Thaisa Galvão

3 de julho de 2016 às 16:24

Robinson e Ezequiel nos festejos juninos de Canguaretama [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Nos festejos juninos de Canguaretama, o ex-prefeito Wellinson Ribeiro recebeu ontem o governador Robinson Faria (PSD) e o presidente da Assembleia Legislativa, Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB).

Wellinson vai voltar a disputar a Prefeitura do município e conta com o apoio dos dois.

3 de julho de 2016 às 12:36

Depois de conversar com Henrique e João Maia, Agripino tenta apoio de Wilma à reeleição de Carlos Eduardo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O que o senador José Agripino Maia (DEM) foi fazer no apartamento da ex-governadora Wilma de Faria (PTdoB) agora há pouco?
Huummm…
Depois de receber ontem em seu apartamento o ex-ministro Henrique Alves (PMDB) e o vice-presidente do Banco do Brasil, João Maia (PR), e de ter mais uma conversa à noite com João Maia, Agripino foi cumprir missão na visita a Wilma.

Missão, digamos, espinhosa, de tentar junto a Wilma, agregar o apoio do PTdo B ao projeto de reeleição do prefeito Carlos Eduardo, que já conta com o apoio do PMDB de Henrique, do DEM de Agripino e do PR de João.

Agregar Wilma ao projeto de Carlos, do qual ela é vice mas não se sente vice, seria desfazer a pré-candidatura da deputada Márcia Maia (PSDB) à prefeita de Natal.
Resta saber se a ideia de desfazer o projeto do PSDB passaria por tratativas da executiva nacional do partido, presidido pelo senador Aécio Neves, muito ligado a Agripino e Henrique.

3 de julho de 2016 às 12:35

Mesmo divergentes na majoritária, Agripino e Wilma tendem a se unir na proporcional [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A conversa de hoje do senador José Agripino com a ex-governadora Wilma de Faria não é a primeira.
Os dois já vem conversando há um tempo, e o que é ponto pacífico nas discussões, é o desejo de cada um de montar uma aliança na chapa proporcional com PTdoB e DEM.

Agripino também tem conversado com o prefeito Carlos Eduardo.

No papel de moderador e agregador entre os partidos do prefeito (PDT), do ex-ministro Henrique Alves (PMDB) e do vice-presidente do Banco do Brasil, João Maia (PR), ele tem consciência que vai tentar, mas pode não conseguir.

3 de julho de 2016 às 12:34

Carlos Eduardo tenta, via PMDB, PR e DEM, desfazer pré-candidatura de Márcia Maia [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Preocupação do ex-ministro Henrique Alves (PMDB) em relação ao projeto de reeleição do prefeito de Natal, Carlos Eduardo, ao qual o PMDB apóia: a pré-candidatura da deputada Márcia Maia à prefeita de Natal.

Uma possível derrota de Carlos seria a repetição da derrota de Henrique, João, Agripino…
Seria repetir 2014.
Daí a intenção de agregar Wilma, passando pela desistência da candidatura de Márcia.

Resta saber se o PSDB dos deputados Rogério Marinho, Ezequiel Ferreira, Gustavo Carvalho, Raimundo Fernandes, José Dias e da própria Márcia, vai topar.
Resta saber se Wilma vai achar engraçado.

Quem conversa ou até entrevista a ex-governadora, sente que ela não achou a menor graça ter sido descartada por Carlos Eduardo, que lhe tirou do projeto de permanecer na chapa de reeleição.
Para Wilma, ajudar ao projeto de Carlos seria, no mínimo, se desajudar.
Em favor de Carlos Eduardo…por quê?

O Blog não aposta um real em apoio de Wilma à reeleição de Carlos Eduardo.

3 de julho de 2016 às 12:32

PMDB e a disputa de espaços entre Henrique e Walter Alves [0] Comentários | Deixe seu comentário.

E falando no ex-ministro Henrique Alves…
A preocupação dele com a reeleição do prefeito Carlos Eduardo é o sentimento óbvio de que Carlos trabalha para ter como vice indicado do PMDB, o presidente licenciado da Fecomércio, Marcelo Queiroz.
Henrique não sente Queiroz como um nome do PMDB, e tem ouvido por aí que, caso a chapa seja reeleita, Marcelo voltaria para o PDT, de onde saiu apenas para viabilizar a vice-candidatura.

