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  • Jimmy Vitara
  • setembro 2014
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  • @thaisagalvao

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      • Grand Vitara

      Já é domingo, 14.

      Pesquisa liberada para publicação.

      Números do instituto Certus, em Mossoró, na capa da Gazeta do Oeste:

      IMG_1700.PNG

      Governo

      Henrique Alves (PMDB) – 29,40%

      Robinson Faria (PSD) – 27,14%

      Robério Paulino (PSOL) – 1,51%

      Simone Dutra (PSTU) – 1,26%

      Araken Farias (PSL) não foi citado na pesquisa.

      Nenhum - 27,39%

      Não sabem – 11,81%

      Não responderam – 0,25%

       

      Senado

      Fátima Bezerra (PT) – 33,67%

      Wilma de Faria (PSB) – 24,37%

      Ana Célia (PSTU) – 2,01%

      Laílson (PSOL) – 1,51%

      Roberto Ronconi (PSL) – 1,26%

      Nenhum – 27,14%

      Não sabem – 9,60%

      Não responderam – 0,25%

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      O ex-governador Iberê Ferreira de Souza deu início à última batalha de sua vida no dia 3 de junho, quando se internou na UTI do Hospital São Lucas, em Natal.

      Os médicos diagnosticaram uma meningite bacteriana, contraída na última cirurgia feita em São Paulo.

      No dia 7 ele deixou a UTI e foi para um apartamento do hospital, voltando para a UTI no dia 11, após se submeter a uma drenagem na cabeça.

      Três dias depois, 14 de junho, ele seguiu para São Paulo em uma UTI aérea.

      Em São Paulo, faria 3 meses neste domingo, foi levado para a UTI do Hospital Sírio Libanês, de onde não sai com vida.

      A família está reunida neste momento definindo o processo de remoção do corpo e de funerais.

       

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      • Home Angels

      O candidato a governador, Henrique Alves (PMDB), aliado do ex-governador Iberê Ferreira de Souza, cancelou sua agenda de domingo.
      E se pronunciou sobre a morte do vice-presidente fo PSB/RN:

      “Com muita tristeza e pesar recebo a notícia do falecimento de um grande amigo e companheiro de muitas lutas, Iberê Ferreira de Souza. Um gigante nessa caminhada, resistiu, além de todos os limites, aos desafios que a vida lhe opôs. Foi admirável como homem, família, político, caráter. Obrigado, amigo Iberê, por tudo que convivi e aprendi com você. Desde os tempos do nosso velho e querido MDB. Descanse na paz que, afinal, com as graças de Deus, você tanto merece ter”.

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      • D' Amis - Moda Feminina
      13
      set

      O ex-governador Iberê Ferreira de Souza descobriu que tinha câncer no final de seu governo tampão, quando substituiu, como vice, a titular Wilma de Faria, que renunciou ao cargo para ser candidata ao Senado.

      Começo de 2010.

      Mesmo assim, enfrentou a campanha para tentar se eleger governador.

      Sabia que não seria fácil, mas enfrentou.

      Foi exatamente nesse perído, quatro anos atrás, que ele lutou intensamente para vencer na política.

      Perdeu para a governadora Rosalba Ciarlini.

      Iberê foi guerreiro na campanha, como foi guerreiro no tempo que lhe restou entre o governo e sua partida hoje.

      Uma cirurgia atrás da outra. 

      Algumas no cérebro, para retirada de novos nódulos.

      No meio da luta, Iberê perdeu a mulher Celina, que há anos sofria de ELA, a síndrome hoje tão discutida no mundo.

      Seis de agosto do ano passado. Um ano e um mês atrás.

      Iberê completou 70 anos no dia 27 de fevereiro. Era dia do aniversário do meu pai e a cada ano eu lembrava a ele a coincidência.

      Liguei pra lhe dar parabéns esse ano, como sempre fazia, e ele me disse que não haveria comemoração.

      Acordou cedo e foi a Santa Cruz onde assistiu à missa no Santuário de Santa Rita de Cássia.

      Não contava com uma festa surpresa feita pelo filho Joca Ferreira, vice-prefeito de Santa Cruz, à noite em sua casa, onde reuniu familiares e os poucos amigos que ainda o visitavam com frequência.

      Uma vez visitei Iberê.

      Levei-lhe um livro de presente. "Não há silêncio que não termine", onde a senadora colombiana Ingrid Betancourt contava seus anos de cativeiro na selva colombiana.

       

      Em maio passado Iberê recebeu em sua fazenda, em Santa Cruz, o então presidenciável Eduardo Campos, presidente nacional do PSB.

      O ex-governador era vice-presidente da legenda no Rio Grande do Norte.

      Foi no dia 23 de maio.

      No dia 17 ele falou comigo.

      Foi a última vez.

      Me convidou para ir ao almoço na fazenda. Eu acabei não indo. Na ocasião da ligação, me contou que tinha acabado de falar com Campos e confirmado sua agenda em Santa Cruz.

      *

      A cada novidade ruim do seu estado de saúde, que ele encarava como mais um grande desafio, Iberê me ligava.

