Thaisa Galvão

12 de janeiro de 2013 às 10:06

PSB com Henrique [1] Comentários | Deixe seu comentário.

A deputada federal Sandra Rosado (PSB) disse ao Blog, domingo passado, que, na disputa pela presidência da Câmara, não vota no colega de bancada potiguar Henrique Alves (PMDB) porque acompanha o seu partido, que tem o candidato Júlio Delgado, da Bahia.

Mas, pelo visto, não é todo pessebista que reza na cartilha do PSB.

O governador cearense, Cid Gomes, levantou a bandeira do peemedebista potiguar.

Eis nota publicada por Ilimar Santos, no Panorama Político, do Globo de hoje:

Há quem garanta que o presidente do PSB, Eduardo Campo, também apoia o projeto de Henrique.

Mas Campos ainda não se pronunciou publicamente.

 

Uma resposta para “PSB com Henrique”

  1. Junior disse:

    Henrique acusado de contratar empresa fantasma

    Mesmo depois de O Globo ter derrubado a pauta que teria sobre as digitais de Henrique Alves no esquema denunciado pela Operação Assepsia, o pemedebista não escapou de outras acusações.
    A deste fim de semana foi publicada pela Veja.
    http://www.defato.com/noticias/10620/Veja:%20Henrique%20Alves%20é%20acusado%20de%20contratar%20empresa%20laranja%20de%20aluguel%20de%20carro
    Favorito na disputa pela presidência da Câmara, o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), gasta R$ 8 mil reais por mês com aluguel de veículos, segundo sua prestação de contas.

    Reportagem da revista Veja desta semana revela que as notas fiscais que Alves apresenta para comprovar essas despesas são emitidas por empresa registrada em nome de laranja.

    A Global Transportes tem como endereço uma casa na periferia de Brasília. No papel, pertence à ex-vendedora de tapetes Viviane dos Santos, que diz sequer saber da existência de contrato com o deputado. Ela afirma que, na verdade, emprestou seu nome a uma tia – e admite que a empresa da qual é “dona”, e que supostamente aluga veículos, não possui um carro sequer.

    Por trás está César Cunha, ex-assessor do PMDB. Ele foi sócio da Executiva, outra empresa que não existe no endereço declarado. A Executiva forneceu notas a Henrique Alves até se enrolar com a Justiça e ser substituída pela Global. Desde 2009, Alves destinou às duas empresas, sob a batuta de César Cunha, R$ 357 mil reais.

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