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      24
      ago

      OAB/SP cassa registro de José Dirceu

      24 de agosto de 2015 às 21:40 — Comente aqui

      O Tribunal de Ética da OAB de São Paulo cassou, por 78 votos a 2, o registro de advogado do ex-ministro José Dirceu. O relator do processo Carlos Kauffmann justificou que o petista não tem “idoneidade moral” para exercer a advocacia. 

      O ainda advogado tem prazo de 15 dias para recorrer à OAB nacional. O ex-ministro está preso no Paraná, sob acusação de envolvimento na Lava Jato.

      José Dirceu foi condenado por envolvimento no processo do mensalão.

      • Proviagens 80 dias

      Do senador José Agripino Maia sobre  o possível corte de 10 ministérios do governo Dilma Rousseff:

      “O problema deste governo é que ele não age por convicção, só age sob pressão. Dez ministérios a menos dariam credibilidade a Dilma se ela tivesse tomado esta atitude antes de assumir a Presidência. A medida agora, que se adotada será bem-vinda, não dará ‘selo de qualidade’ ao governo, até porque o que é feito sob pressão não recupera credibilidade”.

      Foto Mariana Di Pietro

        

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      24
      ago

      Ficha do governo só caiu agora

      24 de agosto de 2015 às 21:20 — Comente aqui

      Ai Jesus…

      Da Folha Online:

      Governo demorou para perceber gravidade da crise, diz Dilma

      NATUZA NERY

      A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (24) que o governo errou ao só perceber que a crise econômica era muito maior do que se esperava entre os meses de novembro e dezembro do ano passado –depois que já havia sido reeleita.

      Em entrevista à Folha e a outros dois jornais, Dilma afirmou que a reforma administrativa anunciada pelo Palácio do Planalto vai cortar, além de dez ministérios, 1.000 dos cerca de 22,5 mil cargos de confiança existentes hoje.

      A presidente reconhece que as mudanças vão trazer alguma dificuldade política, mas afirmou que é necessário fazê-las. Ninguém, porém, será preservado dos cortes, nem mesmo seu partido, o PT.

      “Vamos passar todos os ministérios a limpo”, disse ela.

      Dilma fez um forte desagravo a dois de seus principais aliados políticos: o vice-presidente Michel Temer (PMDB), que devolveu parte da articulação política à presidente, e ao ex-presidente Lula.

      Questionada sobre a frase dada pelo vice de que era preciso “alguém” para reunificar o país, a petista afirmou haver muita “intriga” no ar. “Não acho que o Temer falou com a intenção que atribuíram a ele. Ele é de extrema lealdade comigo”, defendeu. “A primeira fase da articulação política (com a aprovação do ajuste fiscal) é um sucesso.”

      Sobre Lula, disse não achar “correto atitudes de tentar diminuí-lo”, de tentar “envolvê-lo. “Passam de todos os limites”, disse ela, referindo-se à bomba lançada contra o Instituto Lula e ao boneco do presidente lançado durante as manifestações de 16 de agosto com roupa de presidiário.

      Para a petista, atos de intolerância são inadmissíveis e “fascistas”.

      Dilma Rousseff afirmou, ainda, que ninguém pode interromper o processo da Lava Jato, mas defendeu que, quanto mais rápidas e efetivas forem as investigações, melhor.

      LEVY

      A presidente mostrou-se chocada com os rumores espalhados no mercado financeiro nesta segunda de que seu ministro da Fazenda, Joaquim Levy, estaria de saída do cargo pelo fato de ter viajado para os Estados Unidos inicialmente sem compromissos oficiais.

      “Isso é mentira. Ele foi ver a menina dele (filha), que vai morar na China.”

      • Loja D`Ámis

      O senador Fernando Collor continua atirando na testa do procurador geral da República, Rodrigo Janot, que acabou de lhe denunciar por envolvimento na Lava Jato.

