Thaysa Galvão
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Thaisa Galvão

26 de maio de 2016 às 16:05

Fábio Dantas na titularidade do governo até 6 de junho [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O governador Robinson Faria dedica 12 dias à sua família.

Desde ontem o vice Fábio Dantas ocupa o cargo de governador em exercício.

Robinson reassumirá no dia 6 de junho.

26 de maio de 2016 às 3:06

PDT questiona reforma no governo e presidente Temer tem 5 dias para se explicar ao STF [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Estadão:
STF dá prazo de cinco dias para Temer se explicar sobre reforma administrativa

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso estabeleceu o prazo de cinco dias para que o presidente em exercício, Michel Temer, se pronuncie sobre a realização da reforma administrativa ocorrida logo após o afastamento da presidente Dilma no processo de impeachment.
“Tratando-se a medida cautelar de providência de caráter excepcional, à vista da presunção de validade dos atos estatais, determino a oitiva da Exmo. Sr. Presidente da República em exercício, acerca do pedido de medida cautelar, no prazo de cinco dias”, diz Barroso no despacho proferido anteontem.
A decisão do ministro tem como base ação encaminhada ao STF pelo PDT para reverter reforma administrativa realizada por Temer.
A sigla questiona atos do Poder Executivo realizados nos últimos dias, funções privativas de Presidente da República, como nomeação de ministros, fusão e extinção de ministérios, alteração de política externa, implementação de reformas tributárias e previdenciárias, venda de empresas públicas, extinção e redução de programas sociais e anulação de atos praticados pela presidente eleita Dilma durante o exercício regular do mandato.
“A precariedade do mandato de um presidente em exercício não permite que ele faça reformas tão profundas. Defendemos que ele se abstenha de fazer esse tipo de ação durante o mandato interino que pode prejudicar programas tão essenciais ao País”, afirmou à reportagem o deputado federal e ex-ministro das Comunicações André Figueiredo (CE).
Após os esclarecimentos de Temer, a ação será encaminhada para um posicionamento do advogado-geral da União e do procurador-geral da República, que deverão se manifestar também no prazo de cinco dias.

26 de maio de 2016 às 2:57

Jornalismo impresso: Nem o NY Times se sustenta mais [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da AFP – Agence France-Presse
New York Times oferece plano de demissão voluntária a funcionários
Nova York, 25 Mai 2016 (AFP) – O grupo New York Times propôs um plano de demissão voluntária, a fim de racionalizar os seus projetos de informação e desenvolver a atividade digital.
O número de pessoas envolvidas não foi determinado, mas “serão aceitos tantos candidatos quanto possível”, afirma um documento interno ao qual a AFP teve acesso.
grupo de mídia não prevê demissões este ano, indicou em outra nota citada pelo jornal, mas vai se reorganizar para se concentrar nos planos internacional e digital.
Na redação, a oferta de aposentadoria atinge todos os funcionários com mais de três anos de experiência, exceto para aqueles que compõem as equipes de vídeo, computação gráfica e design digital, de acordo com o documento.
O plano prevê uma indenização de quatro a 52 semanas, à taxa de remuneração de uma semana para cada seis meses trabalhados.
“Buscamos voluntários, pessoas que poderiam considerar que esta oferta se adapta aos seus projetos de longo prazo”, acrescenta a nota.
O grupo também fez a oferta para os funcionários de outros departamentos.
O New York Times mantém uma redação com 1.300 funcionários, apesar de uma queda na receita de publicidade e na circulação do seu jornal em papel, compensada parcialmente por sua receita com publicidade e assinantes online.
Esta é a primeira proposta de demissão voluntária à redação, após a abolição em 2014 de 100 postos, incluindo 20 demissões.
No início de maio, o jornal anunciou uma redução de suas perdas no primeiro trimestre, que se situaram em 8,3 milhões de dólares em comparação com US$ 14,3 milhões no mesmo período do ano passado. A receita caiu 1,2% para 380 milhões de dólares.

26 de maio de 2016 às 2:48

Presidente do Senado Renan Calheiros terá que depor à PF em um dos 9 inquéritos nos quais está envolvido [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Estadão:
Renan deverá prestar depoimento pessoalmente à PF na Lava Jato
Brasília – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki, determinou que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), seja ouvido pessoalmente pela Polícia Federal em um dos nove inquéritos contra o congressista que tramitam na Corte no âmbito da Lava Jato.
O ministro negou um pedido formulado pela defesa de Renan, que pediu ao STF para enviar as explicações sobre o caso por escrito. A Procuradoria-Geral da República havia se manifestado contrária à solicitação. A Polícia Federal afirma que falta apenas o depoimento do presidente do Senado para concluir o inquérito.
O inquérito investiga suposto pagamento de propina em acordo da Petrobras com o Sindicato dos Práticos, categoria de profissionais que atua em portos. O deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE) também é alvo da investigação, que surgiu a partir da delação do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa.
Os dois são investigados por crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Tanto a defesa de Renan quanto a de Aníbal negam envolvimento no caso.

26 de maio de 2016 às 2:33

Brasil de artistas: de José de Abreu a Alexandre Frota [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Brasil de muitos artistas…

No governo do PT, portas abertas para José de Abreu.

No governo do PMDB, para Alexandre Frota.

Cada um com sua importância.

E o Brasil…

O acesso que Zé de Abreu tinha no governo Dilma, a visita de Alexandre Frota ao ministro da Educação, Mendonça Filho revelou o sucessor de Abreu.

Frota faz filme pornô…

Zé de Abreu cospe na cara do povo…

E o Brasil…ó!

25 de maio de 2016 às 23:49

Sarney revela a ex-presidente da Transpetro que delação da Odebrecht envolveria diretamente Dilma Rousseff [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Depois de Romero Jucá e Renan Calheiros…o ex-presidente José Sarney.

Da Folha:

Delação da Odebrecht é ‘metralhadora de ponto 100’, diz Sarney em áudio



RUBENS VALENTE

DE BRASÍLIA



Em conversas gravadas pelo ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, que assinou um acordo de delação premiada com a PGR (Procuradoria-Geral da República), o ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP) afirmou que uma delação premiada que a empreiteira Odebrecht estaria prestes a fazer na Operação Lava Jato “é uma metralhadora de [calibre] ponto 100”.

O ex-presidente fez o comentário depois que Machado afirmou que o número de delações na Lava Jato iria aumentar, viriam “às pencas”.
Sarney também relacionou a Odebrecht a uma ação que a presidente afastada Dilma Rousseff teria feito “diretamente” durante campanha eleitoral cujo ano não determinou.
“Nesse caso, ao que eu sei, o único em que ela [Dilma] está envolvida diretamente é que falou com o pessoal da Odebrecht para dar para campanha do… E responsabilizar aquele [inaudível]”.

Indagado pela Folha também sobre essa frase, o ex-presidente respondeu nesta quarta-feira (25) em nota que, “não tendo tempo nem conhecimento do teor das gravações, não tenho como responder às perguntas pontuais”.
Nas conversas gravadas pelo ex-presidente da Transpetro, esta é segunda vez que um alto político do PMDB menciona que uma eventual delação da empreiteira Odebrecht iria atingir a presidente afastada Dilma. Em conversa com o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), revelada pela Folha, Sérgio Machado indagou: “Mas, Renan, com as informações que você tem, que a Odebrecht vai tacar tiro no peito dela [Dilma], não tem mais jeito”. O senador concordou: “Tem não, porque vai mostrar as contas”.
Mais adiante, na conversa com Machado, José Sarney disse que em “tudo isso”, em referência aos escândalos na Petrobras revelados pela Operação Lava Jato, era de responsabilidade do governo. “Esse negócio da Petrobras, só os empresários que vão pagar, os políticos? E o governo que fez isso tudo, hein?”, indagou o ex-presidente. Sérgio Machado, em resposta, disse que Lula “acabou”.
“O Lula acabou, o Lula coitado deve estar numa depressão”, concordou o ex-presidente.
“Não houve nenhuma solidariedade da parte dela”,m alegou Machado, ao que Sarney confirmou, criticando o juiz federal Sérgio Moro, de Curitiba (PR): “Nenhuma, nenhuma. E com esse Moro perseguindo por besteira”.


