Thaisa Galvão

14 de janeiro de 2020 às 23:47

Fátima Bezerra, Rogério Marinho e Garibaldi Filho: potiguares no filme que concorre ao Oscar [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Três personagens potiguares no filme-documentário “Democracia e Vertigem” que concorre ao Oscar: a governadora Fátima Bezerra (PT), o ex-deputado e secretário de Trabalho e Previdência, Rogério Marinho (PSDB) e o ex-senador Garibaldi Filho (MDB).

Fátima aparece na posse do primeiro mandato do presidente Lula.

Rogério na parte do filme que diz que o então senador Aécio Neves levantou no Congresso o tema do impechman da presidente Dilma Rousseff (PT), inconformado por ter perdido a eleição para ela.

E Garibaldi aparece na posse do presidente Michel Temer.

Democracia em Vertigem, com direção da cineasta Petra Costa, testemunha a ascensão e queda de um grupo político e a polarização do Brasil, e concorre ao Oscar de Melhor Documentário de Longa-Metragem.

A diretora Petra Costa, narradora do documentário, nasceu em Belo Horizonte em 1983.

Filha de militantes no PCdoB durante a ditadura, o pai Manoel Manoel Costa Júnior depois foi deputado federal pelo MDB e a mãe Marília Andrade, que também participa do filme, é socióloga e jornalista.

O avô materno de Petra é Gabriel Donato de Andrade, um dos fundadores da Andrade Gutierrez, uma das maiores construtoras do Brasil e envilvida na lava-jato.

A história da família de Petra é parte essencial de “Democracia em vertigem”.

14 de janeiro de 2020 às 23:14

Auditoria no Detran cancelou contrato de 90 mil por mês pelo aluguel de uma tenda [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Das informações do controlador geral do Estado, Pedro Lopes, na entrevista que nos concedeu nesta terça-feira no Jornal da Noite, na 95MaisFM, a que causou espanto:

O Detran, que foi auditado a pedido do próprio órgão no início da gestão, pagava 90 mil reais por mês pelo aluguel de uma tenda…

Tenda que já foi comprada pelo Departamento de Trânsito para ser utilizada quando necessário, e que custou 55 mil reais.

Um pagamento só de 55 mil evitou o desembolso mensal de 90 mil, anual de 1 milhão e 80 mil, e somando uma gestão de 4 anos, 4 milhões, 320 mil reais.

O contrato de aluguel era para uso quando necessário, pagamento por diária.

Que em comum acordo da empresa contratada com o órgão, definiu que a tenda ficaria montada para sempre, ficando o Estado obrigado a pagar por 30 diárias por mês, o que somava 90 mil.

Uma tenda…bem carinha.

Pelo que o Blog foi informado, a do Detran não é ou era a tenda mais cara do Rio Grande do Norte.

Tem mais.

14 de janeiro de 2020 às 23:03

Sonegação também foi constatada em contratos do programa de transporte popular [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O controlador geral do Estado, Pedro Lopes, informou nesta terça-feira, na entrevista que nos concedeu no Jornal da Noite, na 95MaisFM, que o esquema de sonegação fiscal não foi encontrado só nos contratos para fornecimento de refeições aos restaurantes populares.

Empresas contratadas pelo programa de transporte popular, que transportava pessoas da grande Natal para atendimento médico na capital, também sonegaram, de acordo com a auditoria feita pela Controladoria do Estado e Secretaria Estadual de Tributação.

14 de janeiro de 2020 às 21:46

Em entrevista, controlador do Estado contou como empresas fornecedoras de restaurantes populares ‘lucravam’ sonegando impostos [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Nosso entrevistado no Jornal da Noite desta terça-feira, o controlador geral do Estado, Pedro Lopes, falou sobre a auditoria que constatou fraude fiscal no programa de restaurantes populares em 2018.

Lopes informou que só foi possível detectar o crime fiscal a partir do termo de cooperação firmado no atual governo pela Control com a Secretaria de Tributação.

