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04/04/2017





TCE continua fiscalização para descobrir casos de enriquecimento ilícito no RN

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O Tribunal de Contas do Rio Grande do Norte quer saber quem ficou mais rico do que deveria. Para isso deu prazo até 31 de maio para que detentores de cargos eletivos como governador, prefeitos, deputados e vereadores, além de secretários de estado e municípios, magistrados, membros do Ministério Público e ocupantes de cargos de direção em autarquias, fundações e empresas públicas, entreguem as declarações de bens e rendimentos relativas ao ano de 2016. O envio faz parte da segunda etapa de combate ao enriquecimento ilícito e fiscalização da evolução patrimonial de agentes públicos, iniciados pela Corte de Contas no ano passado.  Na primeira etapa, conselheiros e auditores do Tribunal de Contas, membros do Ministério Público de Contas e os demais servidores e ocupantes de cargos ou funções de confiança no âmbito do TCE, enviaram as informações referentes ao ano de 2015.  No próximo ano a fiscalização se encerrará com a prestação de contas de todos os servidores públicos do Estado. Os agentes públicos deverão realizar o envio das informações necessárias através do link: http://sispatri.tce.rn.gov.br.  O combate ao enriquecimento ilícito e fiscalização da evolução patrimonial de agentes públicos são disciplinados, no âmbito do Tribunal de Contas, pela resolução 30/2016, que determina o envio de cópia da declaração de bens, conforme estabelecido na Lei Federal 8.730, na Lei Federal 8.429 e na Lei Complementar Estadual 464. Todas as informações relativas à fiscalização da variação patrimonial dos agentes públicos são protegidas por sigilo.

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