria em São Paulo. 

Segundo a reportagem, Julio Semeghini (secretário de Governo), André Sturm (secretário de Cultura) e Bruno Covas (vice-prefeito) participaram de um esquema para favorecer a Ambev em uma licitação milionária de patrocínio do carnaval paulistano.
A denúncia está baseada em documentos e um áudio de uma reunião em que os envolvidos combinam a fraude. 

A prefeitura negou por meio de nota as irregularidades e o assunto morreu no dia seguinte. 

Todos os grandes veículos parecem ter aceitado o desmentido da prefeitura, e o que era para ser o escândalo da semana caiu no buraco negro do noticiário. Parece que a suspeita de que a prefeitura mais rica do país direcionou uma licitação para favorecer uma das maiores financiadoras de campanhas eleitorais – e uma das maiores anunciantes de propaganda – não é um assunto de interesse público. A próxima segunda-feira será o dia da missa de sétimo dia de uma notícia natimorta.
Esse não escândalo vem na esteira de um outro que também desapareceu da mídia como um ator que vai fazer novela na TV Record. A CBN, que estranhamente vem fazendo uma cobertura bastante crítica à gestão Doria, revelou a monumental falácia que são as doações de remédios que o prefeito adora cantar aos quatro cantos. Desde fevereiro, doze fabricantes doaram R$ 35 milhões em medicamentos. 

Mas não foi uma doação qualquer. Foi uma doação premiada! 

Graças a um acordo entre Doria e Alckmin, as empresas doadoras foram agraciadas com isenção de ICMS durante três meses e deixaram de pagar R$ 66 milhões. 

Ou seja, as empresas doaram R$ 35 milhões, e o povo de São Paulo retribuiu a generosidade com R$66 milhões. 

Só nesse episódio, a nova ferramenta de gestão implantada por Doria criou um rombo de R$ 31 milhões nos cofres públicos. 
Pensa que o feirão de ofertas municipal acabou? 

Claro que não! 

Os medicamentos doados estavam perto do fim da validade e não poderiam mais ser vendidos para farmácias e hospitais privados.

Trecho de reportagem publicada

O descaso com os contribuintes paulistanos ganha requintes de crueldade quando descobrimos que os custos do descarte dos medicamentos também ficam nas costas da prefeitura. 
A coisa piora quando lembramos que Doria congelou R$ 1,8 bilhão da Saúde nos quatro primeiros meses do ano. 

É um negócio da China para os empresários, uma excelente ação de marketing para o presidenciável tucano e uma tragédia para os paulistanos que dependem dos hospitais públicos.
A Prefeitura de São Paulo parece ser hoje uma extensão do Lide, a empresa de lobby do prefeito que, após sua posse, passou a ser a comandada por seu filho. 
O lobby interno para favorecer a Ambev – empresa filiada ao Lide – em licitação milionária deixa isso bem evidente. 

Por trás da aparência de solidariedade das doações, há abertura de uma enorme brecha para aumentar ainda mais a promiscuidade entre o interesse público e o privado. 
Hoje, não faltam empresas querendo doar buscando visibilidade de suas marcas na imprensa e, quem sabe, almejar alguma contrapartida da prefeitura. Algumas doações listadas no Portal da Transparência são altamente suspeitas. 

Listei algumas que devemos ficar de olho:

Aché – doou cerca R$ 325 mil em medicamentos e ganhou isenção de ICMS durante três meses. 

Em 2016, Doria premiou a empresa com o Prêmio Lide de Empreendedorismo 2016. 

O presidente da empresa, Paulo Nigro, tem fortes relações pessoais com Doria e é presidente do Lide Esporte.

Ultrafarma – pagou propaganda do programa Cidade Linda em painéis de led veiculados no jogo Brasil X Uruguai, ocorrido em março em Montevideo. 

Amigo de Doria, o dono da empresa bancou propaganda de um programa municipal em um jogo transmitido para todo o país – nada mal para um presidenciável.
Em uma reunião na prefeitura, Doria gravou vídeo ao lado de seus secretários e do vice-prefeito fazendo propaganda das vitaminas da marca Sidney Oliveira, da Ultrafarma, e divulgou em suas redes sociais.
Cyrela – aqui temos uma história interessante: a construtora, que já foi premiada pelo Lide como líder na área da construção civil, doou a reforma dos banheiros do Parque do Ibirapuera no valor de quase meio milhão de reais. 

