Thaisa Galvão

8 de fevereiro de 2020 às 22:27

Morre Clarissa Jucá, viúva do ‘Xerife’ Maurílio Pinto de Medeiros [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Morreu neste sábado, em Natal, aos 75 anos, Clarissa Jucá de Medeiros.

Viúva do Xerife Maurílio Pinto de Medeiros, falecido há quase dois anos, vinha enfrentando problemas de saúde.

O corpo de Clarissa Medeiros começará a ser velado às 8 horas deste domingo em uma capela do Morada da Paz da rua São José, onde será celebrada missa de corpo presente às 15h.

E será sepultado por volta das 17h no Morada da Paz, em Emaús.

8 de fevereiro de 2020 às 22:19

Bolsonaro não quis perder Rogério Marinho [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Segundo o jornalista Giba Um, no seu site na internet, o potiguar Rogério Marinho estaria demissionário.

Daí a pressa do presidente Jair Bolsonaro em nomeá-lo para o Ministério do Desenvolvimento, que estaria até cogitado a fazer parte do Ministério da Infraestrutura.

Segundo o jornalista, o presidente “agiu rápido para não perder um de seus melhores quadros”.

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A “fritura” de Rogério Marinho era assunto da mídia nos últimos dias que antecederam a volta por cima.

8 de fevereiro de 2020 às 21:54

Ouvido pela CBN, advogado Erick Pereira diz que Senado tem que cumprir decisão judicial e cassar senadora do Mato Grosso [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, quer descumprir a decisão judicial e impedir a cassação da senadora Selma Arruda, do Podemos do Mato Grosso.

A senadora – juíza aposentada – foi condenada em definitivo pelo Tribunal Superior Eleitoral por abuso de poder econômico e caixa dois.

Ouvido pela CBN-Brasília, o advogado Erick Pereira afirmou que a única saída para o Senado é cumprir a decisão e afastar a senadora.

A cassação dela ainda levanta outra polêmica: realizar nova eleição ou dar posse ao terceiro colocado no pleito de 2018 no estado do Mato Grosso.

CLIQUE AQUI e acompanhe a reportagem da CBN.

8 de fevereiro de 2020 às 8:24

Responsável pelo ‘Minha Casa, Minha Vida’ Rogério Marinho é visto como solução para melhorar relação do governo com o legislativo [0] Comentários | Deixe seu comentário.

BRASÍLIA – O ministro da Economia, Paulo Guedes, não teme que a saída de Rogério Marinho de sua equipe atrapalhe a articulação política para aprovar reformas no Congresso. Segundo interlocutores, Guedes aposta no apoio dos próprios parlamentares às medidas, inclusive Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, e os relatores das propostas que estão no Senado.

Além disso, agora que foi nomeado ministro do Desenvolvimento Regional, o ex-secretário de Previdência e Trabalho, elogiado pela capacidade de articulação política, deve melhorar a relação entre o Executivo e o Congresso, na visão de integrantes do governo.

A troca de cargos é vista como mais um capítulo de uma mudança no “eixo político” do governo, em que o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, perde força.

Na esplanada, a expectativa é que Marinho, agora à frente de uma pasta forte – responsável pelo Minha Casa Minha Vida -, faça um trabalho melhor que o de Onyx.

A arrumação de cargos foi apoiada pelo próprio Guedes, que deu o aval para que Gustavo Canuto assumisse a Dataprev, um desejo do ex-ministro, após perder o cargo de ministro do Desenvolvimento.

Ex-deputado federal, Marinho atuou fortemente para convencer os colegas a aprovar a reforma do sistema de aposentadorias. Antes, já acumulava no currículo a façanha de ter sido, com sucesso, relator da reforma trabalhista.

Resolvido o capítulo da Previdência, o governo agora tenta aprovar um novo pacote de medidas econômicas, como a reforma tributária e a reforma administrativa. A avaliação interna é que o cenário é diferente do observado no início do ano passado, quando a proposta previdenciária era de autoria do Executivo e precisava de um porta-voz no Legislativo.

A reforma tributária, por exemplo, tem em Maia um dos principais patrocinadores políticos. O mesmo ocorre com a reforma administrativa, que mexe nas regras para servidores públicos.

Dentro do Ministério de Economia, técnicos continuarão a fazer a interlocução com o Congresso. A tributária está sendo tocada pelo secretário da Receita Federal, José Tostes, e a assessora especial do Guedes Vanessa Canado. Já a administrativa é de responsabilidade do secretário de Desburocratização, Gestão e Governo Digital, Paulo Uebel.

No caso das propostas de emenda à Constituição (PEC) que estão no Senado, a aposta maior é nos próprios relatores das medidas.