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31 de agosto de 2010 às 12:48

Ex-correspondente do JB, o potiguar Luciano Hérberth lamenta o fim da edição impressa do jornal

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No último dia em que a edição impressa do Jornal do Brasil circula, um jornalista potiguar expressa sua tristeza…

Assessor de Comunicação da Assembleia Legislativa, Luciano Hérberth foi correspondente do JB no Rio Grande do Norte, entre os anos de 1987 e 1991.

"O fechamento da edição impressa é lamentável", disse Luciano, que guarda em casa, até hoje, as muitas edições com matérias assinadas.

Entre as “relíquias”, estão a carteira de identificação e o crachá que usou para cobrir a visita do Papa João Paulo II a Natal, em 91, um mês antes do JB encerrar os contratos com os correspondentes de todos os Estados, período em que Luciano se desligou do jornal.

Relembrando as reportagens que marcaram seus 5 anos de correspondente, ele cita uma que está bem atual nos dias de hoje, que falava sobre o desenvolvimento de Mossoró.

"Inclusive um personagem dessa história de hoje foi personagem de minha matéria", disse se referindo ao empresário mossoroense Vilmar Pereira, do grupo Vipetro.

"Outra matéria foi na Pipa, quando a praia era uma vila habitada por 40 famílias de pescadores. Hoje é isso o que se vê. Eu fui lá 18 anos depois e tomei um susto", disse Luciano, que lembra com saudades da emoção que sentiu ao ser convidado para atuar na chamada "grande imprensa".

"Foi a maior emoção que eu tive como jornalista, o dia em que eu recebi uma ligação me convidando para ser correspondente. Era o sonho de qualquer jornalista. Qual o jornalista que não queria trabalhar no Jornal do Brasil?, diz com um toque de saudosismo o jornalista potiguar.

 

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