Um pouco antes da doação, Doria criou a Secretaria Especial de Investimento Social e deu para um ex-vice-presidente da Cyrela chefiar. 

Após 12 anos na construtora e quase 30 na iniciativa privada (ocupou cargos de chefia na Redevco do Brasil, no Unibanco, Multicanal e JTS Engenharia), Cláudio Carvalho decidiu diminuir drasticamente seu salário para se dedicar ao povo paulistano. 
A família dona da Cyrela é amiga íntima da família de Doria. 

A construtora chegou a realizar neste ano uma exposição para homenagear a estonteante carreira de artista plástica Bia Doria, esposa do prefeito.

A gestão Doria agora quer rever a Lei de Zoneamento, que foi aprovada no ano passado pela Câmara dos Vereadores depois de um intenso debate de quase dois anos. 

A lei determina o que pode e o que não pode ser construído na cidade e é uma pedra no sapato das construtoras. 

Bom, vocês já devem imaginar quem vai sair ganhando com essa revisão.
E nessa onda de solidariedade e amor à coisa pública, não podemos esquecer que Doria virou hoje um grande aliado de Michel Temer dentro do PSDB. 

O gestor, que não cansa de repetir que não é um político, mostra-se igualmente incansável na hora de demonstrar seu apoio a um governo cuja grande marca é a corrupção. João tem um coração que não cabe dentro dele. 
Além de ter doado um ar condicionado e dois quadros do Romero Britto para a prefeitura, doou também R$50 mil reais para seu grande amigo Rodrigo Rocha Loures (PMDB), o Homem da Mala. Esse é o novo jeito de fazer política do novo prefeito de São Paulo.

18 de junho de 2017 às 15:13

Novo procurador geral de Justiça do RN, Eudo Leite toma posse amanhã [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Será às 19 horas, no auditório da Escola de Governo, no Centro Administrativo, em Natal, a posse do  novo procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Estado.
O promotor de Justiça Eudo Rodrigues Leite, mais votado na lista tríplice do MP e referendado pelo governador Robinson Faria, substituirá o atual PGJ Rinaldo Reis no biênio 2017/2019.
A solenidade acontecerá durante sessão extraordinária e solene comandada por Rinaldo Reis.

Eudo é titular da 22ª promotoria de Justiça da comarca de Natal, com atribuições também na defesa do patrimônio público, assim como Rinaldo Reis.

18 de junho de 2017 às 13:33

A terra volta a tremer em João Câmara [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A terra voltou a tremer hoje no município de João Câmara, município do Rio Grande do Norte conhecido pelos grandes abalos sísmicos nos anos 80.

O tremor foi registrado pela estação sismológica do LabSis/UFRN às 8h33.

A estação RCBR de Riachuelo/RN, da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR), estimou em 2.1 na escala a magnitude do tremor deste domingo.
Os técnicos do LabSis ainda estão calculando a precisão do epicentro deste evento sismológico.

17 de junho de 2017 às 15:33

Em entrevista à Época Joesley Batista afirma que o presidente Michel Temer comanda organização criminosa na Câmara [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Época traz em sua edição de hoje uma entrevista com o Friboi Joesley Batista, que depois de enriquecer com dinheiro público, passar a taxar a classe política de bandida.
Mas tá valendo, e segue a entrevista com perguntas exclusivas após delação do Friboi.

Joesley Batista: “Temer é o chefe da quadrilha mais perigosa do Brasil”




Em entrevista exclusiva a ÉPOCA, o empresário diz que o presidente não tinha “cerimônia” para pedir dinheiro e que Eduardo Cunha cobrava propina em nome de Temer


DIEGO ESCOSTEGUY




Na manhã da quinta-feira, o empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F, recebeu ÉPOCA para conceder sua primeira entrevista exclusiva desde que fechou a mais pesada delação dos três anos de Lava Jato. 

Em mais de quatro horas de conversa, precedidas de semanas de intensa negociação, Joesley explicou minuciosamente, sempre fazendo referência aos documentos entregues à Procuradoria-Geral da República, como se tornou o maior comprador de políticos do Brasil. Discorreu sobre os motivos que o levaram a gravar o presidente Michel Temer e a se oferecer à PGR para flagrar crimes em andamento contra a Lava Jato. 