Sem a investigação conjunta, a sonegação passaria batida aos olhos do poder público.

Ele explicou que a auditoria começou focada em outra irregularidade: o Governo pagava por uma quantia X de refeições e as empresas contratadas entregavam menos, lucrando pelo que não forneceram.

Porém, a grande quantidade de notas fiscais “devolvidas” chamou atenção e a irregularidade maior foi revelada.

As empresas emitiam nota fiscal, recebiam o dinheiro do Governo e depois devolviam a nota como se não tivesse, nem prestado o serviço nem recebido o dinheiro.

Com isso impostos como o ICMS não eram pagos e o valor referente ao imposto caía como “lucro fácil” na conta do fornecedor.

Segundo o controlador Pedro Lopes, a auditoria foi feita com base em contratos que somavam 16 milhões em 2018, o que pode ter significado quade 3 milhões em impostos sonegados.

O controlador afirmou que algumas empresas já foram notificadas, vez que a auditoria já confirmou a sonegação de cerca de 1 milhão e 800 mil reais, e uma das empresas, inclusive, já se adiantou e devolveu 500 mil reais ao Estado, se eximindo assim do crime, como rege a legislação tributária.

Mesmo tendo sonegado e “lucrado” indevidamente, a empresa se mantém limpa e apta a operar com o poder público.

Repito: como rege a legislação tributária.

O controlador Pedro Lopes disse que a Control tem carta branca da governadora Fátima Bezerra para auditar este ou os governos passados.

E no caso dos restaurantes populares, a auditoria vai continuar investigando tudo o que ainda não prescreveu, ou seja, as irregularidades de 5 anos atrás.

14 de janeiro de 2020 às 16:55

Juiz federal aponta PM como líder no esquema de contrabando e diz que carregamentos de cigarros chegavam de barcos aportados em Macau [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da assessoria da Justiça Federal sobre a operação realizada em Natal para desarticular esquema de contrabando de cigarros e outros produtos estrangeiros:

O Juiz Federal Walter Nunes da Silva Júnior, titular da 2ª Vara Federal, decretou a prisão de seis pessoas no âmbito da operação Níquel, deflagrada hoje e que recai sobre uma quadrilha especializada em contrabando de cigarros. Foram determinadas as prisões de Aldenir Garcia da Silva, conhecido como “Careca”, André Luís Fernandes da Fonseca, Assaf Elias Assaf, Sildaire Gregório da Silva, conhecido como “Sid”, Leonardo Aparecido do Vale, Julierme Rodrigues de Souza e Thiago Bruno de Queiroz. Além disso, foram determinadas buscas e apreensões e ainda o bloqueio de valores somando R$ 16.185.368,00. Os valores envolvem os bens dos que tiveram a prisão determinada e ainda de José Raimundo Correia Moraes, Luciana de Souza Araújo Silva, Tony Edson Ramos Agostinho Silva, Jardson da Silva, JS Transportadora e Rameca do Nascimento Silva. 

No caso de André Luís, que é tenente coronel da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, o magistrado destacou que ele exercia função de liderança na organização. “O Tenente-Coronel da Polícia Militar ANDRÉ LUIS FERNANDES DA FONSECA exerce função de liderança na organização investigada, possuindo domínio sobre as atividades operacionais e financeiras, bem como desempenha comando sobre os demais integrantes do grupo. Ademais, foram trazidos à investigação dados de que ANDRÉ LUIS FERNANDES comanda ações para a garantia da continuidade das operações do grupo, como blindagem de eventuais intervenções policiais, havendo suspeitas, inclusive, de que ele conta com a ajuda de integrante da Polícia Rodoviária Federal lotado neste Estado para viabilizar o escoamento do produto, tamanha a facilidade no transporte das mercadorias”, escreveu o Juiz Federal Walter Nunes.

A decisão trouxe ainda medidas cautelares para Luciana de Souza Araújo Silva, Jardson da Silva e Rameca do Nascimento Silva, que deverão comparecer mensalmente à Secretaria da 2 Vara. O Juiz Federal Walter Nunes indeferiu os pedidos de prisão feitos pelo Ministério Público Federal contra José Raimundo Correia Moraes, Tony Edson Ramos Agostinho Silva.