E mais: para Henrique, Marcelo Queiroz seria preferência de Carlos Eduardo, e também do senador Garibaldi Filho e do deputado Walter Alves.
O de Henrique, pela ordem, Hermano Morais, Fred Queiroz, Álvaro Dias…
Congestionamento dentro do próprio PMDB, onde Henrique não bate de frente com Garibaldi, mas disputa espaço com Walter Alves.

Lá na frente, em 2018, se nada for alterado no processo de PMDB, envolvido em denúncias com o nome de Henrique, o ex-ministro e o primo Walter vão disputar mandato de federal.
E hoje Henrique sabe que Walter sairia na frente.

Portanto, para agregar outros partidos ao projeto de reeleição do prefeito Carlos Eduardo com apoio do PMDB, o PMDB tem primeiro que se entender internamente.

3 de julho de 2016 às 10:40

Wilma recebe os vereadores Joanilson e Júlio para falar de PSDC e José Agripino para discutir aliança com DEM [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A ex-governadora Wilma de Faria, presidente do PDT, recebeu há pouco o presidente do PSDC, vereador Joanilson de Paula Rêgo e o vereador Júlio Protásio (PDT).

Visita para discutir aliança na chapa proporcional entre o PTdoB e o PSDC, partido pelo qual Ana Paula, mulher de Júlio, disputará vaga na Câmara já que ele não será candidato.

E eis que no meio da reunião chega ao apartamento de Wilma o senador José Agripino Maia (DEM).

Que permaneceu no apartamento depois que os vereadores saíram.

3 de julho de 2016 às 9:52

Felipe Maia recebe título em Caiçara do Rio do Vento [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O deputado federal Felipe Maia (DEM) agora é cidadão de Caiçara do Rio do Vento.

O título foi recebido em solenidade neste sábado, na Câmara Municipal da cidade, e proposto pelo vereador Daniel Faustino.

Participaram do evento a prefeita da cidade, Ceiça Lisboa, o ex-prefeito Etevaldo Lisboa, os vereadores Joelma Vilma, Sebastião Iran, Arnor Ambrósio, Canindé Lisboa e Conceição Maria.

3 de julho de 2016 às 9:46

Pré-vices de Carlos Eduardo no São Pedro da jornalista Eliana Lima [0] Comentários | Deixe seu comentário.

No São Pedro na Colméia, promovido pela jornalista Eliana Lima ontem na praia de Pipa, presença de 3, dos 4 pré-vices peemedebistas do prefeito de Natal Carlos Eduardo (PDT).

Foram ao festão os deputados Hermano Morais e Álvaro Dias e o ex-secretário de Turismo da capital, Fred Queiroz.

Só faltou o preferido do prefeito, o presidente afastado da Federação do Comércio, Marcelo Queiroz.
Insta @ErikaNesi

Na eliminatória fotográfica, sai Hermano e permanecem Álvaro e Fred.

Hermano é visto como Plano B do PMDB.

Se o prefeito Carlos Eduardo torcer a cara para o indicado de consenso do PMDB, Hermano será o candidato do partido.

Disputando mais uma vez contra Carlos Eduardo.

3 de julho de 2016 às 8:30

Pre-pa-ra Renan [0] Comentários | Deixe seu comentário.

De Radar Online

Operador de Renan no Postalis na fila da delação

Por falar em Lava-Jato, Milton Lyra, acusado de ser operador de Renan Calheiros (PMDB) no fundo Postalis, dos Correios, negocia para se tornar mais um delator na infindável operação.

