11/11/2015
PSDB emite nota sobre mudança de planos em relação ao presidente da Câmara Eduardo Cunha
[0] Comentários | Deixe seu comentário.Na política é sempre assim... Unidos não para fortalecer, mas para destruir. É assim em Mossoró, é assim no Brasil. Em Mossoró, se juntam as sempre adversárias Rosalba Ciarlini, Sandra Rosado, Larissa Rosado e Fafá Rosado para destruir o prefeito Silveira Júnior, e só depois darem início ao segundo round da briga: quem será quem no contexto de 2016. O que se vê em Mossoró é o retrato fiel do que se vê no cenário da política nacional. O PSDB se uniu ao presidente da Câmara Eduardo Cunha, não para salvar o deputado encalacrado com tanto dinheiro, de todas as moedas (dólar, euro, franco...e até real).... O que o PSDB queria mesmo era se unir a Cunha para destruir a presidente Dilma Rousseff. Interessava aos tucanos afastar Dilma, e para isso, os tucanos precisavam do voto dos parlamentares, que poderia ganhar força via Eduardo Cunha. Com Eduardo Cunha cada vez mais encalacrado, e tendo que cuidar bem de Dilma para Dilma cuidar bem dele, não interessa mais ao PSDB salvar a vida do “coitado” do presidente da Câmara. Hoje, depois de terem anunciado que vão pedir o afastamento de Cunha da Presidência, os tucanos emitiram uma nota decretando abandono total a Eduardo Cunha. Nota A bancada do PSDB na Câmara considera insuficientes as explicações apresentadas pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), em entrevistas no último final de semana, diante da contundência das denúncias e documentos já conhecidos sobre a existência de contas em seu nome e de familiares no exterior. A bancada entende que, em qualquer hipótese definida pelo Conselho de Ética, a decisão final é do plenário da Câmara. A bancada reafirma que seus representantes no Conselho de Ética têm o absoluto respeito de seus pares, bem como votarão de acordo com o rigor técnico exigido de um magistrado. Reitera, de forma ainda mais veemente, posição firmada em nota emitida em outubro, logo depois do surgimento de documentos contra Cunha, oportunidade em que defendeu o seu afastamento da Presidência da Câmara face à gravidade das acusações. Por fim, registra que, em nenhuma hipótese, a bancada do PSDB irá transigir com a ética exigida dos membros desta Casa, ainda que defenda uma causa nobre como é o impeachmente da presidente Dilma Rousseff.