      Do G1

      Na tribuna do Senado, Collor chama Janot de ‘figura tosca’ e ‘fascista’

      Senador foi denunciado na Lava Jato por procurador-geral na última quinta. G1 aguarda resposta da PGR para saber se Janot irá se manifestar

      Por Laís Alegretti

      Do G1, em Brasília

      O senador e ex-presidente da República, Fernando Collor de Melo (PTB-AL), subiu nesta segunda-feira (24) à tribuna do Senado para criticar a atuação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, na condução das investigações contra políticos na Operação Lava Jato.

      Na última quinta (20), Collor e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), foram denunciados por Janot por suposto envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras investigado na operação. O procurador-geral pediu a condenação dos dois sob a acusação de terem cometidos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

      As investigações apontam que Collor recebeu, entre 2010 e 2014, R$ 26 milhões como pagamento de propina por contratos firmados pela BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras – ele nega. O discurso desta segunda foi a primeira declaração pública de Collor desde que a denúncia contra ele foi apresentada.

      Durante discurso no Senado, Collor chamou Janot de “figura tosca” e o acusou de “arbitrariedade” na denúncia apresentada. O senador voltou a reclamar por não ter sido ouvido pelos investigadores antes de a denúncia ser entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF).

      Collor também chamou Janot de “sujeitinho à toa” e disse que o procurador-geral é um “fascista da pior extração”.

      O G1 procurou a assessoria de imprensa da Procuradoria Geral da República e ainda aguarda resposta para saber se Janot irá se manifestar sobre as declarações de Collor.

      “Há meses venho denunciando o perfil dessa figura tosca de Janot. A começar pelos sucessivos vazamentos de informação que correm em segredo de Justiça. [...] Até hoje sequer fui ouvido para esclarecer mentiras e embustes politicamente arquitetados pelo senhor Janot. Meu depoimento foi marcado e por duas vezes desmarcado, na véspera dos mesmos”, disse Collor.

      “Não poderia deixar de trazer essa incoerência e arbitrariedade do procurador-geral da República. [...] Depois de tanto arbítrio, onde foi parar o direito de ampla defesa? Onde foi parar o contraditório? E a presunção de inocência?”, questionou o senador.

      Esta não foi a primeira vez que Collor utilizou a tribuna do Senado para criticar Janot. Neste mês, o senador havia utilizado um palavrão para xingar o procurador-geral.

      Nesta segunda, Collor transmitiu no plenário um vídeo, de cerca de 2 minutos, que, segundo ele, é do momento em que autoridades dizem cumprir mandado de busca e apreensão em seu apartamento funcional.

      Durante as investigações, a Polícia Federal, autorizada pelo STF, cumpriu mandados de busca e apreensão nos imóveis de Collor durante a Operação Politeia, deflagrada em julho na Lava Jato, alegando que era para evitar a destruição de provas. Collor classificou a medida como “invasiva e arbitrária”.

      Segundo Collor, as autoridades se recusaram a mostrar o mandado de busca e apreensão e trancaram a porta do apartamento depois de o terem arrombado. “Não me chegou às mãos o mandado de busca e apreensão”, disse, no plenário.

      “Se assim agem em relação a um representante da população, nas dependências do Senado da República, imaginem o que não fizeram nas minhas outras residências a mando do senhor Janot? Mas tudo bem, vamos em frente”, afirmou Collor, depois de criticar a ação da Polícia Federal e da PGR.

      Na ocasião, a Procuradoria Geral da República negou em nota ter havido qualquer tipo de irregularidade da Polícia Federal no cumprimento de mandado de busca e apreensão na casa de Collor. A PGR afirmou ainda que os imóveis funcionais não fazem parte do prédio do Senado, cujas dependências são de livre acesso público.

      Collor encerrou seu discurso com uma citação do filósofo grego Plutarco: “Nada revela mais o caráter de um homem do que seu modo de se comportar quando detém um poder e uma autoridade sobre os outros: essas duas prerrogativas despertam toda paixão e revelam todo vício”.