A Justiça Federal determinou ainda a expedição de ofício para o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça, solicitando auxílio direto com a República do Paraguai, com o objetivo de realizar busca e apreensão no endereço de propriedade de Assaf Elias Assaf, em Ciudad del Leste. 

Na sua decisão, o Juiz Federal Walter Nunes observou que os dados até então colhidos indicam que os cigarros de origem estrangeira ingressam no território nacional através da costa marítima deste Estado, especificamente na região de Macau/RN, através de embarcações, seguindo o produto, depois de aportado, através de veículos, geralmente caminhões, para armazenamento em galpões, localizados em diversos pontos na região metropolitana desta Capital. Os elementos de prova ainda sinalizam que o transporte é realizado por integrantes do grupo, geralmente armados, contando ainda com informações privilegiadas sobre possíveis abordagens policiais, inclusive da Polícia Rodoviária Federal.

14 de janeiro de 2020 às 15:29

Auditoria ainda não informou caminho do imposto sonegado no programa de restaurantes populares [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O que a auditoria do Governo do Estado ainda não informou, sobre a investigação no programa de restaurantes populares, que identificou fraude fiscal:

O que era feito com o valor recebido do Estado e que seria para pagar os impostos sonegados?

Porque pelo que foi investigado, o Governo pagava aos fornecedores dos restaurantes, e alguns, depois de receber o dinheiro, cancelava a nota…

Mas como a auditoria ainda está em andamento, certamente vai encontrar o caminho do dinheiro.

Com os nomes de quem permitia a possível sonegação.

Dos cerca de 15 milhões de reais pagos pelo governo e sob análise da Controladoria do Estado e da Secretaria de Tributação, pelo menos cerca de 1 milhão e meio já foi comprovadamento fruto de sonegação.

Ficou com quem?

14 de janeiro de 2020 às 12:10

Livro da jornalista Thaís Oyama sobre governo Bolsonaro revela que presidente tem medo do filho Zero Dois se matar [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da revista Crusoe:

Dona de um olhar acurado, uma apuração consistente e um texto que margeia o irretocável, a jornalista Thais Oyama em “Tormenta – O governo BoIsonaro: crises, intrigas e segredos”, passeia pelos principais momentos do primeiro ano do governo Bolsonaro incólume sob o ângulo ideológico.

Marcel Proust dizia que “todo leitor é um leitor de si mesmo”.

O escritor, ao contrário, quando se presta a publicar um livro-reportagem, não pode escrever para o próprio deleite, sob o risco de aplicar à realidade o filtro do seu desejo.

Oyama escapa dessa sempre tentadora armadilha e cumpre bem o papel ao qual se propõe: o de, no avanço pela informação exclusiva, do detalhe imperceptível a olho nu, municiar o leitor com a maior abundância de minúcias possível a respeito de um governo muito popular mas pouco familiarizado ao exercício do poder – e, como resultado dessa condição inescapável, em constante efervescência política, para o bem e para o mal.

Na obra de 272 páginas, algumas de prender o fôlego, ‘Tormenta’ revela como opera a gestão Bolsonaro, quais forças colidem entre si por cada milímetro de espaço na Esplanada dos Ministérios e no Palácio do Planalto, os atares políticos que o presidente considera em mais alta conta e quem desperta no chefe do Executivo sentimentos de temores e desconfianças, os conchavos intramuros inerentes a qualquer governo, e como o caldo de cultura – ou incultura – no qual ele e os filhos foram forjados influenciaram os destinos do país no ano que passou.

Há revelações inéditas e fatos inconfessáveis – eventuais conclusões incômodas, favoráveis demais ou condescendentes de menos não são alienadas de quem lê.

Num dos capítulos mais intrigantes do livro, o dedicado a Carlos Bolsonaro, intitulado “Zero Dois”, a autora traz os bastidores da relação mercurial do presidente com o segundo filho.

