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16 de dezembro de 2011 às 11:08

Pesquisas: cada um analisa como quer

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De um leitor, daqueles que gostam de avaliar-analisar números de pesquisas eleitorais:

“Não é esquisito que, com a queda de Wilma na pesquisa, o beneficiado seja Carlos Eduardo Alves? Estável desde que apresentou sua candidatura, Carlos sobe misteriosamente. O lógico não seria uma subida dos novos Hermano Morais e Rogério Marinho?”

À pergunta do leitor eu apenas respondo: em pesquisa, cada interessado tem sua interpretação. Daí o Blog se restringir a divulgar os números. Como fez com a pesquisa Perfil, e com muitas outras realizadas em cidades do interior.

4 respostas para “Pesquisas: cada um analisa como quer”

  1. Juliano disse:

    Prezada Thaísa, creio que o colega/leitor está totalmente equivocado na análise dele, vejamos.
    Wilma teve Carlos Eduardo como seu vice, e o apoiou tanto na reeileção como estiveram juntos no apoio a Fátima Bezerra. Ano passado estiveram separados, porém, não eram adversários ferrenhos.
    Já Hermano, desde o ano passado não tem ligação com Wilma, é o candidato dos Alves, e não tem ligação nenhuma com a mesma.
    Rogério está rompido com Wilma há bastante tempo, apresentam discursos opostos e se trataram como inimigos políticos desde o rompimento político.
    Por que então é estranho que os votos de Wilma migrem para Carlos Eduardo? Por que seria mais lógico esses votos irem para Hermano ou Rogério?
    As pessoas estão tão preocupadas com a vitória de CE que perdem até a noção das coisas…
    AFF!

  2. fernando fla disse:

    Wilma é a única pedra no caminho das oligarquias.Tira-la da pareo é o sonho dos Alves e Rosados.

  3. Maurício Giovani disse:

    Caro Fernando Fla! Essa história de Oligarquias já não funciona mais. Se você porcurar se aprofundar um pouco mais, verá que a família Rosado teve grande importância na vida política do Rio Grande do Norte. Pior é o PT que se faz de santo, mas tem uma cambada de ladrão vaznado por todos os lados que nem caixa d’água furada, jrnado de pés juntos de que a família Sarney dona do Maranhão e de metade do Amapá é o melhor do que há na política daquele Estado. Essa história de caciques, poderosos e outros adjetivos já manjados pelo eleitorado Potiguar já não enganam mais ninguém. Sugiro que aprofunde-mais sobre o seu conceito sobre oligarquia, pois parace-me que sua lista está um pouco pequena para os padrões da atual política do Rio Grande do Norte.

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