OUTRO LADO

O ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, que atua na defesa da presidente afastada Dilma Rousseff, disse que é “impossível entender exatamente” a totalidade da frase do ex-presidente Sarney, pois há trecho inaudível, segundo o que foi relatado pela Folha, mas reiterou que Dilma “nunca pediu a ninguém contribuições ilegais de campanha”. “A presidente jamais fez pedido ilegal para quem quer que seja”, disse Cardozo.

Leia a transcrição das conversas:
Primeira conversa


Sarney
– Olha, o homem está no exterior. Então a família dele ficou de me dizer quando é que ele voltava. E não falei ontem porque não me falou de novo. Não voltou. Tá com dona Magda. E eu falei com o secretário.


Machado
– Eu vou tentar falar, que o meu irmão é muito amigo da Magda, para saber se ele sabe quando é que ela volta. Se ele me dá uma saída.


Machado
– Presidente, então tem três saídas para a presidente Dilma, a mais inteligente…


Sarney
– Não tem nenhuma saída para ela.


Machado
-…ela pedir licença.


Sarney
– Nenhuma saída para ela. Eles não aceitam nem parlamentarismo com ela.


Machado
– Tem que ser muito rápido.


Sarney
– E vai, está marchando para ser muito rápido.


Machado
– Que as delações são as que vem, vem às pencas, não é?


Sarney
– Odebrecht vem com uma metralhadora de ponto 100.


Machado
– Olha, acabei de sair da casa do nosso amigo. Expliquei tudo a ele [Renan Calheiros], em todos os detalhes, ele acha que é urgente, tem que marcar uma conversa entre o senhor, o Romero e ele. E pode ser aqui… Só não pode ser na casa dele, porque entra muita gente. Onde o senhor acha melhor?


Sarney
– Aqui.


Machado
– É. O senhor diz a hora, que qualquer hora ele está disponível, quando puder avisar o Romero, eu venho também. Ele [Renan] ficou muito preocupado. O sr. viu o que o [blog do] Camarotti botou ontem?


Sarney
– Não.


Machado
– Alguém que vazou, provavelmente grande aliado dele, diz que na reunião com o PSDB ele teria dito que está com medo de ser preso, podia ser preso a qualquer momento.


Sarney
– Ele?


Machado
– Ele, Renan. E o Camarotti botou. Na semana passada, não sei se o senhor viu, numa quinta ou sexta, um jornalista aí, que tem certa repercussão na área política, colocou que o Renan tinha saído às pressas daqui com medo dessa condição, delações, e que estavam sendo montadas quatro operações da Polícia Federal, duas no Nordeste e duas aqui. E que o Teori estava de plantão… Desculpe, presidente, não foi quinta não. Foi sábado ou domingo. E que o Teori estava de plantão com toda sua equipe lá no Ministério e que isso significaria uma operação… Isso foi uma… operação que iria acontecer em dois Estados do Nordeste e dois no sul. Presidente, ou bota um basta nisso… O Moro falando besteira, o outro falando isso. [inaudível] ‘Renan, tu tem trinta dias que a bola está perto de você, está quase no seu colo’. Vamos fazer uma estratégia de aproveitar porque acabou. A gente pode tentar, como o Brasil sempre conseguiu, uma solução não sangrenta. Mas se passar do tempo ela vai ser sangrenta. Porque o Lula, por mais fraco que esteja, ele ainda tem… E um longo processo de impeachment é uma loucura. E ela perdeu toda… […] Como é que a presidente, numa crise desse tamanho, a presidente está sem um ministro da Justiça? E não tem um plano B, uma alternativa. Esse governo acabou, acabou, acabou. Agora, se a gente não agir… Outra coisa que é importante para a gente, e eu tenho a informação, é que para o PSDB a água bateu aqui também. Eles sabem que são a próxima bola da vez.


Sarney
– Eles sabem que eles não vão se safar.


Machado
– E não tinham essa consciência. Eles achavam que iam botar todo mundo de bandeja… Então é o momento dela para se tentar conseguir uma solução a la Brasil, como a gente sempre conseguiu, das crises. E o senhor é um mestre pra isso. Desses aí o senhor é o que tem a melhor cabeça. Tem que construir uma solução. Michel tem que ir para um governo grande, de salvação nacional, de integração e etc etc etc.


Sarney
– Nem Michel eles queriam, eles querem, a oposição. Aceitam o parlamentarismo. Nem Michel eles queriam. Depois de uma conversa do Renan muito longa com eles, eles admitiram, diante de certas condições.


Machado
– Não tem outa alternativa. Eles vão ser os próximos. Presidente: não há quem resista a Odebrecht.


Sarney
– Mas para ver como é que o pessoal..


Machado
– Tá todo mundo se cagando, presidente. Todo mundo se cagando. Então ou a gente age rápido. O erro da presidente foi deixar essa coisa andar. Essa coisa andou muito. Aí vai toda a classe política para o saco. Não pode ter eleição agora.


Sarney
– Mas não se movimente nada, de fazer, nada, para não se lembrarem…


Machado
– É, eu preciso ter uma garantia


Sarney
– Não pensar com aquela coisa apress… O tempo é a seu favor. Aquele negócio que você disse ontem é muito procedente. Não deixar você voltar para lá [Curitiba]


Machado
– Só isso que eu quero, não quero outra coisa.


Sarney
– Agora, não fala isso.


Machado
– Vou dizer pro senhor uma coisa. Esse cara, esse Janot que é mau caráter, ele disse, está tentando seduzir meus advogados, de eu falar. Ou se não falar, vai botar para baixo. Essa é a ameaça, presidente. Então tem que encontrar uma… Esse cara é muito mau caráter. E a crise, o tempo é a nosso favor.


Sarney
– O tempo é a nosso favor.


Machado
– Por causa da crise, se a gente souber administrar. Nosso amigo, soube ontem, teve reunião com 50 pessoas, não é assim que vai resolver crise política. Hoje, presidente, se estivéssemos só nos três com ele, dizia as coisas a ele. Porque não é se reunindo 50 pessoas, chamar ministros.. Porque a saída que tem, presidente, é essa que o senhor falou é isso, só tem essa, parlamentarismo. Assegurando a ela e o Lula que não vão ser… Ninguém vai fazer caça a nada. Fazer um grande acordo com o Supremo, etc, e fazer, a bala de Caxias, para o país não explodir. E todo mundo fazer acordo porque está todo mundo se fodendo, não sobra ninguém. Agora, isso tem que ser feito rápido. Porque senão esse pessoal toma o poder… Essa cagada do Ministério Público de São Paulo nos ajudou muito.


Sarney
– Muito.


Machado
– Muito, muito, muito. Porque bota mais gente, que começa a entender… O [colunista da Folha] Janio de Freitas já está na oposição, radicalmente, já está falando até em Operação Bandeirante. A coisa começou… O Moro começou a levar umas porradas, não sei o quê. A gente tem que aproveitar ess… Aquele negócio do crime do político [de inação]: nós temos 30 dias, presidente, para nós administrarmos. Depois de 30 dias, alguém vai administrar, mas não será mais nós. O nosso amigo tem 30 dias. Ele tem sorte. Com o medo do PSDB, acabou com ele no colo dele, uma chance de poder ser ator desse processo. E o senhor, presidente, o senhor tem que entrar com a inteligência que não tem. E experiência que não tem. Como é que você faz reunião com o Lula com 50 pessoas, como é que vai querer resolver crise, que vaza tudo…


Sarney
– Eu ontem disse a um deles que veio aqui: ‘Eu disse, Olhe, esqueçam qualquer solução convencional. Esqueçam!’.