Atacou o presidente, a quem acusa, com casos e detalhes inéditos, de liderar “a maior e mais perigosa organização criminosa do Brasil” – e de usar a máquina do governo para retaliá-lo. Contou como o PT de Lula “institucionalizou” a corrupção no Brasil e de que modo o PSDB de Aécio Neves entrou em leilões para comprar partidos nas eleições de 2014. 

O empresário garante estar arrependido dos crimes que cometeu e se defendeu das acusações de que lucrou com a própria delação. 
Abaixo, uma versão abreviada da entrevista, levemente editada por razões de clareza.

ÉPOCA – A delação da JBS revelou que a corrupção no Brasil é ainda mais ampla do que se sabia, mesmo após três anos de Lava Jato. O Em mais de quatro horas de conversa, precedidas de semanas de intensa negociação, Joesley explicou minuciosamente, sempre fazendo referência aos documentos entregues à Procuradoria-Geral da República, como se tornou o maior comprador de políticos do Brasil. Discorreu sobre os motivos que o levaram a gravar o presidente Michel Temer e a se oferecer à PGR

Joesley Batista – Tudo a que estamos assistindo hoje se iniciou há dez, 15 anos. Começaram a surgir grupos, no Brasil, com divisão de tarefas: um chefe, um operador, um tesoureiro. São organizações criminosas. Existem para ganhar dinheiro cometendo crimes. Em cada estado – não todos – se criou um núcleo, nas estatais se criaram núcleos, nos fundos de pensão das estatais se criaram núcleos, nos ministérios de Brasília se criaram núcleos. Esses grupos foram se proliferando. A gente mostrou, na nossa colaboração, que, infelizmente, tivemos de nos relacionar, ao longo destes anos, com diversos desses núcleos – dessas organizações criminosas. E, para falar a verdade, até fazer a colaboração premiada, nós não tínhamos a consciência de que fazíamos parte de uma organização criminosa e tampouco de que lidávamos com organizações criminosas.


ÉPOCA – Era natural?

Joesley – Era a regra do jogo. E o mais importante: a corrupção está no andar de cima, nas autoridades, não está no andar de baixo. Ela está no poder, ao qual nós, brasileiros, estamos subordinados. Quando você se vê dentro de um ministério, tratando com um ministro, que é a sua autoridade, falando de dinheiro ilícito, você começa a achar normal. Com o tempo, você perde a referência do que é certo e do que é errado, do que é legal e do que é ilegal. O que aconteceu no Brasil foi a proliferação de organizações criminosas. No começo eram dezenas. Depois viraram centenas. Tem organizações criminosas pequenas, organizações criminosas médias e organizações criminosas grandes. Nós participamos e tivemos de financiar muitas delas. É isso que o Brasil está descobrindo hoje.


ÉPOCA – Quando esse processo começou?

Joesley – Foi no governo do PT para a frente. O Lula e o PT institucionalizaram a corrupção. Houve essa criação de núcleos, com divisão de tarefas entre os integrantes, em estados, ministérios, fundos de pensão, bancos, BNDES. O resultado é que hoje o Estado brasileiro está dominado por organizações criminosas. O modelo do PT foi reproduzido por outros partidos.

ÉPOCA – Quando o senhor conheceu Temer?

Joesley Batista – Conheci Temer através do ministro Wagner Rossi, em 2009, 2010. Logo no segundo encontro ele já me deu o celular dele. Daí em diante passamos a falar. Eu mandava mensagem para ele, ele mandava para mim. De 2010 em diante. Sempre tive relação direta. Fui várias vezes ao escritório da Praça Pan-Americana, fui várias vezes ao escritório no Itaim, fui várias vezes à casa dele em São Paulo, fui alguma vezes ao Jaburu, ele já esteve aqui em casa, ele foi ao meu casamento. Foi inaugurar a fábrica da Eldorado.

ÉPOCA – Qual, afinal, a natureza da relação do senhor com o presidente Temer?

Joesley – Nunca foi uma relação de amizade. Sempre foi uma relação institucional, de um empresário que precisava resolver problemas e via nele a condição de resolver problemas. Acho que ele me via como um empresário que poderia financiar as campanhas dele – e fazer esquemas que renderiam propina. Toda a vida tive total acesso a ele. Ele por vezes me ligava para conversar, me chamava, e eu ia lá.