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      24
      ago

      Uma decisão bem atrasada do governo, mas, como nunca é tarde para ser feliz…

      Do G1 Brasília

      Nelson Barbosa anuncia que governo estuda cortar 10 dos 39 ministérios

      Ministro do Planejamento fez anúncio após reunião de coordenação política. Segundo ele, Executivo prepara reforma administrativa com cinco eixos

      O ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, anunciou nesta segunda-feira (24), em uma entrevista coletiva no Palácio do Planalto, que o governo federal avalia fazer uma reforma administrativa que deverá cortar 10 dos atuais 39 ministérios. Além do enxugamento das pastas, destacou Barbosa, o Executivo federal pretende fazer uma “racionalização da máquina pública”, com redução de secretarias e até integração de órgãos públicos.

      A reforma administrativa, relatou o ministro, está sendo coordenada pessoalmente pela presidente Dilma Rousseff. Segundo Barbosa, a proposta será “construída” com cada ministério até o final de setembro.

      O assunto foi debatido nesta segunda-feira na reunião de coordenação política do Palácio do Planalto, que contou com a presença de Dilma e de ministros do núcleo político do governo.

      “Essa reforma administrativa, em linhas gerais, seguirá cinco diretrizes: a primeira é uma redução no número de ministérios. Uma redução de 10 ministérios, como referência. Estamos trabalhando com a meta de reduzir o número de ministérios em 10″, informou Barbosa na entrevista coletiva concedida ao lado do ministro das Cidades, Gilberto Kassab.

      5 DIRETRIZES DA REFORMA

      1. Cortar o número de ministérios

      2. Reduzir o número de secretarias e órgãos dentro dos ministérios, às vezes fundindo um no outro

      3. Reduzir gastos de manutenção

      4. Cortar cargos comissionados

      5. Vender imóveis da União que sejam considerados desncessários

      Além da redução de ministérios e secretarias, disse Barbosa, o governo pretende enxugar o número de cargos comissionados no Executivo, que, atualmente, gira em torno de 22 mil pessoas.

      O ministro ressaltou que, até o momento, não há uma meta definida de redução do número de cargos comissionados. Conforme ele, o tamanho do corte será decidido após um debate com cada um dos ministros.

      Despesas de custeio e imóveis da União

      Outra diretriz da reforma administrativa, segundo Barbosa, é intensificar ações de redução de despesas de custeio, como contas de água e luz do governo. Ele disse que os ministérios já trabalham para reduzir os gastos de manutenção, e a ideia é ampliar a iniciativa.

      O ministro disse, por exemplo, que os ministérios devem negociar novos contratos de prestação de serviços, como transporte de funcionários, para economizar.

      Barbosa informou ainda que uma das diretrizes é o aperfeiçoamento na gestão do patrimônio da União. Segundo ele, imóveis da União que não sejam mais “necessários” podem ser vendidos.

      “Vamos lançar um programa que vai fazer a venda desses imóveis e racionalizar a venda desses imóveis onde isso for possível”, afirmou.

      Ele também disse que podem ser vendidos os terrenos que são direitos de domínio da União. 

      “Também estamos trabalhando junto com os demais ministérios para promover um programa de regularização do pagamento desses direitos da União e a oferta para as pessoas que estão nesses terrenos mediante um pagamento antecipado”, afirmou o ministro.  

      Valores

      Na entrevista coletiva, Barbosa foi questionado sobre o valor que o governo avalia economizar com as medidas da reforma administrativa. O ministro disse que ainda não há uma estimativa, mas que o maior ganho, na opinião dele, será em “produtividade” (veja no vídeo).

      “Dentro do processo teremos um valor que se pode atingir, no curto prazo, mas no momento a melhor economia é aumentar a produtividade. A gente espera aumentar a produtividade no governo. Assim como achamos que é vital aumentar a produtividade no setor privado, também é no governo. Com certeza, teremos um valor estimado de ganho de eficiência e de ganho monetário”, disse Barbosa.

      • Reviver

      O prefeito de Macau, Kerginaldo Pinto, pediu hoje à Caern,,através de ofício entregue em mãos ao diretor presidente Marcelo Toscano, a suspensão do pagamento pelo serviço de abastecimento ao município no mês de agosto.
      Durante o encontro na sede da empresa, o prefeito sugeriu, caso não seja possível a suspensão, pelo menos a redução da tarifa mínima. 