      Dizia que confiava em mim, e pedia que a notícia fosse divulgada. Era contra esconder os fatos, por pior que eles fossem.

      Prometia me ligar assim que terminasse o procedimento, e assim fazia. Do hospital, em São Paulo, ligava para me dar notícia.

      Sempre em primeira mão.

      Como fez hoje, quando resolveu partir

      Uma meia hora antes de saber da notícia, estava na cozinha fazendo jantar, quando minha filha Maria Fernanda chegou cantando: "Bará, bará, bará, Berê, berê, berê"…

      Perguntou se era a música de Iberê e eu respondi que sm.

      E ela perguntou o que era ele na política.

      Lhe contei a partir do cargo de vice-governador, governador por um ano, candidato à reeleição sem sucesso.

      Cantamos juntas a música, bem alto, na cozinha.

      Trinta minutos depois fui informada…

      Mas, o recado já havia sido mandado por ele, em forma de alegria, como ele sempre estava quando me ligava para dizer que o câncer tinha voltado e que iria se submeter a uma nova cirurgia.

      Depois de temporada na UTI do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, Iberê descansa.

      Em paz, levando para a eternidade o seu bom humor e sua elegância.

      Elegância que traduziu para mim através de presente personalizado em homenagem ao Blog.

      O conjunto de xícaras com a cara do Blog, vai ficar guardado para sempre.

      Presente que ele fez questão de me contar: fez para mim e para os jornalistas Felinto Rodrigues e Vicente Serejo.

      Em quem ele confiava, a quem ele respeitava.

      Descanse, guerreiro…

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      A lembrança e o respeito que permanecerão

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      13
      set

      Morre o ex-governador Iberê Ferreira de Souza

      13 de setembro de 2014 às 21:45 — 1 comentário

      Morreu há pouco, na UTI do Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, o ex-governador do Rio Grande do Norte, Iberê Ferreira de Souza.

      Iberê lutava contra um câncer há mais de 5 anos.

      Mais informações daqui a pouco.

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      • DNA Center

      Do Estadão:

      Delação garante a ex-diretor liberdade imediata e semiaberto após julgamento
      Acordo firmado por Paulo Roberto Costa com procuradores no Paraná prevê que ele deixe a prisão preventiva nos próximos dias e seja condenado a uma pena de cinco anos de detenção; ex-dirigente da Petrobrás aceita repatriar US$ 23 mi depositados na Suíça
      Fausto Macedo e Ricardo Galhardo, Enviados especiais – O Estado de S. Paulo

      CURITIBA – Depois de assinar um acordo para delação premiada e passar as últimas duas semanas prestando depoimentos diários sobre o esquema de desvios de dinheiro na Petrobrás e de aceitar a repatriação de dinheiro depositado no exterior, o ex-diretor de Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa pode deixar a cadeia ainda nesta semana.

      Segundo fontes no Judiciário ouvidas pelo Estado, a liberdade faz parte do acordo firmado entre Costa e o Ministério Público Federal no Paraná que resultou na implicação de dezenas de políticos de partidos da base de apoio da presidente Dilma Rousseff como supostos beneficiários de um esquema de propinas na Petrobrás.
      *
      O ex-diretor foi preso pela primeira vez em março, na Operação Lava Jato da Polícia Federal – que tinha como foco um esquema suspeito de movimentar R$ 10 bilhões em lavagem de dinheiro. Libertado em maio, foi novamente preso em junho, após autoridades suíças informarem o Brasil de que Costa tinha dinheiro no país europeu.

      Similar a um contrato, o acordo de delação é repleto de cláusulas. Mesmo colaborando com as investigações, Costa deverá ser condenado a uma pena aproximada de cinco anos – o que lhe garantiria, ao final do processo, o direito ao regime semiaberto, no qual o sentenciado a uma sanção menor do que oito anos de prisão pode trabalhar durante o dia fora da cadeia e é obrigado a voltar para o presídio no início da noite. Neste caso, a progressão da pena poderia lhe levar ao regime aberto em poucos meses.

      Para o ex-diretor, trata-se de quase um perdão judicial, porque a expectativa entre os procuradores da República e sua própria defesa era que fosse condenado a uma pena superior a 50 anos pelos crimes de lavagem de dinheiro e ocultação e destruição de documentos.

      Costa e seus familiares foram alertados pelos advogados que ele poderia receber uma pena superior à do operador do mensalão Marcos Valério Fernandes de Souza, condenado a 37 anos e cinco meses por corrupção ativa, peculato, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.

      Costa é réu em dois processos criminais e alvo de vários inquéritos da PF. A delação premiada o livrará de todos os processos e investigações. Uma cláusula do acordo prevê que Costa deverá usar tornozeleira eletrônica por um ano.
      *

      Repatriação. Pelo acordo, o ex-diretor também abre mão do dinheiro ilícito que mandou para o exterior.
      Pelo menos US$ 23 milhões estão bloqueados na Suíça em cinco contas atribuídas a Costa – parte desse valor sob suspeita de ser fruto de propina. No início da semana passada, em Genebra, o procurador-geral do país europeu, Michael Lauber, confirmou que contas de pessoas ligadas à Petrobrás estão sob investigação.

