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28 de outubro de 2018 às 19:27

Porque o deputado Walter sobreviveu à tsunami eleitoral que varreu Alves, Maia e Rosado

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Somente o deputado federal Walter Alves (MDB) se salvou do peso do palanque do candidato a governador, Carlos Eduardo Alves, que derrotou todos os candidatos das famílias Alves, Maia e Rosado.
Walter é Alves.
Primo de Carlos Eduardo e filho do senador não reeleito Garibaldi.
Mas Walter tem uma coisa que nenhum dos derrotados com esses sobrenomes tem.
Walter não morre de amores pelo ex-deputado federal Henrique Alves.
Ou é Henrique que não morre de amores por ele?
E Walter não morre de amores por Carlos Eduardo Alves.
Ou é Carlos que não morre de amores por Walter?
O fato é que Walter Alves sobreviveu e volta para a Câmara Federal em 2019 com uma missão a mais: se reinventar como político.
Esquecer os sobrenomes e suas práticas.
Teve uma chance.
Walter se reelegeu, mas não parece ter engolido a derrota do pai.
Nas contas que faz, constata que em Natal, onde foi bem votado e teve maioria ampla, Carlos Eduardo não ajudou nada a Garibaldi.
Enquanto o candidato a governador teve 180.490 votos na capital, Garibaldi não passou de 62.611.
Menos do que Geraldo Melo que chegou a 79.767.
Menos do que a senadora eleita Zenaide, que teve 110.848.
E muito menos do que o senador eleito Capitão Styvenson, que estourou com 253.852 votos.
Não é à toa que não se viu Walter Alves fazendo campanha no segundo turno.
Para não dizer que não fez nada, participou de uma reunião em um hotel de Ponta Negra, e de um comício em Nova Cruz.
E pronto.

Uma resposta para “Porque o deputado Walter sobreviveu à tsunami eleitoral que varreu Alves, Maia e Rosado”

  1. HELIO FERREIRA DA SILVA disse:

    Cada um com sua visão! Walter Alves se elegeu por conta de uma coligação feita para garantir duas cadeiras e só garantiu uma!

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