3 de julho de 2016 às 8:21

Doleiro que tem vídeos de todos os encontros com empresários e políticos, diz que Cunha pode implodir o governo Temer [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Veja

Doleiro diz ter vídeos que provam negociação de propinas para PMDB

Preso, Lúcio Funaro diz que operava um esquema que recolheu 100 milhões de reais para o partido

Por: Thiago Bronzatto e Daniel Pereira

O doleiro Lúcio Bolonha Funaro sabia que, uma hora qualquer, seria alcançado pela Lava-Jato.
Aconteceu na manhã de sexta-feira passada, quando foi preso preventivamente. Tanto sabia que, nas últimas semanas, passou a conversar com advogados sobre a possibilidade de fazer delação premiada.
Figurinha fácil em escândalos, Funaro tem muito a dizer e a mostrar. A pessoas próximas, ele já afirmou ter recebido 100 milhões de reais de empresas com contratos públicos, propina desembolsada para remunerar serviços do deputado Eduardo Cunha, presidente afastado da Câmara, de quem é um antigo parceiro de negócios.

Funaro também contou que boa parte dos 100 milhões foi transferida, a mando de Cunha, a caciques do PMDB e deputados do chamado “centrão”, o que explicaria a eleição de Cunha para o comando da Casa.
Como delator, Funaro terá de provar o que diz para conseguir a redução de pena. Aos advogados, disse que isso não será difícil.
Ele garante ter gravado empresários e parlamentares que visitaram seu escritório em São Paulo para discutir os valores dos contratos e das respectivas propinas. Gravação em vídeo, para não deixar margem a dúvidas.

A prisão de Funaro é um desdobramento da delação de Fábio Cleto, ex-­vice-presidente da Caixa Econômica Federal e, assim como o doleiro, notório operador de Eduardo Cunha. Cleto declarou à força-tarefa da Lava-Jato que Cunha cobrava propina das empresas interessadas em obter recursos do FI-FGTS, um fundo de investimentos em infraestrutura administrado pela Caixa.

Em cada contrato, segundo disse Cleto, Cunha embolsava entre 0,3% e 1% do valor total. Cabia a Funaro participar da coleta da comissão. O método teria sido aplicado quando o FI-FGTS aprovou o repasse de 940 milhões de reais à Eldorado Celulose, empresa da J&F, holding que abriga também a JBS, a maior empresa de carnes processadas do mundo. Os investigadores descobriram que Funaro, nessa operação, arrecadou ao menos 9 milhões de reais, o que confere com o 1% de que fala Cleto. A Polícia Federal fez busca e apreensão na sede da JBS e na casa de seu dono, Joesley Batista, em São Paulo. Na delação, Cleto disse que Cunha também embolsou propina em operações do FI-FGTS com a OAS e a Odebrecht.

A corrupção no fundo funcionava no modelo tradicional.
Cunha escalava Cleto, seu preposto na Caixa, para criar dificuldades, e, depois, vendia facilidades.
Se a empresa não pagava a propina, Cleto pedia vista do processo.

Certa vez, Cunha contou com a ajuda de Henrique Eduardo Alves, ex-ministro de Dilma e Temer, então na presidência da Câmara, para pressionar a cúpula da Caixa a aprovar a liberação de recursos do FI-FGTS à OAS Óleo e Gás e ao Estaleiro Atlântico Sul, de propriedade da Camargo Corrêa e da Queiroz Galvão.

No gabinete de Henrique Alves, Cunha disse a executivos da Caixa que, se o dinheiro não saísse, Cleto impediria o avanço de qualquer projeto de interesse do governo.
Conforme revelado por VEJA.com, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, já denunciou Henrique Alves, Eduardo Cunha, Fábio Cleto e Lúcio Funaro por participação no esquema de corrupção da Caixa.
O cerco ao PMDB é amplo e irrestrito.

Outro delator acusou o presidente do Senado, Renan Calheiros, e a cúpula do partido de receber propina de um ex-dire­tor do grupo Hypermarcas.
Renan é investigado em oito inquéritos da Lava-Jato, mas a situação de Cunha é bem mais delicada. Com dois de seus tarefeiros capturados, Cunha recorre à estratégia de sempre: a ameaça.
No domingo 26, o deputado visitou o presidente interino Michel Temer no Palácio do Jaburu. Pediu ajuda para se salvar da cassação de mandato e, caso renunciasse à presidência da Câmara, para eleger um aliado para o posto.

