Thaisa Galvão

8 de maio de 2020 às 17:12

Prefeitura de Natal rescinde contrato de terceirização de mão-de-obra [0] Comentários | Deixe seu comentário.

A Prefeitura de Natal emitiu nota sobre rescisão de contrato com empresa de terceirização:

Nota

O prefeito Álvaro Dias publicou decreto rescindindo o contrato celebrado com a empresa T&N Serviços em Saúde Ltda.

A empresa iria terceirizar mão de obra para atuar nas unidades de saúde do município no combate ao Covid 19.

A anulação se deu com base no artigo 78, inciso XII da Lei Federal nº. 8.666/1993.
A determinação do prefeito é para que a secretaria de Saúde faça outro chamamento público de caráter nacional para que haja maior competitividade no processo.

Não haverá solução de continuidade no funcionamento do Hospital de Campanha montado para atender pacientes da Covid 19, embora ainda não existam pacientes internados. O contrato de terceirização de mão de obra prevê o chamamento do pessoal na medida que houver necessidade do serviço.

Prefeitura Municipal do Natal

8 de maio de 2020 às 16:59

Governo do Estado e Prefeitura de Natal fazem parceria e garantem mais 14 leitos de UTI no Hospital Municipal [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O Governo do RN está fornecendo equipamentos para a instalação de 14 novos leitos de UTI no Hospital Municipal de Natal, numa parceria com a Prefeitura de Natal.

O hospital do município terá sua capacidade de atendimento aos pacientes de Covid-19 ampliada em 140%.

“Continuamos fazendo um grande esforço no sentido de abrir leitos, e agimos com muita transparência, tanto que hoje o RN é o segundo Estado mais transparente nos processos e aplicação de recursos financeiros no enfrentamento ao novo coronavírus”, afirmou o secretário adjunto de saúde, Petrônio Spinelli nesta sexta-feira.

O hospital mantido pela Prefeitura está atualmente com 11 pacientes em UTI e com o entendimento firmado com o Governo, vai receber equipamentos e passará a ter 25 leitos críticos.

O quadro de ocorrência da Covid-19 no Rio Grande do Norte mostra que hoje há 1.821 casos confirmados, 6.188 suspeitos, 5.277 descartados, 662 recuperados, 81 óbitos e 25 óbitos em investigação.

Foto Demis Roussos

8 de maio de 2020 às 15:43

Juíza Patrícia Gondim indefere pedido liminar que defendia volta às aulas antes de 31 de maio [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Do Tribunal de Justiça do RN:

A juíza Patrícia Gondim, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Natal, em decisão liminar, indeferiu pedido apresentado em Ação Popular para invalidar a prorrogação da suspensão das atividades escolares presenciais até 31 de maio de 2020, pelo Governo do Estado.

Neste momento de análise processual, a magistrada não entendeu que a determinação do Poder Executivo seja lesiva ao patrimônio público e desprovido de motivos que a justifiquem.

A decisão, de 7 de maio, rejeita a suspensão imediata da vigência de um artigo específico em decreto governamental do Estado e indeferiu a tutela de urgência solicitada.

A Ação Popular atacava o artigo 2º do Decreto Estadual nº 29.634, de 22 de abril de 2020 na parte que alterou a redação do parágrafo único do artigo 26 do Decreto Estadual nº 29.583, de 1º de abril de 2020, prorrogando a suspensão das aulas até 31 de maio de 2020.

A ação sustentou que a suspensão das atividades escolares presenciais até 31 de maio de 2020 afronta ao Princípio Constitucional da Legalidade nos aspectos da razoabilidade (adequação) e da proporcionalidade (custo x benefício).

Ao indeferir a liminar pleiteada, a julgadora embasa sua decisão, mencionando diversos estudos científicos sobre a pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

“Os estudos realizados por autoridades no assunto em todo mundo levam a crer que o distanciamento social é a estratégia mais eficiente para retardar a velocidade do Contágio e evitar o colapso do sistema de saúde”.

Quanto à alegação do autor da ação, Kleber Martins de Araújo, de que não haveria motivo para prorrogação da suspensão das atividades escolares presenciais sob o fundamento de que as crianças e os adolescentes não integrariam o grupo de risco da Covid-19, “é um argumento que não se sustenta”, observa a titular da 1ª Vara da Fazenda Pública da capital.