ÉPOCA – Conversar sobre política?

Joesley – Ele sempre tinha um assunto específico. Nunca me chamou lá para bater papo. Sempre que me chamava, eu sabia que ele ia me pedir alguma coisa ou ele queria alguma informação.
ÉPOCA – Segundo a colaboração, Temer pediu dinheiro ao senhor já em 2010. É isso?

Joesley – Isso. Logo no início. Conheci Temer, e esse negócio de dinheiro para campanha aconteceu logo no iniciozinho. O Temer não tem muita cerimônia para tratar desse assunto. Não é um cara cerimonioso com dinheiro.


ÉPOCA – Ele sempre pediu sem algo em troca?

Joesley – Sempre estava ligado a alguma coisa ou a algum favor. Raras vezes não. Uma delas foi quando ele pediu os R$ 300 mil para fazer campanha na internet antes do impeachment, preocupado com a imagem dele. Fazia pequenos pedidos. Quando o Wagner saiu, Temer pediu um dinheiro para ele se manter. Também pediu para um tal de Milton Ortolon, que está lá na nossa colaboração. Um sujeito que é ligado a ele. Pediu para fazermos um mensalinho. Fizemos. Volta e meia fazia pedidos assim. Uma vez ele me chamou para apresentar o Yunes. Disse que o Yunes era amigo dele e para ver se dava para ajudar o Yunes.
ÉPOCA – E ajudou?

Joesley – Não chegamos a contratar. Teve uma vez também que ele me pediu para ver se eu pagava o aluguel do escritório dele na praça [Pan-Americana, em São Paulo]. Eu desconversei, fiz de conta que não entendi, não ouvi. Ele nunca mais me cobrou.


ÉPOCA – Ele explicava a razão desses pedidos? Por que o senhor deveria pagar?

Joesley – O Temer tem esse jeito calmo, esse jeito dócil de tratar e coisa. Não falava.


ÉPOCA – Ele não deu nenhuma razão?

Joesley – Não, não ele. Há políticos que acreditam que pelo simples fato do cargo que ele está ocupando já o habilita a você ficar devendo favores a ele. Já o habilita a pedir algo a você de maneira que seja quase uma obrigação você fazer. Temer é assim.


ÉPOCA – O empréstimo do jatinho da JBS ao presidente também ocorreu dessa maneira?

Joesley – Não lembro direito. Mas é dentro desse contexto: “Eu preciso viajar, você tem um avião, me empresta aí”. Acha que o cargo já o habilita. Sempre pedindo dinheiro. Pediu para o Chalita em 2012, pediu para o grupo dele em 2014.


ÉPOCA – Houve uma briga por dinheiro dentro do PMDB na campanha de 2014, segundo o lobista Ricardo Saud, que está na colaboração da JBS.

Joesley – Ricardinho falava direto com Temer, além de mim. O PT mandou dar um dinheiro para os senadores do PMDB. Acho que R$ 35 milhões. O Temer e o Eduardo descobriram e deu uma briga danada. Pediram R$ 15 milhões, o Temer reclamou conosco. Demos o dinheiro. Foi aí que Temer voltou à Presidência do PMDB, da qual ele havia se ausentado. O Eduardo também participou ativamente disso.
ÉPOCA – Como era a relação entre Temer e Eduardo Cunha?

Joesley – A pessoa a qual o Eduardo se referia como seu superior hierárquico sempre foi o Temer. Sempre falando em nome do Temer. Tudo que o Eduardo conseguia resolver sozinho, ele resolvia. Quando ficava difícil, levava para o Temer. Essa era a hierarquia. Funcionava assim: primeiro vinha o Lúcio [o operador Lúcio Funaro]. O que ele não conseguia resolver pedia para o Eduardo. Se o Eduardo não conseguia resolver, envolvia o Michel.


ÉPOCA – Segundo as provas da delação da JBS e de outras investigações, o senhor pagava constantemente tanto para Eduardo Cunha quanto para Lúcio Funaro, seja por acertos na Câmara, seja por acertos na Caixa, entre outros. Quem ficava com o dinheiro?