É notório que Cunha levantou muitas doações de empresas ao PMDB e, por isso mesmo, pode causar um estrago enorme aos peemedebistas que hoje ocupam cargos de destaque em Brasília.
“O Cunha pode implodir o governo Temer”, disse Funaro numa conversa recente. Pode ser bazófia. Ou não. Procurado por VEJA, Cunha disse que não recebeu recursos ilícitos: “Quero ver provar”. Temer, por sua vez, pôs sua equipe em campo para tentar atender, nos bastidores, às exigências de Cunha.

3 de julho de 2016 às 7:37

No relatório da PGR, grupo da Friboi e Gol Linhas Aéreas repassaram dinheiro para esquema [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha sobre o envolvimento da Friboi e empresa aérea Gol no esquema da lava jato…
Depois vem a reclamação que a Gol está em dificuldades e que a culpa é da crise.
Já a Friboi anda muito bem, obrigada.

Janot cita repasses de donos de Gol e JBS a operador

AGUIRRE TALENTO
MÁRCIO FALCÃO

O grupo proprietário da JBS repassou cerca de R$ 31 milhões para empresas do corretor de valores Lúcio Bolonha Funaro nos últimos anos, de acordo com informações repassadas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal.

Ainda segundo Janot, empresas ligadas ao dono da Gol, Henrique Constantino, transferiram R$ 492.500 a uma empresa de Funaro.

Ambos são suspeitos de pagar propina para obter recursos do fundo de investimentos do FGTS, com base em relatos da delação premiada do ex-vice presidente da Caixa Fábio Cleto.

Os dados constam de relatórios do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) repassados ao Supremo por Janot para pedir a busca e apreensão contra os dois empresários na Operação Sépsis, realizada na última sexta-feira (1º).

A ação levou a buscas nas casas de Constantino e de Joesley Batista, dono da J&F –controladora da JBS, maior processadora de carne bovina do mundo.

Também resultou na prisão preventiva de Funaro, apontando como operador do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na corrupção na Caixa.

Segundo os relatórios dos investigadores, houve transferências de diversas empresas do grupo para Funaro. A J&F teria remetido mais de R$ 13 milhões.

Já a Agrícola Jandelle SA –detentora da marca Big Frango, adquirida pelo grupo JBS em novembro de 2014– teria repassado R$ 11,5 milhões para o operador. Também são citadas remessas da JBS, de R$ 3,8 milhões, e da Eldorado Brasil, de R$ 3,2 milhões.

As transações foram utilizadas por Janot para mostrar o que chama de “relação próxima” entre Batista e Funaro.

O procurador-geral afirmou ainda que as movimentações são consideradas “suspeitas”. “Não custa recordar que Funaro não possui atividade lícita real e não há sentido econômico nas referidas transações”, escreveu Janot.

A Eldorado foi apontada na delação de Cleto como responsável por pagar propina em troca da obtenção de um aporte de R$ 940 milhões do FI-FGTS. Segundo Cleto, Funaro era operador desses recebimentos de propina e também teria se beneficiado.

No caso de Constantino, a PGR aponta como suspeitas transferências de duas empresas ligadas a ele, a Viação Piracicabana e a Princesa do Norte. Janot diz que esses pagamentos ocorreram entre maio e agosto de 2012, poucos meses depois da aprovação de um aporte do FI-FGTS de R$ 300 milhões para empresa de Constantino.

3 de julho de 2016 às 7:25

Mensagem envolve Lula em investigação sobre obra de 1 bilhão na África [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha:

Lula ajudou OAS a obter obra de R$ 1 bi na África, diz mensagem

MARIO CESAR CARVALHO
BELA MEGALE

Uma mensagem apreendida pela Polícia Federal no celular do empresário Léo Pinheiro, sócio da OAS, diz que a empreiteira conquistou uma obra de cerca de R$ 1 bilhão na Guiné Equatorial “com ajuda do Brahma”.

Era esse o codinome usado por Pinheiro para designar o ex-presidente Lula, segundo interpretação da Polícia Federal em análises feitas na Lava Jato.

A obra é uma estrada de 51 quilômetros que liga a capital da Guiné Equatorial, Malabo, a Luba, os dois principais portos daquele país africano. Bancada pelo governo, a obra foi contratada por US$ 320 milhões, o equivalente a pouco mais de R$ 1 bilhão.