Machado
– Não existe, presidente.


Sarney
– ‘Esqueçam, esqueçam!’


Machado
– Eu soube que o senhor teve uma conversa com o Michel.


Sarney
– Eu tive. Ele está consciente disso. Pelo menos não é ele que…


Machado
– Temos que fazer um governo, presidente, de união nacional.


Sarney
– Sim, tudo isso está na cabeça dele, tudo isso ele já sabe, tudo isso ele já sabe. Agora, nós temos é que fazer o nosso negócio e ver como é que está o teu advogado, até onde eles falando com ele em delação premiada.


Machado
– Não estão falando.


Sarney
– Até falando isso para saber até onde ele vai, onde é mentira e onde é valorização dele.


Machado
– Não é valoriz… Essa história é verdadeira, e não é o advogado querendo, e não é diretamente. É [a PGR] dizendo como uma oportunidade, porque ‘como não encontrou nada…’ É nessa.


Sarney
– Sim, mas nós temos é que conseguir isso. Sem meter advogado no meio.


Machado
– Não, advogado não pode participar disso, eu nem quero conversa com advogado. Eu não quero advogado nesse momento, não quero advogado nessa conversa.


Sarney
– Sem meter advogado, sem meter advogado, sem meter advogado.


Machado
– De jeito nenhum. Advogado é perigoso.


Sarney
– É, ele quer ganhar…


Machado
– Ele quer ganhar e é perigoso. Presidente, não são confiáveis, presidente, você tá doido? Eu acho que o senhor podia convidar, marcar a hora que o senhor quer, e o senhor convidava o Renan e Romero e me diz a hora que eu venho. Qual a hora que o senhor acha melhor para o senhor?

Sarney – Eu vou falar, já liguei para o Renan, ele estava deitado.


Machado
– Não, ele estava acordado, acabei de sair de lá agora.


Sarney
– Ele ligou para mim de lá, depois que tinha acordado, e disse que ele vinha aqui. Disse que vinha aqui.


Machado
– Ele disse para o senhor marcar a hora que quiser. Então como faz, o senhor combina e me avisa?


Sarney
– Eu combino e aviso.
[…]


Machado
– O Moreira [Franco] está achando o quê?


Sarney
– O Moreira também tá achando que está tudo perdido, agora, não tem gente com densidade para… [inaudível]


Machado
– Presidente, só tem o senhor, presidente. Que já viveu muito. Que tem inteligência. Não pode ser mais oba-oba, não pode ser mais conversa de bar. Tem que ser conversa de Estado-Maior. Estado-Maior analisando. E não pode ser um […] que não resolve. Você tem que criar o núcleo duro, resolver no núcleo duro e depois ir espalhando e ter a soluç… Agora, foi nos dada a chave, que é o medo da oposição.


Sarney
– É, nós estamos… Duas coisas estão correndo paralelo. Uma é essa que nos interessa. E outra é essa outra que nós não temos a chave de dirigir. Essa outra é muito maior. Então eu quero ver se eu… Se essa chave… A gente tendo…


Machado
– Eu vou tentar saber, falar com meu irmão se ele sabe quando é que ela volta.

Renan – E veja com o advogado a situação. A situação onde é que eles estão mexendo para baixar o processo.


Machado
– Baixar o processo, são duas coisas [suspeitas]: como essas duas coisas, Ricardo, que não tem nada a ver com Renan, e os 500, que não tem nada a ver com o Renan, eles querem me apartar do Renan…


Sarney
– Eles quem?


Machado
– O Janot e a sua turma. E aí me botar pro Moro, que tem pouco sentido ficar aqui. Com outro objetivo.


Sarney
– Aí é mais difícil, porque se eles não encontraram nada, nem no Renan nem no negócio, não há motivo para lhe mandar para o Paraná.


Machado
– Ele acha que essas duas coisas são motivo para me investigar no Paraná. Esse é io argumento. Na verdade o que eles querem é outra coisa, o pretexto é esse. Você pede ao [inaudível] para me ligar então?


Sarney
– Peço. Na hora que o Renan marcar, eu peço… Vai ser de noite.


Machado
– Tá. E o Romero também está aguardando, se o senhor achar conveniente.


Sarney
– [sussurrando] Não acho conveniente.


Machado
– Não? O senhor que dá o tom.


Sarney
– Não acho conveniente. A gente não põe muita gente.


Machado
– O senhor é o meu guia.

Sarney – O Amaral Peixoto dizia isso: ‘duas pessoas já é reunião. Três é comício’.


Machado
– [rindo]


Sarney
– Então três pessoas já é comício.
[…]

*


Segunda conversa



Sarney
– Agora é coisa séria, acho que o negócio é sério.


Machado
– Presidente, o cara [Sérgio Moro] agora seguiu aquela estratégia, de ‘deslegitimizar’ as coisas, agora não tem ninguém mais legítimo para falar mais nada. Pegou Renan, pegou o Eduardo, desmoralizou o Lula. Agora a Dilma. E o Supremo fez essa suprema… rasgou a Constituição.


Sarney
– Foi. Fez aquele negócio com o Delcídio. E pior foi o Senado se acovardar de uma maneira… [autorizou prisão do então senador].


Machado
– O Senado não podia ter aceito aquilo, não.


Sarney
– Não podia, a partir dali ele acabou. Aquilo é uma página negra do Senado.


Machado
– Porque não foi flagrante delito. Você tem que obedecer a lei.


Sarney
– Não tinha nem inquérito!


Machado
– Não tem nada. Ali foi um fígado dos ministros. Lascaram com o André Esteves.. Agora pergunta, quem é que vai reagir?
[…]


Machado
– O Senado deixar o Delcídio preso por um artista.


Sarney
– Uma cilada.


Machado
– Cilada.


Sarney
– Que botaram eles. Uma coisa que o Senado se desmoralizou. E agora o Teori acabou de desmoralizar o Senado porque mostrou que tem mais coragem que o Senado, manda soltar.


Machado
– Presidente, ficou muito mal. A classe política está acabada. É um salve-se quem puder. Nessa coisa de navio que todo mundo quer fugir, morre todo mundo.
[…]


Sarney
– Eu soube que o Lula disse, outro dia, ele tem chorado muito. […] Ele está com os olhos inchados.
[…]


Sarney
– Nesse caso, ao que eu sei, o único em que ela está envolvida diretamente é que ela falou com o pessoal da Odebrecht para dar para campanha do… E responsabilizar aquele [inaudível]


Machado
– Isso é muito estranho [problemas de governo]. Presidente, você pegar um marqueteiro, dos três do Brasil. […] Deixa aquele ministério da Justiça que é banana, só diz besteira. Nunca vi um governo tão fraco, tão frágil e tão omisso. Tem que alguém dizer assim ‘A presidente é bunda mole’. Não tem um fato positivo.
[…]


Sarney
– E o Renan cometeu uma ingenuidade. No dia que ele chegou, quem deu isso pela primeira vez foi a Délis Ortiz. Eu cheguei lá era umas 4 horas, era um sábado, ele disse ‘já entreguei todos os documentos para a Delis Ortiz, provando que eu… que foi dinheiro meu’. Eu disse: ‘Renan, para jornalista você não dá documento nunca. Você fazer um negócio desse. O que isso vai te trazer de dor de cabeça’. Não deu outra.


Machado
– Renan erra muito no varejo. Ele é bom. […] Presidente, não pode ser assim, varejista desse jeito.
[…]


Sarney
– Tudo isso é o governo, meu Deus. Esse negócio da Petrobras só os empresários que vão pagar, os políticos? E o governo que fez isso tudo, hein?


