Thaisa Galvão

18 de março de 2018 às 8:16

Direção dos Correios na Paraíba nega que munição da arma que matou Marielle tenha sido roubada de agência no Estado [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Trecho de nota emitida pelos Correios no estado da Paraíba:
“Em resposta às recentes notícias sobre suposto desvio de carga pertencente à Polícia Federal ocorrido nos Correios, a empresa esclarece que, no passado recente, não há nenhum registro de qualquer incidente dessa natureza e que está apurando internamente as informações”.
Ontem o ministro da Segurança, Raul Jungmann, disse que a munição utilizada na arma que matou a vereadora carioca Marielle Franco, foi roubada anos atrás na sede dos Correios da Paraíba.

O ministro falou, inclusive, que a Polícia Federal já abriu mais de 50 inquéritos para apurar o desvio dessa munição.
Veja a íntegra da nota dos Correios, já adiantando que o ministro manteve a declaração de que a munição foi roubada nos correios:
Nota

Em resposta às recentes notícias sobre suposto desvio de carga pertencente à Polícia Federal ocorrido nos Correios, a empresa esclarece que, no passado recente, não há nenhum registro de qualquer incidente dessa natureza e que está apurando internamente as informações.

A empresa não aceita postagem de remessas contendo armas ou munição, exceto quando autorizado por legislação específica. Neste caso, o tráfego, via Correios, de produtos controlados pelo Exército, submete-se às disposições estabelecidas no Regulamento para a Fiscalização de Produtos Controlados, conforme a Portaria nº 015/2009 – Colog/Ministério da Defesa.

Por serem os Correios uma empresa pública, situações envolvendo armas, munições, drogas e outros itens proibidos no tráfego postal são encaminhadas à Polícia Federal, para investigação. No caso do Rio de Janeiro, já foi instaurado inquérito pela PF, que é o órgão competente para prestar mais esclarecimentos sobre a matéria.
 

   

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