A mensagem foi enviada em 31 de janeiro de 2013 por Jorge Fortes, diretor de Relações Institucionais da OAS em Brasília naquela época, para Pinheiro.

O objetivo da mensagem era que Pinheiro conseguisse, com a ajuda de um ministro cujo nome não é citado, que a presidente Dilma Rousseff colocasse a pedra fundamental da estrada.

O diretor da OAS dizia que a obra ficava ao lado do aeroporto onde Dilma desembarcaria em fevereiro de 2013.

Dilma visitou a Guiné Equatorial naquele mês, perdoou uma dívida de R$ 27 milhões do país, mas não há notícias de que tenha atendido o desejo do executivo da OAS.

A Guiné Equatorial é governada por um ditador, Teodoro Obiang, que se tornou aliado de Lula quando o ex-presidente decidiu que o Brasil deveria ter uma presença forte na África. Ele é o ditador africano que está há mais tempo no poder: 36 anos.

Antes de Dilma visitar a Guiné Equatorial, o filho do ditador, Teodorín Obiang, passou o carnaval no Rio e conseguiu escapar de um pedido de extradição feito pela França graças a ajuda de executivos da OAS.

Numa mensagem enviada a Pinheiro após o Carnaval de 2013, um diretor da empreiteira chamado César Uzeda diz o seguinte: “Nós avisamos a Teodorim na quarta-feira e ele deixou o Brasil, como a França pediu ao gov. brasileiro a extradição dele, havia o risco de ele ficar impedido de deixar o Brasil. Isto é mal [sic] para os negócios brasileiros lá. Vamos ver como fica a viagem de Dilma”, dizia.

A França decretou a prisão do filho do ditador em 2012, após ele ter sido condenado naquele país por lavagem de dinheiro após comprar com recursos públicos a coleção de arte do estilista Yves Saint Laurent (1936-2008), por US$ 20 milhões. Teodorín também é alvo de uma apuração em São Paulo, onde tem imóveis e carros de luxo, por suspeita de lavagem de dinheiro.

O suposto lobby de Lula para empreiteiras brasileiras na África é investigado pelo Ministério Público Federal em Brasília, em uma apuração paralela à Lava Jato.

Nessa operação, o ex-presidente é investigado sob suspeita de ter recebido benefícios da OAS, como as obras de um sítio em Atibaia (SP) e de um apartamento tríplex em Guarujá (SP), em troca de apoio para conseguir obras no Brasil e no exterior.

A empreiteira também bancou a manutenção do acervo do ex-presidente em depósito da Granero, com gastos de cerca de R$ 1,3 milhão entre 2011 e 2016.

O Instituto Lula nega que o ex-presidente tenha recebido qualquer benefício ilícito da empreiteira e defende que o lobby para empreiteiras brasileiras no exterior é um dos atributos de quem ocupou o cargo de presidente. Cita as atividades de Bill Clinton, ex-presidente dos EUA.

OUTRO LADO

O Instituto Lula não se manifestou sobre a citação ao ex-presidente em mensagens de Léo Pinheiro, sócio da OAS, indicando que o petista ajudou a empresa entrar no mercado da Guiné Equatorial.

“Não comentamos vazamentos ilegais de mensagens de autoria de outras pessoas”, diz a nota.

Anteriormente, Lula já disse que é legítimo que um ex-presidente atue para defender interesses de empresas nacionais no exterior.

3 de julho de 2016 às 7:19

Presentes que Lula e Dilma ganharam como presidentes na mira do Tribunal de Contas [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da Folha:

Governo dá carta branca ao TCU para fazer devassa em presentes recebidos por Lula e Dilma

POR PAINEL

Operação bibelô O governo Michel Temer deu carta branca ao Tribunal de Contas da União para fazer uma devassa nos presentes recebidos por Dilma Rousseff e Lula e levados com eles após deixarem o Planalto. Uma equipe de auditores trabalha dentro da Presidência para buscar os registros. Os técnicos querem ter acesso à relação dos itens ofertados e ao controle do deslocamento desde o fim de 2002 — quando um decreto regulamentou o assunto — para averiguar a necessidade de fiscalizações in loco.