      No documento apresentado a Toscano, o prefeito alegou a interrupção por mais dez dias no abastecimento, além da qualidade duvidosa da água para consumo.

      “Pedimos que a Caern avalie e implemente, tanto para as contas atuais quanto para as contas futuras, cobrança diferenciada de água e esgoto, haja visto que o serviço notoriamente prestado foi prejudicado, com constantes e seguidas interrupções no abastecimento, inclusive por um longo período, sem esquecer que a qualidade da água que se mostrou, e ainda apresenta, de forma cristalina, notórias dúvidas quanto ao comprometimento para fins de consumo humano”, alegou o prefeito no ofício também protocolado na presidência companhia.        

      Toscano disse que vai acionar a área técnica da Caern para avaliar o caso com urgência, e ficou de dar uma resposta até amanhã, quando deverá ir a Macau. 

      “A Caern está acompanhando todo esse quadro crítico de perto. Estamos, inclusive, estudando alternativas de abastecimento de água, diante das previsões nada otimistas de chuvas e do cenário da bacia hídrica do Vale do Açu”, disse o presidente da Caern.

      Para o prefeito, a falta de água prejudicou, além da população, os serviços de hospitais, delegacias, escolas e estabelecimentos comerciais.

        

      • Parnamirim  Crescendo com agente

      Natal vai sediar, nos dias 17 e 18 de setembro, encontro da Associação Nacional dos Servidores do Ministério Público (ANSEMP) para discutir o tema ‘Assédio Moral no Ministério Público: Mecanismos de prevenção e repressão’.A programação começará com palestra do procurador regional do Trabalho, Tiago de Medeiros Neto. 

      O evento organizado em Natal pelo Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Rio Grande do Norte (Sindsemp), será realizado no auditório da Assembleia Legislativa.

      “O evento será de muita importância por aglutinar várias entidades na discussão de avanços para a classe de servidores dos MP’s. Também pela fundação da Federação do Nordeste dos Servidores dos Ministérios Públicos Estaduais, onde nossa candidatura está posta para iniciar tão importante entidade a nível regional e nacional”, afirmou Aldo Clemente Filho, presidente do Sindicato dos Servidores do Ministério Público do Rio Grande do Norte (Sindsemp).

      Segunda-feira começa com via da BR-101, no sentido Natal-João Pessoa, interditado.

      Mais uma vez o movimento sem terra atrapalha a vida de quem precisa viajar.

        

      • DNA Center

      O PV do Rio Grande do Norte empossou presidentes de dois diretórios municiais no sábado.

      Em Mossoró, tomou posse o presidente João Gentil, em convenção realizada na Câmara, com presença do prefeito Francisco José Júnior.

      O prefeito de Mossoró pediu o apoio dos Verdes para o projeto de administrar Mossoró, e consequentemente, apoiar a reeleição no próximo ano.

      Em Assu, Walklebia Silva assumiu o comando Verde, também na Câmara.

      E na sexta-feira, o presidente do PV/RN, Rivaldo Fernandes, participou do encontro do PV em Palmas, na Assembleia Legislativa do Tocantins.

      Encontro comandado pelo presidente nacional da legenda, José Luiz Penna, com presença do deputado Sarney Filho.

        

      Já está mais do que na hora da empresa Azul Linhas Aéreas, que comprou a portuguesa TAP, e vendeu 5% da companhia à americana United Airlines, recebendo pelo negócio, 100 milhões de dólares, tirar de circulação os aviõezinhos inseguros que operam nos trechos entre Natal e Recife, e Recife e Maceió ou Aracaju.

        
      As aeronaves, tipo ATR, tem deixado muita gente na mão.

      Na terça-feira passada, quando passageiros chegaram ao aeroporto de Natal para embarcar para Recife, a empresa simplesmente avisou que o voo havia sido cancelado e acomodou todos…em um ônibus. 

      Na sexta-feira foi a vez de cancelar um voo entre Recife e Aracaju.

      Ontem, passageiros chegaram à tarde parar embarcar às 17h50 em Aracaju, mas não conseguiram.

      Na hora marcada, lá estava o avião na pista, porém, sem dar sinais de que iria voar.