Para ver a notícia completa – ow.ly/hcru50zAZxL

8 de maio de 2020 às 15:16

Reunião que bolsonaro não quer mostrar ao STF teve ameaças a ministros, palavrões e briga de Rogério Marinho com Paulo Guedes [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Sobre a reunião que o STF quer saber mas bolsonaro tem medo de mostrar:

BRASÍLIA – Palavrões, briga de ministros, anúncio de distribuição de cargos para o Centrão e ameaça do presidente jair bolsonaro de demissão “generalizada” a quem não adotasse a defesa das pautas do governo.

De acordo com participantes na reunião citada por Sérgio Moro, ex-titular da pasta da Justiça e Segurança Pública, é este o conteúdo do vídeo requisitado pelo ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, e que o Palácio do Planalto quer evitar divulgar na íntegra.

Na tarde desta quinta-feira, 7, a Advocacia-Geral da União pediu ao decano pra enviar somente trechos da reunião de 22 de abril, que sejam ligadas ao Moro e Bolsonaro. Segundo o ex-ministro, na ocasião o presidente o pressionou na frente dos colegas a trocar o comando da Polícia Federal.  

Na noite de quarta-feira, 6, o governo pediu que Celso de Mello reconsiderasse o pedido do vídeo por se tratar de “assuntos sensíveis de Estado.” Conforme o Estadão informou, o Planalto também cogitou alegar não ter o conteúdo na íntegra mas apenas trechos da reunião, pois as gravações são “pontuais e curtas”.

O encontro de cerca de duas horas, cujos bastidores hoje mobilizam Brasília, ocorreu no terceiro andar do Palácio do Planalto, dois dias antes da demissão de Moro, e é considerado o mais tenso do governo até aqui. A agenda com o presidente foi convocada inicialmente para apresentação do programa Pró-Brasil, de recuperação econômica, e teve a participação de 26 autoridades, incluindo o vice Hamilton Mourão, todos os ministros e presidentes dos bancos. Outros auxiliares diretos de Bolsonaro também acompanharam.

Em relatos reservados, dois ministros disseram ao Estadão que a ameaça de demissão não foi direcionada ao ex-juiz da Lava Jato, mas foi um recado a todos os integrantes do primeiro escalão. Segundo participantes do encontro, o presidente cobrou alinhamento às pautas dele e cumprimento irrestrito de suas ordens.

Foi neste contexto, sempre de acordo com os relatos feitos ao Estadão, que Bolsonaro pediu acesso às informações de inteligência. À reportagem, presentes na reunião evitaram confirmar se o presidente exigiu a troca do comando da PF. Dois deles alegaram não “se lembrar.” 

No entanto, de acordo com um dos participantes, o presidente disse que quem não estivesse satisfeito poderia ir embora. Outro auxiliar disse que Bolsonaro falou que poderia demitir quem quisesse.

A cobrança de Bolsonaro a seu primeiro escalão foi feita com muitos palavrões. Apesar disso, auxiliares observam que é comum o presidente, às portas fechadas e à vontade, usar termos que não atendem aos bons modos. Nestas ocasiões, para evitar vazamentos, todos os participantes são obrigados a deixar o celular do lado de fora da sala. O único que costuma ser exceção é o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno. Já o telefone do presidente costuma ficar nas mãos de um ajudante de ordens.

Fotos feitas pela Secretaria Especial de Comunicação (Secom) da reunião do dia 22 de abril mostram os participantes com as feições cerradas. Em várias delas, Moro está com os braços cruzados e o semblante tenso. Pelos registros, é possível verificar que há uma câmera de vídeo no local.  

Até agora a Secom não respondeu os questionamentos sobre a existência do vídeo. Nos bastidores, auxiliares do Planalto passaram a alegar que só havia trechos pontuais da gravação. O argumento confronta uma declaração do próprio presidente que, no dia 28 de abril, admitiu que os encontros do primeiro escalão são filmados, e os vídeos guardados em um cofre. Bolsonaro chegou a prometer que divulgaria o vídeo da reunião com Moro para mostrar como ele trata os ministros, mas dois depois recuou alegando que recebeu o conselho para “não divulgar para não criar turbulência.” 

Outro “assunto sensível” tratado pelo presidente, que também poderia ser motivo de “turbulência”, foi aproximação do governo com líderes dos partidos do centro. Bolsonaro comunicou que entregaria cargos às legendas e provocou reações. Moro, segundo o Estado apurou, teria demonstrando discordância.  

O encontro foi convocado para a apresentação do Pró-Brasil, programa de recuperação econômica anunciado pelo ministro-chefe da Casa Civil, Walter Braga Netto, com o incentivo do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, e sem o aval do ministro da Economia, Paulo Guedes.