Machado
– Acabou o Lula, presidente.


Sarney
– O Lula acabou, o Lula coitado deve estar numa depressão.


Machado
– Não houve nenhuma solidariedade da parte dela.


Sarney
– Nenhuma, nenhuma. E com esse Moro perseguindo por besteira.


Machado
– Tomou conta do Brasil. O Supremo fez a pedido dele.

25 de maio de 2016 às 23:25

Atuação do Município de Mossoró na área de segurança pública premia gestão do prefeito Francisco José [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior recebeu nesta quarta-feira em Brasília, o Prêmio da Associação Nacional dos Prefeitos e Vice-Prefeitos da República Federativa do Brasil (ANPV), edição 2016. 

A solenidade de preniação aconteceu no Senado Federal.


O comitê avaliador da ANPV apontou os cem melhores gestores municipais do país, de acordo com os seguintes critérios: excelência na gestão, segurança pública, combate às drogas, sustentabilidade e meio ambiente.
“Para mim e toda a Mossoró é uma honra receber o reconhecimento de uma Associação de tamanha idoneidade como a ANPV, que tem trabalhado ativamente em defesa dos municípios. Especialmente porque foram analisados diversos pontos, o que significa que estamos fazendo o certo na administração”, disse o prefeito.

Mossoró foi classificada com o projeto das Bases Integradas Cidadãs (BICs), que tem 7 unidades no município, consideradas determinantes para o controle dos índices de criminalidade.

“Como todos sabem, a segurança pública não é uma prerrogativa do município, no entanto, nossa gestão elegeu a segurança da população como prioridade e assim ampliamos de uma para sete Bases em apenas dois anos, atendendo todas as áreas de Mossoró”, explicou o Francisco José, que pretende continuar com o plano de ampliação das BICs na cidade.

Nos últimos dois anos, Mossoró foi classificada em 28º lugar entre os municípios de grande porte que mais investem em saúde e educação, e foi apontada como uma das 50 melhores para se viver e integrar o G-20 dos municípios com melhores indicações econômicas da região Nordeste.

25 de maio de 2016 às 20:05

Pink Elephant: Juiz manda abrir boate interditada hoje pela Semurb [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Interditada hoje cedo pela Semurb, cumprindo recomendação do Ministério Público, a boate Pink Elephant já pode funcionar, graças a uma liminar do juiz Cícero Macedo.

Confira:
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE
4ª Vara da Fazenda Pública da Comarca de Natal

Processo: 0854043-29.2015.8.20.5001
Parte Autora: IMPETRANTE: S. LOBO PETROPOLIS EMPREENDIMENTOS LTDA – ME

 
Parte Ré: IMPETRADO: SECRETÁRIO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE E URBANISMO

                          DECISÃO                              
Trata-se de mandado de segurança c/c pedido liminar impetrado por S LOBO PETROPOLIS EMPREENDIMENTOS LTDA ME, contra provável ato do SECRETÁRIO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE E URBANISMO, o qual teria erroneamente determinado o fechamento do referido estabelecimento comercial em razão de eventuais ausências de licenças requeridas.
Alega a demandante que no dia 03 de setembro de 2015 recebeu fiscalização por parte do Município do Natal, o qual teria constatado posteriormente em processo administrativo sem a observância do devido processo legal, que o autor não teria as documentações necessárias para funcionar, razão pela qual decidiu pela interdição de seu estabelecimento.
Informa o autor que só tomou conhecimento com relação a providencia quando foi notificado a respeito da decisão pelo seu fechamento, motivo este pelo qual não teve oportunidade de se defender, o que viola o devido processo legal administrativo.
Requereu concessão de medida liminar para que seja suspenso o ato administrativo que determinou a sua interdição, seja em razão da violação ao devido processo legal administrativo, seja em razão da desproporcionalidade no que diz respeito ao ato de interdição, como forma de coação para a apresentação dos documentos.
Juntou documentos.
É o relatório. Decido.
A impetrante requer, neste momento processual, ato judicial para suspender ato administrativo que determinou a sua interdição.
Em sede de medida liminar, em que o exame é superficial e precário, verifica-se que o pedido se reveste dos requisitos necessários.
O fumus boni iuris no caso em tela se encontra demonstrado, em primeiro lugar pois o estabelecimento já funcionava há vários anos, inclusive com licença para funcionar do Corpo de Bombeiros Militar (Num. 4433683, pg. 1), tendo só agora o Município diligenciado para fiscalizar e determinado a sua interdição; em segundo lugar, há dúvida quanto a regularidade do ato que findou na decisão pelo fechamento, uma vez que verifico a existência de Processo Administrativo (n° 00000.036518/2013-16) requerido pelo autor para fins de concessão do alvará de funcionamento, o que demonstra o empreendimento de ações para fins de regularizar sua situação.
Sabe-se das dificuldades de se obter a regularização de documentos para fins de funcionamento comercial em decorrência da burocracia estatal, o que naturalmente gera a demora para a análise dos requerimentos. Com efeito, atuar a Administração Pública no sentido de interditar um estabelecimento quando, em princípio, o administrado empreendeu no sentido de regularizar se mostra, em princípio, uma atitude violadora do princípio constitucional da razoabilidade, ainda que analisado nesta sede de cognição sumária.
No que tange ao periculum in mora, é preciso atentar ao fato de que prevalecendo o ato de interdição, em que pese haver dúvida razoável quanto a sua validade, poderá implicar em danos patrimoniais severos à parte autora, uma vez que a mesma dispõe de obrigações contratuais as quais precisam ser adimplidas a tempo e modo e, ademais, há nos autos demonstração que a impetrante já vem funcionando há vários anos sem qualquer manifestação interditória por parte do poder público. Assim, eventual concessão da segurança apenas na decisão de mérito poderá gerar prejuízos irreversíveis ao impetrante, de sorte que se afigura razoável suspender-se a interdição neste momento.
Do exposto, defiro a LIMINAR para determinar a suspensão do ato administrativo que determinou a interdição do estabelecimento comercial da sociedade impetrante, devendo esta decisão prevalecer até eventual novo pronunciamento judicial, ou até o julgamento definitivo da lide.
Notifique-se a autoridade coatora para, imediatamente, cumprir a determinação judicial e, no prazo de 10(dez) dias, apresentar as informações que entender necessárias. Em atenção ao disposto no art. 7º, II, da Lei 12.016/2009, intime-se o órgão de representação judicial do Município de Natal, enviando-lhe cópia desta decisão e da petição inicial sem os documentos, para tomar ciência do feito, bem como da presente decisão, e ingressar nesta demanda se desejar.
Publique-se. Intimem-se.

 

NATAL /RN, 25 de maio de 2016

CÍCERO MARTINS DE MACEDO FILHO

 Juiz de Direito

25 de maio de 2016 às 13:15

Especislistas em noivas, Lucas Anderi e a Graciella Starling encerram hoje evento da Millenium [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Será logo mais à noite, na loja Millenium, na Nascimento de Castro, as palestras do estilista Lucas Anderi e da especialista em noivas, Graciella Statling.

O evento encerra a 1ª Semana de Noivas Millenium.

Antes das palestras haverá pocket show com Pedro Luccas.

Na loja estão expostos serviços e produtos de grandes fornecedores de festas nas áreas de bolos, decoração, convites, fotografias, stylist, doces, música…

O evento leva assinatura do cerimonialista top Markus Guedes e da arquiteta Luziane Paulino, da Millenium.

