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28 de março de 2011 às 23:22

Cachorro perdido é “encontrado” mas não é devolvido

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No nosso mundo cão, existem pessoas…e pessoas…
Hoje lendo Lia Luft, na revista Veja desta semana, onde ela fala sobre o Japão, tomei conhecimento que, ao contrário do que acontece em terras nossas, nas cidades devastadas pelos terremotos e tsunamis, os supermercados ficam abertos…e não são saqueados.
Os donos até baixam os preços dos produtos, amargando prejuízos, na intenção de ajudar.
Eles se ajudam mutuamente, independente de um saber quem é o outro.

Por aqui…permanece a máxima do “mundo é dos mais espertos”.
Moradora do bairro de Candelária, em Natal, Martina Simonetti Galvão procura, desde o dia 16, o seu cachorrinho. Um maltês de pouco mais de um ano, que atende pelo nome de Pingo, e que saiu de casa e…não voltou.
Muitos apelos depois, Martina foi informada que seu cachorro está em uma residência, no mesmo bairro de Candelária, onde a proprietária da casa, agora se dizendo proprietária do cão, faz de conta que o sofrimento de Martina não é com ela…
Apesar dos apelos feitos pelo pai da moça, que já tentou, inclusive, comprar um cachorro para presentear a dita esperta, que se diz dona do cachorro da outra.
A polícia foi informada…e está tomando providências.
Já descobriu até que, além do tal endereço informado à dona do cachorrinho, tem mais outros onde Pingo tem sido levado para despistar de quem lhe procura. Ou seja: de seus verdadeiros donos.

Na onda do “mundo é dos mais espertos”, a esperta senhora corre o risco de sofrer um terremoto…ou uma tsunami.
Não igual às do Japão. Talvez pior.
Vergonha e constrangimento podem doer mais. 

 

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