Por exemplo, quando Carlos se apropriou das senhas do pai nas redes sociais e manteve por 24 horas na conta oficial do presidente no Youtube um vídeo recheado de petardos contra o vice-presidente Hamilton Mourão, os dois discutiram ao telefone.

Na manhã seguinte, um domingo, depois de obrigado a deletar o vídeo, Carlos sumiu de casa. “Jair Bolsonaro ficou transtornado. Teclou para os amigos do filho perguntando sobre seu paradeiro. Telefonou para o próprio e lhe mandou seguidas mensagens de WhatsApp — todas sem acusação de recebimento. Naquele dia o presidente não desgrudou do celular e mal conseguiu despachar”.

Não seria a primeira vez, narra Oyama. Durante a campanha, Carluxo, como é conhecido, ameaçou ir embora para nunca mais voltar, caso o pai insistisse em nomear Gustavo Bebianno como ministro da Secretaria-Geral da Presidência.

Na ocasião, meses antes de cair em desgraça e ser apeado do governo, Bebianno venceu a queda-de-braço. Não sem provocar avarias na relação pai e filho. Em protesto, Carlos cortou a comunicação com o pai e, mais uma vez, Bolsonaro ficou “fora de si” com o sumiço dele. De acordo com o livro, o presidente cultiva o temor de que o “Zero Dois”, “usuário de medicamentos para estabilização de humor, faça uma besteira”. Talvez por isso a relutância de Bolsonaro em desagradá-lo.

Foi para fazer um afago no filho, por exemplo, que, segundo Oyama, Bolsonaro alçou Alexandre Ramagem à direção da Abin, contrariando o general Valério Stumpf, então secretário executivo do Gabinete de Segurança Institucional.

Carlos ainda quis emplacar, sem sucesso, o primo Leo Índio num cargo em comissão DAS 5, o segundo posto mais dispendioso da estrutura federal. Acabou vetado pelo general Santos Cruz. “Carlos ficou furioso e guardou em banho-maria a vingança pelo veto ao primo”, narrou a jornalista. Sim, o general, mais adiante, seria aniquilado pelo próprio Carluxo.

Outra relação sobre a qual Thais Oyama joga luz é a desfrutada entre Bolsonaro e o presidente do STF, Dias Toffoli. Os dois se conheceram no longínquo ano de 2001, durante uma viagem à Amazônia, mas foi depois da eleição e da eclosão do caso Queiroz que seus interesses e corações se entrelaçaram.

O cupido foi a advogada Karina Kufa, amiga de Toffoli e advogada do PSL. “Desde então, Toffoli se transformou no mais improvável novo amigo de infância do ex-capitâo”, afirma Oyama.

De janeiro a setembro, segue a jornalista, os dois se reuniram ao menos sete vezes.

Quem conhece o presidente da Republica, narra a autora, afirma que um dos indicativos de sua intimidade com interlocutores é o número de palavrões que Bolsonaro troca com eles. No caso de Toffoli, diz o texto, “o fluxo atinge o grau dez e começa antes mesmo de assessores deixarem a sala”.

É neste capítulo, em especial, que a jornalista relembra o episódio da censura imposta a Crusoe. “A reportagem (O amigo do amigo de meu pai) não fazia nenhuma acusação ao presidente do STF, limitava-se a revelar o apelido pelo qual o identificava Marcelo Odebrecht. Ainda assim, Toffoli se sentiu ofendido e determinou a Alexandre de Moraes que tomasse providências”, atesta Oyama.

Nesse mesmo contexto, a obra polvilha novas pitadas de pimenta sobre os dois polos de poder do governo, por essencialmente populares, mas não necessariamente antagônicos: de um lado o ministro da Justiça, Sérgio Moro, do outro, Bolsonaro.