25 de maio de 2016 às 12:23

Depois de divulgadas conversas com Romero Jucá e Renan Calheiros, ministro homologa delação de Sérgio Machado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Eita piula…
O ministro do STF, Teori Zavascki homologou hoje a delação de Sérgio Machado, p ex-presidente da Transpetro que que gravou conversas com Romero Jucá e com o presidente do Senado, Renan Calheiros.
Jucá já caiu.
E o que se diz é que Renan será o próximo.

Com a delação homologada, a Procuradoria-Geral da República pode pedir a abertura de novos inquéritos da Lava Jato e incluir detalhes em investigações que já estão em andamento no Supremo, além de poder pedir que trechos de eventuais menções de pessoas sem foro privilegiado sejam analisados pelo juiz Sérgio Moro, no Paraná.

Ontem as conversas com Jucá foram publicadas pela Folha, que hoje revelou que Renan, padrinho de Machado, na Transpetro, queria mudar a lei da delação premiada.

Veja as conversas entre Machado e Renan:

Primeira conversa:

SÉRGIO MACHADO – Agora, Renan, a situação tá grave.

RENAN CALHEIROS – Grave e vai complicar. Porque Andrade fazer [delação], Odebrecht, OAS. [falando a outra pessoa, pede para ser feito um telefonema a um jornalista]

MACHADO – Todos vão fazer.

RENAN – Todos vão fazer.

MACHADO – E essa é a preocupação. Porque é o seguinte, ela [Dilma] não se sustenta mais. Ela tem três saídas. A mais simples seria ela pedir licença…

RENAN – Eu tive essa conversa com ela.

MACHADO – Ela continuar presidente, o Michel assumiria e garantiria ela e o Lula, fazia um grande acordo. Ela tem três saídas: licença, renúncia ou impeachment. E vai ser rápido. A mais segura para ela é pedir licença e continuar presidente. Se ela continuar presidente, o Michel não é um sacana…

RENAN – A melhor solução para ela é um acordo que a turma topa. Não com ela. A negociação é botar, é fazer o parlamentarismo e fazer o plebiscito, se o Supremo permitir, daqui a três anos. Aí prepara a eleição, mantém a eleição, presidente com nova…

[atende um telefonema com um jornalista]

RENAN – A perspectiva é daquele nosso amigo.

MACHADO – Meu amigo, então é isso, você tem trinta dias para resolver essa crise, não tem mais do que isso. A economia não se sustenta mais, está explodindo…

RENAN – Queres que eu faça uma avaliação verdadeira? Não acredito em 30 dias, não. Porque se a Odebrecht fala e essa mulher do João Santana fala, que é o que está posto…

[apresenta um secretário de governo de Alagoas]

MACHADO – O Janot é um filho da puta da maior, da maior…

RENAN – O Janot… [inaudível]

MACHADO – O Janot tem certeza que eu sou o caixa de vocês. Então o que que ele quer fazer? Ele não encontrou nada nem vai encontrar nada. Então ele quer me desvincular de vocês, mediante Ricardo e mediante e mediante do Paulo Roberto, dos 500 [mil reais], e me jogar para o Moro. E aí ele acha que o Moro, o Moro vai me mandar prender, aí quebra a resistência e aí fudeu. Então a gente de precisa [inaudível] presidente Sarney ter de encontro… Porque se me jogar lá embaixo, eu estou fodido. E aí fica uma coisa… E isso não é análise, ele está insinuando para pessoas que eu devo fazer [delação], aquela coisa toda… E isso não dá, isso quebra tudo isso que está sendo feito.

RENAN – [inaudível]

MACHADO – Renan, esse cara é mau, é mau, é mau. Agora, tem que administrar isso direito. Inclusive eu estou aqui desde ontem… Tem que ter uma ideia de como vai ser. Porque se esse vagabundo jogar lá embaixo, aí é uma merda. Queria ver se fazia uma conversa, vocês, que alternativa teria, porque aí eu me fodo.

RENAN – Sarney.

MACHADO – Sarney, fazer uma conversa particular. Com Romero, sei lá. E ver o que sai disso. Eu estou aqui para esperar vocês para poder ver, agora, é um vagabundo. Ele não tem nada contra você nem contra mim.

RENAN – Me disse [inaudível] ‘ó, se o Renan tiver feito alguma coisa, que não sei, mas esse cara, porra, é um gênio. Porque nós não achamos nada.’

MACHADO – E já procuraram tudo.

RENAN – Tudo.

MACHADO – E não tem. Se tivesse alguma coisa contra você, já tinha jogado… E se tivesse coisa contra mim [inaudível]. A pressão que ele quer usar, que está insinuando, é que…

RENAN – Usou todo mundo.

MACHADO -…está dando prazos etc é que vai me apartar de vocês. Mesma coisa, já deu sinal com a filha do Eduardo e a mulher… Aquele negócio da filha do Eduardo, a porra da menina não tem nada, Renan, inclusive falsificaram o documento dela. Ela só é usuária de um cartão de crédito. E esse é o caminho [inaudível] das delações. Então precisa ser feito algo no Brasil para poder mudar jogo porque ninguém vai aguentar. Delcídio vai dizer alguma coisa de você?

RENAN – Deus me livre, Delcídio é o mais perigoso do mundo. O acordo [inaudível] era para ele gravar a gente, eu acho, fazer aquele negócio que o J Hawilla fez.

MACHADO – Que filho da puta, rapaz.

RENAN – É um rebotalho de gente.

MACHADO – E vocês trabalhando para poder salvar ele.

RENAN – [Mudando de assunto] Bom, isso aí então tem que conversar com o Sarney, com o teu advogado, que é muito bom. [inaudível] na delação.

MACHADO – Advogado não resolve isso.

RENAN – Traçar estratégia. [inaudível]

MACHADO – [inaudível] quanto a isso aí só tem estratégia política, o que se pode fazer.

RENAN – [inaudível] advogado, conversar, né, para agir judicialmente.

MACHADO – Como é que você sugeriria, daqui eu vou passar na casa do presidente Sarney.

RENAN – [inaudível]

MACHADO – Onde?

RENAN – Lá, ou na casa do Romero.

MACHADO – Na casa do Romero. Tá certo. Que horas mais ou menos?

RENAN – Não, a hora que você quiser eu vou estar por aqui, eu não vou sair não, eu vou só mais tarde vou encontrar o Michel.

MACHADO – Michel, como é que está, como é que está tua relação com o Michel?

RENAN – Michel, eu disse pra ele, tem que sumir, rapaz. Nós estamos apoiando ele, porque não é interessante brigar. Mas ele errou muito, negócio de Eduardo Cunha… O Jader me reclamou aqui, ele foi lá na casa dele e ele estava lá o Eduardo Cunha. Aí o Jader disse, ‘porra, também é demais, né’.

MACHADO – Renan, não sei se tu viu, um material que saiu na quinta ou sexta-feira, no UOL, um jornalista aqui, dizendo que quinta-feira tinha viajado às pressas…

RENAN – É, sacanagem.

MACHADO – Tu viu?

RENAN – Vi.

MACHADO – E que estava sendo montada operação no Nordeste com Polícia Federal, o caralho, na quinta-feira.

RENAN – Eu vi.

MACHADO – Então, meu amigo, a gente tem que pensar como é que encontra uma saída para isso aí, porque isso aí…

RENAN – Porque não…

MACHADO – Renan, só se fosse imbecil. Como é que tu vai sentar numa mesa para negociar e diz que está ameaçado de preso, pô? Só quem não te conhece. É um imbecil.

RENAN – Tem que ter um fato contra mim.

MACHADO – Mas mesmo que tivesse, você não ia dizer, porra, não ia se fragilizar, não é imbecil. Agora, a Globo passou de qualquer limite, Renan.