      A repatriação de valores é normalmente um processo moroso, pode se arrastar por anos. Exige a intervenção do Ministério da Justiça, via cooperação jurídica internacional, e o consentimento das autoridades suíças. Mas quando o titular das contas confiscadas autoriza expressamente o levantamento do dinheiro, o deslocamento é célere.
      *
      Foi assim que o Ministério Público de São Paulo conseguiu repatriar há alguns anos, em curto espaço de tempo, US$ 1 milhão do ex-prefeito Celso Pitta, já morto. O dinheiro estava em uma conta no paraíso fiscal de Liechtenstein em nome da ex-mulher de Pitta, Nicea. Ela própria autorizou a transferência para o Brasil.
      *
      Foro. A decisão de liberar Costa da prisão preventiva nos próximos dias deverá ser tomada pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal, que também atua no caso desde que surgiram nomes de políticos que ocupam cargos eletivos e, portanto, têm direito a foro privilegiado.

      O juiz da 13.ª Vara Criminal Federal de Curitiba, Sergio Moro, foi quem expediu a ordem de prisão de Costa e é o responsável pela Operação Lava Jato.
      *
      Inicialmente, o acordo de delação premiada previa, em uma cláusula, que Costa poderia deixar a prisão preventiva na sexta-feira passada. Mas como os relatos do delator se multiplicaram, sempre apontando para políticos, servidores públicos e empreiteiras, a permanência dele na custódia da PF se prolongou por mais alguns dias.

      O portal estadao.com.br revelou no dia 5 que o ex-diretor citou em seus depoimentos o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
      No dia seguinte, a revista Veja informou que Costa citou também os nomes da governadora Roseana Sarney (MA) e dos ex-governadores Sérgio Cabral (RJ) e Eduardo Campos (PE) – ex-candidato à Presidência pelo PSB, que morreu em um acidente aéreo no mês passado -; do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, e do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), além de parlamentares do PT e de outros partidos da base aliada. Não foram apresentados documentos ou detalhes sobre o teor dos depoimentos. Os citados já negaram envolvimento em irregularidades.

      A delação de Costa levou o tema corrupção na Petrobrás para o centro da campanha presidencial deste ano.
      *
      Para lembrar: Doleiro não cumpriu acordo

      Em maio deste ano, dois meses depois do início da Lava Jato pela Polícia Federal, a Justiça suspendeu o acordo de delação premiada por meio do qual o doleiro Alberto Youssef – preso na operação – havia se livrado de pesadas sanções decorrentes de processos abertos a partir de outra missão da PF, a Farol da Colina.

      Em 2004, a Polícia Federal desencadeou uma megaoperação em sete Estados contra 63 doleiros, sob acusação de evasão de divisas, sonegação, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro. Para a Justiça, Youssef perdeu o direito ao benefício da delação premiada porque voltou a incorrer nas mesmas práticas que deram origem aos processos criminais anteriores.

      Youssef é antigo conhecido da Justiça, mesmo antes da Operação Farol da Colina. Nos anos 1990 ele foi protagonista do escândalo Banestado, evasão de US$ 30 bilhões. Na ocasião, ele fez delação premiada e contou parte do que sabia.

      A Lava Jato o flagrou em ação novamente. A operação desmontou organização criminosa acusada de lavagem de recursos ilícitos e a investigação mostrou relações próximas do doleiro com o ex-diretor da Petrobrás Paulo Roberto Costa – o doleiro teria pago propina para o ex-executivo referente a contratos da estatal.

      Réu em cinco ações penais no âmbito da Operação Lava Jato, Youssef cogitou, há duas semanas, depois de Paulo Roberto Costa decidir fazer a delação premiada em troca de redução de penas, também aderir ao benefício, mas desistiu porque foi alertado de que poderia permanecer na cadeia, em regime fechado, por, no mínimo, três anos.

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      Do Portal Um:

      Dom Orani é nomeado para discatério do Vaticano
      CARLOS MOIOLI

      O cardeal arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, é um dos membros nomeado pelo Papa Francisco, neste sábado, 13 de setembro, para a Congregação para a Evangelização dos Povos, atualmente dirigida pelo Cardeal Fernando Cardeal Filoni.

      Essa é a terceira nomeação de Dom Orani para um dicastério da Cúria Romana, depois que se tornou cardeal da Igreja, em 22 de fevereiro de 2014. Ele também faz parte da Congregação para a Educação Católica e do Pontifício Conselho para os Leigos.

      A Congregação para a Evangelização dos Povos, criada historicamente como Propaganda Fide, pelo Papa Gregório XV no dia 22 de junho de 1622, ocupa-se das questões referentes à propagação da fé católica no mundo inteiro. Tem uma tarefa especificamente missionária. Dar as diretrizes, promover a formação de missionários, dar impulso e prover o sustento daqueles que estão em terra de missão, através das Pontifícias Obras Missionárias.