Joesley – Em grande parte do período que convivemos, meu acerto era direto com o Lúcio. Eu não sei como era o acerto do Lúcio do Eduardo, tampouco do Eduardo com o Michel. Eu não sei como era a distribuição entre eles. Eu evitava falar de dinheiro de um com o outro. Não sabia como era o acerto entre eles. Depois, comecei a tratar uns negócios direto com o Eduardo. Em 2015, quando ele assumiu a presidência da Câmara. Não sei também quanto desses acertos iam para o Michel. E com o Michel mesmo eu também tratei várias doações. Quando eu ia falar de esquema mais estrutural com Michel, ele sempre pedia para falar com o Eduardo. “Presidente, o negócio do Ministério da Agricultura, o negócio dos acertos…” Ele dizia: “Joesley, essa parte financeira toca com o Eduardo e se acerta com o Eduardo”. Ele se envolvia somente nos pequenos favores pessoais ou em disputas internas, como a de 2014.


ÉPOCA – O senhor realmente precisava tanto assim desse grupo de Eduardo Cunha, Lúcio Funaro e Temer?

Joesley – Eles foram crescendo no FI-FGTS, na Caixa, na Agricultura – todos órgãos onde tínhamos interesses. Eu morria de medo de eles encamparem o Ministério da Agricultura. Eu sabia que o achaque ia ser grande. Eles tentaram. Graças a Deus, mudou o governo e eles saíram. O mais relevante foi quando Eduardo tomou a Câmara. Aí virou CPI para cá, achaque para lá. Tinha de tudo. Eduardo sempre deixava claro que o fortalecimento dele era o fortalecimento do grupo da Câmara e do próprio Michel. Aquele grupo tem o estilo de entrar na sua vida sem ser convidado.


ÉPOCA – Pode dar um exemplo?

Joesley – O Eduardo, quando já era presidente da Câmara, um dia me disse assim: “Joesley, tão querendo abrir uma CPI contra a JBS para investigar o BNDES. É o seguinte: você me dá R$ 5 milhões que eu acabo com a CPI”. Falei: “Eduardo, pode abrir, não tem problema”. “Como não tem problema? Investigar o BNDES, vocês.” Falei: “Não, não tem problema”. “Você tá louco?” Depois de tanto insistir, ele virou bem sério: “É sério que não tem problema?”. Eu: “É sério”. Ele: “Não vai te prejudicar em nada?”. “Não, Eduardo.” Ele imediatamente falou assim: “Seu concorrente me paga R$ 5 milhões para abrir essa CPI. Se não vai te prejudicar, se não tem problema… Eu acho que eles me dão os R$ 5 milhões”. “Uai, Eduardo, vai sua consciência. Faz o que você achar melhor.” Esse é o Eduardo. Não paguei e não abriu. Não sei se ele foi atrás. Esse é o exemplo mais bem-acabado da lógica dessa Orcrim.
ÉPOCA – Algum outro?

Joesley – Lúcio fazia a mesma coisa. Virava para mim e dizia: “Tem um requerimento numa CPI para te convocar. Me dá R$ 1 milhão que eu barro”. Mas a gente ia ver e descobria que era algum deputado a mando dele que estava fazendo. É uma coisa de louco.


ÉPOCA – O senhor não pagou?

Joesley – Nesse tipo de coisa, não. Tinha alguns limites. Tinha que tomar cuidado. Essa é a maior e mais perigosa organização criminosa deste país. Liderada pelo presidente.


ÉPOCA – O chefe é o presidente Temer?

Joesley – O Temer é o chefe da Orcrim da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique, Padilha e Moreira. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles. Nunca tive coragem de brigar com eles. Por outro lado, se você baixar a guarda, eles não têm limites. Então meu convívio com eles foi sempre mantendo à meia distância: nem deixando eles aproximarem demais nem deixando eles longe demais. Para não armar alguma coisa contra mim. A realidade é que esse grupo é o de mais difícil convívio que já tive na minha vida. Daquele sujeito que nunca tive coragem de romper, mas também morria de medo de me abraçar com ele.

17 de junho de 2017 às 9:42

Políticos e instituições lamentam morte da ex-governadora do RN [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Impossível publicar todas as notas emitidas pela morte da ex-governadora Wilma de Faria.

