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26 de dezembro de 2010 às 3:20

O coração de dona Noilde parou na terceira cidade mais antiga do Brasil

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É no município catarinense de São Francisco do Sul – terceira cidade mais antiga do Brasil – que está o corpo da educadora Noilde Ramalho, que morreu neste sábado depois de ter passado mal em um cruzeiro marítimo.
Segundo a assessora de imprensa da Escola Doméstica, Graciema Carneiro, via twitter, neste domingo uma nota será encaminhada à imprensa com todos os detalhes sobre a morte da mulher que , em Natal, virou marca registrada de elegância e etiqueta social.

Dona Noilde, que estava com 90 anos, voltava de um cruzeiro pelo Uruguai e já navegava pela costa brasileira quando passou mal, na tarde deste sábado.
Acompanhada de um de seus fiéis escudeiros, Alexandre Marinho, diretor do Colégio Henrique Castriciano e presidente do Sindicato de Escolas Particulares de Natal, dona Noilde deixou o cruzeiro em São Francisco do Sul e foi atendida em um hospital.

Morreu na segunda parada cardíaca, seguida de edema pulmonar.
Dona Noilde viajava com um grupo de amigos onde além de Alexandre e Márcia Marinho, também estava o casal Marcelo Rosado e Romeica Cunha Lima Rosado, ela diretora das Clínicas em Saúde da FARN, faculdade onde o seu pai, Daladier Cunha Lima, é parceiro da educadora Noilde Ramalho.
Dona Noilde assumiu o comando da Escola Doméstica de Natal, que foi fundada por Henrique Castriciano, no ano de 1945.
O corpo dela deverá chegar a Natal até a segunda-feira, após os trâmites burocráticos para liberação do corpo e traslado.
As informações sobre velório e sepultamento deverão ser definidas neste domingo.

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