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25 de maio de 2011 às 21:36

A governadora e os protestos

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A onda de protestos não tem afetado a agenda administrativa da governadora Rosalba Ciarlini, que escalou, nesta quarta-feira, o secretário-chefe da Casa Civil, Paulo de Tarso Fernandes e o da Administração, Anselmo Carvalho, para sentarem com representantes de pastas da administração indireta – o Sinai – que também entraram em greve.
Segundo informações da Governadoria, os protestos estão sendo acompanhados "com serenidade".

Depois de ser aplaudido pelos servidores que foram recebidos na Governadoria (repetindo o gesto do Sindicato dos Policiais Civis durante audi~encia no Tribunal de Justiça), à frente o presidente do Sindicato dos Servidores da Administração Indireta, Santino Arruda, o secretário Paulo de Tarso explicou mais uma vez a situação em que se encontra o Estado, que herdou uma dívida de 812 milhões, e o presidente do sindicato disse ser consciente que o Estado faz esforço para conter gastos, que sabia que desde a gestão passada o governo vem descumprindo a Lei de Responsabilidade Fiscal…mas…que as categorias em greve, se manterão em greve.
Para o governo, é preciso que haja a colaboração dos servisores públicos para que o Estado se rearrume.

"Não basta o esforço solitário de um governante", tem repetido a governadora.
"O diálogo volta a se estabelecer", reforça o secretário de Comunicação, Alexandre Mulatinho.

Hoje a governadora despachou normalmente com secretários e recebeu o embaixador da Alemanha, Wilfried Grolig, o cônsul Thomas Wulfing e o Cônsul honorário Axel Geppert.
Aos 3 Rosalba fez uma exposição das potencialidades econômicas do estado que mais podem interessar aos investidores germânicos como fruticultura irrigada, cana de açúcar para produção de etanol e açúcar e exploração de minérios, como o ferro, calcário e scheelita.
Além de aeroporto de São Gonçalo e energia eólica.
Tudo dentro do plano estimado do governo de receber investimentos do setor privado, de cerca de 11 bilhões de reais nos próxinos anos.

Elisa Elsie – Assecom                                Rosalba e os alemães interessados em investir no RN

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