Mas o Blog registra as notas enviadas por email pelo governador Robinson Faria, vice Fábio Dantas, o prefeito de Natal, Carlos Eduardo, e o vice Álvaro Dias, os presidentes da Assembleia e da Câmara, Ezequiel Ferreira de Souza e Raniere Barbosa, os senadores José Agripino Maia, Garibaldi Filho e Fátima Bezerra….

 

Prefeitos…de Extremoz, Joaz Oliveira; de Campo Redondo, Alessandru Alves; de Parnamirim Rosano Taveira; de Galinhos, Fábio Rodrigues; de Tibau do Sul, Antônio Modesto; de São Gonçalo do Amarante, Paulinho; de Currais Novos, Odon Jr…

 

Vereadores Raniere Barbosa, Júlia Arruda, Sandra Rosado (Mossoró), Ney Lopes Jr; Eleika Bezerra…

 

Deputados Ezequiel Ferreira de Souza; Jacó Jácome, Walter Alves, Carlos Augusto Maia, Nelter Queiroz, Dison Lisboa; Zenaide Maia; José Adécio; Rogério Marinho; Vivaldo Costa; Tomba Farias; George Soares…

 

Da Defensoria Pública, Arquidiocese de Natal, PEN, Câmara Municipal de Natal, Câmara Municipal de Mossoró, OAB-RN; Fecomercio; PT: Tribunal de Justiça; UERN; PHS; ABAV-RN; UFRN; Fecam; Femurn; PSDB; Adepol; Secovi-RN; PSB/Natal…

17 de junho de 2017 às 9:09

Wilma com W, Vilma com V: inconfundível e incomparável [4] Comentários | Deixe seu comentário.

Wilma cheirava a povo.

De tudo o que a política oferece, era do povo que ela mais gostava.

Além da mãe, Dona Sally, que se foi há 4 anos, era o povo que Wilma consultava antes de tomar decisões.

Era no meio do povo que ela sentia a temperatura de cada eleição; que ela sentia o tamanho do passo que poderia dar.

Era também no meio do povo que ela sentia – apesar de não expressar – a intensidade do seu erro.

Porque a política que muito acertou, também teve suas apostas erradas.

E foi no meio do povo que ela sentiu a verdade no coração de quem lhe abraçava já doente, magrinha, com as defesas baixas e proibida pelos médicos de fazer o que ela estava fazendo.

O abraço do povo era um bálsamo.

Um remédio que a medicina ainda não conseguiu produzir.

 

A Guerreira era inconfundível.

Como será incomparável.

 

Ninguém na política do Rio Grande do Norte terá em seu currículo, 3 mandatos de prefeito de Natal mais dois de governador, mais um de deputado federal Constituinte, um de vice-prefeito da capital e uma vitória de vereador.

 

Ninguém na história política do Rio Grande do Norte tem nem terá o título de Guerreira por ter sido a guerreira que ela sempre foi.

 

Wilma fechou um ciclo num momento em que a política também fecha o seu ciclo.

Os dias de hoje, como a gente costuma se referir ao atual momento, não permitem mais tamanha ousadia.

Ninguém mais chegará ao que Wilma chegou.

Ela foi única e nesse quesito, de carisma, poder, interação com o povo e tamanho de currículo, ninguém a substituirá.

 

No dia de sua despedida, era cedo quando o vendedor de milho da Praça 7 de Setembro se aproximava do Palácio da Cultura, com lágrimas nos olhos, querendo saber a hora que o corpo, que até aquele momento seria velado ali, chegaria.

 

 

 

No velório para família, logo cedo, era com a marca de campanha da Guerreira na mão, o 40, que o eleitor silencioso fazia sua despedida.

 


 

Na Catedral, eram as pessoas simples – o povo de Wilma – que fazia questão de passar por perto do caixão com lágrimas nos olhos.

Pessoas simples e gratas.

Gratas pelos serviços que receberam em Natal, da Wilma prefeita, e em todo o Rio Grande do Norte, da Wilma governadora.

 

Gratas por terem se sentido importantes diante da Guerreira que tinha cheiro de povo.

Era esse povo que chorava de verdade a partida de Wilma.

De Wilma com W em sua certidão de nascimento.

De Vilma com V, “porque Guerreira se escreve com V”, nos dedos e no coração de quem lhe queria o maior bem do mundo.

