Thaisa Galvão

14 de março de 2020 às 12:11

Coronavírus não pode ser tratado com dois pesos e duas medidas como se tem acompanhado no centro do Poder no Brasil [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Da comitiva de Jair Bolsonaro que viajou aos Estados Unidos para cumprir agenda com o presidente Donald Trump, pelo menos 3 admitiram que estão com coronavírus.

O primeiro a assumir foi o secretário de Comunicação, Fábio Wajngarten, que esteve sempre colado em Jair Bolsonaro e até no presidente americano.

O embaixador do Brasil nos Estados Unidos, Nelson Foster, também já admitiu ter contraído o vírus.

O diplomata ocupa hoje o cargo que Jair queria para o filho Eduardo.

Advogada da família do presidente Jair Bolsonaro, Karina Kufa confirmou, nesta sexta-feira 13, que foi diagnosticada com coronavírus. Ela foi aos Estados Unidos na comitiva presidencial.

O último a assumir o teste positivo para o Covid-19 foi o senador Nelsinho Trad (PSD-MS), que esteve na comitiva.

Trad é o primeiro parlamentar confirmado com o novo coronavírus.

Na quarta-feira, já infectado mas sem ter feito teste ainda, ele participou de uma reunião de emergência, a portas fechadas, para tratar das medidas que deveriam ser tomadas pelo Congresso para tentar impedir a disseminação do vírus.

E até fez uma declaração de alerta:

“Se a gente brincar com isso, nós não vamos estar aqui para contar história. Na hora que morrer um aqui, eu quero ver como vai ficar.”

Enquanto isso fica a dúvida:

A TV america Fox News, ligada à Casa Branca, mentiu quando divulgou que o primeiro teste de Jair Bolsonaro deu positivo?

Bolsonaro está mesmo livre do vírus mega contagioso?

O que se vê é que Jair continua corculando pelo Palácio do Planalto…

Tem evitado apertos de mão.

E já foi anunciado que na próxima semana ele fará um novo teste.

Sobre a mulher Michelle, com quem Jair mora, claro, ninguém fala se o reste deu positivo ou negativo.

O que se constata é que o Brasil lida muito mal ainda com a pandemia de coronavírus, e de certa forma tem tratado do assunto com dois pesos e duas medidas.

Mas a doença chega de forma igual para qualquer um.

Do presidente da República, seja de qual país for, ao morador de rua, seja de qual país for.

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