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30 de outubro de 2014 às 18:43

Jornalista e escritor Zuenir Ventura assume cadeira de Ariano Suassuna na ABL

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Do G1 – Rio de Janeiro

No Rio, Zuenir Ventura é eleito para a cadeira de Ariano Suassuna na ABL

Sua obra “1968 – O ano que não terminou” vendeu 400 mil exemplares

Káthia Mello

O jornalista Zuenir Ventura é o mais novo imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL) – ele vai ocupar a cadeira 32, que ficou vaga com a morte do acadêmico, dramaturgo, poeta e romancista Ariano Suassuna, em 23 de julho passado, em Recife, Pernambuco. Zuenir foi eleito com 35 votos. Thiago de Mello teve um e Olga Savary um.

Estavam presentes 18 acadêmicos e 19 votaram por carta. O presidente da academia, Geraldo Cavalcante, deu as boas-vindas ao novo integrante da ABL. " Ele é um querido por sua dedicação e lucidez e pela argúcia com que acompanha a vida social e econômica do Brasil. Estamos contente em recebê-lo", disse.

Os ocupantes anteriores da cadeira foram Carlos de Laet, Ramiz Galvão, Viriato Correia, Joracy Camargo e Genolino Amado.

Zuenir não escondia a alegria com o resultado: "Eu tive um impacto positivo. Por mais que se espere, é diferente quando você recebe a notícia. Demorei a me candidatar porque das outras vezes meus amigos se candidataram e eu achei que eles mereciam mais do que eu. A grande votação é uma acolhida, pois o número é expressivo, uma grande responsabilidade".

Ele falou ainda sobre o fato de suceder Suassuna. "Pretendo frequentar a ABL o máximo possível, pois é um convívio amistoso e agradável. Suceder Suassuna é uma emoção especial. Dedico essa vitória a Zélia Suassuna. Antes de ser internado, o Suassuna falou para o Gerson Camarotti, grande amigo dele, que pretendia votar em mim, mesmo sem votar gá muitos anos. A academia tem uma tradição de jornalistas. Espero não decepcionar", afirmou.

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