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18 de dezembro de 2009 às 7:03

Pesquisa aponta deficiências nas condições de trabalho da magistratura

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Uma pesquisa que ouviu 99 magistrados revelou como ‘preocupantes’ as condições de trabalho da magistratura potiguar
A pesquisa foi feita pela AMARN (Associação de Magistrados do RN) e o resultado será apresentado às 14 horas de hoje, na abertura do 1° Encontro de Prestação de Contas da Magistratura Potiguar, que acontecerá hoje no Auditório Floriano Cavalcanti, na sede do Tribunal de Justiça do RN.
“Os resultados já eram esperados, uma vez que, na prática, nós juízes sentimos os efeitos das deficiências apontadas na pesquisa”, declarou o juiz Madson Ottoni, presidente da AMARN.
Eis os números da pesquisa:
83,64% dos locais de trabalho não dispõem de equipamentos nem pessoal de segurança.
33,2% das unidades judiciárias não existe um magistrado titular há mais de 6 meses nos
últimos dois anos.
67,6% dos juízes do Estado têm menos de 30 processos em grau de recurso no Tribunal de Justiça.
72,5% dos juízes têm mais de mil processos em tramitação em suas unidades judiciárias.
“A pesquisa igualmente contempla números positivos, a exemplo de 89,9% das unidades judiciárias com 5 ou mais computadores. É
possível dizer, portanto, que existem pontos vulneráveis em nossa estrutura judiciária que precisam ser levados em consideração, pois o
propósito da AMARN com a pesquisa é contribuir para a superação de nossas deficiências”, disse Ottoni.

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