Segundo ela, o presidente pensou em demitir Moro em agosto passado. O chefe do Executivo teria cogitado exonerá-lo logo após o ex-juiz criticar a decisão de Dias Toffoli de travar as investigações iniciadas com base em dados do Coaf, blindando o senador Flávio Bolsonaro – filho “01” do presidente – no caso Queiroz. “Vou pagar para ver”, chegou a dizer o mandatário. Bolsonaro, no entanto foi demovido da ideia pelo ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno.

De acordo com a jornalista, Heleno já havia esgotado seu arsenal de argumentos em favor de Sérgio Moro, mas tentou descarregar uma última bala. “Se demitir o Moro, o seu governo acaba”, disse o militar à época.

Ao encaixar um elogio ao ministro em discurso na ONU, Bolsonaro mostrou que havia entendido a mensagem de Heleno.

Nem sempre, porém, o presidente se dobrou aos conselhos de seus auxiliares. Um militar, segundo o livro, define Bolsonaro com um neologismo: “inassessorável”.

Para justificar o epíteto, a obra narra um episódio capaz de ilustrar uma espécie de teimosia atávica presidencial, em que ele não se esforça para fazer ouvidos moucos a conselhos ululantes de tão óbvios.

Em julho de 2018, treinado para uma entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, o então candidato foi informado de que seria questionado sobre seu livro de cabeceira. “Diz que é uma biografia do Churchill”, sugeriu Bebianno, então assessor de campanha e presidente do PSL. Ao que Bolsonaro respondeu: “Esse nome eu não vou lembrar”. “Então diz que é a Bíblia”, replicou Bebianno. Bolsonaro, na hora, aquiesceu.

Indagado pelos jornalistas, respondeu sem titubear: “A verdade sufocada”, do torturador Carlos Alberto Brilhante Ustra. “Os assessores do candidato se entreolharam num silêncio resignado”: Bolsonaro não havia feito o dever de casa.

Já Oyama, como se nota, foi muito além do dever de casa jornalístico ao pelear de maneira discreta por todo ano de 2019 pelo eixo Brasília-Rio de Janeiro a fim de desvelar o que os novos inquilinos do poder preferem manter estrategicamente ou mesmo por instinto longe dos raios solares.

O governo pode até não ser encarado sob outro prisma depois do livro, previsto para ser lançado no próximo dia 20.

Mas ao buscar caprichar nas tintas da autenticidade factual, a obra faz com que o leitor despeça-se dela mais bem informado sobre o irrequieto primeiro ano da gestão Bolsonaro do que entrou.

14 de janeiro de 2020 às 10:46

Policial-político é o único preso com nome divulgado em operação da PF [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Como o Blog ressaltou, só nomes de políticos aparecem em operações deflagradas pela Polícia Federal, ficando os de outras searas sob sigilo.

Pois na operação de hoje, para combater contrabando de cigarro e outros produtos estrangeiros, envolvendo policiais militares, já foi publicizado o nome de um tenente Coronel preso.

É que ele é policial e político ao mesmo tempo.

Coronel Fernandes já passou pelo PRB, quando disputou vaga de vice-prefeito de Macau, sendo derrotado, pelo PSD, quando foi candidato a deputado estadual em 2014, e PMB, candidato de novo, e de novo sem sucesso, em 2018.

Em novembro, na sessão solene em homenagem aos 70 anos da Companhia Independente de Polícia de Macau, Coronel Fernandes foi um dos homenageados.

14 de janeiro de 2020 às 10:00

Operação da PF em Natal para desarticular esquema de contrabando não divulga nomes de envolvidos como acontece com a lava-jato [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira a ‘Operação Níquel’, para desarticular uma organização criminosa armada, que se vale da participação de policiais militares para contrabandear cigarros e outras mercadorias estrangeiras.

Após investigação criminal, a PF identificou a associação formada por mais de 4 pessoas, estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, com atuação no RN, estados vizinhos e no exterior, desde 2001.

Os policiais militares, pelo que foi investigado, faziam escolta de cargas ilegais de cigarros no território nacional.

