Thaisa Galvão

17 de janeiro de 2020 às 17:12

Preso sob acusação de contrabando, Tenente Coronel Fernandes estudava candidatura em Macau ou Natal este ano [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Preso na operação Níquel, apontado como líder em esquema de contrabando de cigarros e outros produtos estrangeiros, o Coronel Fernandes, que já disputou mandato de vice-prefeito de Macau e de deputado estadual… se preparava para mais uma investida política.

Ele havia voltado a discutir possibilidade de disputar pela primeira vez a Prefeitura de Macau, viabilizando uma nominata grande com candidatos a vereador.

Outra possibilidade de Fernandes: ser candifato a vereador em Natal.

Coronel Fernandes, preso em Natal, foi transferido para o presídio de segurança máxima de Mossoró.

17 de janeiro de 2020 às 16:59

João Maia 100% presente [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do PL nacional, fazendo as contas da participação de sua bancada no Congresso.

O deputado potiguar João Maia teve 100% de presenças em sessões da Câmara.

17 de janeiro de 2020 às 12:55

Notas do Enem 2019 caíram e provas com ‘zero’ na Redação aumentaram em mais de 27 mil [0] Comentários | Deixe seu comentário.

As notas médias do Enem caíram.

As notas de 2019 em relação ao ano anterior, segundo o Inep, foram mais baixas em todas as áreas objetivas.

A nota média de Redação foi de 592,9.

O número de candidatos com nota Mil caiu de 55 para 53 em relação ao ano passado.

O número de redações nota zero aumentou de 112.559 para 143.736. Em 56 mil casos, o motivo da nota zero foi porque o participante entregou a prova em branco.

Mais de 27 mil zeros a mais…

As notas individuais do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 foram divulgadas nesta sexta-feira e podem ser acessadas por meio de CPF e senha na Página do Participante (https://enem.inep.gov.br/participante/) e pelo aplicativo do Enem.

Quem não lembra da senha para acessar os dados pode recuperá-la ou mesmo resetá-la e fazer uma nova.

 

Quando se inscrever no Sisu 2020?

O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) é o sistema do MEC que reúne centenas de milhares de vagas de graduação em universidades públicas brasileiras.

Para participar do Sisu em 2020, é preciso ter feito o Enem 2019 e não ter tirado nota zero na prova de redação.

O prazo começa na próxima terça (21) e encerra às 23h59, na sexta-feira (24).

A inscrição é feita pelo site do programa: http://sisu.mec.gov.br/.

17 de janeiro de 2020 às 12:43

Presidente demite secretário de Cultura mas continua poupando auxiliares envolvidos em denúncias de corrupção [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O estilo nazista de impor um novo modelo de arte no Brasil, rendeu demissão ao secretário de Cultura, Roberto Alvim.

O presidente Jair Bolsonaro decidiu demitir.

Mas…

Não tomou a mesma medida com o chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Fábio Wajngarten, denunciado por receber dinheiro de empresas contratadas pela própria Secretaria, por meio de uma empresa da qual é sócio.

Mesmo após assumir o cargo no Planalto, o publicitário continua como principal sócio da FW Comunicação e Marketing, que tem contratos com pelo menos cinco empresas que recebem verbas do governo, como as emissoras Band e Record.

A demissão de Roberto Alvim vai mudar o foco das denúncias contra Wajngarten.

Entendeu?

Bolsonaro também não demitiu o ministro do Turismo ´Marcelo Álvaro Antônio, indiciado pela Polícia Federal em investigação de esquema de laranjas do PSL.

A investigação policial concluiu que o ministro comandou esquema de desvio de recursos públicos por meio de candidaturas femininas de fachada nas últimas eleições.

Mas Bolsonaro continua com Marcelo Álvaro Antônio.

Avisou, inclusive, a ele, que vai demitir Roberto Alvim.

Mas Marcelo fica.

O presidente Jair Bolsonaro também não substituiu o líder do Governo no Senado.

O atual, senador Fernando Bezerra Coelho, foi alvo de busca e apreensão em setembro passado.

Ele é alvo de denúncias sobre irregularidades em obras no Nordeste, como a transposição do Rio São Francisco, no período em que Bezerra foi ministro da Integração Nacional, no governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Mas…continua líder do Governo Bolsonaro.