17 de junho de 2017 às 8:38

A despedida do povo e de todas as cores partidárias [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O governador Robinson Faria, o prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves, os presidentes da Assembleia e da Câmara, Ezequiel Ferreira de Souza e Raniere Barbosa, deputados, ex-deputados, prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, senadores, políticos, ex-políticos…o povo…

Todos os partidos unidos nas despedidas à mulher que teve a trajetória mais respeitada da história política do Rio Grande do Norte

Foi assim o velório da ex-governadora Wilma de Faria, que lotou a Catedral Metropolitana durante toda a sexta-feira, antes do corpo seguir em carro aberto até o cemitério Morada da Paz, sempre recebendo o adeus e a homenagem da população.

A missa de corpo presente foi celebrada pelo arcebispo Dom Jaime Vieira da Rocha.

 

Fotos Marlio Forte








A saída da Catedral em carro aberto do Corpo de Bombeiros


No percurso até o cemitério, a homenagem de quem lhe queria bem.

17 de junho de 2017 às 8:37

O adeus do ex-marido Lavoisier Maia [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Ex-marido de Wilma de Faria, responsável pela entrada dela na política, o ex-governador, ex-senador, ex-deputado federal e estadual, Lavoisier Maia foi se despedir, não só da Wilma Guerreira, da Wilma política, da Wilma querida pelo povo.

Lavô, que visitou Wilma no hospital nos seus últimos dias de vida, foi se despedir da mãe de seus filhos.
Ao lado da mulher Terezinha, foi levar seu adeus.

17 de junho de 2017 às 7:44

Filho de Eduardo Campos no velório de Wilma [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Filho do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, aliado de Wilma de Faria no PSB, João Henrique Campos marcou presença no velório da ex-governadora do Rio Grande do Norte.
João, considerado o herdeiro político de Eduardo, representou a família e disse que retribuía o carinho de Wilma à família de Miguel Arraes.
Também retribuir o carinho dos potiguares pelo seu pai, que morreu num acidente aéreo em plena campanha pela presidência do Brasil.

17 de junho de 2017 às 7:38

Robinson homenageia Wilma durante evento em Serra Caiada [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Em Serra Caiada, onde ao lado da secretária de Assistência Social, Julianne Faria, levou o programa Vila Cidadã, o governador Robinson Faria fez uma homenagem à ex-governadora Wilma de Faria.

16 de junho de 2017 às 16:39

Morre de acidente em Aracaju a cantora da banda Cavaleiros do Forró [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do G1
Cantora de Forró Eliza Clivia e o marido morrem em acidente de carro no Centro de Aracaju, diz produtor
Eles estavam na capital sergipana para participar de um show

No início da tarde desta sexta-feira (16) a cantora paraibana Eliza Clivia, 36 anos, ex-vocalista da Banda Cavaleiros do Forró , e o marido o baterista Sérgio Ramos morreram em um acidente de trânsito no Centro de Aracaju, segundo o produtor da cantora Jailson Souza.
A cantora, que iniciou a carreira solo há quatro meses, estava em Aracaju para a realização de entrevistas e de um show, que seria realizado na noite desta sexta-feira (16).
De acordo com Souza , ela e o marido estavam em um veículo que colidiu com um ônibus nas esquinas das ruas Aruá e Maruim, quando retornavam de uma entrevista. Além do casal, outras três pessoas da equipe estavam no carro foram socorridas, com ferimentos leves, e encaminhadas a um hospital de Aracaju. E segundo a polícia, elas foram identificadas como: Cleberton José dos Santos, João Paulo Tavares da Silva e Paulo Texeira de Carvalho.
O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para buscar os corpos.

16 de junho de 2017 às 12:16

O velório de Wilma nas fotos de Marlio Forte [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Das lentes de Márlio Forte, o velório da ex-governadora Wilma de Faria, que acontece até o começo da noite na Caredral Metropolitana de Natal.

Companheiras da ex-governadora por anos e anos, Elma Melo e Albanira Cabral

Mulher do ex-deputado Henrique Alves, preso há mais de uma semana, Laurita Arruds foi se despedir de Wilma e levou uma coroa de flores em nome do marido.

Senadora que derrotou Wilma em 2014, mas que foi aliada em outras eleições, Fátima Bezerra foi ao velório.