      De acordo com a Constituição Apostólica Pastor Bônus, do Papa João Paulo II, a congregação faz parte do “conjunto de departamentos e agências que atendem o Romano Pontífice no exercício do seu múnus pastoral supremo para o bom e o serviço da Igreja universal e das Igrejas particulares, exercem e reforçam, assim, a unidade da fé e da comunhão do Povo de Deus e promove a missão da Igreja no mundo”.

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      Do CNJ:

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      CLIQUE AQUI para assistir ao vídeo

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      Do TSE:

      O ministro Tarcisio Vieira de Carvalho Neto, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou hoje (13) a retirada imediata do ar doblog intitulado Marina Silva Mente (marinadasilvamente) por considerar que o espaço na internet está sendo utilizado para veicular e reproduzir afirmações caluniosas, difamatórias e injuriosas à candidata da Coligação Unidos pelo Brasil.

      Em sua decisão liminar, o ministro dá prazo de cinco dias à empresa Google Brasil Internet Ltda. para informar o IP (Internet Protocol) – número que possibilita a identificação, na web, do dispositivo utilizado pelo usuário -, informação necessária para a notificação de Ramon Mayor Martins, responsável pelo blog.

      No blog, abaixo do título “Marina Silva Mente”, é feito um apelo para que os usuários divulguem as informações no microblog Twitter

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      Da Veja Online:

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      • Home Angels

      A Tribuna do Norte pubicou hoje manchete de página dizendo que o Tribunal de Justiça considerou "falho" o relatório feito pela Corregedoria Geral de Justiça do Estado, e o tema levanta a seguinte questão: 

      A declaração do juiz auxiliar Fábio Filgueira, afirmando que os dados do relatório não refletem a realidade, aponta para uma divisão dentro do Tribunal, vez que o Corregedor Geral de Justiça é um desembargador do TJ, no caso, Vivaldo Pinheiro?

      Ou o juiz emite uma opinião pessoal e não fala em nome do Tribunal como colocou a reportagem da TN?

      Além de um provável racha dentro do próprio Tribunal, existiria uma queda de braço entre Tribunal e Corregedoria?

      Ou os dois funcionariam como parceiros-aliados, na intenção de dar celeridade às questões jurídicas, sempre tão arrastadas, não só no Rio Grande do Norte, mas em todo o Brasil?

      O Provimento 109/2014, levanta questões e sugere soluções.

      Soluções estas que nao implicam, pelo que se entende, em uma divisão da justiça por disputa de poder dentro do poder judiciário…

      O Provimento nada mais é do que um levantamento feito entre os anos de 2009 e 2013, com base na Lei de Organização Judiciária – e seguindo os moldes do 'Justiça em Números', que o CNJ publicará este mês – que traça uma radiografia da Justiça no Rio Grande do Norte e sugere soluções.

      A análise de desempenho, a partir da quantidade de processos que entram e que saem a cada ano em cada Vara, levou em consideração as pecualiaridades de cada Vara individual ou de cada grupo de Varas de mesma competência.

      Um dos grupos formados inclui 17 Varas Cíveis.

      No caso de Varas Criminais, o relatório deixa clara uma certa disparidade em se comparando a outras, na questão da celeridade, vez que um processo que entra, só pode sair depois de, ou cumprida a pena, ou por morte do envolvido ou por prescrição da pena.

      Coisa que só o tempo é quem define.

      Ou, também no caso, se o poder público oferecer mais segurança ao Estado, reduzindo assim os índices de criminalidade.

      Fator que, segundo o relatório, está fora da compatência do poder judiciário.

      Outra situação em que o Provimento deixa claro que depende de questões que ultrapassam a competência jurídica, diz respeito às Varas Fiscais.

      A Terceira Vara, por exemplo, em um ano recebe de 20 a 30 mil processos. Processos esses que incluem, por exemplo, o IPTU.

      A falta de pagamento por parte da população demanda um número alto de processos por parte do Município, e nesse caso, só o poder público seria capaz de apontar soluções para evitar o acúmulo de processos.

      Outro levantamento feito e apresentado pela Corregedoria diz respeito ao custo de comarcas.

      Um exemplo citado foi um grupo de 5 comarcas de primeira entrância, que em um ano demandaram, todas juntas, 200 processos, enquanto a comarca de Nísia Floresta, também de primeira entrância, demandou 2 mil processos.

      A questão discorre sobre até que ponto se justifica a existência da comarca.

      Portanto, o trabalho de correição, que poderia servir como complemento ao trabalho da justiça, terminou virando estopim para uma queda de braço dentro da própria justiça.

      Certo ou errado?

       

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      • D' Amis - Moda Feminina

      Mauro Araújo.

      Baiano de Salvador, é ele o novo diretor-presidente do Consórcio Arena das Dunas.

      Já em Natal, Mauro recebe o cargo de Charles Maia, que se despede do Rio Grande do Norte como previsto, depois de ter sido o responsável, em nome da OAS, pela demolição do Machadão, construção da Arena e assinatura do contrato de gestão que ainda tem 16 anos pela frente.