As denúncias que envolvem o filho senador Flávio Bolsonaro – caso da rachadinha – e os que incluem o nome do filho Carlos Bolsonaro – caso Marielle – são rechaçados pelo presidente.

Então…

A frase do secretário rendeu demissão.

Mas as denúncias contra os ministros…vão sendo guardadas debaixo do travesseiro do presidente que se elegeu garantindo acabar com a corrupção no Brasil.

17 de janeiro de 2020 às 12:25

Queda de Roberto Alvim: Não é pena de morte mas é demissão [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Não foi pena de morte, como sugeriu Olavo de Carvalho, mas foi demissão.

E o presidente Jair Bolsonaro decidiu demitir o secretário nazista Roberto Alvim da Secretaria de Cultura.

O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, a quem a Secretaria de Cultura é ligada, já foi comunicado.

17 de janeiro de 2020 às 12:18

Olavo de Carvalho defende pena de morte para auxiliares do governo…e para quem mais? [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O ideólogo do governo Bolsonaro, Olavo de Carvalho, quer pena de morte para auxiliares do governo Bolsonaro.

(…quando a gente pensa que o estilo Hitler do secretário de Cultura era o fim da picada…)

Ele deixa bem claro no tuíte postado nesta sexta-feira.

Olavo de Carvalho disse que o Brasil só tomará jeito quando “erros de gramática”, “inabilidades estilísticas” e “incapacidade de distinguir entre gracejos e afirmações literais”, forem punidos com pena de morte.

Erros gramaticais ele se refere, claro, ao ministro da Educação, que não consegue escrever um texto longo sem vários erros de português.

O “paralisação” com Z virou a piada pronta.

Inabilidades estilísticas, ao hitleriano secretário de Cultura, que tenta criar arte bem no estilo dele.

Que estilo?

E a incapacidade de distinguir entre gracinhas e afirmações literais…me vem a maior dúvida.

Olavo se refere aí a ele mesmo? Ou ao presidente Jair Bolsonaro?

#ficaadica ou #ficaadúvida

17 de janeiro de 2020 às 12:08

Secretário de Cultura do governo Bolsonaro recorre a Hitler e tenta comprar por 20 milhões um novo modelo de arte no Brasil [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Medo!

Não do novo modelo de cultura que o ‘hitleriano’ secretário da Cultura do governo Bolsonaro, Roberto Alvim, deseja implantar no Brasil lançando um concurso com premiação de 20 milhões de reais.

Valor que para o novo governo, vale a cultura.

Mas, do estilo ‘hitleriano’ do auxiliar do governo.

Ridículo?

É pouco.

Mas Roberto Alvim, ao anunciar um novo formato para a arte nacional – ah, coitxado – foi rechaçado até pelo questionável Olavo de Carvalho, que disse que ‘Roberto Alvim talvez não esteja muito bem da cabeça’.

E pensar que se acha isso de Olavo de Carvalho.

Pois…

Ao tentar comprar por 20 milhões um novo modelo de cultura, Roberto Alvim, no vídeo que divulgou, citou trechos de uma fala do ministro da Propaganda de Hitler, Joseph Goebbels:

“A arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional, será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional, e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes do nosso povo – ou então não será nada”.

Quem foi que disse que a arte brasileira vai mudar?

Que os artistas vão rezar na cartilha do novo Hitler?

Quem um concurso vai mudar a genialidade das pessoas?

Quem vai deixar de ser artista, de produzir arte, porque não se inscreveu no concurso lançado por Roberto Alvim?

A fala de Alvim nesse vídeo postado, que virou o assunto mais comentado nas redes sociais, tem semelhança com um discurso de Goebbels feito em 8 de maio de de 1933, no hotel Kaiserhof, em Berlim (Alemanha), para diretores de teatro.

“A arte alemã da próxima década será heroica, será ferreamente romântica, será objetiva e livre de sentimentalismo, será nacional com grande páthos [potência emocional] e igualmente imperativa e vinculante, ou então não será nada”, disse Goebbels, segundo o livro “Joseph Goebbels: Uma biografia” (Ed. Objetiva), de 2014, escrito pelo historiador alemão Peter Longerich.

Veja o vídeo e chore.

Ou ria.

Como queira.