RENAN – Eu marquei para segunda-feira uma conversa inicial com [inaudível] para marcar… Ela me disse que a conversa dela com João Roberto [Marinho] foi desastrosa. Ele disse para ela… Ela reclamou. Ele disse para ela que não tinha como influir. Ela disse que tinha como influir, porque ele influiu em situações semelhantes, o que é verdade. E ele disse que está acontecendo um efeito manada no Brasil contra o governo.

MACHADO – Tá mesmo. Ela acabou. E o Lula, como foi a conversa com o Lula?

RENAN – O Lula está consciente, o Lula disse, acha que a qualquer momento pode ser preso. Acho até que ele sabia desse pedido de prisão lá…

MACHADO – E ele estava, está disposto a assumir o governo?

RENAN – Aí eu defendi, me perguntou, me chamou num canto. Eu acho que essa hipótese, eu disse a ele, tem que ser guardada, não pode falar nisso. Porque se houver um quadro, que é pior que há, de radicalização institucional, e ela resolva ficar, para guerra…

MACHADO – Ela não tem força, Renan.

RENAN – Mas aí, nesse caso, ela tem que se ancorar nele. Que é para ir para lá e montar um governo. Esse aí é o parlamentarismo sem o Lula, é o branco, entendeu?

MACHADO – Mas, Renan, com as informações que você tem, que a Odebrecht vai tacar tiro no peito dela, não tem mais jeito.

RENAN – Tem não, porque vai mostrar as contas. E a mulher é [inaudível].

MACHADO – Acabou, não tem mais jeito. Então a melhor solução para ela, não sei quem podia dizer, é renunciar ou pedir licença.

RENAN – Isso [inaudível]. Ela avaliou esse cenário todo. Não deixei ela falar sobre a renúncia. Primeiro cenário, a coisa da renúncia. Aí ela, aí quando ela foi falar, eu disse, ‘não fale não, pelo que conheço, a senhora prefere morrer’. Coisa que é para deixar a pessoa… Aí vai: impeachment. ‘Eu sinceramente acho que vai ser traumático. O PT vai ser desaparelhado do poder’.

MACHADO – E o PT, com esse negócio do Lula, a militância reacendeu.

RENAN – Reacendeu. Aí tudo mundo, legalista… Que aí não entra só o petista, entra o legalista. Ontem o Cassio falou.

MACHADO – É o seguinte, o PSDB, eu tenho a informação, se convenceu de que eles é o próximo da vez.

RENAN – [concordando] Não, o Aécio disse isso lá. Que eu sou a esperança única que eles têm de alguém para fazer o…

MACHADO – [Interrompendo] O Cunha, o Cunha. O Supremo. Fazer um pacto de Caxias, vamos passar uma borracha no Brasil e vamos daqui para a frente. Ninguém mexeu com isso. E esses caras do…

RENAN – Antes de passar a borracha, precisa fazer três coisas, que alguns do Supremo [inaudível] fazer. Primeiro, não pode fazer delação premiada preso. Primeira coisa. Porque aí você regulamenta a delação e estabelece isso.

MACHADO – Acaba com esse negócio da segunda instância, que está apavorando todo mundo.

RENAN – A lei diz que não pode prender depois da segunda instância, e ele aí dá uma decisão, interpreta isso e acaba isso.

MACHADO – Acaba isso.

RENAN – E, em segundo lugar, negocia a transição com eles [ministros do STF].

MACHADO – Com eles, eles têm que estar juntos. E eles não negociam com ela.

RENAN – Não negociam porque todos estão putos com ela. Ela me disse e é verdade mesmo, nessa crise toda –estavam dizendo que ela estava abatida, ela não está abatida, ela tem uma bravura pessoal que é uma coisa inacreditável, ela está gripada, muito gripada– aí ela disse: ‘Renan, eu recebi aqui o Lewandowski,
querendo conversar um pouco sobre uma saída para o Brasil, sobre as dificuldades, sobre a necessidade de conter o Supremo como guardião da Constituição. O Lewandowski só veio falar de aumento, isso é uma coisa inacreditável’.

MACHADO – Eu nunca vi um Supremo tão merda, e o novo Supremo, com essa mulher, vai ser pior ainda. […]

MACHADO – […] Como é que uma presidente não tem um plano B nem C? Ela baixou a guarda. [inaudível]

RENAN – Estamos perdendo a condição política. Todo mundo.

MACHADO – [inaudível] com Aécio. Você está com a bola na mão. O Michel é o elemento número um dessa solução, a meu ver. Com todos os defeitos que ele tem.

RENAN – Primeiro eu disse a ele, ‘Michel, você tem que ficar calado, não fala, não fala’.

MACHADO – [inaudível] Negócio do partido.

RENAN – Foi, foi [inaudível] brigar, né.

MACHADO – A bola está no seu colo. Não tem um cara na República mais importante que você hoje. Porque você tem trânsito com todo mundo. Essa tua conversa com o PSDB, tu ganhou uma força que tu não tinha. Então [inaudível] para salvar o Brasil. E esse negócio só salva se botar todo mundo. Porque deixar esse Moro do jeito que ele está, disposto como ele está, com 18% de popularidade de pesquisa, vai dar merda. Isso que você diz, se for ruptura, vai ter conflito social. Vai morrer gente.

RENAN – Vai, vai. E aí tem que botar o Lula. Porque é a intuição dele…

MACHADO – Aí o Lula tem que assumir a Casa Civil e ser o primeiro ministro, esse é o governo. Ela não tem mais condição, Renan, não tem condição de nada. Agora, quem vai botar esse guizo nela?

RENAN – Não, [com] ela eu converso, quem conversa com ela sou eu, rapaz.

MACHADO – Seguinte, vou fazer o seguinte, vou passar no presidente, peço para ele marcar um horário na casa do Romero.

RENAN – Ou na casa dele. Na casa dele chega muita gente também.

MACHADO – É, no Romero chega menos gente.

RENAN – Menos gente.

MACHADO – Então marco no Romero e encontra nós três. Pronto, acabou. [levanta-se e começam a se despedir] Amigo, não perca essa bola, está no seu colo. Só tem você hoje. [caminhando] Caiu no seu colo e você é um cara predestinado. Aqui não é dedução não, é informação. Ele está querendo me seduzir, porra.

RENAN – Eu sei, eu sei. Ele quem?

MACHADO – O bicho daqui, o Janot.

RENAN – Mandando recado?

MACHADO – Mandando recado.

RENAN – Isso é?

MACHADO – É… Porra. É coisa que tem que conversar com muita habilidade para não chegar lá.

RENAN – É. É.

MACHADO – Falando em prazo… [se despedem]

Segunda conversa:

MACHADO – […] A meu ver, a grande chance, Renan, que a gente tem, é correr com aquele semi-parlamentarismo…

RENAN – Eu também acho.

MACHADO -…paralelo, não importa com o impeach… Com o impeachment de um lado e o semi-parlamentarismo do outro.

RENAN – Até se não dá em nada, dá no impeachment.

MACHADO – Dá no impeachment.

RENAN – É plano A e plano B.

MACHADO – Por ser semi-parlamentarismo já gera para a sociedade essa expectativa [inaudível]. E no bojo do semi-parlamentarismo fazer uma ampla negociação para [inaudível].

RENAN – Mas o que precisa fazer, só precisa tres três coisas: reforma política, naqueles dois pontos, o fim da proibição…

MACHADO – [Interrompendo] São cinco pontos:

[…]

RENAN – O voto em lista é importante. [inaudível] Só pode fazer delação… Só pode solto, não pode preso. Isso é uma maneira e toda a sociedade compreende que isso é uma tortura.

MACHADO – Outra coisa, essa cagada que os procuradores fizeram, o jogo virou um pouco em termos de responsabilidade […]. Qual a importância do PSDB… O PSDB teve uma posição já mais racional. Agora, ela [Dilma] não tem mais solução, Renan, ela é uma doença terminal e não tem capacidade de renunciar a nada. [inaudível]

[…]

MACHADO – Me disseram que vai. Dentro da leniência botaram outras pessoas, executivos para falar. Agora, meu trato com essas empresas, Renan, é com os donos. Quer dizer, se botarem, vai dar uma merda geral, eu nunca falei com executivo.