      O segundo gestor da Arena das Dunas disse ao Blog ontem, durante a festa do colunista da Tribuna do Norte, Jota Oliveira, que aconteceu no espaço vip da Arena, que sabe do desafio que terá pela frente para tocar a Arena como um espaço para grandes eventos.

      Ele elogiou a gestão de Charles e se disse disposto a continuar o trabalho.

      Vitrine não vai faltar a mauro Araújo.

      O estádio é lindo, como o mundo já comprovou durante a Copa.

      E o espaço vip, onde aconteceu a festa de ontem, é um lugar perfeito para grandes festas.

      O nome de Mauro Araújo ainda não tinha sido divulgado, e o Blog informa em primeira mão.

       

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      O Jornal de Hoje publica logo mais, na sua edição de sábado e domingo, que chegará às bancas por volta das 15 horas, o resultado da pesquisa Consult, com questionários aplicados somente em Natal.

      Eis os principais números que serão divulgados.

      Governo

      Henrique Alves (PMDB) – 37%

      Robinson Faria (PSD) – 24%

      Senado

      Wilma de Faria (PSB) – 35%

      Fátima Bezerra (PT) – 34%

      Atualizando…

      Com os dados completos da pesquisa:

      Governo

      Henrique Alves (PMDB) – 37%

      Robinson Faria (PSD) – 24%

      Robério Paulino (PSOL) – 2,9%

      Simone Dutra (PSTU) – 2%

      Araken Farias (PSL) – 0,8%

      Nenhum – 20,3%

      Indecisos – 13%

      Senado

      Wilma de Faria (PSB) – 35,1%

      Fátima Bezerra (PT) - 34,1%

      Ana Célia (PSTU) – 1,7%

      Roberto Ronconi (PSL) – 1,6%

      Lailson (PSOL) – 1,4%

      Nenhum – 17,1%

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      • DNA Center
      13
      set

      ABCxAmérica: PM a postos a partir das 13 horas

      13 de setembro de 2014 às 11:15 — Comente aqui

      A Polícia Militar estará mobilizada a partir das 13h para o clássico ABC X América que acintecerá logo mais às 16h10 na Arena das Dunas, em Natal.

      Policiais acompanharão os deslocamentos das torcidas organizadas e farão as escoltas das equipes.
      O esquema de segurança será parecidp com o que foi montado nos jogos da Copa.
      É o que garante a PM.

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      Das 5 pesquisas registradas no TRE, que estão no forno, duas já podem ser divulgadas hoje:

      A do instituto Item, no blog de Heitor Gregório, e a da Consult, no Jornal de Hoje.

      Para o domingo estarão liberadas pelo TRE as pesquisas da Certus, contratada pelo jornal Gazeta do Oeste, e Seta, pelo portal Nominuto.

      Para segunda-feira, Ibope na TV Cabugi.

       
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      Das 3 eleições suplementares realizadas este ano no Rio Grande do Norte, duas já desceram pelo ralo.

      A do município de Francisco Dantas, realizada no mesmo dia de Mossoró, foi anulada.

      No começo de julho o TRE determinou a realização de nova eleição suplementar, derrubando a então realizada.

      E agora em Ipanguaçu, o TSE devolve o cargo ao prefeito cassado, derrubando também a suplementar.

      Das 3, só Mossoró tem se sustentado.

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      Do ex-superintendente do Incra, Ibero Hipólito, que teria a simpatia dos sem-terra para voltar ao cargo, num movimento que teria sido iniciado pelas interdições de estradas federais no Rio Grande do Norte:

      Prezada Jornalista Thaisa Galvão,

      Boa tarde,

      Muito me honra ter a simpatia dos Movimentos Sociais do Campo no Rio Grande do Norte que lutam pela terra. Isso mostra o meu compromisso em cumprir o papel institucional do INCRA de fazer a reforma agrária 

      Os movimentos sociais são autônomo para expressarem seus posicionamentos sem tutela de governos. Como toda nomeação do INCRA é política, essa também não deixou de ser. Gostaria só de te informar que o recém nomeado passou recentemente a ser servidor de carreira, no entanto, já está na autarquia como cargo comissionado (de fora do quado) ha mais de dez anos.

      Não sou apadrinhando por ninguém no PT. Mas o atual tem padrinho sim. Esse é o principal problema para a reforma agrária e os movimentos sociais. O padrinho é de família de latifundiário que é totalmente contra os princípios da instituição INCRA de desapropriar terras improdutivas.

      Tenho um apreço e respeito enorme pelos servidores de carreira e terceirizados do INCRA e sei das dificuldades que hoje eles estão passando dentro da Superintendência.

      Por fim, termino afirmando que minha contribuição como gestor para reduzir o latifúndio no país, em especial no Rio Grande do Norte, já foi dada e não cogito em hipótese alguma retorno ao INCRA.

      Um abraço,

      Ibero Hipólito

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      • Banner AleSAT

      Há poucos dias o Blog publicou que, em Mossoró, não se fala em outra coisa: na ação que tramita no TSE para levar de volta à Prefeitura, a prefeita cassada Cláudia Regina, anulando a eleição suplementar de 4 de maio.

      Pois…

      Essa semana o TSE anulou a eleição suplementar de Ipanguaçu, realizada um mês depois da de Mossoró, no dia primeiro de junho.

      E ontem o prefeito cassado, Leonardo Oliveira, e o vice Josimar, reassumiram a Prefeitura do município.

      *

      Na eleição de junho foi eleito prefeito, o presidente da Câmara que estava como prefeito interino, Geraldo Paulino, do mesmo PT de Leonardo.

      Foto www.ipanguacudobem.com

       

       

      IMG_1630.PNG

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      • Home Angels

      Da Folha de S.Paulo:

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      No Rio Grande do Norte, eleição tem clima de clássico de futebol. Os eleitores se dividem entre duas grandes torcidas, bacurau e arara, aves que representam famílias tradicionais do Estado.

      O bacurau, de hábitos noturnos, simboliza os Alves. Já a arara é família Maia. Os clãs se revezam na política potiguar desde a década de 1960.

      “Sou bacurau da gema, desde que nasci. Minha família toda é bacurau”, disse a dona de casa Maria das Graças da Silva, 54, de Várzea, no agreste do Estado.

      Os adversários políticos têm músicas e cores específicas: bacuraus são verdes, e as araras, vermelhas.

      Bacurau também é como era conhecido o último trem que saía de Natal, de madrugada. O apelido teria sido dado ao clã Alves a partir do ex-governador Aluízio Alves (1921-2006), que distribuía Diários Oficiais com nomeações de familiares e apadrinhados no fim da noite, sem ser visto pela maioria da população, tal qual o trem.

      Nome do novo aeroporto do Estado, Aluízio é pai do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que agora disputa o governo do RN.

      Henrique é o representante político do clã mais proeminente hoje em dia, ao lado do ministro Garibaldi Alves Filho (Previdência), seu primo. Pelo lado das araras, o destaque é o senador José Agripino Maia (DEM-RN).

      Nestas eleições, acontece um fato atípico: bacuraus e araras estão no mesmo palanque. A candidata ao Senado na chapa de Alves é a ex-governadora Wilma de Faria (PSB-RN), que já foi casada com o ex-deputado Lavoisier Maia, uma típica arara.

      Nos atos de campanha pelo interior do Estado acompanhados pela Folha no final desta semana, ambos procuraram trocar elogios e ressaltar em seus discursos que haviam acabado com o “radicalismo” da política estadual.

      “Quem for bacurau como eu é voto para Wilma senadora”, disse Henrique Alves. “O Rio Grande do Norte não comporta mais radicalismo nem intolerância”, afirmou, no município de Várzea.

      “Aqui, a gente juntou o verde e o vermelho”, disse a ex-governadora. “Nós estamos votando em bacurau, então bacurau precisa votar na gente também”, disse, no ato.

      O principal adversário de Henrique Alves é o atual vice-governador Robinson Faria (PSD-RN), que se apresenta como alternativa à polarização entre as famílias.

      Segundo pesquisa Ibope realizada entre 25 e 27 de agosto, Alves tem 40% das intenções de voto no Estado, contra 28% de Faria.

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      • D' Amis - Moda Feminina

      A revista Época, que está nas bancas, revela que o esquema da Petrobras, que teria distribuído propina a políticos, numa espécie de mensalão, foi montado no primeiro governo Lula (PP) pelo então deputado do PP, José Janene, que morreu de infarto em 2010.
      Quem revelou como tudo começou foi o empresário Hermes Freitas Magnus, de 43 anos, ex-sócio de Janene, que garantiu que o ex-sócio “embolsou”, e não teria sido oficialmente, o valor de R$ 4,1 milhões “do mensalão petista”.
      Eis a reportagem da Época:

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      Os dois períodos de Lula na Presidência foram marcados por crescimento econômico, disseminação de programas sociais – e também por dois grandes escândalos de corrupção. No primeiro mandato, reinou o mensalão. Ele acabou na prisão de seus principais operadores e articuladores, depois de julgados e condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF). No segundo mandato – soube-se nos últimos meses, por meio de investigações da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público Federal (MPF) –, floresceu um esquema de pagamento de propina em troca de contratos bilionários com a Petrobras (leia detalhes na reportagem da página 36), esquema que continuou durante o governo de Dilma Rousseff. Neste momento, as autoridades investigam a conexão entre os dois escândalos. Já se sabia que parte da estrutura financeira do mensalão fora usada no esquema da Petrobras. As últimas investigações vão além da questão financeira e se debruçam sobre os personagens comuns aos dois enredos. O ex-deputado federal José Janene (que morreu em 2010), o doleiro Alberto Youssef e o executivo Paulo Roberto Costa aparecem no mensalão e no esquema da Petrobras.
      *

