Thaisa Galvão

16 de janeiro de 2016 às 22:42

Prédio onde funcionou unidade de saúde Sandra Celeste virou depósito de lixo e criadouro de mosquito da dengue [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Na luta para combater a proliferação do Aedes Aegypti, vizinhos do prédio onde funcionou o Pronto Socorro Infantil Sandra Celeste, na avenida Coronel Estevam com Bernardo Vieira, pedem socorro.

É que depois que o atendimento infantil foi transferido para a Jaguarari, o prédio foi abandonado e se transformou em depósito de lixo.

Detalhe 1: atrás do prédio abandonado funciona a Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti, que agora em 2015 registrou vários casos de dengue em seus alunos.

O Conselho Conunitário do bairro de Dix-Sept Rosado já pediu socorro à Urbana e à Secretaria de Saúde do Município.

Detalhe 2: no prédio abandonado é comum se ver pessoas entrando para fazer uso de drogas.

   
   

16 de janeiro de 2016 às 19:46

Na ida para Pirangi, trânsito congestionado a partir do condomínio Barramares [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Quem segue para Pirangi neste momento, já enfrenta congestionento.

O leitor-colaborador Anderson Lopes disse que o trânsisto está lento a partir do condomínio Barramares.

Daqui a pouco abrem os portões da Arena Ecomax, onde se apresentarão Léo Verão, Bruno & Marrone e Aviões do Forró.

Foto Anderson Lopes

  

16 de janeiro de 2016 às 19:41

Lixo eletrônico na beira-mar de Jacumã [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Quem passeava hoje pela beira-mar de Jacumã, surpresa:

Lixo eletrônico jogado na areia.

Finzinho de Jacumã, quase Porto Mirim.

   
 

16 de janeiro de 2016 às 18:52

Lixo se acumula ao lado de posto de saúde [2] Comentários | Deixe seu comentário.

Todo cuidado é pouco para evitar a proliferação do mosquito da dengue.

Cuidar do lixo faz parte das ações de combate.

Aí você chega ao lado do Posto de Saúde…exatamente, do Posto de Saúde de Mirassol, em Natal, e se depara com as seguintes cenas:

   
   

16 de janeiro de 2016 às 11:43

Afastada do governador Robinson Faria, senadora Fátima Bezerra está cada vez mais próxima do prefeito Carlos Eduardo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A senadora Fátima Bezerra (PT) não precisa mais responder a perguntas sobre rompimento com o governador Robinson Faria (PSD) e retorno aos braços do prefeito de Natal, Carlos Eduardo (PDT).

Fátima está cada vez mais próxima do prefeito, o que deixa no ar a pergunta: o PT de Fátima vai apoiar a candidatura a prefeito de Natal do deputado Fernando Mineiro, que comanda outra ala do PT no Rio Grande do Norte?

Fátima, por enquanto, muito bem obrigada no palanque do prefeito-candidato à reeleição.

Hoje em sua página do facebook a senadora anunciou a ação de remanejamento do governo federal para garantir recursos à Prefeitura de Natal.

Coisa que o governo federal não tem feito pelo governo do Estado, apesar do governador Robinson Faria ter sido um dos 16 governadores que assinaram manifesto contra o impeachment de Dilma.

Na sua página, Fátima anuncia a liberação de dinheiro para o prefeito – de novo aliado – concluir obras do túnel da Arena das Dunas.

São R$ 22 milhões remanejados do Orçamento Geral da União (OGU) para viabilizar o projeto de macrodrenagem do entorno do estádio.

Dinheiro sob chancela dos Ministérios do Planejamento e das Cidades.
O Governo Federal atendeu o pedido da Prefeitura de Natal para aumentar o valor do repasse da obra orçada inicialmente em R$ 126 milhões.

Tudo sendo liberado com ajuda da senadora do PT.

Esse não é o primeiro gesto de Fátima que mostra o retorno dela ao grupo do prefeito.

Na inauguração do mercado das Rocas ela estava pra lá de à vontade no palanque comandado pelo prefeito Carlos Eduardo e pelo ministro do Turismo, Henrique Alves, do PMDB.

   
 

16 de janeiro de 2016 às 10:28

Léo Verão, Bruno & Marrone e Aviões do Forró agitam hoje a praia de Pirangi [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Sábado de movimento extra na praia de Pirangi.

Na Arena Ecomax, forró e música sertaneja.

Dica do Blog: Ir cedo para não enfrentar congestionamento e se estiver dirigindo não beber, porque na volta tem teste do bafômetro para todo mundo.

  

16 de janeiro de 2016 às 1:36

Procurador Rodrigo Janot quer senadores Fernando Collor e Delcídio do Amaral sem mandatos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Jornal Nacional:

 
 O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu que o Supremo Tribunal Federal declare a perda dos mandatos dos senadores Fernando Collor, do PTB e de Delcídio do Amaral, do PT, caso eles sejam condenados na Operação Lava Jato. Os dois são suspeitos de envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras.
O teor das acusações está sob sigilo. O procurador já fez o mesmo pedido contra outros quatro parlamentares. Os deputados Vander Loubet, do PT, Nelson Meurer e Arthur de Lira, os dois do PP, e o senador Benedito de Lira, também do PP.