RENAN – Não vão botar, não. [inaudível] E da leniência, detalhar mais. A leniência não está clara ainda, é uma das coisas que tem que entrar na…

MACHADO -…No pacote.

RENAN – No pacote.

MACHADO – E tem que encontrar, Renan, como foi feito na Anistia, com os militares, um processo que diz assim: ‘Vamos passar o Brasil a limpo, daqui para frente é assim, pra trás…’ [bate palmas] Porque senão esse pessoal vão ficar eternamente com uma espada na cabeça, não importa o governo, tudo é igual.

RENAN – [concordando] Não, todo mundo quer apertar. É para me deixar prisioneiro trabalhando. Eu estava reclamando aqui.

MACHADO – Todos os dias.

RENAN – Toda hora, eu não consigo mais cuidar de nada.

[…]

MACHADO – E tá todo mundo sentindo um aperto nos ombros. Está todo mundo sentindo um aperto nos ombros.

RENAN – E tudo com medo.

MACHADO – Renan, não sobra ninguém, Renan!

RENAN – Aécio está com medo. [me procurou] ‘Renan, queria que você visse para mim esse negócio do Delcídio, se tem mais alguma coisa.’

MACHADO – Renan, eu fui do PSDB dez anos, Renan. Não sobra ninguém, Renan.

[…]

MACHADO – Não dá pra ficar como está, precisa encontrar uma solução, porque se não vai todo mundo… Moeda de troca é preservar o governo [inaudível].

RENAN – [inaudível] sexta-feira. Conversa muito ruim, a conversa com a menina da Folha… Otavinho [a conversa] foi muito melhor. Otavinho reconheceu que tem exageros, eles próprios tem cometido exageros e o João [provável referência a João Roberto Marinho] com aquela conversa de sempre, que não manda. […] Ela [Dilma] disse a ele ‘João, vocês tratam diferentemente de casos iguais. Nós temos vários indicativos’. E ele dizendo ‘isso virou uma manada, uma manada, está todo mundo contra o governo.’

MACHADO – Efeito manada.

RENAN – Efeito manada. Quer dizer, uma maneira sutil de dizer “acabou”, né.

25 de maio de 2016 às 12:11

tvTG: Justiça Federal abre inscrições para mediadores [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Justiça Federal lançou edital para selecionar pessoas interessadas em atuar como Mediadores.
Inicialmente um serviço prestado voluntariamente, por pessoas das mais diversas áreas, que tenham curso superior, mas que poderá se tornar rentável financeiramente.
O juiz federal Carlos Wagner, nosso entrevistado nessa terça-feira, no Jornal da Noite, da 95FM, explicou como os interessados podem se inscrever.

25 de maio de 2016 às 12:05

Vivaldo Costa recebe na Assembleia o pré-candidato a prefeito de Caicó, médico Judas Tadeu [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado Vivaldo Costa (PROS) recebeu hoje na Assembleia Legislativa o médico caicoense Judas Tadeu.

Judas é o pré-candidato a prefeito de Caicó com apoio de Vivaldo.

O parlamentar apresentou o novo político aos seus pares na AL, como o presidente Ezequiel Ferreira e o deputado Albert Dickson (PROS).

25 de maio de 2016 às 11:58

Senador José Agripino avalia diferença entre a presidente afastada Dilma Rousseff e o interino Michel Temer [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do senador José Agripino Maia (DEM) sobre as medidas econômicas anunciadas pelo presidente Michel Temer:

“A diferença entre Dilma e Temer é que Dilma primeiro gasta sem autorização e depois impõe ao Congresso a aprovação de uma lei para coonestar o delito. Temer assume a ‘herança maldita’ e, sem revanchismo, submete o valor do rombo a uma bem-educada proposta de ajuste da meta fiscal”,

Entre as iniciativas divulgadas pelo presidente interino estão a devolução de R$ 100 bilhões do BNDES ao Tesouro Nacional e a limitação do gasto público.

Outra medida apresentada foi o envio ao Congresso Nacional de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita o gasto público.
O presidente em exercício também propôs a extinção do Fundo Soberano, criado em 2008 com a sobra do superávit primário e com royalties do petróleo.

25 de maio de 2016 às 11:38

Governador e secretária de Saúde visitam hospitais em Natal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O governador Robinson Faria começou o dia hoje visitando hospitais na companhia da secretária de Saúde, Eulália Alves.
Primeiro os dois foram ao Walfredo Gurgel onde visitaram as alas, conversaram com pacientes, e no final se reuniram com a direção do hospital.

Concluída a agenda no Walfredo Gurgel, Robinson e Eulália seguiram para a zona Norte, para uma visita ao Hospital Infantil Maria Alice Fernandes.


25 de maio de 2016 às 11:15

Tribunal de Justiça não vota ação do MP que envolve presidente da AL e processo deve seguir para o Supremo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Tribunal de Justiça do RN:


25 de maio de 2016 às 9:03

Temer se recupera do momento de fragilidade e aprova reforma fiscal na 1ª vitória do seu governo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Independente da crise política, com denúncias de envolvimento de ministros de sua gestão na lava jato, o presidente em exercício não baixou a cabeça e fez o que a presidente afastada Dilma Rousseff não vinha conseguindo desde que foi reeleita e assumiu o segundo mandato: ter liderança.

E independente de quem governe, é disso que o Brasil precisa para sair desse clima de estraçalhamento.

Ser só do contra adianta pouco.
Leia notícia da Folha:



Congresso aprova meta fiscal, na primeira vitória do governo Temer



MACHADO DA COSTA

MARIANA HAUBERT

DE BRASÍLIA



Em uma longa e conturbada sessão, o Congresso aprovou na madrugada desta quarta-feira (25), em votação simbólica, a revisão da meta fiscal com a elevação do deficit primário para R$ 170,5 bilhões. A votação pode ser considerada a primeira vitória do presidente interino Michel Temer junto ao Legislativo.
O peemedebista fez diversos apelos a sua nova base aliada para que se esforçassem para “ajudar a tirar o país da crise”. Segundo Temer, a nova meta dará um “clima de tranquilidade ao país”. Ao longo do dia, Temer ligou várias vezes para diversos parlamentares para garantir o apoio deles em plenário, segundo a Folha apurou.
Temer conseguiu votar a nova meta de forma expressa no Congresso. Ele levou pessoalmente ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o projeto na segunda-feira (23).
Renan definiu o regime de urgência para a matéria e evitou sua tramitação na Comissão Mista de Orçamento.
A sessão que analisou a proposta durou mais de 16 horas. Ela começou na manhã de terça e foi concluída apenas na madrugada de quarta. Grande parte da sessão foi destinada à votação de 24 vetos presidenciais, dos quais um foi rejeitado integralmente e dois tiveram trechos também derrubados.
A votação da meta fiscal começou por volta das 1h15 e durou cerca de três horas.
Ao longo das discussões, Renan tomou uma série de medidas para agilizar a votação da meta e evitar que, com o avançar da madrugada, o quórum de parlamentares diminuísse e prejudicasse a votação.