      Um depoimento dado no dia 22 de julho deste ano – revelado por ÉPOCA em primeira mão e disponível em vídeo em epoca.com.br –, ajuda a detalhar o papel dos atores que participaram dos dois esquemas. O autor do depoimento é o empresário Hermes Freitas Magnus, de 43 anos. Ele reafirma a participação do mensaleiro Janene – deputado do PP que, em troca de apoio político, embolsou R$ 4,1 milhões do mensalão petista – como figura central que liga os dois escândalos. Magnus foi sócio de Janene – e, segundo diz no depoimento, frequentava sua casa e ouvia confidências dele. Segundo Magnus, o esquema da Petrobras “era a extensão do mensalão, um cala-boca para que (Janene) permanecesse quieto”. Janene sempre dizia, segundo o depoimento de Magnus, que poderia “derrubar Lula”, porque sabia do esquema do PT tanto quanto o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado por corrupção.
      *
      Segundo Magnus, na hierarquia dos dois esquemas, Janene estava acima do doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. De acordo com o depoimento de Carlos Alberto Pereira da Costa, advogado de Youssef – revelado com exclusividade na última terça-feira por epoca.com.br –, foi Janene quem apresentou Youssef a Paulo Roberto. O trio operou junto em dois momentos. Youssef ajudou Janene a lavar o dinheiro do mensalão. Ainda no primeiro mandato de Lula, Janene indicou Paulo Roberto à Diretoria de Abastecimento da Petrobras. No segundo mandato de Lula, os três operaram juntos no esquema da Petrobras. Investigações da Operação Lava Jato revelam que Youssef intermediava pagamento de propina na estatal. Por meio de empresas de fachada, Youssef recebia dinheiro de empreiteiras interessadas em assinar contratos com a Petrobras. Usando um emaranhado de depósitos bancários feitos por laranjas, fazia o suborno chegar a Paulo Roberto, o homem que tinha a caneta para fazer as contratações – e, agora preso, começa a entregar os participantes do esquema. Enquanto isso, Janene, por ser guardião dos segredos do PT, ganhava espaço na Petrobras. Ele continuou como deputado apenas no início do segundo governo Lula. Por causa de uma doença no coração, Janene arrancou em 2007 uma aposentadoria por invalidez na Câmara dos Deputados, embora já respondesse à acusação de receber dinheiro do mensalão. Continuou ativo na política, agindo nos bastidores.
      *
      O relato que Magnus fez à Justiça Federal revela o grau de influência dele na Petrobras. “Lá, mando eu”, costumava dizer Janene, conforme o relato de Magnus – embora houvesse outros partidos e esquemas na Petrobras. “Alguns deputados federais queriam falar com diretores da Petrobras sem a intervenção de José Janene, e não conseguiam. Então, entravam em contato com Janene pelo telefone”, afirmou Magnus. Ele disse ainda que presenciou uma performance debochada de Janene ao telefone. Ele ironizava um parlamentar que tentara contato sem sua ajuda. “E aí, a espera tá grande?” Segundo Magnus, Janene tinha “acesso livre” e intermediava negócios entre a Petrobras e empresas de grande porte, como as construtoras Camargo Corrêa e Queiroz Galvão. Ele não deu detalhes que possam identificar que tipos de contrato seriam ou se houve algum tipo de ilegalidade. Procurada, a construtora Queiroz Galvão afirmou que não há “irregularidades nem ilegalidades” em seus contratos, que são negociados “dentro das regras estabelecidas pela legislação e sem a intermediação de terceiros”. A Camargo Corrêa disse que só presta serviços à Petrobras por meio de licitações públicas.
      *
      Magnus começou a contar o que sabia à Polícia Federal ainda em 2009, quando o escândalo de corrupção na Petrobras ainda era desconhecido. Concluiu a história com riqueza de detalhes no depoimento de julho passado. Ele parece ter credenciais para falar. A Operação Lava Jato teve início justamente a partir da investigação sobre um negócio de Magnus com Janene. De acordo com o MPF, Janene lavou dinheiro do mensalão ao investir parte da quantia recebida na Dunel Indústria e Comércio, fabricante de componentes eletrônicos que pertencia a Magnus. Janene usou a empresa de fachada CSA Project Finance, uma sociedade mantida pelo doleiro Youssef, para aplicar R$ 1,16 milhão dos R$ 4,1 milhões que ganhara no mensalão na Dunel. Isso ocorreu em julho de 2008.
      Era mais um golpe aparentemente perfeito idealizado por Janene. Magnus tinha as características de vítima ideal para operadores experientes do mercado negro. Sua firma de eletrônicos automotores precisava de dinheiro para crescer, e ele buscava um investidor. Janene e Youssef estavam atrás de uma oportunidade para esquentar dinheiro frio de corrupção. O primeiro encontro com Magnus foi em junho de 2008, na sede da CSA, em bairro nobre de São Paulo. Acompanhado de Youssef, o afável Janene – já ex-deputado – chegou abraçando afetuosamente o futuro sócio, ou melhor, a futura vítima. O doleiro e o mensaleiro traziam soluções rápidas e práticas, quase um sonho para quem precisava de uma injeção de capital. “Olha, podemos viabilizar seu negócio: se quiser dinheiro do Estado do Espírito Santo para cima, tenho a opção do Banco do Nordeste. Se não quiser se meter com banco, temos uma solução mais tranquila, um recurso nosso. Se quiserem, coloco 1 milhão de início”, disse Janene.