Diante dos colegas de Esplanada, Guedes e Marinho se desentenderam sobre gastos públicos para incentivar a retomada da economia após o fim da pandemia da coronavírus. Marinho disse que Guedes era apegado a dogmas.

O ministro da Economia, por sua vez, respondeu dizendo que tinha estudado o que ninguém estudou. E acrescentou que o plano Pró-Brasil era “completamente maluco”.

Na mesma oportunidade, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, teria feito duras críticas aos ministros do STF.

O pedido do vídeo foi deferido por Celso de Mello, na terça-feira, dia 5, no inquérito que apura as acusações do ex-ministro Sérgio Moro de tentativa de ‘interferência política’ de Bolsonaro no comando da Polícia Federal. 

Foram citados o chefe da Secom, Fabio Wanjgarten, o chefe da assessoria especial da Presidência, Célio Faria Júnior, e o ministro-chefe da Secretaria-Geral, Jorge Oliveira, que obriga a apresentar as gravações.

Os três receberam a notificação na quarta-feira, 6.

Faria e Jorge Oliveira alegam que não cabe a eles gravar ou manter registros de audiovisual das reuniões. A Secom não respondeu.

COLABOROU TÂNIA MONTEIRO

8 de maio de 2020 às 14:10

Aniversário de Messias Targino será lembrado em live com a prefeita Shirley, o ex-presidente do TCE Gilberto Jales e o empresário Toinho da SterBom [0] Comentários | Deixe seu comentário.

O município de Messias Targino, no Oeste do Rio Grande do Norte, comemora nesta sexta-feira, 8 de maio, 58 anos de emancipação política.

Sem festa por causa das regras de isolamento social para evitar a propagação do coronavírus, a prefeita Shirley Targino vai conversar com a população através das redes sociais.

Em uma live transmitida a partir das 17 horas pelo Facebook e Youtube “Shirley Targino”, a prefeita estará ao vivo com dois conterrâneos “messienses”: o conselheiro e ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado, Gilberto Jales, e o empresário Toinho da SterBom

“Vamos relembrar a história da nossa terra e os caminhos percorridos”, disse a prefeita Shirley.

8 de maio de 2020 às 1:57

Em 40 minutos na CNN, Regina Duarte naturalizou a ditadura, minimizou as mortes por tortura, deu xilique e destratou ex-colega de trabalho [0] Comentários | Deixe seu comentário.

Beirou a loucura irresponsável a entrevista da secretária nacional de cultura, Regina Duarte, na noite desta quinta-feira, na CNN Brasil.

Falta autor para entregar prontos os textos para a atriz que sempre soube decorar e interpretar.

Ela falou com naturalidade sobre ditadura e minimizou as mortes por tortura.

“Sempre houve tortura, não quero arrastar um cemitério. Mas a humanidade não para de morrer, se você falar de vida, de um lado tem morte. Por que olhar para trás? Não vive quem fica arrastando cordéis de caixões, acho que tem uma morbidez neste momento. A Covid está trazendo uma morbidez insuportável, não tá legal!”, afirmou.

Oi?

Questionada sobre a falta de um pronunciamento do governo sobre as mortes de grandes personalidades da Cultura como Moraes Moreira e Aldir Blanc, foi pra lá de ridícula e destespeitosa com a imagem dos artistas e deselegante com suas famílias.

“Se isso é importante para as pessoas, eu posso ter no site da Secult o obituário. Pode ser que eu esteja errando, vou me corrigir, não fiz por mal, peço desculpas, lamentei com as famílias.”

Sobre especulações em torno de possível saída do governo…

“Demissão, não. As pessoas têm uma certa ansiedade em me ver fora. Demissão, exoneração é algo que está rolando sempre. Em nenhum momento falou-se sobre demissão…”.

Pirou.

Quem falou em demissão foi ela, como confirma o áudio divulgado pela revista Crusoé na quarta-feira e que você pode comprovar.

É Regina desmentindo Regina.

Mas foi a exibição de um vídeo da atriz Maitê Proença que fez Regina Duarte se desequilibrar de vez.

Enquanto Maitê pedia que a secretária prestasse atenção à classe artística, a ex-colega de trabalho dava um xilique gigante dentro do estúdio…

E ao voltar a ser ouvida, reclamando da participação de Proença na entrevista, voltou a falar de mortes com muita naturalidade…

Assista.

São 40 minutos de loucura total.

Loucura, loucura, loucura: