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12 de junho de 2008 às 16:26

Wilmista reclama que Garibaldi continua sendo adversário de Wilma

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Um wilmista daqueles beeeem próximo da governadora Wilma de Faria, andou refletindo e chegou à conclusão que o acordo da governadora com o PMDB…principalmente de Garibaldi….não tem rendido muitos frutos não…
Para uma parceria que começou agora e deveria se estender até as eleições de 2010, o presidente do Senado não tem demonstrado que é um aliado de Wilma não.
Defensor do acordo desde o primeiro momento, o wilmista preocupado reclama que não viu, ate agora, um gesto sequer de desprendimento por parte de Garibaldi em
relacao a Wilma.
E cita como exemplos as solenidades onde os dois se encontram.
Em Mossoró, na inauguração das praças da avenida Rio Branco, o senador Garibaldi fez elogios rasgados à prefeita Democrata Fafá Rosado, passou de raspão no governo Wilma e detonou o presidente Lula.
Num revide de quem não está tão afinado assim…Wilma defendeu Lula.
Na semana passada, na Fiern, no evento que contou com a presença do ministro Miguel Jorge, eis que Garibaldi mais uma vez, segundo o wilmista, demonstrou que continua sendo o adversário número 1 de Wilma.
Mostrando total afinação com o tio-prefeito Agnelo Alves, Garibaldi questionou as obras do governo federal no RN – que Wilma defende ardorosamente – e em tom quase ameaçador, disse que “aeroporto SIM é Lula SIM, aeroporto não, é Lula NÃO”.
Admitindo não votar no presidente Lula, caso o aeroporto de São Gonçalo, que está em obras, não seja concluído ate 2010.
O wilmista de primeiríssimo escalão ainda questiona a oposição ao governo Wilma nas páginas da Tribuna do Norte…
Incansável na defesa da aliança em torno de uma candidatura do PT, o wilmista também questiona a demora do Ministério da integração Nacional – comandado pelo grande amigo do deputado Henrique Alves, Geddel Vieira – ainda não ter liberado os recursos necessários para solucionar os problemas causados pelas enchentes no interior do RN. “Até agora não saiu um tostão para o Rio Grande do Norte, os estragos continuam sem solução, e em reunião semana passada para cobrar providências ao ministro Geddel, a governadora foi informada que teríamos direito a apenas, 15 milhões de reais, algo irrisório para enfrentar os prejuízos no Estado, calculados em mais de 200 milhões, desemprego e etc.. E qual foi a postura do PMDB do presidente do Senado? Calado
estava, calado ficou.
Muuuito esquisito”

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