VOTAÇÃO CONTURBADA



Deputados e senadores da oposição questionaram o tamanho do deficit, pois a conta apresentada por Nelson Barbosa, último ministro da Fazenda de Dilma Rousseff, apresentava um deficit primário de R$ 96,7 bilhões.
“O governo fez diversas maquiagens para chegar a um rombo de R$ 170,5 bilhões”, disse o senador Humberto Costa.
O relator da matéria, deputado Dagoberto Nogueira Filho (PDT-MS), proveu um relatório favorável aos cálculos formulados pelo novo governo. “O número que foi apresentado é um número justo.
Ele diz ter procurado o ex-ministro da Fazenda Nelson Barbosa e que o antecessor de Henrique Meirelles confirmou que o número seria justo.
A sessão foi marcada por bate-bocas e discussões acaloradas entre aliados da presidente afastada Dilma Rousseff e aliados de Temer.
Na tentativa de acelerar a votação, o presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL) tentou limitar o tempo de fala dos parlamentares. A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) chegou a ocupar uma das tribunas da Câmara, onde corria a sessão, para tentar dificultar o andamento dos discursos.
“Esse projeto é um cheque em branco e não é para gastar com o povo, não sabemos para o que é”, afirmou a senadora.
Membros da oposição, no entanto, criticaram os números de Nelson Barbosa. “Como eles podem ter colocado a CPMF na meta? É prova da incompetência dos ex-técnicos do governo. Provam que eram cálculos imaginários”, afirmou a deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO).
Após quatro senadores –dois da situação e dois da oposição– e seis deputados –também dividido meio a meio– falarem, o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE) apresentou um requerimento para encerrar os debates e acelerar a votação. Renan aceitou o requerimento e, em votação do plenário, ele foi aprovado.
Sem mais impedimentos, Renan chamou uma votação simbólica para aprovar a nova meta.
O líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), afirmou que o primeiro desafio de Temer foi vencido e que a nova base aliada demonstrou “estar preocupada com o Brasil”.
Já o senador Humberto Costa (PT-PE), ex-líder do governo na gestão Dilma, classificou a nova meta como um cheque em branco.
“Esse deficit é artificial, é inflado. Eles querem um discurso para daqui até o final do ano remanejarem recursos de uma rubrica para outra e no fim do ano dizerem que a meta foi cumprida. É impossível gerar esse rombo como está proposto ali”, disse.
O petista reconheceu, no entanto, que houve um erro de estratégia do partido ao final da sessão que acabou permitindo uma votação simbólica, quando o PT pediu verificação de quórum quando deveria ter pedido que a votação fosse feita de forma nominal. “Acho que é uma falta de costume de ser oposição”, disse.

ROMERO JUCÁ



O senador Romero Jucá (PMDB-RR), que atuou na confecção da meta como ministro do Planejamento, defendeu o deficit primário pedido pelo governo Temer. Apesar do fogo cerrado, o senador permaneceu sentado à Mesa Diretora, acompanhando de perto o avanço da sessão.
“Temos que pedir esse deficit porque o governo não pagava aluguel de embaixada. Não mandava dinheiro para a saúde”, disse.
Durante seu discurso, Jucá era chamado de “golpista” por opositores. O senador respondeu na mesma hora. “Sempre falei em herança maldita e me questionavam o que seria essa herança. Eu dou exemplo. A maior herança maldita é a posição, é aguentar vocês”, afirmou.
O deputado Silvio Costa (PTdoB-PE) ironizou a situação do senador.
“Michel não foi correto com Vossa Excelência. Amigo é amigo no bom e no ruim. Quando você armou para derrubar o governo, para conspirar, Michel estava feliz. Na hora que veio uma dor para você, na primeira dor, ele lhe abandonou”, provocou Costa.

PRÓXIMOS PROJETOS



Com a primeira etapa cumprida, o governo ganha fôlego para negociar no Congresso as medidas de austeridade anunciadas nesta terça (24), entre elas o pagamento antecipado de R$ 100 bilhões do BNDES ao Tesouro Nacional.
Segundo o senador Aníbal Diniz (PSDB-SP), a maioria conquistada na votação mostra que o governo está conseguindo formar um núcleo duro capaz de aprovar essas medidas. “É preciso uma mudança para acabar com a fragmentação que estava havendo. A economia está devastada. E com a maioria demonstrada hoje, o governo pode respirar aliviado”, disse.
No mesmo sentido, Eunício Oliveira afirmou que cada proposta terá que ser negociada uma a uma no Congresso, mas a votação da meta fiscal demonstrou que o governo tem “uma maioria bastante significativa”.
Temer anunciou nesta terça (24) o primeiro pacote de medidas para reduzir o endividamento público e controlar o crescimento das despesas, consideradas hoje em trajetória insustentável.
A medida que deve provocar mais debate e impacto é a criação de um teto para o crescimento das despesas públicas. A proposta precisa de aprovação do Congresso, pois mexe nas regras constitucionais de destinação de dinheiro para saúde e educação.

24 de maio de 2016 às 17:49

Policial Militar com patrimônio de 15 milhões teria conseguido 1 milhão para campanha de Temer [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De Lauro Jardim

O PM mais bem-sucedido do Brasil

Por Guilherme Amado

O PM aposentado João Baptista Lima Filho, amigo de Michel Temer desde os tempos em que o presidente interino foi secretário de Segurança em São Paulo, é um caso de sucesso que deve dar orgulho a todo policial militar no Brasil.

Apesar dos conhecidos soldos baixos da categoria, o coronel Lima tornou-se um bem-sucedido empreiteiro e fazendeiro, com fortuna estimada em R$ 15 milhões.

Mas, a ser verdade que ele intermediou R$ 1 milhão para a campanha de Temer, conforme disse o delator José Antunes Sobrinho, da Engevix, à Lava-Jato, o coronel Lima seria apenas mais um PM que prosperou por outras vias.

24 de maio de 2016 às 17:29

Temer diz que já tratou com bandidos e sabe o que fazer no governo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Com tapa na mesa, Temer diz que sabe governar e já ‘tratou com bandidos’

Ave Maria…
O que danado o presidente Michel Temer quis dizer quando disse que já tratou com bandido?
Milhões de interpretações!!!
Dentro do contexto, a frase foi a seguinte…porém, sem deixar de dar margem às interpretações.

“Tenho ouvido: ‘Temer está muito frágil, coitadinho, não sabe governar’. Conversa! Fui secretário de Segurança duas vezes em São Paulo e tratava com bandidos. Então eu sei o que fazer no governo”.

O presidente disse isso…batendo na mesa.

24 de maio de 2016 às 15:59

PDT pede cassação dr Romero Jucá [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O PDT apresentou hoje à tarde denúncia contra o senador Romero Jucá (PMDB-RR) no Conselho de Ética do Senado. 

O documento foi entregue pelo senador Telmário Mota (PDT-RR), primeiro vice-líder do partido na Casa, e pelo presidente da sigla, Carlos Lupi.

24 de maio de 2016 às 15:51

Carreta de mamografia do Hospital de Barretos é trazida ao RN pela Frente Parlamentar de Combate ao Câncer [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Por intermédio da Frente Parlamentar de Combate ao Câncer, presidida na Câmara Federal pelo deputado Antônio Jácome (PTN), chegou a Natal uma unidade móvel de mamografia do Hospital do Câncer de Barretos, em São Paulo.

 A carreta, que numa parceria com a Avon, é totalmente equipada, dispondo de profissionais especializados, fica no Rio Grande do Norte por quase um mês e disponibilizará exames de mamografia para cerca de mil mulheres.
Confira abaixo as datas e cidades beneficiadas pelo projeto: 

23 a 27 de maio

Natal – 23, 24 e 25 na Praça Cívica e dia 27 no Alecrim, Templo Central.

30 de maio – Parnamirim

31 de maio – Goianinha

01 de junho – João Câmara. 

3 de junho – São Gonçalo do Amarante.
Entre 16 a 20 de maio a carreta esteve em Monte Alegre, atendendo pacientes dos municípios de Lagoa D’antas, Serrinha, São José do Mipibu e Santo Antônio.

Hoje o deputado estadual Jacó Jácome foi acompanhar os atendimentos.