      *
      As imagens do depoimento obtidas por ÉPOCA mostram que, no momento em que Magnus conta essa história, Youssef senta-se ao lado do advogado dele e, apontando para Magnus, reclama: “Ele está mentindo, ele é mentiroso”. O juiz Sérgio Moro, que ouvia Magnus, interrompe Youssef. Ele só se cala quando é ameaçado por Moro de ser retirado da sala. Em pouco tempo, Magnus foi alijado da Dunel e virou, como ele mesmo se definiu, uma espécie de zumbi na firma. Os equipamentos encomendados não chegavam, e a produção emperrava. Ao consultar um advogado, Magnus descobriu que estava no meio de uma trama de lavagem de dinheiro. Resolveu procurar a PF para contar o que sabia. Afirma que Janene o ameaçou de morte e que, na época, um incêndio misterioso destruiu uma casa dele.
      *
      Youssef, mais uma vez, se deu bem. Lavou o dinheiro para Janene e, ainda naquele ano de 2008, estreitou relações com Paulo Roberto, o executivo dos grandes contratos da Petrobras. Mal se livrara de uma condenação a sete anos de reclusão graças a uma delação premiada, Youssef reincidia em sua especialidade, a lavagem de dinheiro. Tinha o amigo e sócio Janene como cliente. Juntos, tinham um hotel, uma agência de viagens em Londrina e uma locadora de automóveis. A proximidade da dupla ia além dos negócios. Os dois se visitavam e se tratavam pelos títulos de compadre e padrinho. “Youssef chegava à casa de Janene e era padrinho pra cá, padrinho pra lá… Compadre pra cá, compadre pra lá. E era muito íntimo na lida das coisas”, afirmou Magnus à Justiça Federal. Numa dessas reuniões, Janene prometeu pagar o que chamou de “lua de mel” na Europa para Youssef e a mulher. Em seguida, explicou a ele o motivo da generosidade: “Ela só não pode pensar que você vai fazer aqueles câmbios para mim na França. Não deixe ela sonhar que você está fazendo isso”.
      *
      Os desvios de dinheiro por meio de contratos superfaturados na Petrobras identificados até agora ocorreram de 2009 a 2014. A morte de Janene por infarto, na fila do transplante de coração, em 2010, não interrompeu a afinada e conveniente parceria entre Youssef e Paulo Roberto. Ao contrário, os laços ficaram ainda mais estreitos. Durante a Operação Lava Jato, a PF interceptou e-mails recebidos por Youssef. Uma das mensagens veio de um ressentido João Claudio Genu, ex-chefe de gabinete de Janene e um dos condenados do mensalão. Genu expressava seu “inconformismo” com a aproximação de Youssef e Paulo Roberto. Aparentemente, àquela altura, o doleiro e o diretor da Petrobras tinham estabelecido uma linha direta, sem intermediários, e Genu perdera seu quinhão no esquema. Paulo Roberto se tornara milionário. A Justiça descobriu que ele mantinha R$ 51,3 milhões em 12 contas secretas na Suíça.
      O depoimento de Magnus reitera uma conclusão: o mensalão e o escândalo da Petrobras são dois esquemas distintos, mas com métodos, causas e consequências semelhantes. A causa é o fisiologismo: garantir apoio no Congresso usando cargos que deveriam ser preenchidos por critérios estritamente técnicos. O método: desvio de dinheiro público para financiar campanhas ou enriquecer os políticos envolvidos. A consequência: corrupção. Com a descoberta do mensalão, em 2005, quando o primeiro mandato de Lula se aproximava do fim, foi preciso assegurar a fidelidade dos mesmos partidos – e dos mesmos políticos – ao governo do PT. Com a reeleição de Lula, o governo continuaria a precisar de apoio no Congresso. E o Congresso não mudara. As regras de Brasília também não. Lula e o PT acomodaram-se às práticas políticas de sempre. E distribuíram aos partidos da base os cargos que os políticos tanto queriam. São aqueles que servem tão somente para gerar favores e dinheiro, seja para campanhas, seja para o bolso de quem está no esquema. Nenhum cargo era tão desejado pelos políticos quanto uma diretoria na Petrobras, a mais rica e poderosa empresa do país. No segundo mandato de Lula, a Petrobras, mais que qualquer outra estatal, ocupou o vácuo deixado pelo mensalão.
      *
      Janene está morto, não pode mais ameaçar nem delatar ninguém. Parentes seus são réus com Youssef na ação penal sobre a lavagem de dinheiro do mensalão. Um deles é Meheidin Jenani, primo de Janene. Magnus, o ex-sócio de Janene, afirma que Meheidin é especialista em assar carneiros e ia constantemente do Paraná a Brasília para preparar carneiros para a então ministra da Casa Civil, e hoje presidente Dilma Rousseff. Procurado por ÉPOCA, Meheidin desconversou. Procurada por ÉPOCA, a assessoria do Planalto disse que Dilma Rousseff não conhece Meheidin, muito menos era fã de carneiros preparados por ele.

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