Da operação que ficará em sigilo, já que não haverá sequer entrevista coletiva, como acontece quando os personagens são políticos, constam 7 mandados de prisão, 16 mandados de busca e apreensão em Natal, São Paulo e Abaetetuba, no Pará.

A operação conta com 130 policiais federais.

Durante o cumprimento de um dos mandados de busca e apreensão, foram encontradas dezenas de caixas cigarros e um dos investigados foi preso em flagrante delito.

Combater o contrabando e a ação de organizações criminosas é atribuição da Polícia Federal e objetivo estratégico do órgão.

14 de janeiro de 2020 às 3:11

Indicação de Dilma não foi do PT [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Depois do PT ganhar na mega-sena, só falta agora levar o Oscar.

Só relembrando…

Em setembro de 2019 a mega-sena pagou um prêmio de R$ 120 milhões para apostadores de um bolão formado por funcionários da liderança do PT na Câmara.

Agora vem o Oscar para Dilma Rousseff…

Pode parecer piada, mas dessa vez a indicação não foi política.

É aguardar para saber até onde isso vai parar.

 

14 de janeiro de 2020 às 3:03

Dilma supera Coringa na mídia brasileira [1] Comentários | Deixe seu comentário.

Que Coringa que nada.

Apesar do maior número de indicações, o enredo americano de suspense psicológico lançado em outubro do ano passado, não é o mais citado pela mídia brasileira nesta segunda-feira, após divulgação da lista dos indicados ao maior prêmio do cinema.

No Brasil só se fala em “Democracia em vertigem”, documentário da diretora brasileira Petra Costa, que mostra o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e a crise política no Brasil.

O filme foi lançado pela Netflix em junho passado.

 

Veja destaques do Oscar:

 

Coringa” é o filme com maior número de indicações, 11, inclusive melhor filme, melhor diretor (Todd Philips), e melhor ator (Joaquin Phoenix).

Democracia em vertigem“, documentário brasileiro da diretora Petra Costa, que mostra o processo de impeachment de Dilma Rousseff, também foi indicado.

Era uma vez em Hollywood“, “1917” e “O Irlandês” dividem a segunda colocação na lista, com 10 indicações cada.

Atrás deles, com seis indicações, estão “História de um casamento“, “Adoráveis mulheres“, “Jojo Rabitt” e o coreano “Parasita

“Parasita” se tornou o 11º filme estrangeiro a ser indicado na categoria principal.

Dois Papas“, dirigido por Fernando Meirelles, teve três indicações, mas o brasileiro não entrou na lista de diretores.

Scarlett Johansson concorre a melhor atriz por “História de um casamento” e atriz coadjuvante por “Jojo Rabbit“. Antes dela, 11 atores foram indicados no mesmo ano nas duas categorias. A mais recente foi Cate Blanchett, em 2008.

Um casal entrou nas categorias de roteiro.

Greta Gerwig foi indicada em roteiro adaptado por “Adoráveis mulheres” e seu namorado, Noah Baumbach, em roteiro original, por “História de um casamento”.

John Williams, indicado a trilha de “Star wars” bateu o próprio recorde como pessoa viva com mais indicações: 52.

Walt Disney continua com a liderança histórica, com 59

14 de janeiro de 2020 às 2:46

Gasto com previdência de empregado doméstico não poderá mais ser deduzido do Imposto de Renda [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Para aumentar a arrecadação, o Ministério da Economia mandou retirar do seu Imposto de Renda, a dedução de gastos com a previdência de empregados domésticos.

A partir da declaração referente a 2020 isso não será mais permitido.

Até 2019 a Receita Federal permitia a dedução, no valor do imposto a pagar, de gastos com o pagamento do INSS de empregados domésticos.

No ano passado, a dedução máxima permitida era de R$ 1.200,32.

O benefício foi aprovado em 2006 com prazo final sendo 2018, para a declaração entregue em 2019.

O Senado chegou a aprovar em outubro de 2019 um projeto de lei prorrogando o benefício até 2024, mas a proposta não foi votada na Câmara dos Deputados.