Nem me viu A Diretoria de Documentação Histórica do Planalto já informou aos auditores, em ofício, que “os registros do acervo privado dos ex-presidentes, bem como da presidente afastada, seguiram com os titulares”.

Knoc O grupo cogita ir ao Alvorada fazer um inventário do que está com Dilma. No relatório em que defende o amplo acesso do TCU ao material, a Casa Civil diz que “a natureza privada do acervo não autoriza a interpretação de que está livre de controle”.

3 de julho de 2016 às 7:16

Henrique de bem com o governo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O ex-ministro Henrique Alves (PMDB) perdeu o cargo mas continua de bem com o governo.
Da coluna Painel:

Tamo junto O governo forçou a queda de Henrique Eduardo Alves do Ministério do Turismo, mas continua a afagá-lo indiretamente. Sua antiga chefe de gabinete, Ana Paula Lima, foi nomeada na Secretaria de Governo.

Sem pressa O sucessor de Alves no comando do Turismo não tem prazo para ser definido. Um palaciano diz que o governo “está empurrando com a barriga” a decisão.

3 de julho de 2016 às 7:09

Apresentador americano mostra violência, corrupção e diz que Olimpíada no Brasil pode ser ‘uma grande catástrofe’ [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Que vergonha…
O apresentador americano Stephen Colbert, em seu ‘late show’ diz que a Olimpíada no Rio de Janeiro pode ser uma grande catástrofe.
E diz citando palavras do próprio governador.
No programa, fala de violência, corrupção, desorganização…
Como o programa foi ao ar há mais de 3 dias, deixou de citar o roubo dos equipamentos de duas televisões da Alemanha.
País que já deve estar botando o Brasil no topo do inferno.
Veja o vídeo do programa que até criou nova logomarca para os jogos.

3 de julho de 2016 às 6:25

Pré-candidatura de Naur Ferreira em Parnamirim define “União e Vitória” como nome da coligação que reúne 19 partidos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Já está tudo definido em torno da pré-candidatura do ex-secretário Naur Ferreira à Prefeitura de Parnamirim.
Ontem o prefeito Maurício Marques, presidente do PDT local, comandou uma reunião partidária que escolheu até o nome para a coligação que acomodará a chapa de sua sucessão: “União e Vitória”.

Escolha unânime dos 19 partidos aliados e sete coligações ligadas ao sistema governista.
Também ficou definido que a convenção que vai homologar a chapa – por enquanto sem definição de vice – será no dia 23 de julho, a partir das 14 horas, em local ainda a ser escolhido.
Um novo encontro ficou marcado para quarta-feira (6), às 9 horas, na sede do PDT de Parnamirim.
Nesse encontro deverão estar presentes os 15 vereadores da base será anunciada oficialmente a coligação “União e Vitória”.

O calendário pré-eleitoral segue com a apresentação das pré-candidaturas da coligação, pelo prefeito Maurício Marques, no dia 9, em reunião marcada para às 10 horas, no Bouganville Recepções.

E para discutir as modificações na legislação eleitoral, o PDT reunirá os membros das coligações no dia 12, no Lar Espírita Alvorada Nova (LEAN), a partir das 19 horas, onde será ministrada uma palestra sobre o tema.
Já no dia 16 será promovido um treinamento, mostrando as especificações da lei eleitoral.

3 de julho de 2016 às 6:10

Lava Jato: Sérgio Machado vai falar mais [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Delator bombástico que derrubou dois ministros no governo Michel Temer e detonou o presidente do Senado, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado ainda pode fazer mais estragos.
Machado, o predador, já encaminhou documento ao ministro do STF, Teori Zavaski, pedindo um prazo de 20 dias para…falar mais.
O prazo pedido é para que possa juntar mais provas.
Se vai encalacrar mais gente na lista já extensa de “associados” à Transpetro, aí convém aguardar, já que nada foi adiantado.
O acordo de delação premiada de Sérgio Machado permite a ampliação do texto , homologado pelo STF.