Thaisa Galvão

23 de setembro de 2015 às 23:15

STF tira processo contra ex-ministra Gleisi Hoffman das mãos do juiz Sérgio Moro [2] Comentários | Deixe seu comentário.

Tudo o que o PT mais sonha neste momento é minimizar o poder do juiz Sérgio Moro, que vem botando e mantendo na cadeia, políticos e empresários que meteram a mão no dinheiro público para financiar campanhas e enriquecer muita gente.

Gente, claro, ligada ao governo, que abriu as portas da Petrobras para a festa coletiva

Com o aval do STF – meldels – os interessados em minar o juiz estão começando a conseguir.

Por 8 votos a 2, o Supremo decidiu tirar o processo que investiga a ex-ministra da Casa Civil do governo Dilma, Gleisi Hoffmann, da relatoria de Teori. 

Por 7 a 3, o caso foi tirado das mãos de Sergio Moro.

Esperar o quê de um Supremo formado a partir de indicações do governo?

Os ministros decidiram encaminhar as provas contra Gleisi para a relatoria do ministro Dias Toffoli e determinado o desmembramento do processo, ou seja, enviando a investigação dos demais envolvidos para a Justiça de São Paulo, onde aconteceu o crime, e não mais do Paraná.

Pois é…

Um dia, em uma entrevista, Toffoli culpou, mais do que os políticos, os empresários pela corrupção que vem destruindo o Brasil.

Toffoli é ministro.

Já foi advogado de Dilma.

Gleisi foi ministra.

É filiada ao PT de Dilma.

Dilma e Gleisi são políticas, e não empresárias.

Misture tudo e comece de novo…

Ê Brasil desgovernado.

2 respostas para “STF tira processo contra ex-ministra Gleisi Hoffman das mãos do juiz Sérgio Moro”

  1. Marcos Souza disse:

    Cara Thaisa,

    Gostaria que você fizesse uma análise da decisão do STF.

    Engraçado, quando o STF tirou o processo de Eduardo Cunha da competência de Sérgio Moro não houve uma postagem dessa.

    Mais interessante é o método adotado pelo magistrado paranaense para definição da competência lá.

    A tese adotada é equivocada e serve aos interesses de quem a mulher dele trabalha.

    A lei prevê que um crime é para ser investigado no local onde acontece, é a chamada competência territorial.

    O Dr. Sérgio Moro procura mesmo é sedimentar sua carreira nos tribunais superiores.

    Age contra o princípio do juiz natural.

    Se a competência é o local do contrato, a competência é na sede da Petrobrás que não é em Curitiba.

    Eu acredito que os contratos investigados não foram assinados no Paraná.

    Tudo começou com uma investigação de um crime que ocorreu lá, mas não se pode criar uma tese de conexão apenas porque a investigação começou lá.

    Tem de se observar a competência territorial de cada ação penal que vai perquirir cada crime.

    O Supremo cumpre importante papel ao começar a resolver tudo isso agora, visando evitar eventual nulidade 10 ou 15 anos depois e os processos terminem prescrevendo e todo mundo saia ileso disso.

    Tem que investigar, tem que punir, agora não se pode usar de subterfúgios argumentativos para justificar o fim justiceiro de uma pessoa que apenas tenta se promover.

    A tese de que os fins justificam os meios não deve imperar no ordenamento jurídico brasileiro.

    Atenciosamente,

  2. Julia disse:

    Bolsonaro para presidente e Sérgio Moro pra vice! Eu apoio!

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