16 de janeiro de 2016 às 1:21

Marqueteiro de Lula e Dilma na mira da lava jato [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Veja:




João Santana pode ter recebido dinheiro do petrolão no exterior
Carta assinado pela mulher e sócia do marqueteiros petistas, agora em poder da PF, foi endereçada a um dos operadores do esquema criminoso indicando contas na Inglaterra e nos Estados Unidos




Por Rodrigo Rangel

Um empreiteiro do primeiro time está diante de um advogado de sua empresa e, pensando alto, reclama da atitude da presidente Dilma Rousseff, que, na visão dele, estava pouco se lixando para a sorte dos empresários pegos na Operação Lava-Jato. Diz ele: 

“A Dilma fica posando de virtuosa como se não tivesse nada com o que está acontecendo. Ela declarou pouco mais de 300 milhões de gastos de campanha, e nós demos para ela quase 1 bilhão. Como ela pensa que o restante do dinheiro foi parar na campanha?”. 
Esse desabafo reflete uma situação de fato e, além de ser uma confissão de crime, descreve com exatidão o sentimento comum entre muitos dos maiores doadores do PT na campanha presidencial de 2014. Eles deram dinheiro contabilizado, devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas também fizeram contribuições clandestinas das mais diversas maneiras usando suas poderosas estruturas empresariais. Outro empreiteiro avança mais: “Essas doações foram feitas a partir da contratação de consultorias indicadas pelos políticos ou por meio de pagamentos a publicitários diretamente no exterior”. A Polícia Federal já encontrou evidências dessas operações casadas em que empresas são agraciadas com obras e financiamentos públicos generosos e, em troca, contratam aqui ou no exterior “consultorias” ou agências de publicidade às quais devolvem parte do butim. Um exemplo dessa triangulação criminosa está sendo investigado em um inquérito sigiloso que tramita em Curitiba e tem como personagem principal o marqueteiro João Santana, artífice das campanhas eleitorais do ex-presidente Lula e da presidente Dilma.

A história começa nas primeiras horas da manhã do dia 5 de fevereiro do ano passado, quando uma equipe de policiais federais bateu na porta do engenheiro Zwi Skornicki, em um condomínio da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Os agentes estavam atrás de computadores e documentos. As buscas eram parte da nona fase da Operacão Lava-Jato, batizada de My Way. Estavam na mira dos policiais onze operadores do petrolão que haviam sido denunciados por Pedro Barusco, ex-­gerente da Petrobras. Em acordo de delação, Barusco revelou os detalhes de como funcionava o esquema de corrupção na diretoria de Serviços da estatal. Apenas ele, um funcionário de terceiro escalão, havia embolsado 97 milhões de dólares, dinheiro que escondia em contas secretas no exterior. Barusco contou como eram pagas as propinas em troca dos contratos, em especial aqueles destinados à construção de plataformas e sondas para exploração de petróleo em águas profundas. Organizado, ele tinha uma lista com o nome de todos os operadores, quem cada um deles representava e, principalmente, o que cada um fazia.

Zwi Skornicki, o morador do condomínio de luxo da Barra da Tijuca visitado pelos federais, era um dos nomes da lista de pagadores de propina. Havia anos ele era o representante no Brasil do estaleiro Keppel Fels, de Singapura, dono de contratos bilionários com a Petrobras. Segundo Barusco, de 2003 a 2013 Zwi foi o responsável por pagar – a ele, a outros funcionários da Petrobras e também ao PT – as comissões devidas pelo estaleiro asiático. Eram provas desses pagamentos que os agentes procuravam na casa do operador, mas a busca acabaria abrindo uma nova linha de investigação. 

Ao analisarem o material apreendido, os investigadores encontraram uma carta enviada em 2013 a Zwi com as coordenadas de duas contas no exterior, uma nos Estados Unidos e a outra na Inglaterra. 

A remetente da correspondência, manuscrita, era Mônica Moura, mulher e sócia do marqueteiro João Santana. Intrigante. Que ligação financeira poderia haver entre a esposa e sócia do marqueteiro da presidente da República e um operador de propinas do petrolão? Estranho. Num mundo digital, a comunicação ainda se deu por carta – talvez para não deixar rastros em e-mail ou mesmo em mensagem telefônica.

16 de janeiro de 2016 às 0:07

Publicitário condenado na lava jato deixa cadeia e passa a cumprir prisão domiciliar [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Veja:
Lewandowski manda libertar publicitário preso na Lava Jato


Presidente do Supremo decidiu colocar Ricardo Hoffmann em prisão domiciliar. Ele foi condenado por corrupção ativa e lavagem de dinheiro
  

O ministro Ricardo Lewandowski, presidente do Supremo Tribunal Federal, mandou libertar nesta sexta-feira o publicitário Ricardo Hoffmann, preso desde abril do ano passado por ordem do juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato em Curitiba.
Lewandowski aceitou os argumentos da defesa do publicitário no pedido de habeas corpus e determinou a adoação de medidas alternativas, como prisão domiciliar, entrega do passaporte e proibição de contato com demais acusados na ação penal.

 “Constato a existência de constrangimento ilegal na manutenção da segregação cautelar do paciente, uma vez que se mostram insuficientes os fundamentos invocados pelo juízo processante para demonstrar a incidência dos pressupostos autorizadores da decretação da preventiva”, afirma o ministro. 

Ele estabeleceu ainda fiança de 957.000 reais.
Hoffmann foi condenado em setembro de 2015 a doze anos e dez meses de prisão por corrupção ativa e lavagem de dinheiro. De acordo com as investigações dos procuradores que atuam na Lava Jato, o publicitário, ex-dirigente da agência de propaganda Borghi/Lowe, pagou propina ao ex-deputado petista Vargas para que a empresa fosse contratada para atuar na Caixa e na Saúde. 

Em troca, a agência de publicidade teria atuado para recolher dinheiro para as empresas de fachada LSI Solução e Limiar Consultoria, controladas por Vargas e por seus irmãos. Ao todo, teria sido pago cerca de 1,1 milhão de reais em propina de 2010 a 2014 às empresas do ex-petista. Depoimentos recolhidos nos inquéritos comprovam que a LSI e a Limiar não prestaram qualquer serviço e que os depósitos de propina foram feitos por solicitação da Borghi/Lowe.