      Pelo serviço de som do aeroporto, foi informado que em 15 minutos se daria uma posição.

      Quando passageiros – me incluindo aí – foram perguntar o que havia acontecido, já que a aeronave estava na pista, foram informados que a mesma passava por uma “manutenção não programada”. Ou seja, estava quebrada, mas que mecânicos estavam tentando consertá-la.

      Passageiros – 21 teriam Natal como destino – começaram a pressionar a Azul para que cancelasse o voo, pois depois do histórico da semana, ninguém queria mais entrar no ATR da empresa.

      Duas horas depois, e muitos testes que fizeram os mecânicos acelerarem os motores, deslocarem o avião pra frente e pra trás, a empresa anunciou o cancelamento do voo.

      E quem pensava em chegar em Natal ontem, só vai sair de Aracaju hoje à tarde, e em outra empresa.

      E aí estudantes perdem aula, professores também, servidores públicos um dia de trabalho, juiz criminal perde audiências marcadas…

      Detalhe: o cancelamento foi o segundo do domingo.

      É que um voo das 11h20 também havia sido cancelado.

      E o das 11h20 de hoje, segunda-feira, saiu do sistema ontem pouco depois do cancelamento do voo das 17h50.

      Então, se os passageiros já constataram a insegurança de voar nos ATR da Azul, já está mais do que na hora da Azul tirar os ATR de circulação.

      Sob risco de jogar no lixo tudo o que investiu na compra da TAP e o que ganhou na parceria com a United Airlines.

      Porque do jeito que vai, a Azul pode virar hashtag: #Azulnuncamais

      A presidente Dilma Rousseff já definiu: noite de domingo tem expediente.

      Do G1

      Presidente Dilma reúne ministros no Palácio da Alvorada

      Ministros Aloizio Mercadante e Nelson Barbosa estiveram com Dilma. Até o fim deste mês, governo tem de enviar proposta de orçamento de 2016


      A presidente Dilma Rousseff se reuniu, neste domingo (23), com os ministros do Planejamento, Nelson Barbosa, e com o titular da Casa Civil, Aloizio Mercadante, no Palácio da Alvorada, em Brasília. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, está em Washington (Estados Unidos) em agenda particular.

      A reunião com os dois ministros, que fazem parte da junta de execução orçamentária, aconteceu em uma semana que o governo tem de fechar a proposta de orçamento de 2016 – que tem de ser enviada ao Congresso Nacional até 31 de agosto. Também participaram encontro o secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Saintive, o chefe da Receita Federal, Jorge Rachid, e o secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Dyogo de Oliveira, entre outros. Ao fim da reunião, as autoridades não falaram com a imprensa.

      A peça orçamentária do ano que vem terá de trazer a proposta do governo para o valor do salário mínimo, para o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) e mais detalhes de como o governo pretende atingir a meta de superávit primário (economia para pagar juros da dívida pública) de 0,7% do PIB para todo o setor público – governo, estados, municípios e empresas estatais.

      Produto Interno Bruto

      A última previsão do governo para o PIB do ano que vem foi de um crescimento de 1%. Este valor foi divulgado no fim de maio deste ano, quando o ministro Nelson Barbosa participou de audiência pública no Congresso Nacional. O mercado financeiro, porém, já estima uma contração de 0,15% para o PIB de 2016.

      Se mantiver a orientação de seguir os parâmetros do mercado financeiro, como fez nos últimos relatórios do orçamento, o governo terá de revisar para baixo a estimativa para o PIB de 2016 – baixando também a disponibilidade de receitas e, consequentemente, a previsão para gastos públicos.

      Salário mínimo

      Para o salário mínimo, a previsão do governo estava, em maio, em R$ 855 para o ano que vem, o que representaria um aumento de R$ 67. Este valor poderá ser novamente ajustado, com base na fórmula em vigor para a correção do salário mínimo. Atualmente, o mínimo, que serve de referência para mais 46 milhões de pessoas no Brasil, está em R$ 788.

      A correção do salário mínimo é definida pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), índice de inflação calculado pelo IBGE, do ano anterior ao reajuste, somada ao aumento do PIB de dois anos antes, o que proporciona ganhos reais – acima da inflação – para os assalariados, mas somente se o PIB tiver crescimento. Essa fórmula vale até 2019.

      Superávit primário

      Por fim, com base nas novas estimativas de crescimento, inflação e comportamento do câmbio, o governo terá de reestimar as receitas e despesas previstas no orçamento do ano que vem – qme relação aos valores previstos em abril deste ano. O objetivo da equipe econômica é alcançar uma meta de superávit primário de 0,7% do PIB no ano que vem.

      As metas fiscais são acompanhadas com atenção pelas agências de classificação de risco, juntamente com outros indicadores das contas públicas e das contas externas brasileiras, para dar notas sobre as condições de solvência (capacidade de pagamento) da dívida brasileira. A equipe econômica trabalha para manter o Brasil no chamado “investment grade” – uma recomendação para investimentos.

      • Proviagens 80 dias

      O desembargador Virgílio Macedo Júnior julgou procedente habeas corpus pedido pelo advogado Flaviano da Gama, e determinou a soltura da procuradora da Assembleia, Rita das Mercês e da sua assessora, Ana Paula Moura.
      O julgamento estava sendo aguardado desde a tarde de ontem.

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      Da Veja:

      Jarbas: Se Dilma não renunciar, impeachment é inevitável

      Uma das vozes mais combatidas dentro do PMDB, Jarbas Vasconcelos cobra o afastamento da presidente para o país retomar a economia e respirar melhor’

      Por Marcela Mattos, de Brasília
        
      Em cinco meses, o governo da presidente Dilma Rousseff já enfrentou três grandes manifestações que emparedaram a gestão petista. Sem nenhuma sinalização do arrefecimento da insatisfação popular, com outra marcha nacional agendada para setembro, o Palácio do Planalto continua sem uma agenda que recupere a popularidade da presidente ou tire a economia da recessão. No cenário político, aliados tentam se descolar do governo para não serem tragados para a turbulência. E a Operação Lava Jato chega cada vez mais perto do alto escalão. Esse panorama, na avaliação do deputado Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), antecede uma pressão popular e tornará a gestão de Dilma insustentável. “Ela deve sair pelo caos que o país está, e foi ela que o levou. O país ainda não chegou ao fundo do poço, mas vai chegar”, afirma o ex-governador de Pernambuco. “Quer queira ou não, o impeachment virá, embora eu ache que seja um processo explosivo e traumático”, diz. O peemedebista também não poupa os presidentes da Câmara e do Senado, seus correligionários Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e Renan Calheiros (PMDB-AL). Para ele, Cunha deve ser afastado imediatamente do posto. 

      Leia a entrevista ao site de VEJA:
      Em meio a crise do governo, o presidente do Senado se destacou como um dos principais fiadores do governo. Essa parceria é duradoura? 

      O Renan, até bem pouco tempo, era talvez o mais contundente político contra o governo. Ele devolveu a medida provisória da reoneração da folha e se posicionou várias vezes contrário ao ajuste fiscal no aspecto de que poderia provocar desemprego. E depois fez essa travessia, que está muito marcada por interrogações. No fundo, do jeito que ele fez uma travessia, ele faz outra. Não existe problema em relação a isso. O problema maior hoje está dentro da Câmara.
      Por quê? 

      Porque nós temos uma pessoa altamente comprometida com a corrupção, com a lavagem de dinheiro e a formação de quadrilha. Com Eduardo Cunha, a gente teve um primeiro semestre muito medíocre. A Câmara realmente trabalha muito, mas de forma desordenada e precária. Votou coisas importantes como terceirização, maioridade penal e reforma política às pressas. Além disso, conduziu de forma autoritária, buscando muitas vezes um caminho falsamente ético e moral para se votar as coisas. E no final do semestre fez aquele rompimento destrambelhado com a presidente, que já está com menos de 10% de aprovação, como se ser presidente da Câmara e oposição a Dilma pudesse se compatibilizar. E agora foi pego na denúncia. Uma pessoa dessa não tem a menor condição moral e ética para conduzir a Câmara. Há outros deputados que respondem a inquérito e são réus, mas nenhum deles está presidindo a Casa. É incompatível com a função.
      Sobre essa relação de Cunha com a corrupção, o senhor refere-se exclusivamente à denúncia do MP ou isso é tratado internamente? 

      Eu sabia que ele era lobista, que tinha envolvimento com algumas coisas, mas não desse nível que está começando a se desnudar através da denúncia do Ministério Público. Ele distribuiu uma nota em que tenta imputar o governo de articular contra ele. Isso é uma história de carochinha. Que condições tem Dilma, lá embaixo, quase no fundo do poço, de comandar qualquer coisa?
      O senhor acha que já há condições para o impeachment de Dilma? 

      Eu acho que a gente deveria evitar o impeachment, que é uma coisa traumática. Ela deve sair pelo caos que o país está, e foi ela que o levou. O país ainda não chegou ao fundo do poço, mas vai chegar. E vai chegar porque os pressupostos da economia estão todos desajustados, com perspectiva de inflação alta, desemprego e redução de salários. E haverá um aperto geral que vai ser maior ainda. Então isso tudo leva a um caminho para a gente forçá-la a renunciar. A Dilma não tem formação para isso, foi guerrilheira e não quer abrir mão. Mas ela vai chegar a um ponto de pressão popular e de dentro do próprio governo que não vai ter saída. E o Cunha não pode nunca presidir esse impeachment, até porque ele é suspeito em relação a ela, já que assumiu uma bandeira de oposição e está envolvido em corrupção. O lugar de se explicar sobre isso não é da tribuna da Câmara. É no tribunal.
      Mas a crise acaba com a renúncia? 

      O Brasil vai passar por um processo de ajustamento, com a retomada da economia, o país respirando melhor e um apelo para que a Lava Jato chegue ao término. Tudo isso pode acontecer com a saída dela. O caminho será institucional e tem de ser com Michel Temer. E, se ela não renunciar, o impeachment é inevitável. Ele vem quer queira ou não, embora eu ache que seja um processo explosivo e traumático.
      Com qual embasamento? 

      Com o embasamento legal que vai aparecer com o Tribunal de Contas da União e com a Lava Jato. A Camargo Corrêa fez um entendimento para denunciar as coisas. Como isso pode não bater no Planalto? Temos de aguardar a Lava Jato ser concluída, ainda tem muita coisa pela frente.
      E qual o posicionamento do Temer sobre essa proposta? 

      Eu não cheguei a aprofundar a conversa com o Temer sobre isso. Ele me disse que o compromisso com a Dilma era com o ajuste fiscal. Isso já está encerrando. Então, na minha opinião, o Temer tem de ter um papel de equilíbrio, saber do papel que ele tem a cumprir, que pode ser chamado a fazer uma travessia mais longa, um governo de entendimento nacional, e que isso não é fácil. O país não aguenta mais Lula, PT e Dilma. Não tem condições de continuar esse processo comandado por essas coisas.
      O senhor também pensa que Renan Calheiros deve ser afastar da presidência da Casa? 

      Ele sequer foi denunciado. Mas, esse abraço dele com o governo me lembra uma história que eu ouvi falar em Pernambuco. Falava-se de alguém que tinha feito muita besteira, era um náufrago e iria se abraçar até com um tronco pensando que é gente. Esse é o encontro de Renan com a Dilma. No fundo, eles vão se entender. Mas, se o país caminhar para a renúncia, não tenha dúvidas de que o Renan se afasta dela.
      Quando o senhor fala que o país vai chegar ao fundo do poço, remete-se também ao Legislativo? 

      Em meio a crise, bem ou mal, o poder Legislativo funciona. O Judiciário, até agora, tem tido uma boa conduta e não há porque suspeitar que ele vá deixar de julgar poderosos. E a primeira instância tem sido um exemplo de dignidade e de correção com a figura do juiz Sérgio Moro. Então só o que não está funcionando é o governo. A crise está lá.
      O senhor tem um posicionamento duro em relação ao seu partido. Há alguma retaliação? 

      Eu pago um preço por isso, como não receber projetos para relatar. Eu sou uma pessoa isolada. Mas eu sabia do risco que estava correndo.
      Mas o senhor cogita trocar de partido? 

      Não, não. Prefiro ficar no PMDB como dissidente. Porque não teve reforma política, que foi uma piada, e não se criou condições de fazer partidos para valer no Brasil.
      A candidatura do senhor à prefeitura vem sendo ventilada. Quais seus próximos passos políticos? 

      Não está nos meus projetos voltar a ser candidato à prefeitura. Eu nunca disse que admitia ser candidato a prefeito. Não sei o que vai acontecer amanhã, o que vai acontecer em outubro. Imagina discutir a eleição em 2016. Eu tenho uma barreira mental que não consigo. Dentro de uma crise dessa discutir uma eleição municipal é coisa bem menor.

      • Loja D`Ámis
      23
      ago

      DEM renova diretórios de Natal e Parnamirim

      23 de agosto de 2015 às 11:38 — Comente aqui

      O DEM renovou ontem os diretórios de Natal e Parnamirim.Em Natal, filiados compareceram e elegeram membros do diretório e os delegados da convenção regional. 

      O presidente Marcílio Carrilho se manteve na função.

      Vicente Modesto é o vice-presidente, João Paiva o tesoureiro e Avani Policarpo presidente do Democratas Mulher.

      Em Parnamirim, a vereadora Kátia Pires é a presidente da legenda e o vice-presidente é Amilton Gomes.

      O deputado federal Felipe Maia e a ex-prefeita de Mossoró, Cláudia Regina, que assumirá o comando do DEM/Mossoró, participaram das convenções.

        

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      23
      ago

      Domingo com fuga em Alcaçuz

      23 de agosto de 2015 às 10:58 — Comente aqui

      O domingo no RN começa com o registro de fuga no presíduo de Alcaçuz.

      Cinco foram recapturados.

      O caos no sistema prisional é geral pelo país afora.

      Na madrugada de ontem, em Aracaju, onde a redação está instalada, 20 fugiram do presídio Nossa Senhora da Glória e até o final do dia só um havia sido recapturado.

      Durante a fuga houve tiroteio e um agente penitenciário foi morto.

      Da capacidade de 800 detentos, o presídio sergipano abriga hoje 2.400 apenados.

      • Reviver

      Um bandido morto e os outros presos.

      Foi o saldo da tentativa de arrastão registrado ontem à noite no restaurante Piazzale, em Ponta Negra.

      Também no saldo negativo, o trauma das pessoas que estavam no restaurante e tiveram que fugir da troca de tiros entre policiais e bandidos.

      Os assaltantes, segundo relatos de clientes do restaurante, saíram da mata nos arredores do prédio e entraram no salão encapuzados.

      • Parnamirim  Crescendo com agente

      A Fundação Cultural Dona Militana realizou ontem o II Festival do Folclore de São Gonçalo do Amarante. O evento, que fez parte da comemoração do Dia Nacional do Folclore, contou com a presença do prefeito Jaime Calado e da deputada federal Zenaide Maia.

        

      23
      ago

      De folga do bafômetro

      23 de agosto de 2015 às 8:15 — Comente aqui

      De um leitor do Blog que escolheu João Pessoa para passar o fim de semana:

      Bom dia

      Estou em João Pessoa e quem encontrei ontem, por volta das 22h20, passeando no calçadão da Praia de Tambaú, foi o Capitão Styvenson, acompanhado da mulher.

      Espero que nessa folga dele os biriteiros em Natal não tenham excedido…

      • DNA Center

      De Lauro Jardim, na Veja Online:

      Delações encrencadas

      As negociações para as delações premiadas de Fernando Baiano e Renato Duque voltaram à estaca zero. Suas propostas foram recusadas.
      Os procuradores avaliaram que Duque e Baiano queriam revelar menos do que sabem em troca dos benefícios da delação.
      No caso de Duque, o que o MPF quer como prato principal é o PT; no de Baiano, Eduardo Cunha e outros peemedebistas menos votados.

      E vem aí o novo formato de protestos.

      D’O Globo de hoje:

        

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