Thaisa Galvão

3 de fevereiro de 2012 às 22:34

Judas: Juiz expede alvará de soltura para o bancário Pedro Neto [4] Comentários | Deixe seu comentário.

E ao contrário dos 5 presos citados, o juiz José Armando Ponteexpediu alvará de soltura para o bancário Pedro Luiz Neto, que será informado de sua liberdade também amanhã de manhã.

O juiz entendeu que, no caso da Operação Judas, o funcionário do Banco do Brasil cumpria ordens como técnico da instituição financeira.

Pedro, que se recupera de uma cirurgia de redução de estômago, cumpre prisão domiciliar.

 

4 respostas para “Judas: Juiz expede alvará de soltura para o bancário Pedro Neto”

  1. ADONIS ANTONIO-CANTOR PARELHENSE disse:

    DEUS SEJA LOUVADO!
    Pai de infinita bondade, não abandona seus filhos que trabalham com honestidade. PEDRO NETO é INOCENTE diz a JUSTIÇA.
    E U J Á S A B I A A A A A A A A A A A A.

  2. ADONIS ANTONIO-CANTOR PARELHENSE disse:

    Venho respeitosamente mais uma vez usar este espaço democrático, para levar o meu agradecimento a esta conceituada Blogueira THAISA GALVÃO, ao mesmo tempo, parabenizá-la pela forma e atenção que tem dado ao episódio dos precatórios do TJ.
    Sou um internauta, ouvinte e telespectador de plantão, confesso que não vi ou ouvi em qualquer outro meio de comunicação a não ser aqui (www.thaisagalvão.com.br) qualquer indício de que PEDRO NETO o bancario, poderia ser INOCENTE. Foi através deste BLOG, que funcionários do Banco do Brasil, colegas de PEDRO puderam externar sua indignação pela sua prisão injusta. Foi ai que, descobri que havia dentre tantos, um alguém com sensibilidade jornalística e humana, se doando com total isenção na busca da verdade, que pudesse chegar a inocência do nosso PEDRO. Decidi fazer um comentário na materia citada (02 fev), e para minha surpresa ao acordar no dia seguinte, vi que este BLOG havia transformado meu comentário em uma nova matéria em defesa do bancário PEDRO. Diante das últimas noticias em que a justiça da liberdade a PEDRO NETO por entender que ele foi (E não poderia ser diferente) um técnico que apenas cumprio suas funções, decidiu pela sua liberdade de prisão domiciliar. Sabemos que as feridas que ficaram, não irão cicatrizar tão cedo, mas enfim, é a vida.
    Agradeço em nome do bancário Pedro Neto, familiares, amigos e da sociedade honesta, a esta dinâmica jornalista THAISA GALVÃO pelo espaço dedicado em busca da verdade e do direito.
    Adonis Antonio e familia, e amigos de Parelhas/RN.

  3. ivaneto barbosa dantas disse:

    IVANETO BARBOSA – Bancário (Funcionário do Banco do Brasil)
    Conheço o Bancário Pedro Neto, cidadão digno do adjetivo de homem honesto. Trabalhamos juntos na agência do Banco do Brasil na cidade de Ipanguaçu, a partir de então tive o prazer de te-lo como colega e como um amigo. Um profissional cumpridor das normas e interesses da empresa (Banco do Brasil). Cidadão que durante o pouco tempo que residiu no Vale do Assu soube fazer amizades e desenvolver um ótimo trabalho dentro da citada empresa. Não é de admirar essa decisão do Magistrado em expedir um Alvará de Soltura em benefício de um inocente. Pois, como funcionário da mesma empresa, sempre vi a forma injusta em que a justiça tratou esse colega. Observando os fatos, se havia suspeitas sobre a forma que os precatórios eram pagos pelo Banco do Brasil, a empresa é quem deveria ser citada e não um funcionário que está lá apenas para cumprir ordens, e principalmente quando essas vêem determinadas pela justiça. Quem somos nós para descumprir uma determinação judicial? Complementando as palavras do Cantor Parelhense – Adonis Antonio, também sinto a irresponsabilidade como alguns meios de comunicação tratam determinados fatos. Vimos esse assunto estampado em quase todos os jornais e blogs do estado quando anunciaram a prisão e citaram o nome do funcionário do Banco do Brasil envolvido no esquema de fraudes da batizada operação Judas. Mas não vemos quase nenhum desses meios de divulgação mostrar com a mesma veemência essa notícia de que o cidadão Pedro Neto teve sua liberdade de volta através de Alvará de Soltura expedido em seu benefício. Isso deveria ter amanhecido estampado em todos os jornais em letras garrafais, mostrando a injustiça que cometeram com um trabalhador honesto, que em trinta anos de carreira nunca pensou em algum dia de sua vida passar por tais amarguras.
    Faço esse comentário em nome de minha família e dos amigos de Pedro Neto no Vale do Assu.

  4. Rossini Alves Vieira disse:

    Resido no Estado de Alagoas desde 1986, não acompanhei em detalhes o caso dos precatórios do RN, soube do episódio envolvendo o colega Pedro Neto há pouco tempo, e fico feliz pelo reconhecimento da justiça, sou colega de infância do Pedro, conheço sua formação de carater, honestidade, lealdade.

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